Prefeitura de Petrolina faz alerta para o risco dos furtos de cabos da iluminação pública e pede colaboração da população

A Prefeitura de Petrolina, por meio da Secretaria de Serviços Públicos e Defesa Civil, alerta a população sobre os prejuízos e os riscos provocados pelos constantes furtos de cabos da iluminação pública em importantes corredores viários da cidade. Além de causar danos ao patrimônio público, esse tipo de crime compromete a segurança de motoristas, motociclistas, ciclistas e pedestres que circulam diariamente por ruas e avenidas de grande fluxo.

Um dos casos mais preocupantes é o da Avenida Mário Rodrigues Coelho, importante via de acesso aos bairros Rio Corrente, Cohab Massangano, Jardim Guararapes, Rio Claro, São Gonçalo e comunidades da região. Somente neste trecho, a rede de iluminação foi alvo do quarto furto de cabos, deixando parte da avenida às escuras e aumentando o risco de acidentes e da criminalidade.

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Prefeitura de Juazeiro fortalece rede de atenção à população em situação de rua durante 1º Fórum sobre o tema

A Secretaria de Desenvolvimento Social, Diversidade, Igualdade Racial e Combate à Fome de Juazeiro (Sedes), Secretaria de Saúde (Sesau) e Secretaria de Mulher e Juventude (SMJ), integrou a realização do 1º Fórum de Atenção à População em Situação de Rua, na sexta-feira (29), no Teatro Samuel Leite, no CODEFAS.

Com o tema “Direito à cidade: até onde vai o acesso das pessoas em situação de rua?”, o encontro reuniu usuários do Centro POP, profissionais da saúde e da assistência social, estudantes, representantes de movimentos sociais e comunidade. O objetivo foi ampliar o diálogo sobre o acesso desse público aos serviços públicos e construir encaminhamentos práticos junto à rede integrada do município.

O evento foi realizado pelo GT Intersetorial de Atenção à Pop Rua de Juazeiro, composto pela Prefeitura de Juazeiro, através da Sedes, Sesau e SMJ; Instituto de Desenvolvimento Ambiental, Social e Educacional (IDASE-BA); Programa Corra pro Abraço; e contou com apoio do Conselho Municipal de Políticas Sobre Drogas (COMAD).

A programação contou com roda de conversa com Sueli Oliveira, representante do Movimento População de Rua, e Rosimere Correia, redutora de danos do Movimento Corra Pro Abraço em Salvador; apresentações culturais do Grupo Mandala e da poetisa Magali que Faz o Brasil Sorrir; além da entrega dos certificados da primeira turma de redutores de danos.

Para o secretário de Desenvolvimento Social, Diversidade, Igualdade Racial e Combate à Fome, Igor Luiz, o fórum representa um avanço na construção de uma política intersetorial voltada à população em situação de rua. “Esse é um espaço de debate e construção coletiva, para fortalecer o atendimento e garantir ações cada vez mais integradas, humanas e efetivas”, destacou.

O vice-prefeito Tiano Félix destacou o compromisso da gestão municipal de priorizar quem mais enfrenta barreiras no acesso aos direitos. “A prioridade do serviço público tem que ser para aquelas pessoas que estão mais distantes do acesso à dignidade, ao bem-estar social e à qualidade de vida. Esse é um compromisso meu e do prefeito Andrei Gonçalves”, afirmou.

Representante das pessoas em situação de rua de Juazeiro, Fernando Dantas reforçou a importância do fórum para ampliar o conhecimento sobre direitos, serviços e oportunidades. “Esse fórum ajuda a mostrar os lugares que a população em situação de rua pode acessar e quais oportunidades o serviço público pode oferecer. Estou muito feliz em participar e também em concluir o curso de redução de danos”, disse.

Também participaram do evento o secretário de Saúde, Hélder Coutinho; a secretária de Mulher e Juventude, Érica Daiane; a superintendente de Atenção Primária, Luana Albuquerque; além de equipes técnicas das secretarias municipais e dos serviços que compõem a rede de atendimento.

Ascom

Prefeitura orienta população sobre regras do benefício “Gás do Povo”

A Prefeitura de Petrolina, por meio da Secretaria de Assistência Social e Combate à Fome, reforça orientações à população sobre o benefício conhecido como “Gás do Povo”, vinculado ao programa federal Auxílio Gás dos Brasileiros. A iniciativa é destinada a famílias de baixa renda inscritas no Cadastro Único (CadÚnico), incluindo beneficiários do Benefício de Prestação Continuada (BPC), e tem como objetivo auxiliar na compra do botijão de gás. O repasse é feito diretamente ao beneficiário, a cada dois meses, não sendo realizado por meio de entrega direta do produto.

Uma das principais dúvidas diz respeito à cobrança de taxa de entrega. Nesses casos, é importante destacar que a cobrança pode ocorrer quando o consumidor opta por receber o botijão em casa, já que se trata de um serviço adicional oferecido pelas revendedoras. No entanto, essa taxa não deve ser confundida com o valor do benefício, nem pode ser aplicada de forma abusiva ou condicionando o acesso ao programa.

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Juazeiro ultrapassa 256 mil habitantes e cresce acima da média estadual e nacional

Juazeiro alcançou uma marca histórica em 2025. A nova estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), publicada no Diário Oficial da União na quarta-feira (27), aponta que o município tem agora 256.122 habitantes. No Censo de 2022, eram 237.821 moradores, o que representa um crescimento de 7,7% em apenas três anos, índice superior ao avanço da Bahia (5,1%) e muito acima da média de crescimento do Brasil (1,4%) no mesmo período.

Esse salto mostra a força regional de Juazeiro, que se consolida como um dos polos mais dinâmicos do Nordeste. A cidade tem atraído novos investimentos públicos e privados, enquanto a atual gestão municipal trabalha para preparar a infraestrutura urbana, fortalecer serviços essenciais e garantir qualidade de vida a todos que escolhem o município como lugar para viver, empreender e prosperar.

O aumento populacional também tem reflexos diretos nas finanças municipais. Entre eles está o incremento do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), recurso distribuído pela União com base no número de habitantes e que contribui para ampliar investimentos em áreas estratégicas como saúde, educação, assistência social e infraestrutura.

Com esses números, Juazeiro reafirma sua vocação de cidade que cresce e se transforma, celebrando um novo momento de expansão, desenvolvimento e oportunidades para toda a população.

Ascom

População de Petrolina cresce e chega a 418.444 pessoas, segundo IBGE

A população de Petrolina está estimada em 418.444 pessoas, segundo novos dados divulgados nesta quinta-feira (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O município sertanejo tem a terceira maior população do estado, perdendo apenas para a capital Recife (1.588.376) e Jaboatão dos Guararapes (684.293). Pernambuco tem 9.562.007 habitantes.

O número, que revela o total de habitantes em estados e municípios, considera a contagem de pessoas até o dia 1º de julho de 2025. As informações foram publicadas no Diário Oficial da União. Em comparação com os números do Censo 2022, que foram divulgados em junho de 2023, Petrolina ganhou mais 31.658 habitantes. Na época, a população petrolinense era de 386.786 pessoas.

G1 Petrolina

 

Norte-americanos vão às ruas nos EUA contra Donald Trump

Dezenas de milhares de manifestantes norte-americanos saíram sábado (05), às ruas das principais cidades dos Estados Unidos contra as políticas de Donald Trump, nos maiores protestos contra o presidente republicano desde seu retorno, no final de janeiro, ao poder.Os manifestantes se reuniram em Washington, Nova York, Houston, Los Angeles; e em estados como Flórida e Colorado. Eles rejeitaram os cortes de funcionários públicos, as novas tarifas comerciais e a erosão das liberdades civis.

Uma grande faixa que dizia “TIRE SUAS MÃOS!” se estendia a poucos quarteirões da Casa Branca e as pessoas carregavam cartazes com mensagens como: “Não é meu presidente!”, “O fascismo chegou”, “Parem o mal” e “Tirem suas mãos da nossa Segurança Social”.

Jane Ellen Saums, de 66 anos, disse que ficou aterrorizada com a campanha de redução da administração federal que Trump está conduzindo junto com o bilionário Elon Musk. “É extremamente preocupante ver o que está apostando com nosso governo, (…) tudo está sendo totalmente atropelado, desde o meio ambiente até os direitos pessoais”, queixou-se este trabalhadora imobiliária. Num momento de crescente ressentimento mundial contra o republicano, também foram realizados protestos em capitais como Paris, Roma e Londres.

Uma coalizão composta por ofertas de grupos de esquerda, como MoveOn e Women’s March, convocou manifestações sob o lema “Tire suas mãos” em mais de 1.000 cidades e municípios americanos. Os organizadores da última mobilização em Washington previram a presença de cerca de 20.000 pessoas, mas no sábado à tarde disseram que o número era muito maior. “Despertaram um gigante adornado, e ainda não viram nada”, declarou o ativista Graylan Hagler, de 71 anos, em meio à multidão reunida. “Não vamos sentar nos, não vamos nos calar e não vamos embora.”

Até tarde de sábado, as manifestações foram majoritariamente importadas. Enquanto Trump continua sua revolução em Washington, seu índice de aprovação caiu ao nível mais baixo desde que assumiu a carga, segundo pesquisas recentes.

A Tarde

Milhares de pessoas fogem do Norte do Japão, devastado por incêndios florestais

Milhares de pessoas abandonaram partes do Norte do Japão devido aos maiores incêndios florestais em três décadas, que continuavam neste domingo após deixarem pelo menos um morto, informaram as autoridades. Cerca de dois mil moradores fugiram das áreas próximas à cidade japonesa de Ofunato, no Norte do país, e mais de 1.200 foram evacuados para abrigos, segundo as autoridades.

“Ainda estamos avaliando a extensão da área afetada, mas é o maior incêndio desde o de 1992, em Kushiro, Hokkaido”, afirmou no sábado um porta-voz da agência governamental de gerenciamento de desastres. Alguns relatos indicam que o incêndio se espalhou por 1.800 hectares.

Imagens aéreas da emissora NHK mostraram colunas de fumaça branca, enquanto helicópteros militares lançavam água para conter o fogo.Até o momento, um corpo carbonizado foi encontrado, mais de 80 edificações foram danificadas e cerca de 1.700 bombeiros foram mobilizados em todo o país.

Agência O Globo

Pernambuco tem aumento na população e IBGE contabiliza 9,5 milhões de habitantes

Dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta quinta-feira (29) mostram que a população estimada de Pernambuco é de 9.539.029 habitantes. A contabilidade foi feita até o dia 1º de julho deste ano e mostra um aumento 5,3% em relação aos dados ajustados do Censo 2022, que informou que o estado tinha 9.058.931 pessoas.

Pernambuco é o sétimo estado brasileiro mais populoso, atrás apenas de São Paulo (45.973.194), Minas Gerais (21.322.691), Rio de Janeiro (17.219.679), Bahia (14.850.513), Paraná (11.824.665) e Rio Grande do Sul (11.229.915).  Além disso, Pernambuco é o segundo mais populoso do Nordeste, atrás somente da Bahia. Pernambuco está à frente do Ceará (9.233.656), Maranhão (7.010.930), Paraíba (4.145.040), Rio Grande do Norte (3.446.071), Piauí (3.375.646), Alagoas (3.220.104) e Sergipe (2.291.077).

Os números do IBGE ainda mostram que o Recife possui 1.587.707 habitantes,1.587.707 habitantes, 6,6% a mais do que os números divulgados no Censo de 2022, quando foram contabilizadas 1.488.920 pessoas. Jaboatão dos Guararapes é a segunda cidade mais populosa do estado, com (683.285 habitantes, seguida de Petrolina (414.083), Caruaru (402.290), Olinda (365.402) e Paulista (362.960).

Por outro lado, o município com a menor população em Pernambuco é Itacuruba, no Sertão, com 4.490 habitantes. Pelo fato de Fernando de Noronha ser considerado um distrito, não entra nesta contagem. O arquipélago tem 3.316 habitantes.

Confira as 10 cidades mais populosas de Pernambuco:

  • Recife – 1.587.707
  • Jaboatão dos Guararapes – 683.285
  • Petrolina – 414.083
  • Caruaru – 402.290
  • Olinda – 365.402
  • Paulista 362.960
  • Cabo de Santo Agostinho – 216.969
  • Camaragibe – 155.771
  • Garanhuns – 151.064
  • Vitória de Santo Antão – 143.799

Brasil

A população brasileira é estimada em 212.583.750 habitantes, segundo novos dados do IBGE. A  projeção, divulgada no  Diário Oficial da União, representa um número 4,68% maior do que mostrou a última atualização do Censo de 2022. Em outubro de 2023, o IBGE informou que a população brasileira era de 203.080.756 milhões de pessoas. Antes, o Censo tinha reportado 203.062.512 brasileiros e precisou fazer um ajuste na informação.

Mesmo com o registro de crescimento da população, o IBGE divulgou recentemente que a população brasileira deve começar a reduzir em 2042, seis anos antes do que era previsto até 2018.Na semana passada, o Instituto divulgou novas projeções que mostram que, até 2041, o número de habitantes deve continuar aumentando e atingir a marca de 220 milhões de pessoas. No entanto, a partir do ano seguinte, a população passará a encolher, devendo chegar a 199,2 milhões de pessoas em 2070.

Diário de Pernambuco

Envelhecimento mais rápido da população aumenta preocupação com Previdência, dizem analistas

As novas projeções populacionais divulgadas ontem pelo IBGE com base no Censo 2022 mostram que a população brasileira está envelhecendo mais rapidamente do que se esperava e vai começar a diminuir em 2042, daqui a 18 anos, e chegará a 2070, último ano da projeção, com menos habitantes do que temos hoje: 199,2 milhões, contra os 203 milhões atuais.

A faixa etária de 60 anos para cima será a maior a partir de 2042, chegando a 2070 representando quase 40% da população. Essa nova composição populacional terá implicações econômicas e nas políticas públicas de Previdência Social, saúde e educação, dizem especialistas. Ana Amélia Camarano, economista especializada em demografia, diz que a preocupação maior é como será a autonomia financeira e da vida diária dessa população mais velha.

Uma das medidas a serem adotadas, na opinião da economista, é a requalificação, que pode ajudar a manter essa faixa etária mais tempo no mercado de trabalho: ” Tem que investir na requalificação, principalmente em inclusão digital, retreinar esse pessoal para o mercado de trabalho. Precisa haver uma mudança no contrato social, que é baseado nas transferências geracionais. Os jovens custeiam a Previdência dos mais velhos, e os filhos cuidam dos pais. Esse mecanismo está abalado com uma geração mais nova cada vez menor”.

A manutenção dessas pessoas no mercado pode ajudar a elevar a arrecadação da Previdência, diz ela. O economista Samuel Pessôa, da Fundação Getulio Vargas (FGV), vê necessidade de uma reforma por década para equacionar: “Já gastamos 14% do PIB (Produto Interno Bruto) com a Previdência, não é possível aumentar mais esse gasto”.

Fim do bônus demográfico
Ana Amélia diz que um caminho seria mudar o sistema, como fez o Reino Unido, que estabeleceu um pilar solidário, com uma renda mínima para todos, um pilar contributivo e outro de previdência privada. Christine Graser Pimentel, de 73 anos, mora em Copacabana, na Zona Sul do Rio, e continua no mercado de trabalho. Professora aposentada, há oito anos atua como síndica de seu prédio: “Ainda trabalho bastante. A aposentadoria não é uma opção para mim no momento. Não posso me dar ao luxo de ficar parada. Eu só recebo uma pequena aposentadoria da Alemanha, onde trabalhei por dez anos. Aqui, como autônoma, não pagava a Previdência, então a situação é difícil. Às vezes, as coisas ficam apertadas”.

Além da Previdência, os gastos com saúde vão subir, alerta a médica sanitarista da UFRJ Ligia Bahia. O envelhecimento vem acompanhado de doenças crônico-degenerativas e cânceres, que exigem tratamento e medicamentos caros: “O mundo inteiro já está se preparando para isso, e o Brasil precisa se preparar também”.

Aos 85 anos, Edson Nascimento dos Santos vive em Madureira, Zona Norte do Rio. Aposentado da Comlurb, vive com um salário mínimo, e a renda mal dá para cobrir despesas básicas: “O dinheiro é tão pouco que, mesmo que quisesse, não conseguiria comer algo diferente ou mais gostoso com frequência”diz.

E há menos jovens para financiar essa aposentadoria. A transição demográfica praticamente pôs fim ao bônus demográfico, quando há mais pessoas em idade de trabalhar do que crianças e idosos. Essa faixa em idade ativa vem crescendo menos que a população total desde 2020 e deve começar a diminuir no máximo em 2035, estima o demógrafo José Eustáquio Diniz, professor aposentado da Escola Nacional de Ciências Econômicas (Ence):”O que manteve o crescimento do Brasil nos últimos 40 anos foi o bônus demográfico. A produtividade está estagnada. Com o fim do bônus, precisamos de sistemas educacional e de saúde muito bons e investimento em ciência e tecnologia”.

Agência O Globo

População do Brasil vai diminuir a partir de 2042, segundo o IBGE

A população brasileira começará a diminuir a partir de 2042, segundo projeções divulgadas nesta quinta-feira (22), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Portanto, em 2041, o Brasil deverá atingir seu número máximo de habitantes, estimado em 220,43 milhões de pessoas.

De acordo com o IBGE, a previsão é de que a taxa de aumento populacional, que em 2024 deverá ser de cerca de 0,4%, diminua gradativamente até 2041. A partir de 2042, o índice de queda da população também deve cair de forma gradual e se aproximar de 0,7% ao ano em 2070, quando o total de habitantes do país deverá alcançar 199,23 milhões.

“No início dos anos 2000, a gente tinha uma taxa de crescimento acima de 1%. Estamos nos aproximando de zero. Em se tratando de Brasil, isso se dá principalmente pelo saldo de nascimentos e mortes. Nesse ponto [em 2042], o número de óbitos superaria os nascimentos”, afirma o pesquisador do IBGE Marcio Minamiguchi.

Três estados já devem começar a perder população ainda nesta década: Alagoas e Rio Grande do Sul (em 2027) e Rio de Janeiro (em 2028). Dois estados ainda devem manter crescimento populacional até a década de 2060: Roraima e Santa Catarina (até 2063). A população de Mato Grosso deverá continuar crescendo pelo menos até 2070 (o IBGE não projeta além desta data).

A previsão anterior, de 2020, era de que a população brasileira só começasse a cair em 2048, depois de atingir o pico de 233,23 milhões de pessoas em 2047 – ou seja, quase 13 milhões a mais e seis anos mais tarde do que a nova projeção).

As projeções divulgadas nesta quinta-feira se baseiam nas novas estimativas populacionais feitas pelo IBGE, com base nos dados do Censo 2000, 2010 e 2022, na Pesquisa de Pós-Enumeração do Censo (PPE, que corrigiu inconsistências do levantamento demográfico de 2022) e nos registros de nascimento, mortes e migração no pós-pandemia. Estima-se, por exemplo, que a população do Brasil era de 210.862.983, em 1º de julho de 2022, acima dos 203 milhões calculados inicialmente pelo Censo 2022, um ajuste de 3,9%.

Reposição

De acordo com Minamiguchi, a queda de população tem relação com a redução da taxa de fecundidade da mulher brasileira. Em 2023, a taxa chegou a 1,57 filho por mulher, bem abaixo da taxa considerada adequada para a reposição populacional (2,1 filhos por mulher).

Em 2000, o Brasil superava essa taxa, com 2,32 filhos por mulher, o que indicava a perspectiva de crescimento populacional para as décadas seguintes. Cinco anos depois, a taxa já havia caído para 1,95 filho, passando para 1,75 em 2010, 1,82 em 2015 e 1,66 em 2020.

Em 2000, apenas a região Sudeste estava ligeiramente abaixo da taxa de reposição, com 2,06 filhos por mulher. Em 2015, apenas a região Norte mantinha-se acima dessa taxa, com 2,16 filhos por mulher. Em 2020, já não havia nenhuma região com taxa acima de 2,1. “Essa queda da fecundidade tem um histórico mais longo. Ela ganhou força na metade da década de 1960. Para a gente ter uma ideia, essa taxa, em 1960, era de 6,28 filhos por mulher”, disse a pesquisadora do IBGE Marla França.

Entre as unidades da federação, apenas Roraima ainda mantém taxa de fecundidade acima do nível de reposição em 2023, com 2,26 filhos por mulher. A menor taxa estava no Rio de Janeiro (1,39). A projeção é de que a taxa de fecundidade no país continue a cair até 2041, quando deverá atingir a 1,44 filho por mulher, apresentando, depois disso, ligeiro aumento até 2070, quando chegará a 1,5. O número de nascimentos, por ano, que era de 3,6 milhões em 2000, passou para 2,6 milhões em 2022 e deve chegar a 1,5 milhão em 2070.

Maternidade

As novas projeções do IBGE também indicam aumento da idade média da maternidade. Em 2000, as mulheres tinham filhos com 25,3 anos, em média. Vinte anos depois, essa idade média passou para 27,7 anos. A previsão é de que, em 2070, chegue a 31,3 anos.

“Ao longo do tempo, a gente percebe que a fecundidade está envelhecendo. Hoje a gente tem a maior parte das mulheres tendo filhos de 25 a 29 anos. Isso se deve ao adiamento da maternidade que essas mulheres têm feito”, ressalta a pesquisadora do IBGE Luciene Longo.

Agência Brasil

Pernambuco registra aumento de 1,88% no rendimento médio mensal da população

De acordo com levantamento divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (19), o Estado registrou aumento do rendimento médio mensal da população. Em 2023, esse valor era de R$ 1.952 reais, superior ao obtido em 2022 que foi R$ 1.916 reais. O levantamento foi realizado considerando a total de 9.721 milhões de pessoas residentes em Pernambuco no ano passado.

Diante desse cenário, houve o aumento da massa de rendimento médio mensal per capita em Pernambuco, que totalizou R$ 10.692 milhôes em 2023, superando os R$ 9.983 milhões de 2022. Na série histórica, o maior valor foi alcançado em 2014 com R$ 12.086 milhôes. De acordo com o IBGE, esse aumento foi reflexo tanto do crescimento da população ocupada quanto do rendimento médio do trabalho.

Em contrapartida, foi registrada a redução da porcentagem em relação as pessoas com rendimentos obtidos por meio do trabalho em comparação ao ano anterior. Do total de pessoas residentes em Pernambuco em 2023, 66,1% possuíam algum tipo de rendimento, em 2022, essa parcela era de 66,7%.

Concentração de renda

Em relação ao índice de Gini, que aponta a diferença entre os rendimentos dos mais pobres e dos mais ricos, houve a redução desse indicador, que passou de 0,482 em 2022 para 0,477 em 2023. Numericamente, esse índice varia de zero a um e quanto mais próximo de zero, melhor a distribuição dos rendimentos e quanto mais próximo de 1, maior a desigualdade.

Cenário nacional

No país em 2023, os 10% da população brasileira com maiores rendimentos domiciliares per capita tiveram renda 14,4 vezes superior à dos 40% da população com menores rendimentos. Essa diferença é a menor já registrada no Brasil.

O levantamento do IBGE também mostra que os 10% da população com maior rendimento domiciliar por pessoa tiveram, em 2023, renda mensal média de R$ 7.580. Já os 40% dos brasileiros com menor rendimento obtiveram R$ 527. Os valores são os maiores registrados para cada faixa de renda. Em 2023, o país alcançou a maior massa de rendimentos a cada segmento da população com R$ 398,3 bilhões, registrando um crescimento de 12,2% a mais que o de 2022, quando esse valor foi de R$ 355 bilhões.

No índice Gini, no ano passado, o Brasil ficou em 0,518, o mesmo levantado em 2022 e o menor já registrado pela série histórica iniciada em 2012. Isso representa que o Brasil se manteve estável em relação à desigualdade social.

Diário de Pernambuco

Mais de 52 mil moradores de Petrolina podem ganhar até 65% de desconto na conta de energia

Mais de 52 mil moradores da cidade de Petrolina estão perdendo a chance de receber o benefício de até 65% de desconto na conta de energia elétrica. A Neoenergia Pernambuco está em busca dessas pessoas que possuem o Número de Identificação Social (NIS) ou o Número do Benefício (NB), quando do recebimento do Benefício de Prestação Continuada – BPC, para realizar a inscrição na Tarifa Social de Energia Elétrica (TSEE).

Quem possuir um desses dois documentos e ainda não está com o desconto na fatura, basta se dirigir até uma das lojas de atendimento da distribuidora com um documento com foto, CPF, a conta de energia e o número do NIS ou NB para garantir o benefício. Não existe prazo para a inscrição, mas quanto antes o cliente procurar a empresa, mais rápido ele será inserido no programa.

A Tarifa Social é um benefício do Governo Federal e tem como finalidade contribuir com o orçamento doméstico das pessoas de baixa renda. Apenas em Petrolina, já existem aproximadamente 52 mil clientes inscritos. Metade do número de pessoas que poderiam estar recebendo o desconto. Em Pernambuco, são 1,1 milhão de inscritos e 1,4 milhão que ainda podem se inscrever.

“Nosso trabalho é encontrar essas pessoas e promover o cadastramento. Quando o CPF do beneficiário do NIS ou do BPC é o mesmo do titular da fatura de energia, nós fazemos esse processo automaticamente, sem a necessidade de o cliente nos procurar. Quando as titularidades são diferentes, é preciso que o consumidor nos procure e faça a indicação do imóvel onde reside”, afirmou o superintendente comercial da Neoenergia, Leonardo Moura.

Caso o cliente não possua o NIS ou NB, ele deve, antes de procurar a Neoenergia, buscar atendimento junto ao Centro de Referência em Assistência Social (CRAs) com a finalidade de realizar o cadastramento no CADÚnico ou procurar uma agência da Previdência Social para requerer o BPC.

É importante lembrar que o cadastro precisa ser atualizado a cada dois anos para evitar a suspensão do benefício concedido pelo Governo e pela distribuidora de energia e sempre que ocorrer mudança de endereço a distribuidora precisa ser comunicada para realizar as devidas alterações. Além disso, cada família tem direito ao benefício da Tarifa Social de Energia Elétrica em apenas uma unidade consumidora.

Em Petrolina, as inscrições podem ser feitas pessoalmente, na loja de atendimento localizada na Rua Engenheiro Walmir Bezerra, número 742, no Centro. Outra possibilidade é a inscrição na Tarifa Social por meio do WhatsApp 81.3217.6990 ou pelo teleatendimento 116.

Ascom

Unidades Básicas de Saúde de Petrolina disponibilizam serviços para a população neste domingo

Com o objetivo de ampliar e melhorar o acesso dos grupos prioritários, como gestantes, hipertensos, diabéticos e crianças aos serviços oferecidos pelo SUS, neste domingo (27), a Secretaria de Saúde de Petrolina, Sertão de Pernambuco realiza 3ª edição do ‘Previne Petrolina’. A ação disponibilizará serviços em 20 Unidades Básicas de Saúde.

Entre os serviços oferecidos estão: mutirão de atendimentos, das 8h às 12h; vacinação para todas as idades; pré-natal para gestantes com consultas em atraso e pré-natal odontológico; realização de testagem rápida contra as Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST’s); atendimento de ‘Hiperdia’ para pacientes hipertensos e diabéticos; solicitação de exames; avaliação de resultados de exames e renovação de receitas e exames preventivos para câncer de colo de útero em mulheres de 25 a 64 anos.

Confira as Unidades Básicas de Saúde que fazem parte da ação:
UBS Dr. Sinhá, no Alto da Boa Vista;
UBS Parteira Idalina, no São Gonçalo;
UBS Maria do Socorro Gil, no Ouro Preto;
UBS Julio Andrade, no Cacheado;
UBS Juvêncio Gama, na Vila Marcela;
UBS Leonor Elisa, no Dom Avelar;
UBS Josefa Coelho, na Ponta da Serra;
UBS São Joaquim
UBS Maria de Lourdes, no Ouro Preto;
UBS Mandacaru, no Terra do Sul;
UBS Bebedouro
UBS São José, no N10;
UBS Issac Cordeiro, em Izacolândia;
UBS Roza Maria, no Gercino Coelho;
UBS N4 -2
UBS Josefa de Bispo, no João de Deus;
UBS Josefa de Souza, no Pedra Linda;
UBS KM 25
UBS Tapera
UBS João Augusto, na Agrovila Massangano.

G1 Petrolina

Envelhecimento da população muda cenário para o futuro

A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) do IBGE trouxe novos números sobre a população brasileira, divulgados nesta sexta-feira (16). Um dos destaques do levantamento é a consolidação da tendência do envelhecimento demográfico: em uma década, o percentual de indivíduos acima de 60 anos no país saltou de pouco mais de 11% para 15%. E além disso, o percentual dos que têm abaixo de 30 anos de idade caiu de cerca de 50%, em 2012, para pouco mais de 43% em 2022. Os dados refletem duas faces de um mesmo fenômeno, posicionando o Brasil em uma transição de nação de jovens para nação de idosos.

Confirmando outra tendência já observada, as mulheres vivem mais do que os homens. No ano passado, para cada 78 homens acima de 60 anos, existiam 100 mulheres. Esse recorte indica a demanda, que deve crescer junto com a curva do envelhecimento populacional nos próximos anos, de direcionamento de uma parcela das políticas públicas para os mais velhos, especificamente, para as idosas, que representam a maioria dessa população. Sobretudo para as mulheres acima de 60 anos em situação de vulnerabilidade, a rede de proteção social precisa se robustecer, alcançando a todas, na oferta de serviços de saúde dignos, por exemplo.

Independentemente do gênero, os brasileiros estão estendendo suas vidas até idade avançada, e não são poucas as pessoas centenárias, elevando-se também aquelas acima de 80 e de 90 anos. Hábitos saudáveis, alimentação adequada, exercícios e os avanços da medicina explicam a longevidade que se verifica em todo o planeta, não apenas aqui. Os desafios que se põem aos governos e à sociedade em geral se relacionam à preparação de todos para a velhice prolongada, uma vez que fazer 70 anos pode indicar um horizonte de algumas décadas ainda pela frente.

Outra informação relevante extraída da Pnad se refere à quantidade de brasileiros morando sozinhos. Quase 16% do total de domicílios pesquisados pelo IBGE em 2022 tinham apenas um morador. O volume de gente que se enquadra nessa moradia aumentou, e isso também afeta os idosos: mais de 40% do total de pessoas morando sós, no país, são de indivíduos acima de 60 anos. O que também implica em atenção maior para a situação psicológica, econômica e de saúde dos idosos sem companhia em casa. Tanto por parte das famílias, quanto do poder público, responsável pelo bem-estar da população, em qualquer idade.

O envelhecimento populacional significa uma mudança no padrão demográfico, que traz preocupações e oportunidades para um novo cenário. Sem ter chegado a um nível de desenvolvimento ideal para bancar a menor base de trabalho, o Brasil deve enfrentar, nos próximos anos, o desafio de agregar conhecimento e tecnologia, em diversas áreas, para ganhar mais produtividade. A experiência dos mais velhos precisa ser melhor aproveitada, nesse contexto, com a valorização da experiência para guiar as novas gerações. Afinal, um futuro de maturidade aguarda o país do futuro.

JC Online

Mundo chega a 8 bilhões de habitantes, segundo a ONU

A Organização das Nações Unidas (ONU) afirma que a população mundial atingiu oito bilhões de habitantes. A marca foi atingida apenas 11 anos depois de ultrapassar a marca de sete bilhões.

Houve um grande aumento em meados do século 20, mas o crescimento populacional já está desacelerando. A estimativa, da ONU, é de que possa levar 15 anos para chegarmos a nove bilhões de habitantes.

Além disso, a ONU não tem expectativa de alcançar 10 bilhões até 2080. A organização admitiu ser difícil calcular o número de pessoas no mundo com precisão. Assim, as contas podem ter uma margem de erro de um ou dois anos.

Reportagem da BBC sobre o tema aponta como exemplo Bangladesh, onde, em 1980, uma mulher tinha, em média, mais de seis filhos, agora tem menos de dois. E isso graças ao foco que o país colocou na educação. À medida que as mulheres se tornam mais instruídas, elas optam por ter famílias menores. Assim, é possível ter uma ideia sobre qual caminho a população mundial provavelmente deve seguir.

Idosos

O mundo chega ao patamar com tendência de diminuição no ritmo de crescimento e expansão das populações idosas de diferentes nações. De acordo com o relatório da ONU, a expectativa de vida no mundo atingiu 72,8 anos em 2019, o que representa um aumento de quase nove anos desde 1990. Ainda que tenha caído para 71,0 anos em 2021, como reflexo da pandemia, a projeção é de que a longevidade média global chegue a 77,2 anos em 2050.

Fonte. JC Online

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