SENAI Petrolina forma 270 novos técnicos para o mercado de trabalho do Vale do São Francisco

Novos profissionais foram preparados para atuar no mercado de trabalho do Vale do São Francisco.

A Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial realizou, na noite desta terça-feira (26), a solenidade de formatura de 270 novos técnicos formados em diversas áreas profissionais voltadas ao mercado de trabalho do Vale do São Francisco.

Os concluintes receberam certificação nos cursos técnicos de Alimentos, Logística, Eletromecânica, Eletrotécnica, Manutenção Automotiva, Segurança do Trabalho e Refrigeração.

A cerimônia foi marcada por momentos de emoção, homenagens e celebração pela conclusão de mais uma etapa profissional dos estudantes.

Durante o evento, os formandos assistiram a uma mensagem em vídeo da diretora regional do SENAI Pernambuco, Camila Barreto, que destacou a importância da qualificação técnica para o fortalecimento da indústria e da economia regional.

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IBGE diz que Pernambuco registra o maior crescimento do país na indústria e no comércio no primeiro bimestre de 2026

Mantendo o ritmo de aquecimento da economia, Pernambuco começou o ano de 2026 como o estado com o maior crescimento do Brasil na indústria de transformação e no comércio varejista. Segundo dados da Pesquisa Industrial Mensal (PIM), publicada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a indústria de transformação pernambucana cresceu 26,4% no acumulado do ano até fevereiro, na comparação com o mesmo período de 2025. Este percentual está muito acima do segundo estado, o Mato Grosso do Sul, que registrou alta de 10,3%.

“Pernambuco começa 2026 mostrando a força da sua economia, com resultados que colocam o nosso Estado na liderança nacional. Isso é fruto de um trabalho sério, com investimentos, melhoria do ambiente de negócios e compromisso com a geração de empregos e oportunidades para o nosso povo. Seguimos avançando com ações que estimulam o crescimento, atraem novos investimentos e fortalecem os setores produtivos, garantindo mais desenvolvimento e qualidade de vida para a população”, afirmou a governadora Raquel Lyra.

Já o comércio varejista do Estado registrou crescimento de 12,2% no acumulado de 2026 até fevereiro, em relação aos mesmos meses do ano passado, de acordo com a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), também publicada pelo IBGE. O aumento fez Pernambuco também liderar com folga no desempenho dessa atividade no país, seguido pelo Acre, com alta de 6,7%.

“Os números mostram que Pernambuco colhe os resultados de uma política econômica orientada por produtividade e inovação. Estamos fortalecendo cadeias estratégicas, ampliando a competitividade das empresas e garantindo previsibilidade para novos investimentos. Esse crescimento é fruto de uma agenda estruturante que prepara o Estado para um ciclo contínuo de desenvolvimento e geração de empregos qualificados”, destacou a secretária estadual de Desenvolvimento Econômico, Danielle Jar Souto.

O crescimento da indústria de transformação foi impulsionado pela Refinaria Abreu e Lima (Rnest), com destaque para as atividades de coque, derivados de petróleo e biocombustíveis, além da metalurgia. Também contribuíram para esse avanço a produção de máquinas, aparelhos e materiais elétricos, a fabricação de borracha e materiais plásticos, a indústria de produtos químicos e a produção de bebidas.

No comércio varejista, tiveram destaque os hipermercados e supermercados, com crescimento de 28,6%, a venda de equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação, com alta de 13,7%, e de eletrodomésticos, com alta de 12,4%. Para o secretário de Planejamento, Gestão e Desenvolvimento Regional de Pernambuco, Fabrício Marques, o resultado do primeiro bimestre confirma a consolidação do ciclo de crescimento iniciado em 2024, quando o Estado registrou a maior expansão dos últimos 15 anos, manteve destaque na geração de empregos em 2025 e inicia 2026 com o maior crescimento econômico entre as unidades da federação.

“A gente tem a indústria de transformação e o comércio que mais cresce no Brasil. Então, tudo isso demonstra o crescimento sustentado que vem ocorrendo no Estado, devido a uma mudança de estratégia com a gestão da governadora Raquel Lyra, que trabalhou para melhorar o ambiente de negócios, realizou simplificações na área tributária, reformas microeconômicas importantes e que tem imprimido um volume de investimento recorde na história recente de Pernambuco, gerando todo esse ciclo virtuoso de desenvolvimento, crescimento econômico e geração de empregos”, ressaltou o titular da pasta.

Ascom

Indústria regional em foco: Petrolina sediará 2° Encontro das Indústrias do Sertão do São Francisco

O 2° Encontro das Indústrias do Sertão do São Francisco já tem data marcada: será realizado no dia 13 de novembro de 2025, a partir das 18h, no auditório da Fiepe (Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco), em Petrolina.

Com inscrições gratuitas, o evento tem como propósito estimular o fortalecimento do setor industrial regional, promovendo o intercâmbio de informações sobre tecnologias limpas, processamento de alimentos e frutas, além de debater os incentivos voltados às empresas do Sertão.

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Indústria de alimentos de Pernambuco representa 10,7% do PIB do estado sendo o maior índice do Nordeste em 2024

Dados da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (Abia) indicam que a indústria pernambucana de alimentos representou, em 2024, o equivalente a 10,7% do Produto Interno Bruto (PIB) de Pernambuco. Esse índice, representa no ano, o maior do Nordeste em relação ao setor e o estado também foi o que mais gerou empregos no ramo alimentício.

Pernambuco alcançou R$ 30 bilhões de faturamento na indústria de alimentos, atrás apenas da Bahia, que faturou R$ 41 bilhões. Já em relação às exportações, o estado exportou R$ 481 milhões em produtos alimentícios, o terceiro maior volume do Nordeste, atrás de Alagoas (R$ 696 milhões) e da Bahia (R$ 1,07 bilhões).

Os dados da Abia também mostram que as 1,2 mil empresas do setor que atuam no estado são responsáveis pela geração de 38,2% dos empregos da indústria de transformação, sendo 86,9 mil diretos e 347 mil indiretos. O recorte só fica abaixo do estado de Alagoas, que tem participação de 74,3%

A maior parte do faturamento nacional no setor, 72%, ou R$ 918 bilhões, foi reflexo do mercado interno; 28% do comércio exterior (US$ 66,3 bilhões). As vendas em 2024 apresentaram expansão de 6,1% e a produção, 3,2%, alcançando 283 milhões de toneladas de alimentos.  Segundo a Abia, no ano passado, a indústria de alimentos investiu em 2024 aproximadamente R$ 40 bilhões. Do total, R$ 24,9 bilhões foram encaminhados para inovações e R$ 13,80 bilhões, para fusões e aquisições.

Exportações

Desde 2022, o país é líder na exportação de alimentos industrializados. No ano passado, foram 80,3 milhões de toneladas, 10,4% acima do registrado em 2023. Em 2024, Brasil teve como principais mercados para exportação a Ásia (38,7%), com destaque para a China (14,9%), Liga Árabe (18,9%) e da União Europeia (12,6%). Os produtos que lideram a lista são carnes (US$ 26,2 bilhões); produtos do açúcar (US$ 18,9 bilhões); produtos de soja (US$ 10,7 bilhões); óleos e gorduras (US$ 2,3 bilhões); e sucos e preparações vegetais, (US$ 3,7 bilhões).

Diario de Pernambuco

Indústria deve gerar mais de 2 mil empregos em Pernambuco

A indústria nacional vai crescer 3,1%, comparado a 2022. O balanço é Confederação Nacional da Indústria (CNI). Em Pernambuco, cerca de 2.100 pessoas deverão ser capacitadas e empregadas, segundo dados do Mapa do Trabalho, elaborado pelo Observatório da Indústria.

As áreas com maior demanda são Logística e Transporte. Para novas oportunidades, a área busca cerca de 406 trabalhadores. Construção vem logo em seguida, com 291 novas oportunidades, seguida de Metalmecânica (219), Tecnologia de Informação (198), Eletroeletrônica (177) e Têxtil e Vestuário (130).

Para além da geração de emprego neste ano, o levantamento aponta que até 2025, o estado precisará qualificar 250 mil pessoas, sendo 45 mil de nível técnico.

Confiança da indústria brasileira cai a nível mais fraco desde julho de 2020, diz FGV

O Índice de Confiança da Indústria (ICI), medido pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV), registrou queda de 3,6 pontos em novembro, chegando a 92,1 pontos. De acordo com os dados, divulgados nesta segunda-feira (28/11), este é o nível mais fraco desde julho de 2020, período crítico de lockdown da pandemia. Em médias móveis trimestrais, o índice caiu 2,7 pontos.

O indicador apresentou queda da confiança em 14 dos 19 segmentos industriais monitorados pela sondagem. Segundo Stéfano Pacini, economista do Ibre/FGV, este é o terceiro mês consecutivo de queda no índice, sendo o segundo de forma disseminada. “Há deterioração das percepções sobre a situação atual decorrente de uma piora da demanda e consequente aumento do nível de estoques, o maior desde o período de lockdown”, afirmou.

O Índice Situação Atual (ISA) recuou 4,6 pontos, para 91,8 pontos, enquanto o Índice de Expectativas (IE) caiu 2,4 pontos para 92,6 pontos, indicando que a perspectiva futura também está em baixa. “Além disso, observa-se uma piora das expectativas para os próximos meses, possivelmente relacionada a uma desaceleração global prevista e um cenário econômico brasileiro de incertezas para o início do próximo ano”, acrescentou Pacini.

Entre os quesitos que medem as expectativas, o que mais influenciou o resultado no mês é o indicador sobre a tendência dos negócios para os próximos seis meses. Esse índice recuou 4,5 pontos, para 87,8 pontos, mantendo-se abaixo dos 100 pontos desde setembro de 2021 (102,7 pontos).

No horizonte mais curto de três meses, as perspectivas sobre emprego cederam pelo segundo mês consecutivo ao cair 2,5 pontos para 99,3 pontos, ficando abaixo dos 100 pontos pela primeira vez após sete meses consecutivos acima do nível neutro, o que sinaliza uma desaceleração das contratações nos próximos meses. Já o indicador que mede as perspectivas sobre a produção para os próximos três meses se manteve estável em 91,1 pontos pelo terceiro mês consecutivo.

Fonte: Correio Brasiliense

Produção industrial cresce 0,3% de abril para maio

(Foto: Agência Brasil)

A produção da indústria brasileira cresceu 0,3% na passagem de abril para maio deste ano. É a quarta alta consecutiva. Apesar dos quatro meses de crescimento, a indústria ainda não conseguiu repor a perda de 1,9% de janeiro.

O setor também ainda está 1,1% abaixo do patamar pré-pandemia (fevereiro de 2020) e 17,6% abaixo do nível recorde alcançado em maio de 2011.

Os dados são da Pesquisa Industrial Mensal (PIM), divulgada hoje (5), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na comparação com maio de 2021, a indústria cresceu 0,5%. Já na média móvel trimestral, a alta é de 0,4%.

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Produção industrial de PE apresentou recuou em janeiro e ficou entre os piores resultados do País

A indústria pernambucana registrou um dos piores desempenhos entre os estados do País no mês de janeiro deste ano, ficando na 10ª posição entre as 14 federações pesquisadas. De acordo com dados do IBGE compilados pela FIEPE, o setor recuou 5% na passagem de dezembro para janeiro, abaixo dos resultados nacional e da Região Nordeste, que decresceram, respectivamente, 2,4% e 1,6%.

Na análise do economista da Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (FIEPE), Cézar Andrade, esse comportamento se deve a alguns fatores. “O primeiro deles ainda está relacionado à pandemia da Covid-19, que, no início do ano, nos surpreendeu com o avanço da nova variante ômicron, que, mesmo com o avanço da vacinação, acabou afetando a dinâmica da economia, com o afastamento de colaboradores das suas atividades laborais e redução da capacidade produtiva das empresas”, disse.

Aliado a isso, relembra Andrade, houve um segundo impacto que foi a chegada da influenza H3N2, que acabou gerando uma atenção extra ao segmento pelos efeitos já sentidos com a Covid. A gripe também acabou afastando os colaboradores para evitar uma contaminação em massa.

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Covid-19: Prefeitura de Juazeiro abre cadastramento para vacinar trabalhadores da indústria

A Prefeitura de Juazeiro vai vacinar trabalhadores da indústria na próxima terça (10) e quarta-feira (11). Dentro dos grupos prioritários, essa categoria precisa fazer um cadastramento na plataforma virtual disponibilizado pela prefeitura clicando aqui.

Para essa primeira etapa de trabalhadores da indústria,  foram disponibilizadas 300 doses de vacina.  A plataforma estará disponível para agendamento a partir deste domingo (8) e o agendamento para vacinação até segunda-feira (9). Depois das 300 pessoas agendadas, a plataforma será fechada até chegar uma nova remessa de vacinas.

Ponto de vacinação

Os trabalhadores da indústria serão vacinados, exclusivamente, no posto fixo de vacinação que fica no Juá Garden Shopping, no horário das 16h às 20h, na terça e quarta-feira.

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Oportunidade de emprego: empresa do ramo de confecções, em Petrolina, contrata costureiras

Uma fábrica do ramo de confecções está contratando costureiras para ampliar seu quadro funcional. As pessoas interessadas devem enviar currículo para o e-mail: [email protected]

Se preferir pode deixar pessoalmente na Rua Inglaterra, número 22, bairro Areia Branca, em Petrolina.

É preciso ter experiência com máquina de costura industrial. Outras informações pelo telefone (87)9 8828-6896.

Indústria de envase de bebidas saudáveis vai se instalar em Lagoa Grande no segundo semestre

(Foto: Sávio Oliveira)

A partir de Julho o município de Lagoa Grande, no Sertão Pernambucano, vai receber um dos maiores segmentos do setor nacional de bebidas saudáveis e maior linha de envase da América Latina.

Com três unidades de plantio e dois parques de produção no Brasil, a Indústria Campo Largo começa em Julho, na região de Vermelhos, as operações de instalação de seu terceiro parque industrial para distribuição no Norte e Nordeste.

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Coronavírus afeta 60% da indústria de eletroeletrônicos do Brasil, diz Abinee

(Foto: Reuters/Nguyen Huy Kham/direitos reservados)

A Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee) afirma que 57% das empresas associadas já apresentam problemas no recebimento de materiais, componentes e insumos provenientes da China por conta do surto do Coronavírus no país asiático.

Em um alerta emitido nesta semana, o Fundo Monetário Internacional (FMI) afirmou que a epidemia já interrompeu o crescimento econômico na China. O fundo diz ainda que uma disseminação para outros países pode inviabilizar uma recuperação projetada para a economia global em 2020.

A associação já havia feito a pesquisa há duas semanas e o resultado divulgado nesta sexta-feira (21) é cinco pontos percentuais acima do verificado anteriormente. Os mais afetados, segundo a Abinee, são os fabricantes de produtos de Tecnologia da Informação, como celulares e computadores.

Ainda assim, apenas 4% das empresas operam com paralisação parcial em suas fábricas. No entanto, outras 15% já programam paralisações para os próximo dias. A LG, por exemplo, afirma que pode parar sua unidade fabril de celulares, localizada em Taubaté, a partir de março.

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Seis em cada dez industriais consideram governo Bolsonaro ótimo ou bom

O presidente Jair Bolsonaro recebeu o Grande Colar da Ordem do Mérito Industrial da CNI (Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil)

Os industriais brasileiros têm uma avaliação positiva do governo Jair Bolsonaro. De acordo com pesquisa divulgada hoje (11) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), 60% deles consideram o governo ótimo ou bom, e apenas 7% avaliam como ruim ou péssimo; 26% acham que o governo é regular.

Os dados da Sondagem Especial: Avaliação do Governo pelo Empresário Industrial foram apresentados durante cerimônia na sede da CNI, em Brasília, ocasião em que o presidente Bolsonaro recebeu o Grande Colar da Ordem do Mérito Industrial.

Para a CNI, entre as medidas importantes tomadas pelo governo este ano estão a reforma da Previdência, a assinatura do acordo de livro comércio entre o Mercosul e a União Europeia, o avanço na agenda de concessões na área de infraestrutura e de modernização das relações de trabalho e a contribuição com medidas que promovem o aumento da segurança jurídica e reduzem a intervenção do Estado.

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Confiança da indústria cai em outubro e atinge menor valor em um ano

(Foto: Agência Brasil)

O Índice de Confiança da Indústria, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), caiu um ponto na passagem de setembro para outubro. Com o recuo, o indicador caiu para 94,6 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos, o menor valor desde em outubro de 2018 (94,2 pontos).

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Produção industrial cresce 2,1% em Pernambuco, diz IBGE

(Foto: Internet)

A produção industrial de Pernambuco cresceu 2,1% na passagem de julho para agosto deste ano, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A Pesquisa Industrial Mensal Regional mostrou que houve crescimento em 11 dos 15 locais pesquisados pelo órgão. O levantamento apontou ainda que os maiores avanços ocorreram no Amazonas (7,8%) e no Pará (6,8%).

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