Prazo de prisão domiciliar temporária de Bolsonaro termina nesta quinta-feira e STF deve decidir próximos passos

Situação do ex-presidente será reavaliada pelo ministro Alexandre de Moraes, que poderá manter, alterar ou revogar o benefício concedido por razões humanitárias

Termina na próxima quinta-feira (25) o prazo de 90 dias da prisão domiciliar temporária concedida ao ex-presidente Jair Bolsonaro. A continuidade ou não da medida dependerá de nova avaliação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), relator do processo e responsável pela execução da pena.

Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão após condenação por tentativa de golpe de Estado. Em março deste ano, Moraes autorizou a transferência para o regime domiciliar em caráter humanitário, levando em consideração o quadro de saúde do ex-presidente e após parecer favorável da Procuradoria-Geral da República (PGR).

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Deputado do PT defende afastamento de Jaques Wagner da liderança do governo e caso amplia desafios políticos para Lula

Investigação envolvendo Jaques Wagner provoca debate interno no PT sobre permanência na liderança do governo

A operação da Polícia Federal que teve como alvo o senador Jaques Wagner provocou repercussão dentro do próprio Partido dos Trabalhadores (PT) e passou a gerar reflexos diretos no cenário político nacional. Embora a direção da legenda mantenha apoio público ao parlamentar, lideranças petistas já defendem seu afastamento temporário da liderança do governo no Senado enquanto as investigações seguem em andamento.

A posição foi defendida pelo deputado federal Rogério Correia, vice-líder do governo na Câmara. Segundo o parlamentar, o afastamento permitiria que Jaques Wagner se dedicasse à própria defesa, preservando ao mesmo tempo a imagem do governo federal e da liderança governista no Congresso. Mesmo defendendo a medida, Correia ressaltou que todos têm direito à ampla defesa e à presunção de inocência.

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Pesquisa aponta que 65% querem alternativa a Lula e Flávio Bolsonaro

Brasileiros apoiam candidatura alternativa, mas ainda sem nome consolidado

A maioria dos brasileiros considera importante o surgimento de uma candidatura alternativa ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para a disputa presidencial de 2026. É o que aponta a Pesquisa CNT de Opinião, realizada em parceria com o Instituto MDA e divulgada nesta terça-feira (16).

Segundo o levantamento, 65% dos entrevistados afirmam que uma terceira via é importante ou muito importante para o país. Desse total, 37% classificam essa possibilidade como importante e 28% como muito importante. Outros 27% consideram a alternativa pouco importante, enquanto 8% não souberam ou não responderam.

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Entra em vigor lei que estabelece política de recuperação da Caatinga

Vegetação em Tucano (BA)

A Caatinga contará com um programa nacional para recuperação de sua vegetação. A lei que trata do assunto foi sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira (11).

Já em vigor, a Lei 15.430/26 institui a Política Nacional para Recuperação da Vegetação da Caatinga e cria um programa nacional com o mesmo nome.

O texto teve origem no Projeto de Lei (PL) 1990/24, apresentado pela ex-senadora Janaína Farias, atual prefeita de Crateús (CE), município na área da Caatinga. Após aprovação no Senado, a proposta foi aprovada na Câmara em 2025 com modificações, o que levou o projeto a nova análise no Senado.

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Oposição associa Lula a Deolane após prisão da influenciadora

Deolane Bezerra foi presa em investigação sobre suspeita de lavagem de dinheiro ligada ao PCC.

A prisão da influenciadora Deolane Bezerra, realizada nesta quinta-feira (21), provocou forte repercussão política nas redes sociais e mobilizou aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro contra o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Deolane foi presa durante uma operação do Ministério Público de São Paulo e da Polícia Civil que investiga suspeitas de lavagem de dinheiro ligada ao Primeiro Comando da Capital (PCC). A Justiça também determinou o bloqueio de R$ 27 milhões relacionados à influenciadora.

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Mendonça abrirá procedimento para apurar troca na PF no caso Lulinha

Lulinha é citado em investigação acompanhada pelo STF e pela Polícia Federal.

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, deve abrir um procedimento para apurar as circunstâncias da troca do delegado da Polícia Federal responsável pela investigação da fraude no INSS em que o empresário Fábio Luís Lula da Silva é citado.

Segundo informações divulgadas pela imprensa nacional, Mendonça considerou insuficientes as explicações apresentadas pela Polícia Federal sobre a substituição do delegado responsável pelo caso, realizada sem comunicação prévia ao gabinete do ministro, relator do inquérito no STF.

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PSDB, Cidadania e Solidariedade articulam candidatura de Aécio Neves ao Planalto

Aécio Neves admitiu a aliados a possibilidade de disputar a Presidência em 2026.

O deputado federal e presidente nacional do PSDB, Aécio Neves, admitiu a aliados que existe um movimento político para lançá-lo como candidato à Presidência da República nas eleições de 2026.

Segundo informações divulgadas pela imprensa nacional, a articulação reúne lideranças do PSDB, do Cidadania, do Solidariedade e representantes do setor empresarial. O objetivo seria construir uma alternativa de centro para a disputa ao Palácio do Planalto, em oposição tanto ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva quanto ao senador Flávio Bolsonaro.

Em conversas reservadas, Aécio teria afirmado que está “com o pé no chão” e usado uma frase atribuída ao seu avô, o ex-presidente eleito Tancredo Neves: “Vamos deixar a onda bater na praia para ver como vai ficar a espuma”.

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Luciano Huck volta a ser citado nos bastidores como possível nome para a disputa presidencial de 2026

Desgaste de Flávio Bolsonaro após caso envolvendo Daniel Vorcaro reacende especulações sobre candidatura do apresentador

O nome do apresentador Luciano Huck voltou a circular nos bastidores políticos e empresariais como uma possível alternativa para a eleição presidencial de 2026.

As especulações ganharam força após o desgaste enfrentado pelo senador Flávio Bolsonaro com a divulgação de áudios e mensagens relacionados ao empresário Daniel Vorcaro, em tratativas para captar recursos destinados ao filme Dark Horse, cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro.

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Áudio de Flávio a Daniel Vorcaro é “caso de polícia”, diz Lula

Presidente afirmou que cabe à Polícia Federal apurar pedido de recursos para o filme sobre Jair Bolsonaro

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quinta-feira (14) que o áudio em que o senador Flávio Bolsonaro pede recursos ao banqueiro Daniel Vorcaro é um “caso de polícia”.

A declaração foi dada durante visita à fábrica de fertilizantes da Petrobras, na Bahia, quando o presidente foi questionado sobre o conteúdo divulgado pelo The Intercept Brasil.

“Eu não vou comentar um caso de polícia. Não sou policial, não sou procurador-geral. O caso dele é de polícia. O meu papel é cuidar do povo brasileiro, da Petrobras e da geração de empregos”, declarou Lula.

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Flávio tem 50% e Lula, 43% no 2º turno, diz pesquisa

No primeiro turno, senador e presidente aparecem em empate técnico

Pesquisa do instituto Gerp, divulgada nesta quinta-feira (14) pelo Poder360, mostra o senador Flávio Bolsonaro numericamente à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em um eventual segundo turno da eleição presidencial de 2026.

No cenário testado, Flávio Bolsonaro aparece com 50% das intenções de voto, enquanto Lula registra 43%. Outros 5% afirmaram que votariam em branco, nulo ou em nenhum dos dois, e 3% disseram não saber ou preferiram não responder.

No primeiro turno, a pesquisa também aponta um cenário de empate técnico. Em um dos cenários estimulados, Flávio Bolsonaro tem 36% das intenções de voto, contra 34% de Lula. Em outro cenário, o senador aparece com 37%, enquanto o presidente registra 35%. Como a margem de erro é de 2,24 pontos percentuais, os dois estão tecnicamente empatados.

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Flávio Bolsonaro confirma áudio sobre filme de Jair Bolsonaro e nega qualquer irregularidade

Senador afirma que conversa com Daniel Vorcaro tratava apenas de patrocínio privado para a produção da cinebiografia do ex-presidente

O senador Flávio Bolsonaro confirmou a autenticidade do áudio que ganhou ampla repercussão nas redes sociais e nos principais veículos de comunicação do país nesta semana. Na gravação, o parlamentar conversa com o empresário Daniel Vorcaro sobre o pagamento de parcelas em atraso de um contrato de patrocínio para o filme Dark Horse, cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro.

O conteúdo do áudio foi divulgado inicialmente pelo The Intercept Brasil e, posteriormente, repercutido por diversos veículos de imprensa. Na conversa, Flávio cobra a regularização dos pagamentos acertados para viabilizar a conclusão do longa-metragem, que deverá ser lançado nos cinemas até o final deste ano.

A divulgação do áudio foi amplamente explorada por adversários políticos do senador, especialmente por setores da esquerda, que passaram a levantar suspeitas sobre a natureza da conversa. Apesar disso, até o momento não há qualquer indício de propina, favorecimento indevido ou utilização de recursos públicos.

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Quaest: rejeição a Lula recua pela primeira vez em 2026

Pesquisa mostra que 55% dos eleitores não querem a continuidade de Lula no Planalto

A pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (13) mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registrou o primeiro recuo numérico em sua taxa de rejeição desde janeiro deste ano.

O percentual de eleitores que afirmam conhecer Lula e não votariam nele de jeito nenhum caiu de 55% para 53%, uma oscilação de dois pontos percentuais para baixo em relação ao levantamento anterior.

A pesquisa ouviu 2.004 eleitores em todo o país, de forma presencial. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-03598/2026.

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Quaest: Lula e Flávio Bolsonaro aparecem tecnicamente empatados em eventual segundo turno de 2026

Presidente aparece numericamente à frente, mas vantagem está dentro da margem de erro

Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (13) mostra um cenário de equilíbrio entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) em uma eventual disputa de segundo turno nas eleições presidenciais de 2026.

De acordo com o levantamento, Lula aparece com 42% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro registra 41%. Considerando a margem de erro da pesquisa, os dois estão tecnicamente empatados.

Na rodada anterior, divulgada em abril, Flávio Bolsonaro tinha 42% e Lula 40%. Já em março, ambos apareciam com 41%.

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Flávio tem 46,9% contra 44,4% de Lula no 2º turno, diz Futura/Apex

A nova pesquisa nacional da Futura, realizada entre 4 e 8 de maio com 2.000 entrevistas por telefone, mostra uma disputa presidencial extremamente apertada no cenário principal de primeiro turno. Com todos os nomes mais conhecidos na disputa, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 38,3% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) registra 36,1%. A diferença de 2,2 pontos percentuais está exatamente no limite da margem de erro do levantamento, indicando um empate técnico entre os dois principais concorrentes.

Nos cenários alternativos, o quadro permanece competitivo. Quando Ciro Gomes (PSDB) é retirado da disputa, Lula marca 38,1% e Flávio Bolsonaro sobe para 37,4%, reduzindo a distância para apenas 0,7 ponto. Já em um cenário sem Lula, Flávio lidera com 35,9%, seguido por Fernando Haddad (PT) com 17,1% e Ciro Gomes com 11,5%. Esses números sugerem que Lula continua sendo o nome mais forte do campo governista, enquanto Flávio Bolsonaro consolida a maior base eleitoral entre os candidatos da oposição.

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Aliados de Lula e Messias estudam acionar STF após derrota no Senado

Derrota inédita gerou reação imediata no Planalto

Após a rejeição do nome de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal, aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do próprio indicado passaram a discutir a possibilidade de recorrer ao próprio STF para questionar o resultado da votação no Senado.

De acordo com informações divulgadas pelo Metrópoles, integrantes do governo avaliam a viabilidade jurídica de contestar o processo, especialmente em relação à condução política da votação e possíveis interferências externas.

A principal linha de análise gira em torno de eventual irregularidade no processo ou abuso de articulação política que teria influenciado o resultado final. A derrota — com 42 votos contrários e 34 favoráveis — já havia sido classificada como histórica e inesperada dentro do governo.

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