IBGE diz que Pernambuco registra o maior crescimento do país na indústria e no comércio no primeiro bimestre de 2026

Mantendo o ritmo de aquecimento da economia, Pernambuco começou o ano de 2026 como o estado com o maior crescimento do Brasil na indústria de transformação e no comércio varejista. Segundo dados da Pesquisa Industrial Mensal (PIM), publicada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a indústria de transformação pernambucana cresceu 26,4% no acumulado do ano até fevereiro, na comparação com o mesmo período de 2025. Este percentual está muito acima do segundo estado, o Mato Grosso do Sul, que registrou alta de 10,3%.

“Pernambuco começa 2026 mostrando a força da sua economia, com resultados que colocam o nosso Estado na liderança nacional. Isso é fruto de um trabalho sério, com investimentos, melhoria do ambiente de negócios e compromisso com a geração de empregos e oportunidades para o nosso povo. Seguimos avançando com ações que estimulam o crescimento, atraem novos investimentos e fortalecem os setores produtivos, garantindo mais desenvolvimento e qualidade de vida para a população”, afirmou a governadora Raquel Lyra.

Já o comércio varejista do Estado registrou crescimento de 12,2% no acumulado de 2026 até fevereiro, em relação aos mesmos meses do ano passado, de acordo com a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), também publicada pelo IBGE. O aumento fez Pernambuco também liderar com folga no desempenho dessa atividade no país, seguido pelo Acre, com alta de 6,7%.

“Os números mostram que Pernambuco colhe os resultados de uma política econômica orientada por produtividade e inovação. Estamos fortalecendo cadeias estratégicas, ampliando a competitividade das empresas e garantindo previsibilidade para novos investimentos. Esse crescimento é fruto de uma agenda estruturante que prepara o Estado para um ciclo contínuo de desenvolvimento e geração de empregos qualificados”, destacou a secretária estadual de Desenvolvimento Econômico, Danielle Jar Souto.

O crescimento da indústria de transformação foi impulsionado pela Refinaria Abreu e Lima (Rnest), com destaque para as atividades de coque, derivados de petróleo e biocombustíveis, além da metalurgia. Também contribuíram para esse avanço a produção de máquinas, aparelhos e materiais elétricos, a fabricação de borracha e materiais plásticos, a indústria de produtos químicos e a produção de bebidas.

No comércio varejista, tiveram destaque os hipermercados e supermercados, com crescimento de 28,6%, a venda de equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação, com alta de 13,7%, e de eletrodomésticos, com alta de 12,4%. Para o secretário de Planejamento, Gestão e Desenvolvimento Regional de Pernambuco, Fabrício Marques, o resultado do primeiro bimestre confirma a consolidação do ciclo de crescimento iniciado em 2024, quando o Estado registrou a maior expansão dos últimos 15 anos, manteve destaque na geração de empregos em 2025 e inicia 2026 com o maior crescimento econômico entre as unidades da federação.

“A gente tem a indústria de transformação e o comércio que mais cresce no Brasil. Então, tudo isso demonstra o crescimento sustentado que vem ocorrendo no Estado, devido a uma mudança de estratégia com a gestão da governadora Raquel Lyra, que trabalhou para melhorar o ambiente de negócios, realizou simplificações na área tributária, reformas microeconômicas importantes e que tem imprimido um volume de investimento recorde na história recente de Pernambuco, gerando todo esse ciclo virtuoso de desenvolvimento, crescimento econômico e geração de empregos”, ressaltou o titular da pasta.

Ascom

Economia brasileira cresceu 2,2% em 2025, aponta prévia da FGV

A economia brasileira cresceu 2,2% em 2025, na comparação com 2024, estimou a pesquisa Monitor do PIB, divulgada nesta sexta-feira (20) pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV). A pesquisa reúne dados da indústria, comércio, serviços e agropecuária e é considerada uma prévia do produto interno bruto (PIB), indicador do conjunto de todos os bens e serviços produzidos no país.

O resultado de 2025 representa o quinto ano seguido de alta, mesmo com perda de ritmo nos últimos meses. Em 2024, o avanço tinha sido de 3,4%. Em dezembro, o PIB teve variação nula (0%) na comparação com novembro, e, no quarto trimestre, também ficou estável em relação ao terceiro.

Setores – Ao detalhar o comportamento setorial da economia, o Monitor do PIB estima que o consumo das famílias cresceu 1,5% em 2025. A chamada Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), indicador que reflete o nível de investimento da economia, como compras de máquinas e equipamentos, teve expansão de 3,6% no ano. No comércio exterior, as exportações avançaram 6,2% em 2025, enquanto as importações, 5,1%. O estudo estima que a taxa de investimento da economia foi de 17,1%, a maior dos últimos três anos.

Recordes –De acordo com a FGV, em termos monetários, o PIB brasileiro em valores correntes atingiu R$ 12,63 trilhões, o maior valor da série histórica. Já o PIB per capita valor do PIB dividido pelo tamanho da população do país alcançou R$ 59.182, também um patamar recorde.

Análise – De acordo com a coordenadora do Núcleo de Contas Nacionais do Ibre, a economista Juliana Trece, os juros altos foram um dos motivos que levaram à perda de força no crescimento da economia em 2025. “Nota-se evidente perda de fôlego do PIB ao longo de 2025, com a taxa, na série ajustada sazonalmente [ajuste que permite a comparação entre meses e trimestres imediatamente seguidos], tendo iniciado o ano com forte crescimento e terminado estável no quarto trimestre de 2025”.

Efeito dos juros – Juliana Trece assinala que 2025 foi “um ano de forte aperto monetário e imposição de tarifas ao Brasil”. O aperto monetário se refere à alta taxa de juros. Em setembro de 2024, preocupado com a trajetória da inflação, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) iniciou uma escalada da taxa básica de juros da economia, a Selic, então em 10,5% ao ano, elevando-a até 15% em junho de 2025, assim permanecendo até os dias atuais.

A meta de inflação do governo é de 3% no acumulado de 12 meses, com tolerância de 1,5 ponto percentual (p.p.) para mais ou para menos. O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado o número oficial da inflação, chegou a ficar 13 meses fora do intervalo de tolerância, o que inclui praticamente todo o ano de 2025.

A Selic influencia todas as demais taxas de juros do país e, quando elevada, age de forma restritiva na economia, ou seja, encarece operações de crédito e desestimula investimentos e consumo. O impacto esperado é a menor procura por produtos e serviços, esfriando a inflação. O efeito colateral é que a economia em marcha lenta tende a diminuir a geração de empregos. Apesar da pressão restritiva, 2025 terminou com o menor percentual já registrado na taxa de desemprego, conforme divulgou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Tarifaço – O outro efeito citado pela economista é o tarifaço imposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, iniciado em agosto de 2025. A aplicação de taxas adicionais sobre o Brasil levou à redução das vendas externas aos americanos. O governo dos Estados Unidos afirma que a medida pretende proteger a economia americana, já que,?com a taxação, o país tende a fabricar produtos localmente?em vez de adquiri-los no exterior.?Nesta sexta-feira, uma decisão da Suprema Corte dos EUA derrubou a política tarifária de Trump. Em novembro, o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, calculou que 22% das exportações para os Estados Unidos estavam sujeitas às sobretaxas.

Resultado oficial – O Monitor do PIB é um dos estudos que servem como termômetros da economia brasileira. Outro levantamento é o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), divulgado na última quarta-feira (19), que indicou expansão de 2,5% em 2025. O resultado oficial do PIB é aferido e apresentado pelo IBGE. O comportamento de 2025 será divulgado no próximo dia 3 de março.

Agência Brasil

Polícia investiga mais dois homicídios em Petrolina e número de mortes chega a sete

A Polícia Civil de Pernambuco registrou mais dois homicídios em Petrolina. Os assassinatos ocorreram na terça-feira (17), nos bairros Vila Vitória e Gercino Coelho, ampliando a sequência de crimes violentos com sete vítimas em apenas quatro dias.  O primeiro caso registrado ocorreu na Avenida Bar Carola, nº 64, no bairro Vila Vitória. De acordo com informações repassadas à polícia, a vítima havia saído para ir ao mercado na companhia de um amigo, quando foi surpreendida por dois homens armados, que estavam em uma caminhonete branca.

Os suspeitos efetuaram diversos disparos de arma de fogo, atingindo a vítima, que morreu no local. O amigo que estava com a vítima não foi localizado. Após o crime, os suspeitos fugiram. De acordo com a Polícia Civil, a vítima possuía passagem pela prisão por homicídio. Também foi identificado um boletim de ocorrência por ameaça, registrado em 2023.

O segundo homicídio foi registrado na Rua Pessoa de Melo, no bairro Gercino Coelho. A vítima estava sentada nas proximidades da residência, acompanhada de outro homem não identificado, quando um terceiro indivíduo se aproximou e efetuou vários disparos de arma de fogo. O suspeito fugiu em seguida. A vítima chegou a ser socorrida para o Hospital de Traumas, mas não resistiu aos ferimentos e morreu na unidade de saúde. A mãe foi intimada para prestar esclarecimentos. De acordo com a polícia, não há câmeras de segurança na via e a família informou não ter conhecimento sobre a motivação do crime.Feriadão Violento

Os crimes se somam a outros homicídios registrados recentemente na cidade. Entre o domingo (15) e a terça-feira (17), mais cinco assassinatos foram contabilizados em diferentes pontos do município.

No domingo (15), um homem foi morto a tiros no bairro Vale do Grande Rio. No mesmo dia, um jovem de 20 anos foi assassinado no Projeto N-8, no perímetro irrigado Nilo Coelho, na zona rural de Petrolina.

Já na segunda-feira (16), um jovem de 29 anos foi morto no bairro São Gonçalo.

Na terça-feira (17), uma mulher de 32 anos foi morta a tiros na Rua do Fosfato, no bairro Dom Avelar.

No mesmo dia, um homem foi assassinado no bairro Henrique Leite. A Polícia Civil investiga se há relação entre os crimes e trabalha para identificar os responsáveis.

G1 Petrolina

Número de entrega voluntária de recém-nascidos para adoção aumentou 32% em Pernambuco

O quantitativo de recém-nascidos que foram para adoção após as mães realizarem a entrega voluntária vem crescendo em Pernambuco. Segundo dados do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), houve um aumento, em 2025, de 32% no número de recém-nascidos encaminhados para adoção em relação a 2024. No ano passado, foram feitos 33 encaminhamentos para adoção, enquanto em 2024 foram realizados apenas 25.

O quantitativo de mulheres que demonstraram interesse de entrega voluntária em 2025 também seguiu a mesma lógica de crescimento, sendo 81 no ano passado e 53 em 2024. Esse aumento nos últimos anos também vem sendo registrado no Recife, segundo a coordenadora do programa Mãe Legal da 2ª Vara da Infância e Juventude do Recife, Ana Cláudia Souza. Só no ano passado, 30 famílias demonstraram o interesse de realizar a entrega voluntária dos recém-nascidos, resultando em 10 direcionamentos de bebês ao processo de adoção.

“Uma das justificativas pelo aumento é que uma parcela de mulheres que acessaram o curso superior, que transitam socialmente de uma forma mais confortável, chegam a ter o desejo de não ser mãe e fazem a entrega do bebê. Com isso, esse grupo de mulheres se soma àquelas que realizam a entrega por viverem em uma lógica de vulnerabilidade social. Mas, independentemente dos motivos, toda a entrega tem sofrimento, pois é um filho que está sendo entregue”, explicou Ana Cláudia Souza, que também é analista jurídica/psicóloga da 2ª Vara da Infância e Juventude da Capital.

Apesar dessa lógica, o quantitativo de 2025 segue uma média anual de registros na capital pernambucana, contabilizada desde 2009, ano em que iniciou o programa Mãe Legal. A média é de 15 bebês por ano que vão para adoção após 30 mulheres demonstrarem interesse em realizar a entrega voluntária. Só neste ano, no Recife, dois recém-nascidos já foram destinados para o processo de adoção e quatro grávidas estão sendo acompanhadas pela Mãe Legal. Desde o começo do Programa Acolher, iniciado em 2011, 283 mulheres demonstraram interesse em realizar a entrega dos recém-nascidos, resultando em 104 encaminhamentos para adoção.

A entrega voluntária é o ato legal pelo qual uma pessoa gestante ou parturiente manifesta, de forma consciente e protegida, o desejo de entregar seu filho ou filha para adoção, com o acompanhamento da Vara da Infância e da Juventude. Esse é um direito previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e regulamentado pela Resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Cartilha da entrega voluntária para adoção – Diante desse aumento no número de entrega voluntária, não apenas em Pernambuco, o CNJ lançou, nesta terça-feira (27), de forma online, uma Cartilha da entrega voluntária para adoção. Esse documento visa reunir informações essenciais sobre o processo de entrega voluntária de crianças para adoção e orientar pessoas gestantes, parturientes e profissionais da rede de proteção sobre os direitos, procedimentos legais, alternativas disponíveis e os cuidados necessários para garantir a proteção integral da mulher e da criança.

“Essa cartilha traz um direcionamento ao público alvo, que são mulheres, seus familiares e profissionais da rede protetiva. Esse documento tem uma linguagem fácil, onde constam várias dúvidas sobre esse procedimento da entrega. A Cartilha também explica a diferença entre a entrega e o abandono, deixando bem claro que a entrega é um direito e que o abandono é crime. Tudo isso combate a entrega informal, algo comum no nosso país”, explicou Ana Cláudia Souza, que participou do webinário.

Nesse documento, as pessoas poderão entender como funciona todo o processo de da entrega voluntária, que deve iniciar a partir do momento em que uma mulher, durante o período de gestação, expõe o desejo de não criar aquela criança, seja por questões socioeconômicas ou por outro motivo. Além disso, a cartilha tira dúvidas frequentes que as mulheres possam ter durante o processo de decisão. Todas essas orientações visam evitar o abandono desses recém-nascidos e problemas judiciais.

“Essas orientações têm um papel importante para evitar o abandono ou a entrega ilegal, que é quando as mães entregam o filho para outra família criar. Nesses casos de entrega ilegal, o prazo de arrependimento é menor, pois a nova família da criança pode sumir no mundo, sem contar nas questões judiciais que podem surgir pela guarda da criança. Por isso, fazer a entrega voluntária é o principal caminho, pois evita o desgaste das crianças”, destacou Ana Cláudia Souza.

Em Pernambuco, o TJPE disponibiliza dois programas que atendem mulheres que necessitam decidir sobre a entrega de suas crianças a uma família adotiva. O programa Mãe Legal, que tem como contato o (81) 3181- 5904, atende mulheres residentes no Recife. Já o Acolher, que tem número para contato o (81) 3181 – 5938, é responsável pela acolhida dessas famílias em todo estado de Pernambuco.

Passo a passo do processo de entrega voluntária

1º) Manifestação do desejo de entrega – A manifestação pode ser feita em qualquer serviço da rede de proteção, como unidades de saúde (UBS, UPAs, hospitais, maternidades) CRAS e CREAS, Conselho Tutelar, Defensoria Pública, Ministério Público e Vara da Infância e Juventude.

2º) Encaminhamento à Vara da Infância e Juventude – A pessoa que demonstrar o interesse de fazer a entrega voluntária será acolhida e encaminhada para atendimento pela equipe técnica, que ouvirá sem julgamentos; explicará o processo; passará informações sobre seus direitos; garantirá o sigilo uma vez solicitado; avaliará se há necessidade de encaminhamentos (pré-natal, apoio social, etc.), consultando sobre a concordância com estes.

3º) Atendimento no hospital – Durante o parto, a pessoa receberá atendimento médico adequado e humanizado, decidindo livremente se quer ver o bebê, segurá-lo, amamentá-lo, dar-lhe nome ou não. Todas as decisões devem ser respeitadas. Porém, há obrigatoriedade de se proceder com o registro de nascimento, observando-se o direito da criança à sua origem.

4º) Audiência judicial – Após o nascimento, será realizada audiência com o juiz e o defensor ou advogado. Nessa ocasião, haverá a confirmação, ou não, da decisão perante o Juízo, com acompanhamento de advogado ou defensor. Ela será orientada novamente sobre seus direitos.

5º) Prazo de arrependimento – Após a audiência, tem-se 10 dias corridos para manifestação de arrependimento quanto à entrega, com acompanhamento da equipe técnica.

6º) Encaminhamento para adoção – Confirmada a entrega, a criança será colocada como apta à adoção no Sistema Nacional de Adoção e Acolhimento (SNA) e encaminhada para família habilitada compatível com o perfil da criança. Não há possibilidade de escolha dos adotantes, garantindo a legalidade e a proteção de todos os envolvidos.

Diario de Pernambuco

Juazeiro ultrapassa 256 mil habitantes e cresce acima da média estadual e nacional

Juazeiro alcançou uma marca histórica em 2025. A nova estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), publicada no Diário Oficial da União na quarta-feira (27), aponta que o município tem agora 256.122 habitantes. No Censo de 2022, eram 237.821 moradores, o que representa um crescimento de 7,7% em apenas três anos, índice superior ao avanço da Bahia (5,1%) e muito acima da média de crescimento do Brasil (1,4%) no mesmo período.

Esse salto mostra a força regional de Juazeiro, que se consolida como um dos polos mais dinâmicos do Nordeste. A cidade tem atraído novos investimentos públicos e privados, enquanto a atual gestão municipal trabalha para preparar a infraestrutura urbana, fortalecer serviços essenciais e garantir qualidade de vida a todos que escolhem o município como lugar para viver, empreender e prosperar.

O aumento populacional também tem reflexos diretos nas finanças municipais. Entre eles está o incremento do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), recurso distribuído pela União com base no número de habitantes e que contribui para ampliar investimentos em áreas estratégicas como saúde, educação, assistência social e infraestrutura.

Com esses números, Juazeiro reafirma sua vocação de cidade que cresce e se transforma, celebrando um novo momento de expansão, desenvolvimento e oportunidades para toda a população.

Ascom

População de Petrolina cresce e chega a 418.444 pessoas, segundo IBGE

A população de Petrolina está estimada em 418.444 pessoas, segundo novos dados divulgados nesta quinta-feira (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O município sertanejo tem a terceira maior população do estado, perdendo apenas para a capital Recife (1.588.376) e Jaboatão dos Guararapes (684.293). Pernambuco tem 9.562.007 habitantes.

O número, que revela o total de habitantes em estados e municípios, considera a contagem de pessoas até o dia 1º de julho de 2025. As informações foram publicadas no Diário Oficial da União. Em comparação com os números do Censo 2022, que foram divulgados em junho de 2023, Petrolina ganhou mais 31.658 habitantes. Na época, a população petrolinense era de 386.786 pessoas.

G1 Petrolina

 

Pernambuco cria mais de 7 mil empregos formais em julho

Pernambuco fechou o mês de julho com o saldo positivo de 7.377 empregos formais, resultado da diferença entre o número de 58.008 admissões e 50.631 desligamentos no período. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (27) pelo Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

Em relação a julho de 2024, o estado registrou queda de 5,6% nas contratações, quando o estado criou 7.820 empregos formais. Nos sete primeiros meses deste ano, Pernambuco somou 33.057 vagas formais, número mais alto que o obtido no mesmo período do ano passado (26.111).  O saldo de contratações foi puxado pelo setor de serviços, que foi responsável pela geração de 2.825 postos formais, seguido por indústria (1.262) e agropecuária (1.258).

m relação ao gênero, os homens responderam pela maioria das contratações no mês, com 60,7% das contratações (4.492), já as mulheres representam 39%, com 2.885.  Recife lidera as contratações no ano; No mês, o Recife foi responsável pelo saldo positivo de 842 empregos, resultado de 19.170 admissões e 18.328 desligamentos, aumentando o estoque de empregos na cidade para 576.508. No acumulado dos sete primeiros meses do ano, a capital pernambucana registrou o saldo de 15.908 empregos formais. O número é cerca de 50% do total registrado no em Pernambuco no período, que foi de 33.057 postos.

Em relação aos setores, o saldo de empregos no Recife em julho também foi puxado por serviços (601), seguido pelo grupo Construção Civil, que apresentou saldo positivo com 242 de vagas e pela Indústria (116). Em relação ao gênero, a capital segue a mesma tendência do estado. No período, os homens responderam por 74% do saldo de vagas (623), enquanto as mulheres representaram 26% (219).

Brasil

Em julho, o país registrou saldo 129.778 postos de trabalho com carteira assinada. Em relação ao mesmo mês do ano passado, o país registrou queda de 32,2% nas contratações, quando o país registrou 191.373 postos de trabalho. Em comparação aos outros meses de julho avaliados pelo Novo Caged (desde 2020), esse foi o menor volume de vagas desde 2020, quando o país gerou 108.476 vagas.

Já em relação ao acumulado do ano, de janeiro a julho foram abertas 1.347.807 vagas. O resultado é 10,35% mais baixo que no mesmo período do ano passado e também o menor número desse período desde 2023. Na análise dos setores, o setor de serviços puxou as vagas com a abertura de 50.159 postos, seguido pelo comércio, com 27.325 postos criados no período. Já em terceiro lugar, está a indústria com a criação de 24.426 postos de trabalho

Diario de Pernambuco

Genial/Quaest: cresce pressão para Bolsonaro apoiar outro nome; bolsonaristas preferem Michelle

A Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quinta-feira (21), mostra que 65% dos entrevistados consideram que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), inelegível, deveria abrir mão da tentativa de ser candidato na eleição de 2026 e apoiar outro nome. O resultado representa crescimento de três pontos porcentuais na comparação com o levantamento realizado em julho. O grupo que afirma que o ex-presidente deveria manter a candidatura oscilou no limite da margem de erro, de 28% para 26%; 9% não souberam ou não responderam.

A margem de erro é de dois pontos porcentuais. O levantamento entrevistou presencialmente 12.150 pessoas com 16 anos ou mais, sendo 2.004 para o cenário nacional e o restante para as análises estaduais, entre os dias 13 a 17 de agosto. O nível de confiança é de 95%.A Quaest também perguntou quem deveria ser o candidato da direita caso Bolsonaro não dispute. No recorte apenas entre os eleitores que se identificam como bolsonaristas, a preferida é a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), com 36%.

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) tem 15%, seguido do deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), com 10%. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o governador do Paraná Ratinho Jr. (PSD-PR), têm 8% cada. Também foram citados Pablo Marçal (6%), Ronaldo Caiado (3%) e Romeu Zema (2%). Eduardo Leite não pontuou, enquanto 5% responderam “nenhum desses” e outros 7% não souberam ou não responderam.

Quando levado em conta todos os eleitores, independentemente da afinidade política, Michelle tem 16% das menções, empatada tecnicamente com Tarcísio (14%). O governador paulista, por sua vez, também empata na margem de erro com Ratinho Jr., que tem 10%. Marçal foi mencionado por 6%, Leite, por 5%, enquanto Eduardo e Caiado são citados em 4% das respostas, cada. Zema, de Minas Gerais, tem 3% e Flávio, 2%. A maior parte dos entrevistados, 21%, respondeu que nenhum dos nomes colocados deveria ser o candidato da direita. Outros 13% não souberam ou não responderam.

Reeleição de Lula

A pesquisa também perguntou aos entrevistados se o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deveria se candidatar à reeleição no ano que vem. Houve estabilidade no resultado, já que 58% responderam que não, exatamente o mesmo porcentual da rodada anterior; e 39% que sim, oscilação positiva de um ponto porcentual. Os que não souberam ou não responderam são 3%.

Estadão Conteúdo

Indústria de alimentos de Pernambuco representa 10,7% do PIB do estado sendo o maior índice do Nordeste em 2024

Dados da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (Abia) indicam que a indústria pernambucana de alimentos representou, em 2024, o equivalente a 10,7% do Produto Interno Bruto (PIB) de Pernambuco. Esse índice, representa no ano, o maior do Nordeste em relação ao setor e o estado também foi o que mais gerou empregos no ramo alimentício.

Pernambuco alcançou R$ 30 bilhões de faturamento na indústria de alimentos, atrás apenas da Bahia, que faturou R$ 41 bilhões. Já em relação às exportações, o estado exportou R$ 481 milhões em produtos alimentícios, o terceiro maior volume do Nordeste, atrás de Alagoas (R$ 696 milhões) e da Bahia (R$ 1,07 bilhões).

Os dados da Abia também mostram que as 1,2 mil empresas do setor que atuam no estado são responsáveis pela geração de 38,2% dos empregos da indústria de transformação, sendo 86,9 mil diretos e 347 mil indiretos. O recorte só fica abaixo do estado de Alagoas, que tem participação de 74,3%

A maior parte do faturamento nacional no setor, 72%, ou R$ 918 bilhões, foi reflexo do mercado interno; 28% do comércio exterior (US$ 66,3 bilhões). As vendas em 2024 apresentaram expansão de 6,1% e a produção, 3,2%, alcançando 283 milhões de toneladas de alimentos.  Segundo a Abia, no ano passado, a indústria de alimentos investiu em 2024 aproximadamente R$ 40 bilhões. Do total, R$ 24,9 bilhões foram encaminhados para inovações e R$ 13,80 bilhões, para fusões e aquisições.

Exportações

Desde 2022, o país é líder na exportação de alimentos industrializados. No ano passado, foram 80,3 milhões de toneladas, 10,4% acima do registrado em 2023. Em 2024, Brasil teve como principais mercados para exportação a Ásia (38,7%), com destaque para a China (14,9%), Liga Árabe (18,9%) e da União Europeia (12,6%). Os produtos que lideram a lista são carnes (US$ 26,2 bilhões); produtos do açúcar (US$ 18,9 bilhões); produtos de soja (US$ 10,7 bilhões); óleos e gorduras (US$ 2,3 bilhões); e sucos e preparações vegetais, (US$ 3,7 bilhões).

Diario de Pernambuco

Nordeste lidera crescimento da corrida de rua no Brasil, aponta estudo

Esse hábito, que antes era restrito a poucos entusiastas, hoje reúne milhares de pessoas e vem crescendo a passos largos, como aponta o levantamento anual sobre o “Perfil do Atleta Brasileiro”, realizado pela Ticket Sports, plataforma de venda de inscrições para eventos esportivos.

O levantamento revela um crescimento expressivo na participação de atletas do Nordeste em eventos esportivos, que passou de 9% em 2023 para 22,3% das inscrições no ano passado. A região foi a que mais cresceu no interesse pela prática esportiva. A região também se consolida como a segunda com maior número de esportistas, atrás apenas do Sudeste, com 51%.

O movimento reflete a popularização da prática esportiva e a busca por qualidade de vida. Além disso, o crescimento pode estar relacionado ao turismo, já que o levantamento também mostra que 48% de todos os atletas inscritos (de todas as regiões) competiram em eventos fora de suas cidades ou estados.

O estudo divulgado é resultado da análise de mais de 1 milhão e 800 mil inscrições vendidas e 2.500 eventos abertos na plataforma ao longo de 2024.  “Os dados do Nordeste destacam o crescente interesse dos atletas da região, não apenas em participar de eventos locais, mas também em competir fora dela. Esse fenômeno reforça a importância da região, reconhecendo seu potencial e evolução, e sublinha a necessidade de intensificar os investimentos e ampliar o apoio ao Nordeste”, afirma Daniel Krutman, CEO do Ticket Sports.

Crescimento na participação de jovens e mulheres
A corrida de rua também teve grande adesão dos jovens. Em 2024, foi possível observar um crescimento no número de jovens entre 15 e 25 anos, que agora representam quase 11% do total de participantes em comparação aos 7,9% registrados em 2023.

Houve também um aumento significativo nos participantes com faixa etária de 26 a 35 anos, passando de 24,6% em 2023 para 27,9% no ano passado.  A participação feminina também teve um avanço, alcançando 49,9% do total de inscrições em 2024. Anteriormente, as mulheres representavam 47% dos inscritos.

Folha PE

Editorial: Petrolina: Um marco de crescimento e qualidade de vida

Nossa Petrolina, essa joia do Sertão pernambucano, deu um grande salto no cenário nacional ao avançar 23 posições no ranking das 100 melhores cidades brasileiras para viver, agora ocupando o 49º lugar. Esse feito é ainda mais significativo quando consideramos que a cidade ultrapassou importantes capitais e municípios de destaque, como Fortaleza, Cuiabá, Recife, Osasco e Guarulhos. 

Com base no Índice de Desafios da Gestão Municipal (IDGM), que avalia 15 indicadores fundamentais nas áreas de educação, saúde, segurança, saneamento e sustentabilidade, o levantamento coloca Petrolina em uma posição privilegiada entre as grandes cidades brasileiras.

O progresso de Petrolina não apenas demonstra um avanço em infraestrutura e serviços essenciais, mas também evidencia o trabalho consistente de políticas públicas que priorizam a qualidade de vida e a modernização da cidade. Ao estar entre as 100 cidades que concentram 38,5% da população brasileira e responde por 44,2% do PIB do país, Petrolina afirma seu papel como um pilar no desenvolvimento da região.

Com uma renda per capita que acompanha a média das cidades mais bem avaliadas, a cidade de Petrolina se destaca como um modelo de crescimento sustentável e inclusivo, além de gerar empregos e oportunidades, que se traduzem em 52,3% dos postos de trabalho dessas grandes cidades brasileiras. Esse cenário reafirma o compromisso de Petrolina com a inovação, o planejamento urbano e o atendimento aos desafios locais, abrindo caminhos para um futuro ainda mais próspero e uma referência para o sertão e o país.

O crescimento de Petrolina não é apenas numérico; é qualitativo e sustentável, demonstrando que uma cidade está preparada para atender às necessidades de seus cidadãos com uma infraestrutura robusta, serviços eficientes e uma visão de futuro. Ao priorizar áreas como saúde, educação, segurança e sustentabilidade, Petrolina reafirma seu compromisso de se tornar cada vez mais digna e promissora para as famílias que nela residem, projetando um futuro de oportunidades e qualidade de vida para todos.

Waldiney Passos

Número de pacientes que precisam de diálise tem aumento de 57,6%

No Dia Nacional da Diálise, comemorado nesta quinta-feira, 29, a preocupação com a saúde renal dos brasileiros ganha destaque. Em uma década, o número de pacientes que dependem de diálise aumentou 57,6%, alcançando a marca de 155 mil pessoas, de acordo com o último Censo da Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN).

A diabetes atinge mais de 10% da população brasileira, enquanto a hipertensão arterial afeta mais de 38 milhões de pessoas no país. Esses números preocupantes são ainda agravados pelo excesso de peso, que hoje está presente em 56,8% dos brasileiros. Além disso, o país vive um envelhecimento populacional significativo: o número de idosos cresceu 56% desde 2010, representando agora 15,6% da população.

Além disso, o envelhecimento populacional é um fator que contribui significativamente para o aumento das doenças renais. Desde 2010, a população idosa no Brasil cresceu 56%, representando atualmente 15,6% do total de habitantes.

O nefrologista Dr. Bruno Zawadzki informou que a incidência das doenças renais em homens é maior que em mulheres, principalmente aqueles com uma faixa etária acima de 40 anos. Conforme o médico, cerca de 10% das pessoas do mundo – equivalente a um bilhão de habitantes, têm algum nível de doença renal crônica. Dentro de 16 anos, a condição será a quinta causa mais comum de morte no mundo.

A Tarde

Sobe para 12 o número de mortes por arboviroses em Pernambuco neste ano

O número de mortes por arboviroses em Pernambuco em 2024 subiu para 12, e há 25 em investigação. A informação está no informe epidemiológico divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco (SES-PE) nesta quarta-feira (28). Dos óbitos confirmados, 10 foram causados por dengue e dois óbitos por chikungunya.

Os casos confirmados de dengue em 2024 no Estado somam 9.861, sendo 169 ocorrências graves da doença. Os registros de chikungunya são 1.315. Quanto à zika, há 241 casos em investigação, sendo 44 em gestantes.

Diário de Pernambuco

Número de MEIs no Brasil cresceu cerca de 1,5 mi em um ano

O quantitativo de Microempreendedores Individuais (MEIs), em 2022, era de 14,6 milhões no Brasil. Em números absolutos, representa um crescimento de 1,5 milhão de microempreendedores cadastrados em relação a 2021, quando existiam 13,1 milhões. Os dados são do último relatório divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Ao levar em consideração o número de MEIs empregadores – com um funcionário – entre 2021 e 2022 esse aumento passou de 104,1 mil para 133,8 mil. De acordo com a lei, os Microempreendedores Individuais podem ter até um empregado. Mais de 60% dos cadastros ativos em 2022 se filiaram nos últimos cinco anos, sendo que 2,6 milhões – cerca de 1/5 de todos os MEIs – criaram vínculo durante o ano de 2022.

Cerca de metade dos MEIs (51,5%) se destacaram no setor de Serviços em 2022. Cabeleireiros e outras atividades de tratamento de beleza responderam por 9,0% do total (1,3 milhão) e pela maior participação dos microempreendedores individuais nas ocupações da atividade, com 88,7%.

A pesquisa do IBGE trouxe esse ano dados sobre a presença do MEI no Cadastro Único do Governo Federal (CADÚnico) para identificação de famílias de baixa renda para acesso a programas sociais, por meio do cruzamento do CPF cadastrado nos bancos de dados.

Apesar do estudo indicar um aumento dos cadastros, a proporção de MEIs no total de ocupados formais teve queda – de 19,1% em 2021 para 18,8% em 2022. Ao considerar o número de saídas, comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (8,9%) tem a maior taxa entre os três setores mais representativos.

Brasil 61

Casos de rinovírus e covid-19 crescem no país, aponta Fiocruz

As internações por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) aumentaram em Goiás, Bahia, Paraíba, Sergipe e São Paulo. Em Goiás, a principal causa é a covid-19 entre a população idosa. Nos demais estados, a maior ocorrência é de rinovírus entre crianças e adolescentes de 2 até 14 anos de idade. Os dados estão no Boletim InfoGripe, divulgado nesta quinta-feira (22) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Em relação às capitais, sete apresentam crescimento nos casos de SRAG: Aracaju, Brasília, Goiânia, João Pessoa, Maceió, Salvador e São Paulo. A análise é referente à Semana Epidemiológica 33, do período de 11 a 17 de agosto. Nos dados nacionais, os casos de SRAG oscilaram na tendência de longo prazo (últimas seis semanas) e há indícios de aumento na de curto prazo (últimas três semanas).

As ocorrências de SRAG por vírus sincicial respiratório (VSR) e influenza A mantêm tendência de queda na maior parte do país. Nas quatro últimas semanas epidemiológicas, os casos positivos tiveram prevalência de 22,6% por VSR; 19,4% por Sars-CoV-2 (covid-19); 16,3% por influenza A; e 1,8% por influenza B.

Sobre o aumento dos casos de covid-19, a pesquisadora Tatiana Portela, do Programa de Processamento de Computação Científica da Fiocruz (Procc/Fiocruz) e do Boletim InfoGripe, reforça a importância da vacinação em dia para todas as pessoas dos grupos de risco.

“Apesar dos casos de influenza A estarem diminuindo em todo o país, geralmente agora é a época em que a influenza B começa a aumentar. Por isso, é importante também que todos estejam em dia com a vacinação contra a influenza”, recomenda a pesquisadora.

No ano epidemiológico 2024, foram notificados 115.152 casos de SRAG. Desse total, 55.912 (48,6%) tiveram resultado laboratorial positivo, 45.477 (39,5%) negativo, e ao menos 7.499 (6,5%) aguardam resultado. Dos casos positivos, 43,1% são VSR; 19,1% são influenza A; 7,7% são Sars-CoV-2 (covid-19); e 5% são influenza B.

Nas últimas oito semanas epidemiológicas, a incidência e mortalidade semanal média mantêm o cenário de maior impacto nos extremos das faixas etárias.Entre as crianças até 2 anos de idade, a incidência e mortalidade de SRAG são causadas em maior parte pelo VSR e do rinovírus. Entre os maiores de 65 anos de idade, a incidência e a mortalidade de SRAG por covid-19 já se aproxima da incidência e mortalidade por influenza A.

Agência Brasil

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