Prazo de prisão domiciliar temporária de Bolsonaro termina nesta quinta-feira e STF deve decidir próximos passos

Situação do ex-presidente será reavaliada pelo ministro Alexandre de Moraes, que poderá manter, alterar ou revogar o benefício concedido por razões humanitárias

Termina na próxima quinta-feira (25) o prazo de 90 dias da prisão domiciliar temporária concedida ao ex-presidente Jair Bolsonaro. A continuidade ou não da medida dependerá de nova avaliação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), relator do processo e responsável pela execução da pena.

Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão após condenação por tentativa de golpe de Estado. Em março deste ano, Moraes autorizou a transferência para o regime domiciliar em caráter humanitário, levando em consideração o quadro de saúde do ex-presidente e após parecer favorável da Procuradoria-Geral da República (PGR).

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STF condena Eduardo Bolsonaro a 4 anos e 2 meses por coação no curso do processo

Eduardo Bolsonaro foi condenado por unanimidade pelo STF após ministros entenderem que houve tentativa de pressionar a Corte durante julgamento relacionado ao ex-presidente Jair Bolsonaro.

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou, nesta terça-feira (16), o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) a quatro anos e dois meses de prisão pelo crime de coação no curso do processo. A decisão foi unânime entre os ministros que compõem o colegiado.

Além da pena privativa de liberdade, o ex-parlamentar foi condenado ao pagamento de multa. Conforme a decisão, o cumprimento da pena somente ocorrerá após o trânsito em julgado do processo, quando não houver mais possibilidade de recursos.

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Fachin autoriza AGU a defender Moraes em ação movida por empresa ligada a Trump nos EUA

Ministro Edson Fachin autorizou a AGU a atuar na defesa institucional de Alexandre de Moraes em processo movido nos Estados Unidos

O presidente em exercício do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, autorizou nesta quinta-feira (4) a Advocacia-Geral da União (AGU) a representar o ministro Alexandre de Moraes em uma ação movida nos Estados Unidos pela plataforma Rumble e pela Trump Media & Technology Group, empresa ligada ao presidente norte-americano Donald Trump.

A decisão foi tomada após consulta da própria AGU. Segundo Fachin, o caso vai além da figura individual de Moraes e envolve interesses institucionais do Estado brasileiro, incluindo a independência do Poder Judiciário, o Estado Democrático de Direito e a soberania nacional.

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Primeira Turma do STF confirma fim da aposentadoria compulsória como punição para magistrados

Entendimento da Primeira Turma acompanha voto do ministro Flávio Dino e muda modelo histórico de punição na magistratura

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal decidiu, por unanimidade, manter o entendimento que acaba com a aposentadoria compulsória como punição para magistrados que cometerem infrações graves.

Com a decisão, juízes e desembargadores condenados administrativamente poderão perder o cargo definitivamente, sem direito à aposentadoria remunerada pelo Estado, modelo que historicamente vinha sendo aplicado como penalidade máxima na magistratura brasileira.

O julgamento confirmou decisão individual do ministro Flávio Dino, tomada em março deste ano, na qual ele entendeu que a Reforma da Previdência de 2019 retirou da Constituição a possibilidade da chamada “aposentadoria-sanção”.

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Moraes é intimado em ação movida por empresa de Trump na Justiça dos EUA

Presidente dos EUA, Donald Trump; e o ministro do STF, Alexandre de Moraes. — Foto: Jim WATSON / POOL / AFP e Brenno Carvalho / Agência O Globo

A autorização da intimação desse modo foi dada na última semana pela Justiça americana. Dessa forma, foi enviado um e-mail neste final de semana para o ministro, segundo o advogado da Trump Media e da Rumble.

O ministro do STF Alexandre de Moraes foi intimado via e-mail neste final de semana em uma ação na Justiça americana sobre liberdade de expressão movida pela empresa do presidente americano, Donald Trump, a Trump Media, e a rede social Rumble.

A autorização da intimação desse modo foi dada na última semana pela Justiça americana. Dessa forma, foi enviado um e-mail neste final de semana para o ministro, segundo o advogado da Trump Media e da Rumble, Martin De Luca.

“Hoje, em cumprimento a uma ordem de um tribunal federal dos EUA, a Rumble e a Trump Media notificaram o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal do Brasil, por e-mail”, diz a publicação no X.

O magistrado, acusado de impor ordens secretas a partir do Brasil para silenciar conteúdo protegido pela Primeira Emenda, agora terá que responder perante um tribunal dos EUA.

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Mendonça abrirá procedimento para apurar troca na PF no caso Lulinha

Lulinha é citado em investigação acompanhada pelo STF e pela Polícia Federal.

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, deve abrir um procedimento para apurar as circunstâncias da troca do delegado da Polícia Federal responsável pela investigação da fraude no INSS em que o empresário Fábio Luís Lula da Silva é citado.

Segundo informações divulgadas pela imprensa nacional, Mendonça considerou insuficientes as explicações apresentadas pela Polícia Federal sobre a substituição do delegado responsável pelo caso, realizada sem comunicação prévia ao gabinete do ministro, relator do inquérito no STF.

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Delação de Daniel Vorcaro cita contrato de R$ 129 milhões com escritório da esposa de Moraes

Vorcaro afirma que contrato não resultou em favorecimento no STF

O banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, afirmou em proposta de delação premiada entregue à Polícia Federal (PF) e à Procuradoria-Geral da República (PGR) que não houve troca de favores entre ele e o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, em razão do contrato firmado com o escritório da advogada Viviane Barci, esposa do magistrado.

Segundo informações divulgadas pela coluna do jornalista Igor Gadelha, do portal Metrópoles, Vorcaro declarou que o objetivo do contrato não teria sido obter benefícios judiciais, apesar de admitir que buscava proximidade com Moraes. O banqueiro também sustentou que o acordo de R$ 129 milhões não foi o maior já firmado pelo Banco Master, alegando existirem contratos ainda mais robustos dentro da instituição financeira.

O contrato entre o Banco Master e o escritório de Viviane Barci previa a prestação de serviços jurídicos em diversas áreas e estabelecia pagamentos mensais de R$ 3,6 milhões ao longo de três anos. O acordo vigorou entre fevereiro de 2024 e novembro de 2025, sendo encerrado após a liquidação do banco pelo Banco Central e a prisão de Vorcaro durante a Operação Compliance Zero.

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Nomeação de delegado ao gabinete de Moraes vira argumento da defesa de Bolsonaro

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro avalia apresentar uma ação de revisão criminal que pode questionar e até anular condenações relacionadas à investigação sobre uma suposta tentativa de golpe de Estado. A estratégia jurídica ganhou força após a nomeação do delegado da Polícia Federal Fábio Alvarez Shor para atuar no gabinete do ministro Alexandre de Moraes, no Supremo Tribunal Federal.

Segundo informações divulgadas pela imprensa, advogados de Bolsonaro se reuniram com juristas para discutir os termos de uma possível revisão criminal. O argumento central é que a nomeação de Shor para trabalhar diretamente com o ministro relator do processo pode ser considerada um “fato novo” capaz de colocar em debate a imparcialidade da investigação.

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EUA voltam a discutir sanções contra Alexandre de Moraes com base na Lei Magnitsky

O governo dos Estados Unidos voltou a discutir a possibilidade de aplicar sanções contra o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, com base na chamada Lei Magnitsky, legislação norte-americana utilizada para punir autoridades estrangeiras acusadas de violações de direitos humanos ou corrupção.

De acordo com informações divulgadas pela imprensa internacional e por veículos brasileiros, o tema voltou a ser debatido dentro da administração americana nas últimas semanas. A eventual medida poderia incluir punições financeiras e restrições contra o magistrado brasileiro.

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Dono do Banco Master enviou mensagem a Moraes horas antes de ser preso

Uma troca de mensagens envolvendo o empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, e o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes tem repercutido após a prisão do banqueiro.

De acordo com informações divulgadas pela jornalista Malu Gaspar, uma das últimas mensagens enviadas por Vorcaro no dia em que foi preso teve como destinatário o ministro do STF.

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Moraes nega pedido de domiciliar para Bolsonaro: ‘Intensa atividade política’

O ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, negou nesta segunda, 2, ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) que deixe o 9º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, a Papudinha, para cumprir em casa a pena de 27 anos e 3 meses por tentativa de golpe de Estado.

Moraes acolheu parecer da Procuradoria-Geral da República que no dia 20 de janeiro se opôs à concessão de prisão domiciliar humanitária para o ex-presidente. Em sua manifestação, o chefe do Ministério Público Federal, procurador Paulo Gonet, afirmou que a medida deve ser concedida “apenas nos casos em que o tratamento médico indispensável não possa ser ofertado na unidade de custódia” – o que, segundo o procurador-geral, “não se verifica”.

No dia 11 de janeiro, a defesa de Bolsonaro reiterou a Moraes o pedido de progressão do regime fechado para prisão domiciliar. No requerimento da defesa de Bolsonaro, os advogados Celso Sanchez Vilardi, Paulo Amador da Cunha Bueno e Daniel Bettamio Tesser afirmam que o ex-presidente apresenta um “quadro de doenças crônicas múltiplas, sequelas cirúrgicas relevantes e alterações funcionais”, que, segundo a defesa, justificam a concessão do benefício.

Na decisão desta segunda, Moraes sustentou que Bolsonaro “tem recebido grande quantidade de visitas de deputados federais, senadores, governadores e outras figuras públicas, comprovando a intensa atividade política, o que corrobora os atestados médicos no sentido de sua boa condição de saúde física e mental”.

Um dos argumentos da defesa de Bolsonaro é que a Papudinha não tem estrutura adequada para atender às necessidades do ex-presidente. “O 19º Batalhão não possui ambulatório médico próprio, de modo que, para viabilizar a permanência do Peticionário nos moldes delimitados por este Juízo, foi necessária a disponibilização de médico exclusivo e de Unidade de Saúde Avançada do SAMU, funcionando como UTI móvel, dotada de ventiladores mecânicos e desfibriladores, em regime de rodízio de 24 horas. Esse dado revela, por si só, a excepcionalidade e a precariedade estrutural do arranjo, que depende de múltiplos fatores externos e contingentes, não se confundindo com a garantia permanente e estável exigida para a preservação da vida e da integridade física.”

Moraes rebateu a defesa sobre as instalações da Papudinha. “Diferentemente do alegado pela Defesa, as condições e adaptações específicas da unidade prisional atendem, integralmente, as necessidades do condenado, com a possibilidade e efetiva realização de serviços médicos contínuos, com múltiplos atendimentos diários, realização de sessões de fisioterapia, atividades físicas, assistência religiosa, além de garantir ao réu, em absoluta garantia do princípio da dignidade da pessoa humana, o recebimento de numerosas visitas de familiares, amigos, parentes, amigos e aliados políticos.”

O ministro argumentou “que a conversão da prisão domiciliar em prisão preventiva antes do trânsito em julgado da ação penal foi derivada única e exclusivamente pela conduta ilícita de Jair Messias Bolsonaro que, no intuito de fugir, violou seu equipamento de monitoramento eletrônico, às 0h08min do dia 22/11/2025”. ‘Meti ferro quente aí’, admite Bolsonaro sobre tornozeleira eletrônica danificada.

Segundo relatório da Polícia Federal, citado no despacho de Moraes desta segunda, Bolsonaro “incorreu em tentativa de violação da tornozeleira, causando extensos danos ao equipamento com aplicação de solda, evidenciando sua violação para a efetivação de sua fuga”. “A dolosa e ostensiva tentativa de fuga com destruição aparelho de monitoramento eletrônico é mais um fator impeditivo para a cessação da prisão em estabelecimento prisional e concessão de prisão domiciliar”, conclui Moraes.

Estadão Conteúdo

Moraes vota por rejeitar recurso de réus do Núcleo 3 da trama golpista

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou pela rejeição de recursos apresentados por sete condenados na Ação Penal (AP) 2696 por tentativa de golpe de Estado. O ministro é o relator da ação. Os recursos estão sendo apreciados pela Primeira Turma do STF em Plenário Virtual. Os outros três ministros do colegiado – Carmem Lúcia, Cristiano Zanin e Flávio Dino – tem até as 23h59 do dia 24 de fevereiro, para manifestarem seus votos.

Os condenados integram o chamado Núcleo 3 da trama golpista, responsabilizado pela Primeira Turma do STF de planejar ações táticas para efetivar o plano golpista e tentar sequestrar e matar o ministro Alexandre de Moraes, o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

No núcleo, há militares que faziam parte do grupamento de forças especiais do Exército, identificados como “kids pretos”. O grupo também disseminou notícias falsas sobre as eleições, fez pressão junto ao alto comando das Forças Armadas para aderirem ao golpe.

Foram réus do Núcleo 3 nove militares e um policial federal:

Bernardo Romão Correa Netto (coronel);
Estevam Theophilo (general);
Fabrício Moreira de Bastos (coronel);
Hélio Ferreira Lima (tenente-coronel);
Márcio Nunes de Resende Júnior (coronel);
Rafael Martins de Oliveira (tenente-coronel);
Rodrigo Bezerra de Azevedo (tenente-coronel);
Ronald Ferreira de Araújo Júnior (tenente-coronel);
Sérgio Ricardo Cavaliere de Medeiros (tenente-coronel);
Wladimir Matos Soares (policial federal).

Desse grupo, apenas o general Estevam Theophilo foi absolvido dos crimes que era acusado.

Réus confessos
O coronel Márcio Nunes de Resende Júnior e o tenente-coronel Ronald Ferreira de Araújo Júnior foram condenados por crimes considerados mais leves como incitação à animosidade das Forças Armadas e associação criminosa. Os dois militares confessaram os crimes e fizeram acordo com o Ministério Público para substituir as penas por Acordos de Não Persecução Penal (ANPPs) e ficarão em regime aberto.

Os demais, que agora apresentam recursos, deverão cumprir pena em regime fechado e foram condenados por organização criminosa armada, golpe de Estado, ataque violento ao Estado Democrático de Direito, dano qualificado por violência e grave ameaça e deterioração do patrimônio tombado. As penas variam de 16 a 24 anos.

Agência Brasil

Escândalo do Banco Master estremece a República e acende alerta institucional

Ontem, terça-feira, 27 de janeiro, nós informamos sobre um episódio que vem gerando forte repercussão no Brasil: o encontro do presidente Lula com Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, ocorrido em 2024, fora da agenda oficial, no Palácio do Planalto, o que, por si só, já gera muitas interrogações.

De acordo com as informações divulgadas pela imprensa nacional, a reunião teria sido articulada pelo ex-ministro Guido Mantega. Na oportunidade, o próprio presidente Lula teria envidado esforços no sentido de agilizar ou interceder por uma possível colocação de Guido Mantega no Banco Master.

Além disso, ontem também informamos outro dado que amplia ainda mais o alcance do escândalo. Segundo a colunista Andreza Matais, do Portal Metrópoles, o escritório de advocacia do ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, teria recebido cerca de R$ 5 milhões do Banco Master por serviços de consultoria, mesmo após Lewandowski já ter assumido o cargo de ministro da Justiça do governo Lula.

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Senador diz que vai colher assinaturas para CPI sobre contrato do Master com esposa de Moraes

O senador Alessandro Vieira (MDB) afirmou que vai coletar assinaturas, após o recesso parlamentar, para a abertura de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar denúncias envolvendo um contrato entre o Banco Master e o escritório da família do ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes.

Segundo o parlamentar, o acordo, estimado em R$ 129 milhões, estaria “fora dos padrões da advocacia” e envolve ainda suspeitas de “atuação direta do magistrado” em favor da instituição financeira.

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Defesa de general Heleno se manifesta após Moraes conceder domiciliar

O general Augusto Heleno, de 78 anos, chegou à residência dele na Asa Norte, em Brasília (DF), na noite desta segunda-feira (22/12), onde vai cumprir prisão domiciliar humanitária. Heleno foi condenado a 21 anos de prisão em regime fechado no Comando Militar do Planalto.

A prisão domiciliar humanitária foi concedida pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), após pedido da defesa do general. Os advogados argumentaram que Heleno está debilitado e enfrenta Alzheimer. A concessão de Moraes foi acompanhada de uma série de medidas cautelares ao general.

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