Quaest: Lula tem 44% e Flávio Bolsonaro, 38%, em eventual 2º turno

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 44% das intenções de voto em um eventual segundo turno contra o senador Flávio Bolsonaro (PL), que aparece com 38%, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (10). Os indecisos somam 4%, enquanto 14% afirmaram votar em branco, nulo ou disseram que não pretendem votar.

Na pesquisa realizada anteriormente, em maio deste ano, Lula aparecia com 42% das intenções de voto, e Flávio tinha 41%.

Em eventuais disputas de segundo turno, Lula também aparece à frente de outros nomes testados pela Quaest, como Renan Santos (Missão), Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD).

O levantamento também avaliou os cenários de primeiro turno. Lula lidera com 39% das intenções de voto, seguido por Flávio Bolsonaro, com 29%. Na sequência, aparecem Renan Santos e Ronaldo Caiado, ambos com 3%. Romeu Zema e Aécio Neves (PSDB) registram 2% cada.

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Quaest: rejeição a Lula recua pela primeira vez em 2026

Pesquisa mostra que 55% dos eleitores não querem a continuidade de Lula no Planalto

A pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (13) mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registrou o primeiro recuo numérico em sua taxa de rejeição desde janeiro deste ano.

O percentual de eleitores que afirmam conhecer Lula e não votariam nele de jeito nenhum caiu de 55% para 53%, uma oscilação de dois pontos percentuais para baixo em relação ao levantamento anterior.

A pesquisa ouviu 2.004 eleitores em todo o país, de forma presencial. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-03598/2026.

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Quaest mostra melhora na aprovação de Lula e redução da rejeição ao governo

Diferença entre aprovação e desaprovação caiu de nove para três pontos percentuais

Além de apontar empate técnico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) em um eventual segundo turno das eleições de 2026, a nova pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (13) mostra uma melhora nos índices de aprovação do governo federal.

Segundo o levantamento, a desaprovação do presidente caiu de 52% em abril para 49% em maio. Já a aprovação subiu de 43% para 46%. Com isso, a diferença entre os dois indicadores, que era de nove pontos percentuais, caiu para apenas três.

A avaliação negativa da gestão também apresentou recuo. Em abril, 42% dos entrevistados classificavam o governo como negativo. Agora, esse percentual caiu para 39%. Ao mesmo tempo, a avaliação positiva subiu de 31% para 34%. Os que consideram o governo regular passaram de 26% para 25%.

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Quaest: Lula e Flávio Bolsonaro aparecem tecnicamente empatados em eventual segundo turno de 2026

Presidente aparece numericamente à frente, mas vantagem está dentro da margem de erro

Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (13) mostra um cenário de equilíbrio entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) em uma eventual disputa de segundo turno nas eleições presidenciais de 2026.

De acordo com o levantamento, Lula aparece com 42% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro registra 41%. Considerando a margem de erro da pesquisa, os dois estão tecnicamente empatados.

Na rodada anterior, divulgada em abril, Flávio Bolsonaro tinha 42% e Lula 40%. Já em março, ambos apareciam com 41%.

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Quaest: julgamento de trama golpista é criticado por 64% nas redes

Julgamento do ex-presidente e aliados começou nesta terça-feira (2/9) no STF

Monitoramento realizado pela Quaest nas redes sociais a respeito do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros sete réus nesta terça-feira (2/9). A apuração verificou que a hashtag #BolsonaroFree gerou o maior volume de menções contrárias ao julgamento, com 64%.

O monitoramento apurou que dentro da narrativa pela liberdade de Bolsonaro, uma publicação da senadora Damares Alves (Republicanos-DF), na rede social, X foi a que teve o maior alcance (2.254.218). A senadora publicou um texto no qual aponta o que ela considera fraudes no processo e pede a suspensão do julgamento.

Uma publicação do Metrópoles no Instagram, com sentimentou neutro, foi a terceira em número de alcance nas redes, com 214.768. Na rede social X, o deputado federal Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) foi o autor da segunda maior publicação em número de alcance: 920.972.

As publicações que comemoram a realização do julgamento representam 19% do total, conforme a Quaest. O baixo volume é atribuído, pelo instituto, à uma ausência de coordenação na mobilização.

Contra o julgamento de Bolsonaro, destaca-se a tag “#Bolsonarofree”. Já as menções que comemoram o julgamento são pulverizadas. As principais delas são: “#Bolsonarocondenado”, “soberania é justiça” e “BolsonaroNaCadeia”.
A Quaest destaca ainda que houve um pico de buscas sobre o julgamento no Google, principal buscador da internet. A procura pelo assunto teve como foco o interesse em assistir à sessão do Supremo Tribunal Federal (STF).

Quaest: 51% aprovam governo Raquel Lyra em Pernambuco, e 45% desaprovam

Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta sexta-feira (22) aponta que o governo Raquel Lyra (PSD) é aprovado por 51% dos eleitores pernambucanos, enquanto 45% desaprovam sua gestão. O resultado aponta que os indicadores estão em empate técnico dentro do limite da margem de erro, que é de 3 pontos percentuais para mais ou menos.O levantamento aponta uma estabilidade da aprovação do governo entre fevereiro deste ano e agora. Na pesquisa anterior, Raquel Lyra tinha os mesmos 51% de aprovação. Já a desaprovação era de 44%.
A porcentagem de pessoas que não souberam ou não responderam foi de 4%. Na pesquisa anterior, eles eram 5%.

Aprovação do governo Raquel Lyra em PE
Pesquisa foi realizada entre os dias 13 e 17 de agosto. Margem de erro é de 3 pontos percentuais:

  • Aprova: 51% (eram 51% em fevereiro);
  • Desaprova: 45% (eram 44%);
  • Não sabe/não respondeu: 4% (eram 5%).

O levantamento foi contratado pela Genial Investimentos e feito entre os dias 13 e 17 de agosto. Foram ouvidos 1.104 eleitores de Pernambuco com 16 anos ou mais. O nível de confiança é de 95%.

Avaliação do governo de Pernambuco
A pesquisa aponta também que 36% avaliam o governo Raquel Lyra como regular. Em fevereiro, eram 37%:

  • Regular: 36% (eram 37% em fevereiro de 2025);
  • Positivo: 32% (eram 32%);
  • Negativo: 28% (eram 26%);
  • Não sabem/não responderam: 4% (eram 5%).

Recorte por faixa etária
De 16 a 30 anos: 36% analisam o governo Raquel como regular, 33% como positivo, 23% negativo e 8% não sabem/não responderam;
De 31 a 50 anos: 39% avaliam como regular, 33% como negativo, 27% positivo e 1% não sabe/não respondeu;
51 anos ou mais: 37% avaliam como positivo, 32% como regular, 27% negativo e 4% não sabem/não responderam.

Avaliação do governo por renda domiciliar
Até 2 salários mínimos: 34% avaliam como regular, 31% negativo, 30% positivo e 5% não sabem/não responderam;
Mais de 2 salários mínimos a 5 salários mínimos: 42% avaliam como regular, 32% positivo, 22% negativo e 4% não sabem/não responderam;
Mais de 5 salários mínimos: 40% avaliam como positivo, 30% negativo, 26% regular e 4% não sabem/não responderam.

Intenção de voto para governador em 2026

A pesquisa Quaest também perguntou em quem o eleitor votaria para governador em 2026 se as eleições fossem hoje (veja vídeo acima).
João Campos (PSB): 55%;
Raquel Lyra (PSD): 24%;
Gilson Machado (PL): 6%;
Eduardo Moura (Novo): 4%;
Indecisos: 4%;
Branco/Nulo/Não vai votar: 7%.

Reeleição
O levantamento também questionou se Raquel Lyra merece ser reeleita.
Não: 54% (eram 52% em fevereiro);
Sim: 43% (eram 44%);
Não sabem/não responderam: 3% (eram 4%).

G1Petrolina

Aprovação de Lula cresce e vai a 46%, aponta pesquisa Genial/Quaest

A aprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) cresceu pela segunda vez consecutiva e chegou a 46%, de acordo com pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira, 20. A desaprovação recuou no limite da margem de erro, de dois pontos porcentuais para mais ou para menos, e foi a 51%, ainda acima da aprovação. A melhora foi puxada pela região Nordeste, beneficiários do Bolsa Família e eleitores com 60 anos ou mais. Em julho, na última rodada do levantamento, os que aprovavam o trabalho do presidente eram 43% e os que reprovavam, 51%.

O levantamento entrevistou presencialmente 12.150 pessoas com 16 anos ou mais, sendo 2.004 para o cenário nacional e o restante para as análises estaduais, entre os dias 13 a 17 de agosto. O nível de confiança é de 95%. A recuperação de Lula ocorreu principalmente na região Nordeste, a única em que ele é mais aprovado do que desaprovado. O petista ganhou 7 pontos de aprovação, saindo de 53% para 60%, o maior percentual registrado no ano. A desaprovação caiu no mesmo ritmo para 37%.

O presidente também registrou melhora na região Sul, onde a aprovação foi de 35% para 38%, mas o índice ainda é inferior à desaprovação, que permaneceu em 61%; nas regiões Centro-Oeste e Norte, que foram agrupadas pela pesquisa, os que aprovam a gestão petista cresceram de 40% para 44%, e a reprovação caiu de 55% para 53%. A região Sudeste foi a única em que não houve variação fora da margem de erro. A aprovação oscilou positivamente em dois pontos porcentuais, para 42%, e a desaprovação negativamente em um ponto, para 55%.

Lula recuperou a popularidade entre os eleitores que recebem Bolsa Família. Ele começou o ano com 61% de aprovação neste grupo, mas o porcentual caiu sucessivamente até chegar a 50% em julho. Agora, subiu para 60%. Entre aqueles que não recebem o benefício, o presidente é aprovado por 43%.

No recorte por idade, o maior crescimento foi entre os eleitores com 60 anos ou mais. Antes em empate técnico (48% de aprovação contra 46% de desaprovação), o placar agora é de 55% de eleitores que aprovam Lula contra 42% que desaprovam. Também houve melhora na faixa dos 16 a 34 anos, mas a desaprovação ainda é superior à aprovação: 54% a 43%, ante 58% a 38% na última rodada. Para Felipe Nunes, CEO da Quaest, a melhora na aprovação de Lula é fruto da combinação de fatores políticos e econômicos.

“A percepção do comportamento do preço dos alimentos trouxe alívio às famílias e reduziu a pressão sobre o custo de vida. Ao mesmo tempo, a postura firme de Lula diante do tarifaço imposto por Donald Trump foi vista como sinal de liderança e defesa dos interesses nacionais. Menos pressão inflacionária somada à imagem de um presidente que reage a desafios externos ajudam a explicar o avanço de sua aprovação neste momento”, disse ele. Segundo a Quaest, 48% dos eleitores consideram que Lula e o PT são os dois atores que estão fazendo o que é mais certo na crise desencadeada pela tarifa de 50% imposta pelos Estados Unidos às exportações brasileiras.

Bolsonaro e seus aliados foram citados por 28%, enquanto 15% responderam nenhum dos lados; 9% não souberam ou não responderam. A percepção sobre o preço dos alimentos no mercado também melhorou: para 18% (antes eram 8%), os preços caíram, enquanto 60% afirmam que subiram (eram 76%). Outros 20% disseram que ficou igual (14%). Avaliação negativa fica estável e continua maior do que positiva. A pesquisa Genial/Quaest também mediu a avaliação dos eleitores sobre a gestão Lula. A maior parte dos entrevistados, 39%, disse ter uma opinião negativa do governo, 31% consideram que o trabalho é positivo e 27% como regular, enquanto 3% não souberam ou não responderam. Na rodada anterior em julho, eram 40% de negativo, 28% de positivo, 28% de regular e 4% de indecisos.

Estadão Conteúdo

Quaest: percepção sobre melhora na economia sobe pela 3ª vez seguida

Para 22% dos entrevistados da Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (20), a economia brasileira melhorou nos últimos 12 meses. O índice foi atingido após o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ter o pior resultado em março deste ano, desde o início da série histórica do levantamento, iniciado em agosto de 2023.

Após os 16% em março que viam melhoria, o indicador passou para 18% em maio, 21% em julho e agora chega aos 22%. Ainda assim, há 46% que consideram que houve piora na economia nos últimos 12 meses. Outros 30% avaliam que ficou do mesmo jeito e houve 2% que não souberam opinar ou não responderam.

Os entrevistados também foram perguntados a respeito do preço dos alimentos. Para essa questão, 60% têm a percepção de que os produtos subiram no último mês contra 76% que pensavam assim no mês anterior. O percentual dos que consideram que os preços reduziram passou de 8% para 18%, entre julho e agosto.

Diario de Pernambuco

Quaest: 93% dos agentes do mercado acreditam que política econômica vai na direção errada; 83% dizem que economia vai piorar

Levantamento da Genial/Quaest divulgado nesta quarta-feira (19) aponta que 93% dos agentes financeiros entrevistados consideram que a política econômica do país está na direção errada, enquanto 7% acreditam que está na direção certa. Outros 83% acreditam que a economia brasileira vai piorar, 13% que permanecerá a mesma e 4% que vai melhorar.

Foram ouvidos 106 fundos de investimentos com sede em SP e no RJ, por meio de questionários online, entre os dias 12 e 17 de março. Integram os entrevistados gestores, economistas, analistas e tomadores de decisão do mercado financeiro.

A margem de erro é de 3,4 pontos percentuais para mais ou para menos. O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos.

Segundo a pesquisa, a maioria dos agentes financeiros considera o presidente Lula como o principal responsável pela direção que a política econômica está tomando. Veja os números:
  • Lula: 92%
  • Fernando Haddad: 5%
  • Congresso: 2%
  • Banco Central: 1%

Expectativa com a economia

De acordo com a Genial/Quaest, 83% dos entrevistados acreditam que a economia brasileira vai piorar nos próximos 12 meses, 13% que permanecerá a mesma e 4% que vai melhorar.

Para 58% dos entrevistados, o Brasil corre risco de entrar em recessão. Outros 42% consideram que não há esse risco.

Ainda segundo a pesquisa, 82% acreditam que a inflação vai encerrar o ano maior do que em 2024. Outros 16% têm a expectativa de que ficará a mesma, e 2%, que vai cair.

Entre os entrevistados, 87% esperam que o Comitê de Política Monetária (Copom) aumente em 1 ponto a taxa Selic em março. Outros 2%, que vai subir 0,75 ponto; 5%, que vai ser elevada em 0,5 ponto. Outros 5%, que vai subir em 0,25 ponto. Para 2%, a taxa de juros será mantida em 13,25%.

Popularidade de Janja cai e chega a menor patamar desde o início do governo Lula, diz Quaest

A opinião dos eleitores brasileiros sobre a primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, piorou em 2024, segundo pesquisa Genial/Quaest realizada no início de dezembro.

A avaliação positiva registrou nova queda, saindo de 28% em dezembro de 2023 para 22% atualmente. Em fevereiro do último ano, 41% dos eleitores tinham uma opinião positiva sobre ela, o que significa que Janja perdeu quase metade da sua popularidade desde que Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assumiu o governo.

Ao mesmo tempo, a avaliação negativa da primeira-dama chegou a 28%. A taxa era de 19% no início do governo e já havia subido para 26% em dezembro passado.

Segundo a pesquisa, 30% dos entrevistados avaliam Janja como regular. O grupo representava 32% no levantamento anterior e 22% no início do governo. Indecisos são 20%.A Quaest entrevistou 8.598 brasileiros com 16 anos ou mais entre os dias 4 e 9 de dezembro. O nível de confiança é de 95% e a margem de erro é de um ponto percentual.

A avaliação do governo Lula como um todo é melhor do que a de Janja: 34% dos entrevistados consideram o governo Lula regular, ante 33% que avaliam como positivo e 31% como negativo. Outros 2% não souberam responder. A aprovação do trabalho do próprio Lula é de 52%, enquanto 47% desaprovam.

A piora na avaliação positiva da primeira-dama nesses dois anos foi puxada pelo Nordeste, onde ela tinha 56% de avaliação positiva em fevereiro do ano passado, percentual que agora é de 29%, e por aqueles que votaram em Lula no segundo turno da eleição. Neste último caso, houve queda de 30 pontos percentuais Em fevereiro de 2023, 66% dos eleitores do petista avaliavam Janja de forma positiva contra atuais 36%.

A avaliação negativa de Janja é preponderante entre eleitores de Jair Bolsonaro (58%), quem tem renda familiar de mais de cinco salários mínimos (39%), ensino superior incompleto ou mais (37%), homens (34%), evangélicos (34%), e quem vive no Sul (33%) e no Sudeste (32%).

EStadão Conteúdo