Prefeitura de Petrolina alerta para golpes em sites falsos que simulam serviços municipais

A Secretaria de Receitas Municipais de Petrolina, alerta a população para redobrar a atenção ao acessar serviços públicos pela internet. O município identificou a circulação de páginas falsas que simulam portais oficiais da gestão municipal, especialmente para a emissão de tributos como o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), o que tem provocado erros, transtornos e riscos à segurança dos dados dos usuários.

A gestão reforça que o único site oficial da Prefeitura de Petrolina é o www.petrolina.pe.gov.br. É por meio desse endereço que os cidadãos podem acessar, com segurança, diversos serviços online, como emissão de guias de IPTU, ITBI, ISS Fixo, ISS Bancários, certidões, licenças, alvarás, extratos bancários, notas fiscais, além do sistema Novo Lar, voltado ao Cadastro Municipal de Habitação de Interesse Social.

Para evitar golpes, a orientação é que o cidadão sempre verifique se o endereço eletrônico acessado termina em “pe.gov.br” antes de informar dados pessoais ou gerar boletos. Em caso de dúvidas, a população deve buscar informações diretamente nos órgãos municipais.

Ascom

É carnaval no Brasil e o Procon Juazeiro trás dicas para quem não quer sofrer com golpes nesta época

O carnaval é uma época de alegria, animação, folia e muita dança no Brasil inteiro, trazendo com ele o aumento da movimentação em eventos, viagens e consumo de serviços. O Procon Juazeiro reforça a importância de atenção redobrada para evitar transtornos e garantir direitos. Para orientar os consumidores,  o órgão municipal alerta para as seguintes dicas:

1. Na aquisição de ingressos para festas e eventos, a orientação é que consumidores priorizem sites oficiais e pontos autorizados de venda e desconfiem de preços muito abaixo do mercado, além da verificação prévia de políticas de cancelamento, reembolso e classificação etária também são medidas consideradas essenciais.

2. Para hospedagens e pacotes de viagem, o órgão recomenda que o consumidor confirme as reservas diretamente com hotéis ou plataformas confiáveis, além de guardar comprovantes, contratos e registros de pagamento. A checagem de possíveis taxas extras e dos horários de check-in e check-out ajuda a evitar surpresas durante a estadia.

3. Já no consumo em bares e restaurantes, é indicado conferir o cardápio e os preços antes de realizar pedidos, exigir nota fiscal e observar se a cobrança de taxa de serviço foi informada previamente ao cliente.

4. Outro ponto de atenção envolve pagamentos e golpes digitais. Consumidores devem evitar compartilhar dados pessoais ou bancários, conferir valores antes de concluir transações por Pix ou cartão e utilizar apenas redes seguras ao realizar pagamentos online.

5. Em relação ao transporte, a recomendação é utilizar aplicativos oficiais, verificando dados do motorista e do veículo, e guardar comprovantes de corridas e passagens.

6. Caso ocorram problemas, a orientação é buscar inicialmente o fornecedor para tentativa de solução. Se a situação persistir, o consumidor pode acionar o Procon Juazeiro para orientação e registro de reclamação.

O Procon Juazeiro está localizado no Juá Shopping, na BR- 407, Distrito Industrial do São Francisco, com horário de funcionamento das 8h às 14h, de segunda a sexta-feira. Reclamações podem ser registradas online via Procon Digital, no site da Prefeitura de Juazeiro.

De acordo com o coordenador executivo do Procon, Egídio Felizardo, a recomendação principal é que o consumidor aproveite a maior festa popular do planeta com responsabilidade e atenção. “Informação e atenção aos direitos é o caminho para garantir uma experiência segura e tranquila durante o Carnaval”, explicou.

Ascom

General preso por tentativa de golpe pode ganhar benefício íntimo

O Exército informou ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), a possibilidade do general do Exército Mario Fernandes a receber visita íntima na prisão. O pedido enviado ao STF, pelo Comando Militar do Planalto (CMP), sediado em Brasília, onde o general está preso. O militar é um dos condenados por participar da tentativa de golpe de Estado, assim como o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

“Esta administração militar entende que a unidade de custódia dispõe de infraestrutura apta a assegurar aos presos a realização da medida proposta, condicionando-se, contudo, sua efetivação à conveniência administrativa e, necessariamente, à prévia e expressa autorização da autoridade judicial competente”, disse o comando.

O Comando Militar ressaltou que uma regra da Justiça Militar impede que visitas desse tipo ocorram nas instalações das Forças Armadas. “Cumpre esclarecer que o Provimento nº 39/2022 da Corregedoria da Justiça Militar (STM), em seu Anexo I, item 4.12, estabelece uma restrição administrativa clara ao dispor que não será permitida a visita íntima nos estabelecimentos militares”, completou o órgão.

Diante das informações prestadas pelo Exército, caberá ao ministro decidir se o pedido de visita íntima será aceito. A Procuradoria-Geral da República (PGR) também deverá opinar sobre a questão.

A Tarde

Receita Federal alerta para falsas cobranças com nome e CPF do contribuinte

Criminosos têm utilizado nome, Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) e até endereços verdadeiros de contribuintes para criar páginas falsas que simulam cobranças em nome da Receita Federal. A prática, que vem se espalhando pelo país, gerou um alerta oficial do órgão após relatos recorrentes em unidades de atendimento.

As fraudes costumam ser enviadas por WhatsApp, SMS ou e-mail, sempre acompanhadas de um link que direciona o usuário a um site que imita o visual do Portal Gov.br, com brasões, cores e formatação semelhantes às de páginas oficiais. Para aumentar a sensação de autenticidade, os golpistas inserem dados pessoais verdadeiros no documento falso.

Fisco não envia mensagens
A Receita Federal reforça que não envia cobranças por aplicativos de mensagem, e-mail ou links externos. Qualquer pendência, débito ou notificação legítima aparece exclusivamente no e-CAC, o Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte, acessado pelo site oficial.  Segundo o órgão, ao receber supostas cobranças com links externos, o contribuinte deve desconsiderar a mensagem e buscar informações diretamente no portal oficial, digitando o endereço manualmente no navegador.

Sinais de golpe
As páginas falsas utilizam endereços que não pertencem ao domínio gov.br, principal indicador de fraude. Além disso, mensagens fraudulentas costumam trazer elementos de urgência, como:

1. prazos de poucos minutos para pagamento;
2. ameaças de bloqueio de CPF ou contas bancárias;
3. ofertas de “desconto” para pagamento imediato.

Esse comportamento, de acordo com a Receita, é típico de golpes digitais que buscam impedir que o usuário tenha tempo de verificar informações reais.

Vazamento de dados reais
Uma das características mais preocupantes da nova modalidade é o uso de dados verdadeiros dos contribuintes. Criminosos obtêm essas informações por meios ilegais, geralmente vazamentos de grandes bases de dados, e as usam para montar páginas de cobrança falsas que simulam legitimidade.

Orientações ao contribuinte
A Receita Federal orienta que, ao receber qualquer cobrança duvidosa: não clique em links recebidos por WhatsApp, SMS, e-mail ou redes sociais; verifique pendências diretamente no e-CAC, acessado apenas pelo site oficial; desconfie de mensagens que contenham termos como “último aviso”, “pague agora” ou “urgente”; ignore ameaças de bloqueios e ofertas de descontos imediatos. Em caso de dúvida, a recomendação é consultar os canais oficiais da Receita Federal, sempre acessados manualmente, e nunca a partir de links enviados por terceiros.

Agência Brasil

Paulista: Prefeitura alerta sobre tentativa de fraude em concurso para Guarda e a agentes de trânsito

A Prefeitura do Paulista informa que recebeu do Instituto de Apoio à Gestão e Educação (IGEDUC) a comunicação de uma tentativa de fraude relacionada ao Concurso Público da Guarda Civil Municipal (GCM) e Agentes de Trânsito.

O alerta se deu após ter sido identificada a existência de um site não autorizado, que imita a página oficial da banca e emite boletos falsos para os candidatos. O endereço fraudulento utiliza nome semelhante ao da banca organizadora.

A Prefeitura e instituto reforçam que nenhum boleto ou cobrança é enviado por e-mail, aplicativos de mensagem ou outros meios fora do site oficial. Os candidatos devem verificar a autenticidade dos documentos de pagamento e comunicar imediatamente qualquer indício de fraude aos canais competentes. O IGEDUC salienta que o único site oficial para inscrições e emissão de boletos é o www.igeduc.org.br.

A administração municipal reafirma o compromisso com a transparência e a legalidade de todas as etapas do concurso e solicita atenção redobrada dos candidatos. Informações oficiais sobre o concurso estão disponíveis no site da Prefeitura do Paulista, em www.paulista.pe.gov.br, e no site da banca organizadora, em www.igeduc.org.br.

Diario de Pernambuco

Prefeitura de Juazeiro alerta sobre contatos falsos oferecendo serviços em nome da Sala do Empreendedor

A Agência de Desenvolvimento Econômico, Emprego e Renda de Juazeiro (ADEER), alerta a população sobre tentativas de golpes feitos por pessoas que estão se passando por representantes da Sala do Empreendedor de Juazeiro e cobrando pelos supostos serviços oferecidos.

A ADEER reforça que o único número de atendimento da Sala do Empreendedor é o (74) 98132-0791, conforme divulgado nos canais oficiais da Prefeitura. Todos os atendimentos e comunicações da equipe são realizados exclusivamente por esse número, que também está disponível via WhatsApp. É muito importante que os empreendedores e cidadãos não respondam mensagens, nem compartilhem dados pessoais ou empresariais com números estranhos.

Em caso de dúvida, a população pode confirmar as informações diretamente com a equipe da Sala do Empreendedor pelo WhatsApp oficial, do mesmo número acima mencionado ou procurar o atendimento presencial na sede da ADEER, no Juá Garden Shopping, na BR-407, nº 422 – Distrito Industrial do São Francisco.

Ascom

Governo Federal alerta para golpes com falsos testes de detecção de metanol

A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), alerta os consumidores para tentativas de golpe relacionadas à crise de intoxicação por metanol em bebidas adulteradas.

Nos últimos dias, têm circulado na internet anúncios de supostos reagentes capazes de identificar a presença de metanol em bebidas alcoólicas. As publicações direcionam os usuários a sites fraudulentos, com o objetivo de obter vantagem financeira e coletar dados pessoais, como o CPF.

A Senacon informa que não há conhecimento sobre a comercialização de testes para detecção de metanol disponíveis para compra pela população em geral. A secretaria, por meio do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC), está dialogando com universidades públicas para conhecer as soluções em desenvolvimento para a detecção de metanol em bebidas alcoólicas e avaliar possibilidades de cooperação técnica que contribuam para o enfrentamento da crise e o fortalecimento das medidas de segurança alimentar e sanitária.

O diretor do DPDC, Osny da Silva Filho, afirma que as conversas com a comunidade científica têm apresentado caminhos promissores. “Identificamos modelos de testagem com potencial para contribuir com a detecção de metanol e estamos avaliando a viabilidade técnica e regulatória para que essas soluções possam ser utilizadas com segurança. A Senacon segue acompanhando o tema com prioridade e responsabilidade”, destaca.

Ainda assim, a Senacon orienta que, ao se deparar com anúncios desse tipo, os consumidores verifiquem se os sites são confiáveis e se os produtos possuem procedência e autorização antes de realizar qualquer compra. Em caso de dúvida ou suspeita de golpe, é possível registrar denúncia no portal consumidor.gov.br ou procurar o Procon local.

Atenção às informações falsas

A Senacon também alerta para a circulação de notícias falsas que mencionam suposta contaminação por metanol em produtos como café, água e refrigerantes. Até o momento, não há qualquer registro que comprove essas alegações. O órgão reforça a importância de buscar informações em fontes oficiais e não compartilhar conteúdos de procedência duvidosa.

Diario de Pernambuco

O que vai mudar para recuperar dinheiro roubado em golpes do Pix

O Pix serviu como meio para um ataque hacker a uma empresa que conecta os bancos ao sistema do Banco Central nesta sexta-feira. De acordo com as informações sobre o caso, houve desvio de recursos de instituições financeiras, mas não há sinais de vazamento de dados pessoais. Mas como fazer quando o cliente fica sem acesso ao Pix e se torna vítima de golpes e fraudes, nos casos em que ocorre o vazamento de dados?

Na última quinta-feira, o Banco Central (BC) anunciou uma atualização no seu sistema de devolução de fraudes no Pix. Com isso, a devolução de recursos poderá ser feita em até 11 dias após a contestação. Atualmente, o Pix é o meio de pagamento mais usado no país. Só no ano passado, movimentou R$ 26,46 trilhões. Com isso, as fraudes também se multiplicam: o Banco Central registra cerca de 400 mil fraudes por mês via Pix.

Quando um golpe é notificado, a ferramenta usada é o Mecanismo Especial de Devolução (MED). Atualmente, a devolução dos recursos é feita apenas a partir da conta originalmente utilizada na fraude, com um bloqueio na conta de quem recebeu o Pix. O problema é que os fraudadores são rápidos e conseguem retirar os recursos dessa conta e transferi-los para outras contas antes do bloqueio.

Com a atualização, os bancos terão que criar um botão na área do PIX para o comunicado ser mais rápido. Além disso, o MED vai verificar os caminhos dos recursos, ao identificar todos os participantes envolvidos nas transações feitas a partir da fraude.

A nova funcionalidade estará disponível para uso das instituições financeiras a partir de 23 de novembro. A funcionalidade será obrigatória a partir de 2 de fevereiro de 2026.

Como pedir o Pix de volta? – Segundo o BC , para solicitar o recurso de volta é necessário registrar o pedido de devolução na sua instituição financeira em até 80 dias da data em que você fez o Pix.

Veja o passo a passo:

  • Você reclama na sua instituição;
  • A instituição avalia o caso e, se entender que foi um golpe, o recebedor do seu Pix terá os recursos disponíveis bloqueados na conta;
  • O caso é analisado em até 7 dias. Se for concluído que não foi fraude, o recebedor terá os recursos desbloqueados. Se for fraude, o dinheiro será recebido de volta em até 96 horas (integral ou parcialmente), se houver recurso na conta do fraudador;
  • Caso a devolução tenha sido feita parcialmente, o banco do fraudador deverá realizar múltiplos bloqueios ou devoluções parciais sempre que forem creditados recursos nessa conta, até que se alcance o valor total da devolução ou 90 dias contados a partir da transação original.

Agência O Globo

IPJ alerta servidores para golpes de empréstimos falsos

O Instituto de Previdência de Juazeiro (IPJ) alerta os servidores e segurados sobre tentativas de golpe envolvendo falsas ofertas de empréstimos consignados. De acordo com o órgão, criminosos têm utilizado o aplicativo WhatsApp para informar, de maneira fraudulenta, que há “margem disponível” para crédito, oferecendo simulações com o objetivo de obter dados pessoais das vítimas.

O IPJ esclareceu que não realiza esse tipo de abordagem e desconhece qualquer ação semelhante por parte de bancos ou instituições financeiras. A orientação é para que os servidores não forneçam informações pessoais ou documentos caso recebam mensagens suspeitas.

Em caso de dúvida, o contato deve ser feito exclusivamente pelo WhatsApp oficial do Instituto: (74) 3612-7007, que é o único canal eletrônico reconhecido pelo órgão.

Ascom

Em evento no Rio, Moraes diz que Brasil tem histórico de golpismo

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), disse na sexta-feira (22) que o Brasil tem um “histórico de golpismo”. Relator das ações penais sobre a trama golpista ocorrida no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro, Moraes participou de um evento com empresários no Rio de Janeiro.

Durante a palestra, o ministro fez um histórico sobre a redemocratização do país desde a promulgação da Constituição de 1988 e disse que, apesar do histórico de golpes de Estado no Brasil, o Poder Judiciário se mantém independente. Na avaliação dele, estabilidade democrática não significa tranquilidade, mas contar com os mecanismos constitucionais para garantir a normalidade democrática.

“Apesar de todos os ataques, nós mantivemos o Poder Judiciário independente no Brasil, um Poder Judiciário independente e respeitado. O respeito se dá pela independência. Judiciário vassalo, covarde, que quer fazer acordos para que o país momentaneamente deixe de estar conturbado, não é independente”, afirmou. Moraes também disse que a “impunidade, a omissão e covardia” nunca deram certo em nenhum país do mundo.

“O Judiciário é independente e corajoso. Ataques podem continuar de dentro ou de fora. Juiz que não a resiste a pressão, que mude de profissão, faça outra coisa na vida. O Judiciário cresce na pressão”, completou. Moraes é o relator de diversas investigações envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro, entre elas, a ação penal do núcleo 1 da trama golpista, que será julgada pelo Supremo a partir do dia 2 de setembro. O ministro também é alvo de aliados de Bolsonaro, como o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que impôs sanções pessoais a ministros do STF, além de tarifas de 50% para produtos brasileiros exportados para o mercado norte-americano.

Lei Magnitsky
No mês passado, os Estados Unidos anunciaram sanções financeiras contra o ministro, com base Lei Magnitsky, norma norte-americana que prevê a aplicação de restrições para quem é considerado violador de direitos humanos. A lei prevê o bloqueio de contas bancárias, ativos e aplicações financeiras nos Estados Unidos, a proibição de transações com empresas americanas que estão no Brasil, além do impedimento de entrada no país. Apesar das sanções, a medida teve impacto reduzido. Moraes não tem bens nem contas em bancos sediados naquele país.  O ministro também não tem o costume de viajar para os Estados Unidos.

Agência Brasil

CNU: Governo alerta para tentativa de golpe envolvendo segunda edição

O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) alertou os interessados na segunda edição do Concurso Público Nacional Unificado (CNU) sobre uma tentativa de golpe envolvendo processo de inscrição do certame. O comunicado, publicado no domingo (09), esclarece que golpistas estão espalhando informações falsas sobre a abertura das inscrições para o certame. “Atenção! O MGI informa que as inscrições para o CPNU 2025 ainda não estão abertas. Fiquem atentos e não caiam em golpes”, disse em nota.

O ministério ainda reforça que todas as atualizações sobre o concurso serão divulgadas exclusivamente pelos canais oficiais do governo. Segundo a previsão do MGI, o edital de abertura do CNU 2025 será publicado ainda neste mês, e as provas estão agendadas para agosto. Embora o número exato de vagas ainda não tenha sido confirmado, o Novo CNU não atrapalhará convocação dos aprovados, diz ministra

A Tarde

Moraes encaminha à PGR defesas de Bolsonaro em investigação sobre tentativa de golpe

O ministro Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes encaminhou neste sábado (08), à Procuradoria-Geral da República as defesas do ex-presidente da República Jair Bolsonaro e de outros acusados em investigação sobre tentativa de golpe de Estado. Ao todo, foram cinco denúncias contra 34 pessoas. Entre outros crimes apontados estão a tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito e organização criminosa.

Os advogados dos acusados negam a participação dos investigados no planejamento e atos preparatórios de um eventual golpe. O Supremo pede que a PGR avalie os argumentos das defesas e emita seu parecer em cinco dias úteis, com base na Lei 8.038/90. O prazo começa a contar na segunda-feira, 10, e termina na sexta-feira, 14.

Terminou na última quinta-feira o prazo para Bolsonaro e os demais denunciados enviarem suas defesas prévias ao Supremo Tribunal Federal (STF). As defesas montaram forças-tarefa para analisar os autos e preparar sua argumentação.

Em entrevista ao Estadão, logo após a denúncia do procurador-geral, Paulo Gonet, chegar ao STF, os advogados de defesa afirmaram que a tese da acusação “não faz qualquer sentido”. Um dos argumentos da defesa do ex-presidente é o de que, se ele quisesse dar um golpe, Bolsonaro poderia ter trocado os comandantes das Forças Armadas para obter apoio dos militares.

O ministro Moraes compartilhou com todos os 34 denunciados provas de investigações sigilosas que têm relação com as denúncias. São investigações que envolvem o aparelhamento da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), o uso da Polícia Rodoviária Federal para influenciar as eleições de 2022 e os atos do 8 de Janeiro.

Estadão

Bolsonaro ironiza acusação de golpe: ‘Tramei com o Pateta e com o Mickey Mouse, só pode ser aí’

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) voltou a questionar a legalidade das investigações que embasaram a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra ele por tentativa de golpe de Estado. Pouco antes de apresentar sua defesa ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta quinta-feira, 6, o ex-presidente ironizou as acusações. “Eu tramei com o Pateta, com o Pato Donald, com o Mickey Mouse, só pode ser isso aí”, disse a jornalistas. O ex-presidente se refere a ter estado nos Estados Unidos quando ocorreram os ataques aos prédios dos Três Poderes, em Brasília, em 8 de janeiro de 2023.

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), filho do ex-presidente, já deu declarações semelhantes, e até mesmo publicou uma imagem do pai no parque temático da Flórida, gerada por inteligência artificial. Durante participação na Conferência de Ação Política Conservadora (CPAC, na sigla em inglês), no mês passado, o parlamentar falou em “um golpe de Estado da Disneylândia, sem armas, sem um plano, e enquanto ele estava em Orlando, provavelmente debatendo estratégias com o Pateta e recebendo conselhos de segurança nacional com o Mickey Mouse”.

Na entrevista a jornalistas no Aeroporto de Brasília, Jair Bolsonaro disse que não teria “força nenhuma” para executar um golpe e afirmou que havia nomeado em dezembro de 2022, ainda durante seu governo, dois comandantes das Forças Armadas para o presidente recém-eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O ex-presidente também negou que o 8 de Janeiro tivesse relação com a trama golpista. “Estou sendo acusado de destruição de patrimônio, só se for por telepatia. E digo, esse pessoal que estava aqui foi atrás de uma armadilha, e mesmo que não fosse, isso não é golpe. Não existe golpe de Estado em cima de prédio, de pessoas”, disse.

A defesa do ex-presidente pediu que o caso fosse levado ao plenário do STF em vez de julgado pela Primeira Turma da Corte. O colegiado é composto pelos ministros Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin. Segundo Bolsonaro, também foi solicitada a íntegra da delação premiada de seu ex-ajudante de ordens, o tenente-coronel Mauro Cid. Ele afirmou que o Supremo teria divulgado o conteúdo da delação de forma “seletiva”.

Estadão

 

Defesa de Cid nega que ele tenha sido coagido durante delação e solicita rejeição de denúncias

A defesa do tenente-coronel e ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, Mauro Cid, encaminhou na quinta-feira (06), uma manifestação ao Supremo Tribunal Federal (STF) em resposta às acusações relacionadas a tentativa de golpe após as eleições presidenciais de 2022.

Inicialmente, a defesa negou a possibilidade de coação durante a colaboração feita à Polícia Federal, alegando que em nenhum momento Cid esteve desacompanhado e que todos os atos da delação foram feitos sob a presença e aval dos defensores. “Jamais a defesa constituída admitiria qualquer espécie de coação ou induzimento na prestação de informações por Mauro Cid; a defesa jamais admitiria ou se submeteria a qualquer ato de coação ou na negociação de um acordo que comprometesse o seu mais amplo direito de defesa, um contraditório legalista, elementos do devido processo legal garantido pela Carta Maior.” Além disso, a defesa levantou argumentos com relação às acusações de tentativa de golpe de Estado e de organização criminosa.

Para os defensores, Cid não tinha intenção de tramar uma ação golpista, e se limitava estritamente a atuar cumprindo as funções de um “assessor” sem poder de decisão. “A atuação de Mauro Cid se reserva, e a acusacão assim também entende, na “comunicação” a fim de “repassar” às autoridades próximas à Presidência informações que chegavam ate´ si”, diz o documento. O texto encaminhado ao STF solicita a manutenção dos benefícios concedidos a Cid e declara a necessidade de rejeição das denúncias atribuídas ao tenente-coronel, alegando “total ausência de justa causa para o exercício da ação penal”.

Agência Brasil

Termina nesta quinta-feira (6) prazo para Bolsonaro e aliados se defenderem da denúncia do golpe

Termina nesta quinta-feira (6) o prazo para o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e os demais denunciados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) no inquérito do golpe enviarem suas defesas prévias ao Supremo Tribunal Federal (STF). A defesa prévia é o conjunto de argumentos apresentado pelos acusados antes da instauração formal do processo. Serve justamente para tentar convencer os ministros a rejeitar a denúncia e, com isso, encerrar o caso sem a deflagração de uma ação penal.

O prazo de 15 dias começou a contar a partir da notificação dos advogados, determinada pelo ministro Alexandre de Moraes no dia 19 de fevereiro. A Primeira Turma do STF vai analisar as manifestações das defesas para decidir se há elementos suficientes para receber a denúncia da PGR. Pelas regras internas do Supremo, as duas turmas da Corte são responsáveis pelos julgamentos de casos criminais.

As defesas montaram forças-tarefa para analisar os autos e preparar sua argumentação. O Estadão apurou que os criminalistas Paulo Amador da Cunha Bueno e Celso Vilardi, que representam o ex-presidente Jair Bolsonaro, vão apresentar questões preliminares de ordem processual e entregar o rol de testemunhas para serem ouvidas se a denúncia for recebida.

Em entrevista ao Estadão, logo após a denúncia do procurador-geral Paulo Gonet chegar ao STF, os advogados afirmaram que a tese da acusação “não faz qualquer sentido”. Segundo a denúncia, o plano golpista fracassou porque a cúpula do Exército não aderiu. Um dos argumentos da defesa do ex-presidente é o de que, se quisesse dar um golpe, Bolsonaro poderia ter trocado os comandantes das Forças Armadas para obter apoio dos militares.

Prazo
As defesas pediram a suspensão da contagem do prazo alegando que não tiveram acesso a todas as provas da investigação. Os advogados exigem, por exemplo, o espelhamento de todas as mensagens extraídas dos celulares apreendidos no inquérito. Os criminalistas Paulo Amador da Cunha Bueno e Celso Vilardi também defenderam que o prazo deveria ser prorrogado para que as defesas tivessem direito a, no mínimo, o mesmo tempo usado pela PGR para formular a denúncia (83 dias).

Todos os pedidos foram rejeitados por Alexandre de Moraes. O ministro alegou que “o amplo e integral acesso aos elementos de prova já documentados nos autos está plenamente garantido à defesa dos denunciados”. Também apontou que os advogados “sempre tiveram total acesso aos autos, inclusive retirando cópias e com ciência dos despachos proferidos”.  Alexandre de Moraes levantou o sigilo dos autos depois de receber a denúncia. São 18 volumes de documentos que somam mais de 3 mil páginas.

A delação do tenente-coronel Mauro Cid também foi tornada pública. O STF deu publicidade aos anexos do termo de colaboração premiada, tanto em vídeo como por escrito.  Moraes ainda compartilhou com todos os 34 denunciados provas de investigações sigilosas que têm relação com a denúncia. São investigações que envolvem o aparelhamento da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), o uso da Polícia Rodoviária Federal para influenciar as eleições de 2022 e os atos do 8 de Janeiro.

Crimes atribuídos a Bolsonaro e seus aliados: tentativa de abolição violenta do estado democrático de direito (pena de 4 a 8 anos); golpe de estado (pena de 4 a 12 anos); organização criminosa armada (pena de 3 a 8 anos que pode ser aumentada para 17 anos com agravantes citados na denúncia); dano qualificado pela violência e grave ameaça, contra o patrimônio da União, e com considerável prejuízo para a vítima (pena de 6 meses a 3 anos); deterioração de patrimônio tombado (pena de 1 a 3 anos).

Estadão

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