Datafolha: maioria dos eleitores não se arrepende de voto em Lula ou Bolsonaro em 2022

Três anos e meio depois da disputa entre Luiz Inácio Lula da Silva e Jair Bolsonaro pela Presidência da República, a maioria absoluta dos eleitores (91%) afirma não se arrepender do voto dado no segundo turno daquele pleito, segundo a pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (16). Em 2022, Lula (PT) venceu com 50,9% dos votos, ante 49,1% de Jair Bolsonaro (PL).

Segundo o levantamento do Datafolha, 89% dos eleitores do Lula não se arrependeram do voto no segundo turno, enquanto 13% dizem ter se arrependido. Entre os eleitores de Bolsonaro, 94% não se arrependeram e 6% afirmam que sim.

A pesquisa do Datafolha foi realizada entre terça-feira (12) e quarta-feira (13), com 2.004 entrevistados em 139 municípios. A margem de erro máxima é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no TSE com o código BR-00290/2026.

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Datafolha: Lula e Flávio lideram rejeição com 47% e 43%

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) lideram em rejeição entre os presidenciáveis, com 47% e 43%, respectivamente, segundo a pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (16). Os números seguem estáveis em relação à pesquisa anterior, de abril, quando Lula tinha 48% de rejeição e Flávio, 46%.

A pesquisa do Datafolha foi realizada entre terça-feira (12) e quarta-feira (13), com 2.004 entrevistados em 139 municípios. A margem de erro máxima é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no TSE com o código BR-00290/2026. A maioria das entrevistas ocorreu antes da divulgação da troca de mensagens entre Flávio Bolsonaro e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

Segundo a pesquisa, os ex-governadores Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD) registram respectivos 15% e 13% de rejeição. As respostas ainda mostram rejeição de 20% de Ciro Gomes (PSDB), de 14% de Cabo Daciolo (Mobiliza), de 12% de Rui Costa Pimenta (PCO), de 11% cada para Renan Santos (Missão), Aldo Rebelo (DC) e Samara Martins (UP), de 10% de Augusto Cury (Avante), e de 9% de Hertz Dias (PSTU). Rejeitam todos ou não votariam em nenhum 2%, enquanto 2% dizem não saber e 1% votaria em qualquer um ou não rejeitam nenhum.

Além da maior taxa de rejeição, Lula e Flávio Bolsonaro também lideram em taxa de reconhecimento. A pesquisa do Datafolha mostra que apenas 1% diz não conhecer o petista, enquanto 5% dizem não conhecer o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro. Já Zema e Caiado são desconhecidos por 54% e 53% dos entrevistados, respectivamente.

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Pesquisa da Quaest mostra que 53% dos brasileiros concordam que as urnas são confiáveis

Quando deparados com a frase: “As urnas eletrônicas são confiáveis”, 53% dos brasileiros concordam com a afirmação. Outros 43% discordam dela, enquanto 1% não concorda, nem discorda. Sobram ainda 3% que não sabem ou não respondem à pergunta. Os dados são de uma pesquisa feita pela Quaest, contratada pela Genial Investimentos, que fez 2.004 entrevistas e tem margem de erro de 2 pontos porcentuais, com nível de confiança de 95%. O público-alvo foi de brasileiros com 16 anos ou mais.

A região que mais demonstrou confiança nas urnas foi a Nordeste, com 59% das pessoas que Talita Nascimento/ concordam com a afirmação apresentada e 37% que discordam. No Sudeste, 54% demonstraram confiança, contra 42% que discordaram. No Sul, houve empate, com 48% para cada lado. Já no Centro-Oeste, 48% acreditam que as urnas são confiáveis, contra 48% que discordam.

Dos que concordam com a confiabilidade do sistema de votação, 75% votaram no presidente Luiz Inácio Lula da Silva; 26%, no então candidato Jair Bolsonaro; e 59% votaram branco, nulo ou não foram votar. Dos que discordam da confiabilidade, 22% votaram em Lula; 69% em Bolsonaro; e 38% fizeram votos branco, nulo ou não foram votar.

Quando a amostra é analisada por faixa etária, a que mais concorda com a afirmação de que as urnas são confiáveis é a de 16 a 34 anos, com 57% contra 40%. Na faixa de 35 a 59 anos, a proporção foi de 50%, para os que concordam, e de 47% para os que discordam. Já entre os entrevistados de 60 anos ou mais, a proporção dos que concordam com a confiabilidade das urnas volta a subir, com 53% contra 38%.

Na faixa de renda de até dois salários mínimos, houve 55% de demonstração de confiança, contra 40% que discordam. Entre dois e cinco salários, a proporção muda para 52% a 44%. Acima de cinco salários mínimos, a divisão foi parecida, com 52% contra 45%. A pesquisa foi feita no formato de coleta domiciliar, realizada por meio de entrevistas face a face por meio de questionários estruturados.

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Genial/Quaest: 49% acham que Flávio leva candidatura até o fim e 38% veem via para negociação

Pesquisa do instituto Genial/Quaest divulgada neste domingo (21), mostra que 49% dos brasileiros acreditam que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) vai levar a candidatura dele à Presidência até o dia do pleito. Outros 38% acham que ele está utilizando a pré-campanha para negociar interesses do clã liderado pelo pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Outros 13% não sabem, ou não responderam.

Entre eleitores identificados com o bolsonarismo, 81% acreditam que Flávio irá até o fim da campanha e 12% apostam que ele busca negociar. Outros 7% não sabem ou não responderam. Já entre os lulistas, 57% apostam que Flávio irá negociar a partir da candidatura e 32% cravam que ele será candidato à Presidência em 2026. Outros 11% não sabem ou não responderam.

Entre os eleitores que se denominam independentes, há uma divisão. Os que acham que o senador será candidato somam 46%, enquanto 37% acham que ele usa a candidatura para negociar. Os que não sabem, ou não responderam correspondem a 17% dos entrevistados. O instituto Genial/Quaest ouviu 2.004 eleitores entre os dias 11 a 14 de dezembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais e o índice de confiabilidade é de 95%.

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Pesquisa mostra que maioria dos brasileiros avalia que ceia de Natal será menos farta que 2024

Pesquisa Genial/Quaest divulgada neste sábado (20) mostra que cresceu o número de brasileiros que avaliam que a ceia de Natal deste ano vai ser mais farta que no ano passado. O percentual subiu de 20%, em dezembro de 2024, para 23%, em dezembro de 2025. Na outra ponta, 37% acreditam que a ceia será menos farta (eram 39% no ano passado) e 36% entendem que será igualmente farta (eram 38%). Não souberam ou não responderam 4% dos entrevistados.

Na estratificação por voto para presidente da República no segundo turno das eleições de 2022, eleitores do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), são mais otimistas com relação à ceia natalina: 36% acham que ela será mais farta este ano, 36% acreditam que será igual ao ano passado e 25%, que será menos farta. Já entre eleitores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), apenas 8% acreditam que a ceia deste ano será mais farta e 52% projetam uma ceia menos farta, enquanto 37% responderam que ela será igual ao ano anterior.

Presentes – A respeito da compra de presentes, 19% acham que as pessoas irão comprar mais, 27% que irão comprar o mesmo tanto que em 2024 e 50% disseram que as compras serão menores.

Reunião com família e discussões políticas – A ampla maioria deverá se reunir com a família neste Natal, 85%. Apenas 13% responderam negativamente. O porcentual que respondeu que algum familiar deixará de ir nos encontros de Natal por causa de política manteve-se em 11%.  Sobre o receio de que discussões políticas surjam e atrapalhem a festividade, 10% responderam ter muito receio, 11% disseram possuir algum receio e 76%, nenhum receio. Não souberam os não responderam 3% dos entrevistados.

Foram feitas 2.004 entrevistas face a face, por coleta domiciliar, nas cinco regiões do País. Os questionários foram aplicados entre os dias 11 e 14 de dezembro e o nível de confiabilidade da pesquisa é de 95%.

Na escala de posições políticas apresentadas, 32% dos respondentes se declararam independentes, enquanto 19% se disseram lulistas e 14% falaram se encaixar na esquerda não lulista. Do outro lado do espectro, 21% se declararam integrantes da direita não bolsonarista e 12% falaram ser bolsonaristas. Apenas 2% não indicaram se encaixar em nenhuma posição.

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Pesquisa mostra que Flávio Bolsonaro tem pior desempenho contra Lula entre nomes de direita

]Flávio Bolsonaro (PL-RJ) é o nome cotado da direita com pior desempenho em um eventual segundo turno contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 2026, mostrou a pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (06). Caso disputasse a Presidência contra o rival, o filho de Jair Bolsonaro (PL) ficaria 15 pontos atrás do petista. O senador soma 38% de reprovação do eleitorado brasileiro.

Em um possível segundo turno, Flávio marcaria 36% dos votos, enquanto Lula teria 51%. Os votos brancos e nulos somariam 12%. A margem de erro é de 2 pontos para mais ou para menos. Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) e Ratinho Jr. (PSD-PR) também perderiam de Lula, mas com menor desvantagem. Em um eventual segundo turno, Tarcísio teria 42% dos votos e Ratinho, 41%, contra 47% do petista nos dois cenários.

O desempenho de Flávio seria semelhante ao de outros membros da família Bolsonaro. Conforme a pesquisa, Eduardo Bolsonaro (PL) teria 35% das intenções de voto em um segundo turno contra o atual presidente, enquanto Michelle Bolsonaro (PL) teria 39%. Os três estão praticamente empatados na margem de erro também em relação à rejeição do eleitorado: 37% dizem que não votariam de jeito nenhum em Eduardo, enquanto 35% afirmam o mesmo sobre Michelle.

Lula soma 44% de rejeição dos eleitores brasileiros. Caso pudesse disputar as eleições do próximo ano, Jair Bolsonaro seria o candidato com o maior índice de reprovação, 45%. Atualmente, o ex-presidente está inelegível por uma condenação de tentativa de golpe durante as eleições de 2022.

Flávio anunciou sua pré-candidatura à Presidência com o apoio do pai nesta sexta, 5. A pesquisa Datafolha ouviu 2.002 pessoas, com 16 anos ou mais, em 113 municípios de terça, 2, a quinta, 4, um dia antes do anúncio.

]Estadão Conteúdo

Datafolha: nova pesquisa mostra estabilidade na avaliação do governo e do presidente Lula

A nova pesquisa Datafolha mostra estabilidade na avaliação do governo Lula (PT) em relação a setembro: 32% consideram a gestão ótima ou boa, ante 33% na rodada anterior; 37% a avaliam como ruim ou péssima, contra 38% na pesquisa passada; e 30% classificam o governo como regular, ante 28% anteriormente.

Na avaliação pessoal do presidente, também houve pouca mudança. Lula é aprovado por 49% dos entrevistados, frente a 48% em setembro, e reprovado por 48%, o mesmo índice anterior. No recorte por renda, entre quem ganha de 2 a 5 salários mínimos houve alta de quatro pontos na aprovação, ainda dentro da margem de erro.

Os dados mantêm o perfil já observado. Lula tem desempenho acima da média entre pessoas com 60 anos ou mais, menos instruídos, nordestinos e católicos, enquanto a reprovação é maior entre quem tem ensino superior, renda mais alta, moradores do Sul e evangélicos.A sondagem foi feita com 2.002 eleitores em 113 cidades, entre 2 e 4 de dezembro, e tem margem de erro de dois pontos porcentuais para mais ou menos.

Estadão Conteúdo

Datafolha: anistia de Bolsonaro é rejeitada por 54% dos brasileiros; 39% apoiam

De acordo com pesquisa do Datafolha, divulgada sábado (13), a maioria dos brasileiros é contra o Congresso Nacional aprovar a anistia para livrar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A ideia foi rejeitada por 54% dos entrevistados, enquanto 39% deles a defendem.

O estudo foi feito nos dias 8 e 9 deste mês, ainda antes do político receber a sentença, na quinta-feira (11), de 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado. A pesquisa teve a participação de 2.005 eleitores, de 113 cidades do país. Entre eles, 2% disseram ser indiferentes ao tema e 4% não souberam opinar. A margem de erro é de 2 pontos para mais ou menos.

A pesquisa também aponta que 61% dos entrevistados são contra qualquer tipo de perdão aos condenados pela invasão e depredação dos prédios do Supremo Tribunal Federal, Congresso Nacional e Palácio do Planalto nos ataques do 8 de janeiro de 2023. Nesse caso, 33% se disseram a favor da anistia.

O Nordeste foi a região que registrou menor apoio à anistia. A medida é rejeitada por 63% dos nordestinos, com margem de erro de quatro pontos.

Segundo o material, a anistia ganha força entre os mais ricos (50% a favor, 46% contra, com margem de dez pontos), sulistas (46% a 44%, margem de seis pontos), moradores do Norte/Centro-Oeste (48% a 45%, margem de seis pontos) e entre evangélicos (52% a 40%, margem de quatro pontos).

O apoio à prisão de Bolsonaro também foi medido. O levantamento mostra que 50% dos entrevistados são favoráveis à apreensão do ex-presidente, enquanto 43% são contra.

Diario de Pernambuco

Datafolha: prisão de Bolsonaro tem apoio de 50% dos brasileiros e oposição de 43%

Pesquisa Datafolha divulgada há pouco revela que 50% dos brasileiros defendem a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos e 3 meses pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por tentativa de golpe de Estado e crimes correlatos, enquanto 43% são contra a medida.

O levantamento ouviu 2.005 eleitores na segunda (8) e na terça-feira (9), em meio ao julgamento de Bolsonaro, em 113 cidades do País. A margem de erro do levantamento é de dois pontos para mais ou para menos.

Em abril, primeira ocasião da pergunta aos participantes, 52% eram a favor da prisão do ex-presidente e 42%, contra. Já em julho, houve um empate técnico: 48% a 46%, respectivamente. A distância voltou a ser retomada na pesquisa atual.Sobre a crença na execução da pena, em abril, 52% responderam que Bolsonaro escaparia de ser preso, contra 41%, o que ficou estável na pesquisa de julho (51% a 40%). Já na semana passada, em meio ao julgamento, 50% acreditavam que o ex-presidente iria para a cadeia, ante 40%.

Estadão Conteúdo

Genial/Quaest: 55% julgam justa a prisão domiciliar de Jair Bolsonaro

Mais da metade dos brasileiros avaliam que a prisão domiciliar do ex-presidente da República, Jair Bolsonaro, é justa. É o que revela a pesquisa “Denúncia Bolsonaro da Genial/Quaest” publicada nesta segunda-feira (25), que entrevistou, entre 13 e 17 de agosto, 2.004 pessoas de diferentes municípios.

Segundo o levantamento, 55% dos entrevistados consideram a sentença justa, enquanto 39% julgam-na injusta. Uma parcela de 6% não soube responder a pergunta. Entre os entrevistados favoráveis à prisão domiciliar, a maioria são mulheres (58%). A predominância regional da posição favorável é do Nordeste (65%), seguida pelo Sudeste (54%), Centro-Oeste/Norte (48%) e Sul (47%). Na faixa etária, pessoas entre 16 e 34 anos são maioria, em 59%.

Já entre os que consideram a prisão injusta, os homens lideram a opinião, com 42%. Indivíduos com 35 a 59 anos representam 43% desses entrevistados, e os de 60 anos ou mais totalizam 39%. Regionalmente, a população do Sul é a mais crítica (49%), seguida por Centro-Oeste/Norte (43%), Sudeste (40%) e Nordeste (30%).

O estudo também mostra alinhamento político: 87% dos que consideram a prisão injusta são bolsonaristas, enquanto 12% dos apoiadores do ex-presidente concordam com a sentença. Entre os que consideram a prisão justa, 93% são esquerdistas não lulistas e 88% declararam-se lulistas.

Correio Brasiliense

Quaest: 51% aprovam governo Raquel Lyra em Pernambuco, e 45% desaprovam

Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta sexta-feira (22) aponta que o governo Raquel Lyra (PSD) é aprovado por 51% dos eleitores pernambucanos, enquanto 45% desaprovam sua gestão. O resultado aponta que os indicadores estão em empate técnico dentro do limite da margem de erro, que é de 3 pontos percentuais para mais ou menos.O levantamento aponta uma estabilidade da aprovação do governo entre fevereiro deste ano e agora. Na pesquisa anterior, Raquel Lyra tinha os mesmos 51% de aprovação. Já a desaprovação era de 44%.
A porcentagem de pessoas que não souberam ou não responderam foi de 4%. Na pesquisa anterior, eles eram 5%.

Aprovação do governo Raquel Lyra em PE
Pesquisa foi realizada entre os dias 13 e 17 de agosto. Margem de erro é de 3 pontos percentuais:

  • Aprova: 51% (eram 51% em fevereiro);
  • Desaprova: 45% (eram 44%);
  • Não sabe/não respondeu: 4% (eram 5%).

O levantamento foi contratado pela Genial Investimentos e feito entre os dias 13 e 17 de agosto. Foram ouvidos 1.104 eleitores de Pernambuco com 16 anos ou mais. O nível de confiança é de 95%.

Avaliação do governo de Pernambuco
A pesquisa aponta também que 36% avaliam o governo Raquel Lyra como regular. Em fevereiro, eram 37%:

  • Regular: 36% (eram 37% em fevereiro de 2025);
  • Positivo: 32% (eram 32%);
  • Negativo: 28% (eram 26%);
  • Não sabem/não responderam: 4% (eram 5%).

Recorte por faixa etária
De 16 a 30 anos: 36% analisam o governo Raquel como regular, 33% como positivo, 23% negativo e 8% não sabem/não responderam;
De 31 a 50 anos: 39% avaliam como regular, 33% como negativo, 27% positivo e 1% não sabe/não respondeu;
51 anos ou mais: 37% avaliam como positivo, 32% como regular, 27% negativo e 4% não sabem/não responderam.

Avaliação do governo por renda domiciliar
Até 2 salários mínimos: 34% avaliam como regular, 31% negativo, 30% positivo e 5% não sabem/não responderam;
Mais de 2 salários mínimos a 5 salários mínimos: 42% avaliam como regular, 32% positivo, 22% negativo e 4% não sabem/não responderam;
Mais de 5 salários mínimos: 40% avaliam como positivo, 30% negativo, 26% regular e 4% não sabem/não responderam.

Intenção de voto para governador em 2026

A pesquisa Quaest também perguntou em quem o eleitor votaria para governador em 2026 se as eleições fossem hoje (veja vídeo acima).
João Campos (PSB): 55%;
Raquel Lyra (PSD): 24%;
Gilson Machado (PL): 6%;
Eduardo Moura (Novo): 4%;
Indecisos: 4%;
Branco/Nulo/Não vai votar: 7%.

Reeleição
O levantamento também questionou se Raquel Lyra merece ser reeleita.
Não: 54% (eram 52% em fevereiro);
Sim: 43% (eram 44%);
Não sabem/não responderam: 3% (eram 4%).

G1Petrolina

Genial/Quaest: cresce pressão para Bolsonaro apoiar outro nome; bolsonaristas preferem Michelle

A Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quinta-feira (21), mostra que 65% dos entrevistados consideram que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), inelegível, deveria abrir mão da tentativa de ser candidato na eleição de 2026 e apoiar outro nome. O resultado representa crescimento de três pontos porcentuais na comparação com o levantamento realizado em julho. O grupo que afirma que o ex-presidente deveria manter a candidatura oscilou no limite da margem de erro, de 28% para 26%; 9% não souberam ou não responderam.

A margem de erro é de dois pontos porcentuais. O levantamento entrevistou presencialmente 12.150 pessoas com 16 anos ou mais, sendo 2.004 para o cenário nacional e o restante para as análises estaduais, entre os dias 13 a 17 de agosto. O nível de confiança é de 95%.A Quaest também perguntou quem deveria ser o candidato da direita caso Bolsonaro não dispute. No recorte apenas entre os eleitores que se identificam como bolsonaristas, a preferida é a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), com 36%.

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) tem 15%, seguido do deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), com 10%. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o governador do Paraná Ratinho Jr. (PSD-PR), têm 8% cada. Também foram citados Pablo Marçal (6%), Ronaldo Caiado (3%) e Romeu Zema (2%). Eduardo Leite não pontuou, enquanto 5% responderam “nenhum desses” e outros 7% não souberam ou não responderam.

Quando levado em conta todos os eleitores, independentemente da afinidade política, Michelle tem 16% das menções, empatada tecnicamente com Tarcísio (14%). O governador paulista, por sua vez, também empata na margem de erro com Ratinho Jr., que tem 10%. Marçal foi mencionado por 6%, Leite, por 5%, enquanto Eduardo e Caiado são citados em 4% das respostas, cada. Zema, de Minas Gerais, tem 3% e Flávio, 2%. A maior parte dos entrevistados, 21%, respondeu que nenhum dos nomes colocados deveria ser o candidato da direita. Outros 13% não souberam ou não responderam.

Reeleição de Lula

A pesquisa também perguntou aos entrevistados se o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deveria se candidatar à reeleição no ano que vem. Houve estabilidade no resultado, já que 58% responderam que não, exatamente o mesmo porcentual da rodada anterior; e 39% que sim, oscilação positiva de um ponto porcentual. Os que não souberam ou não responderam são 3%.

Estadão Conteúdo

Aprovação de Lula cresce e vai a 46%, aponta pesquisa Genial/Quaest

A aprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) cresceu pela segunda vez consecutiva e chegou a 46%, de acordo com pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira, 20. A desaprovação recuou no limite da margem de erro, de dois pontos porcentuais para mais ou para menos, e foi a 51%, ainda acima da aprovação. A melhora foi puxada pela região Nordeste, beneficiários do Bolsa Família e eleitores com 60 anos ou mais. Em julho, na última rodada do levantamento, os que aprovavam o trabalho do presidente eram 43% e os que reprovavam, 51%.

O levantamento entrevistou presencialmente 12.150 pessoas com 16 anos ou mais, sendo 2.004 para o cenário nacional e o restante para as análises estaduais, entre os dias 13 a 17 de agosto. O nível de confiança é de 95%. A recuperação de Lula ocorreu principalmente na região Nordeste, a única em que ele é mais aprovado do que desaprovado. O petista ganhou 7 pontos de aprovação, saindo de 53% para 60%, o maior percentual registrado no ano. A desaprovação caiu no mesmo ritmo para 37%.

O presidente também registrou melhora na região Sul, onde a aprovação foi de 35% para 38%, mas o índice ainda é inferior à desaprovação, que permaneceu em 61%; nas regiões Centro-Oeste e Norte, que foram agrupadas pela pesquisa, os que aprovam a gestão petista cresceram de 40% para 44%, e a reprovação caiu de 55% para 53%. A região Sudeste foi a única em que não houve variação fora da margem de erro. A aprovação oscilou positivamente em dois pontos porcentuais, para 42%, e a desaprovação negativamente em um ponto, para 55%.

Lula recuperou a popularidade entre os eleitores que recebem Bolsa Família. Ele começou o ano com 61% de aprovação neste grupo, mas o porcentual caiu sucessivamente até chegar a 50% em julho. Agora, subiu para 60%. Entre aqueles que não recebem o benefício, o presidente é aprovado por 43%.

No recorte por idade, o maior crescimento foi entre os eleitores com 60 anos ou mais. Antes em empate técnico (48% de aprovação contra 46% de desaprovação), o placar agora é de 55% de eleitores que aprovam Lula contra 42% que desaprovam. Também houve melhora na faixa dos 16 a 34 anos, mas a desaprovação ainda é superior à aprovação: 54% a 43%, ante 58% a 38% na última rodada. Para Felipe Nunes, CEO da Quaest, a melhora na aprovação de Lula é fruto da combinação de fatores políticos e econômicos.

“A percepção do comportamento do preço dos alimentos trouxe alívio às famílias e reduziu a pressão sobre o custo de vida. Ao mesmo tempo, a postura firme de Lula diante do tarifaço imposto por Donald Trump foi vista como sinal de liderança e defesa dos interesses nacionais. Menos pressão inflacionária somada à imagem de um presidente que reage a desafios externos ajudam a explicar o avanço de sua aprovação neste momento”, disse ele. Segundo a Quaest, 48% dos eleitores consideram que Lula e o PT são os dois atores que estão fazendo o que é mais certo na crise desencadeada pela tarifa de 50% imposta pelos Estados Unidos às exportações brasileiras.

Bolsonaro e seus aliados foram citados por 28%, enquanto 15% responderam nenhum dos lados; 9% não souberam ou não responderam. A percepção sobre o preço dos alimentos no mercado também melhorou: para 18% (antes eram 8%), os preços caíram, enquanto 60% afirmam que subiram (eram 76%). Outros 20% disseram que ficou igual (14%). Avaliação negativa fica estável e continua maior do que positiva. A pesquisa Genial/Quaest também mediu a avaliação dos eleitores sobre a gestão Lula. A maior parte dos entrevistados, 39%, disse ter uma opinião negativa do governo, 31% consideram que o trabalho é positivo e 27% como regular, enquanto 3% não souberam ou não responderam. Na rodada anterior em julho, eram 40% de negativo, 28% de positivo, 28% de regular e 4% de indecisos.

Estadão Conteúdo

Quaest: percepção sobre melhora na economia sobe pela 3ª vez seguida

Para 22% dos entrevistados da Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (20), a economia brasileira melhorou nos últimos 12 meses. O índice foi atingido após o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ter o pior resultado em março deste ano, desde o início da série histórica do levantamento, iniciado em agosto de 2023.

Após os 16% em março que viam melhoria, o indicador passou para 18% em maio, 21% em julho e agora chega aos 22%. Ainda assim, há 46% que consideram que houve piora na economia nos últimos 12 meses. Outros 30% avaliam que ficou do mesmo jeito e houve 2% que não souberam opinar ou não responderam.

Os entrevistados também foram perguntados a respeito do preço dos alimentos. Para essa questão, 60% têm a percepção de que os produtos subiram no último mês contra 76% que pensavam assim no mês anterior. O percentual dos que consideram que os preços reduziram passou de 8% para 18%, entre julho e agosto.

Diario de Pernambuco

Pesquisa Datafolha: 35% culpam Lula por tarifaço e 22%, Bolsonaro

Uma pesquisa do Instituto Datafolha divulgada neste sábado (16) revela que 35% dos entrevistados atribuem a responsabilidade pelo tarifaço ao presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Outros 22% associam a questão ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e 17%, ao deputado federal licenciado Eduardo Bolsoanro (PL-SP).

O outro nome que aparece como possível responsável pelas tarifas impostas ao Brasil pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, é o do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, com 15%. Os que não atribuem o problema a nenhuma das figuras são 3%, os que responsabilizam todos equivalem a 1% e os que não sabem somam 7%.

A pesquisa Datafolha ouviu 2.002 pessoas de 113 municípios brasileiros nos dias 11 e 12 de agosto. A margem de erro considerada é de 2 pontos porcentuais para mais ou para menos. O nível de confiança divulgado equivale a 95%.

Metrópoles

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