Quaest: percepção sobre melhora na economia sobe pela 3ª vez seguida

Para 22% dos entrevistados da Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (20), a economia brasileira melhorou nos últimos 12 meses. O índice foi atingido após o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ter o pior resultado em março deste ano, desde o início da série histórica do levantamento, iniciado em agosto de 2023.

Após os 16% em março que viam melhoria, o indicador passou para 18% em maio, 21% em julho e agora chega aos 22%. Ainda assim, há 46% que consideram que houve piora na economia nos últimos 12 meses. Outros 30% avaliam que ficou do mesmo jeito e houve 2% que não souberam opinar ou não responderam.

Os entrevistados também foram perguntados a respeito do preço dos alimentos. Para essa questão, 60% têm a percepção de que os produtos subiram no último mês contra 76% que pensavam assim no mês anterior. O percentual dos que consideram que os preços reduziram passou de 8% para 18%, entre julho e agosto.

Diario de Pernambuco

Desemprego só deverá diminuir em Pernambuco em 2018

(Foto: Internet)

A economia de Pernambuco começa a sinalizar uma recuperação em ritmo lento, mas a retomada do emprego só deverá acontecer em 2018. Este ano o comportamento continuará a ser de queda e a taxa de desemprego não deverá arredar de dois dígitos.

A pedido do Conselho de Gestão do Lide Pernambuco, a Ceplan preparou um estudo sobre Empregos e gasto público – Pernambuco e o contexto nacional. O levantamento apresenta os fatores que contribuíram para o Estado aparecer entre os que mais fecharam vagas no Brasil e porque a retomada não será rápida.

A convergência entre a desmobilização da obra da Refinaria Abreu e Lima, em Suape, e a recessão foram as razões que fizeram Pernambuco começar a derrocada dos empregos antes mesmo do movimento nacional. Em 2014, enquanto o Brasil fechava o ano com saldo positivo de 398,1 mil vagas, Pernambuco perdia 13,7 mil empregos.

Começava naquele ano o traumático processo de desmanche do canteiro da refinaria da Petrobras, que culminou com a demissão de 42 mil trabalhadores e uma infinidade de ações judiciais para receber salários e rescisões. No País, as vagas sumiram com força em 2015, quando foram perdidos 1,5 milhão de empregos.

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