Banco Central retira teto de R$ 500 para Pix por aproximação; instituições devem se adaptar até outubro

Usuário poderá pedir ao banco o aumento ou a redução do seu limite de transação

O Banco Central promoveu uma alteração na regulamentação do Pix que retira o teto fixo de R$ 500 para transações efetuadas na por aproximação. As instituições financeiras do país têm até o dia 1º de outubro para realizar a adaptação de seus sistemas e aplicar a nova diretriz.

Com a mudança, os pagamentos por aproximação e aqueles iniciados por meio da jornada sem redirecionamento no Open Finance passam a ser regidos pelas mesmas normas dos demais pagamentos via Pix. A partir disso, caberá ao usuário solicitar ao banco a ampliação ou a redução de seus limites diários e por transação, utilizando os mecanismos de gestão de limites que as instituições financeiras disponibilizam em seus aplicativos.

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Brasil quer convencer EUA de que acordo seria melhor que taxar em 25%

Por outro lado, governo avalia improvável acordo para tarifa de 12,5%

 

O governo brasileiro está buscando um acordo tarifário com os Estados Unidos (EUA) que seja capaz de evitar que a Casa Branca adote a recomendação do Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR), que sugeriu a imposição de tarifa adicional de 25% sobre parte das importações oriundas do Brasil.

O governo avalia que é possível, apesar de difícil, chegar a um acordo tarifário que seja mais vantajoso, para ambos os países, do que a sobretaxa de 25% sugerida pelo USTR. Isso porque, entre outros motivos, os EUA têm superávit comercial com o Brasil.

A recomendação da USTR, tornada pública na última semana, é resultado de uma investigação baseada na Seção 301 da Lei de Comércio dos EUA. O argumento usado é que o Brasil teria práticas “desleais” nas relações comerciais, o que incluiu ataques contra o Pix para favorecer empresas de pagamento estadunidenses.

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Febraban reage a questionamentos dos EUA e defende Pix como patrimônio da inovação brasileira

Federação dos Bancos afirma que críticas americanas ao Pix são fruto de entendimento incompleto do sistema

A Federação Brasileira de Bancos, a Febraban, saiu em defesa do Pix após o sistema de pagamentos brasileiro ser citado por autoridades dos Estados Unidos em meio às discussões comerciais envolvendo um possível aumento de tarifas contra produtos brasileiros.

Em nota, a entidade afirmou que o Pix é uma infraestrutura pública de pagamento, criada pelo Banco Central, e não um produto comercial. Segundo a Febraban, o sistema é aberto e permite a participação de instituições financeiras nacionais e estrangeiras que atuam no Brasil.

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Pix por aproximação completa um ano com baixa adesão

Modalidade criada para acelerar as transações via Pix, o Pix por aproximação completa um ano neste sábado (28) com o desafio de atrair o interesse do público. Segundo as estatísticas mais recentes do Banco Central (BC), as transferências de dinheiro nessa categoria corresponderam a apenas 0,01% do total de transações Pix e a 0,02% do valor movimentado em janeiro.

De um total de 6,33 bilhões de transferências Pix no mês passado, apenas 1,057 milhão foi realizado por meio da aproximação do celular a uma maquininha de cartão ou a uma tela de computador. Em relação aos valores, R$ 568,73 milhões foram movimentados, de um total de R$ 2,69 trilhões em janeiro.

Segundo o diretor executivo da Associação dos Iniciadores de Transação de Pagamento (Init), Gustavo Lino, as restrições de segurança do Banco Central e os limites operacionais tornam a adesão ao Pix por aproximação mais lenta. No entanto, ele diz que os últimos meses mostram tendência de expansão na modalidade, principalmente entre empresas. “O potencial é grande, sobretudo quando a oferta amadurece e passa a suportar mais casos de uso, inclusive no ambiente corporativo, mantendo a confiança como fundamento”, afirma.

Para Lino, com a consolidação da oferta do Pix por aproximação pelo comércio e pelas demais empresas, o uso tende a expandir-se, principalmente em pontos de venda com grande fila. “Um ano depois, o Pix por aproximação reforça a direção de evolução do Pix para estar mais presente em pagamentos de alta recorrência e no ponto de venda”, acrescenta.

No caso de pagamentos no ambiente corporativo, em que uma filial transfere recursos para a matriz, por exemplo, o diretor executivo da Init acredita que o desenvolvimento de jornadas (procedimentos de pagamento) específicas para empresas ampliará o interesse. Segundo ele, todo o processo está sendo feito com a preservação dos controles de segurança.

Evolução – Apesar da baixa participação no sistema Pix, a modalidade de aproximação tem crescido. Em julho de 2025, cinco meses depois do lançamento, apenas 35,3 mil transações nessa opção tinham sido feitas. Em novembro do ano passado, o número de transferências ultrapassou pela primeira vez a marca de 1 milhão. Os montantes crescem de forma exponencial. De R$ 95,1 mil em julho do ano passado, pulou para R$ 1,103 milhão no mês seguinte, para R$ 24,205 milhões em novembro e atingiu R$ 133,151 milhões movimentados em dezembro.

Limites de segurança – Para inibir golpes por criminosos que usam maquininhas de cartões para retirar valores, o BC estabeleceu limite padrão de R$ 500 a cada Pix por aproximação quando a transação é feita via Google Pay, carteira digital para dispositivos Android, presente em pouco mais de 80% dos celulares dos brasileiros. Quando a transferência é feita pelos aplicativos das instituições financeiras, obrigadas a oferecer o Pix por aproximação, os limites podem ser alterados.  O correntista pode diminuir o valor por transação e também criar um valor máximo por dia.

Diferencial – O grande diferencial do Pix por aproximação está na rapidez da transação. No Pix tradicional, o usuário tem de abrir o aplicativo do banco, conectar-se à internet, inserir a chave ou escanear um Código QR e digitar a senha. Para usar a modalidade por aproximação, basta abrir a carteira digital ou o aplicativo da instituição e encostar o celular na maquininha ou na tela do computador em caso de compras em sites. Basta ativar a função Near Field Communication (NFC) nas configurações do smartphone. A modalidade aproxima a experiência de pagamento à dos cartões de crédito e de débito com aproximação. Isso reduz o tempo de pagamento em comércios com alto fluxo de público ou grandes filas.

Cuidado com juros – Diversas instituições financeiras usam o Pix por aproximação para oferecer o Pix pago com cartão de crédito. O pagador, no entanto, precisa estar atento porque, nesses casos, há cobrança de juros. Em dezembro, o BC desistiu de regular o Pix Parcelado, mas as instituições financeiras podem oferecer o parcelamento com juros do Pix, desde que usem nomes similares, como Pix no Crédito ou Parcele o Pix.

Agência Brasil

Rede do PT usa ‘IA brava’ para desmentir fake do Pix e associa direita a baratas

Os grupos de WhatsApp mantidos pela rede de comunicação ligada ao PT lançaram vídeos produzidos com inteligência artificial (IA) para, ao mesmo tempo, desmentir informações falsas sobre a taxação do Pix e comparar com baratas as lideranças da direita que disseminaram informações distorcidas sobre esse sistema de pagamentos. Um dos vídeos é baseado na mais recente tendência de uso da IA para tornar objetos inanimados em personagens raivosos que dizem como devemos interagir com eles.

A estratégia do PT transformou a logomarca do Pix em um boneco que, bravo, reclama de insinuações falsas sobre ele. “Esse povo da extrema direita não me deixa em paz. Ficam mentindo dizendo que eu vou vigiar, que eu vou taxar, que eu vou acabar. Tá de sacanagem, né?”, diz a animação, em tom raivoso.

Outro vídeo espalhado por grupos de WhatsApp é sobre as “baratas da extrema direita” que “vivem no esgoto” e “saem voando e espalhando mentira”. O material usou inteligência artificial para criar imagens de usuários do Pix supostamente reais, em cenas cotidianas, sendo perseguidos pelas baratas. “As baratas dizem que Pix da Ana e da Maria vai ser monitorado, que o governo tá de olho nelas. Isso é mentira”, destaca.

O vídeo é encerrado por uma narração sobreposta a uma imagem de duas mulheres matando as baratas com o “inseticida da verdade”. “O Pix não é vigiado nem vai ser taxado. Quando o esgoto da extrema direita abre as baratas sempre tentam assustar o povo com fake news”, diz a mensagem. O conteúdo é uma tentativa de responder publicação do deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), que novamente fez publicação com informações distorcidas sobre o Pix.

No vídeo publicado na semana passada, o parlamentar aparece dizendo que o governo passou a “monitorar suas transações no Pix” e que a medida teria sido tomada de uma forma “escondida” e “disfarçada” em uma instrução normativa publicada em agosto de 2025. “O Estado passou a olhar para o seu Pix como se fosse um dinheiro suspeito”, alega.

Como mostrou o Estadão Verifica, a regra mencionada por Nikolas não cria um monitoramento em tempo real de transações nem é exclusiva ou novidade para o Pix. A instrução normativa faz com que fintechs e carteiras digitais tenham as mesmas obrigações que bancos tradicionais sempre tiveram. Todos precisam informar à Receita movimentações acima de R$ 5 mil, seja em Pix, transferências ou outras transações. Isso já ocorria desde a criação do Pix, em 2020.

O informe é feito semestralmente e a Receita não tem acesso a detalhes, como destinatário ou motivo da transação. Não há quebra de sigilo bancário. Com a disseminação do novo vídeo de Nikolas Ferreira, a Receita Federal publicou uma nota na qual “orienta a população sobre fake news envolvendo Pix e tributação.” “Mentiras desse tipo voltam a circular nas redes sociais com o objetivo de enganar as pessoas e atender aos interesses do crime organizado”, diz o texto.

O vídeo das baratas foi lançado na sexta-feira, 16, em grupos de apoiadores do PT, três dias após o vídeo de Nikolas Ferreira. No mesmo dia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou adversários por espalhar informações falsas. “A gente precisa enfrentar esse debate e não se acovardar diante das mentiras e fake news que essa gente faz todo santo dia. Eu não conheço ninguém que ensina uma coisa séria e tenha 4 milhões de seguidores. Mas, se o cara estiver falando bobagem, pode até ter 20 milhões. O Bolsonaro tinha 30 milhões”, afirmou.

A rede de comunicação do PT não tem, oficialmente, ligação com a comunicação institucional do Palácio do Planalto. Contudo, o Estadão já mostrou a interação entre as duas estruturas. Essa rede é composta por integrantes do Instituto Lula, da Fundação Perseu Abramo e de sindicatos.

Estadão Conteúdo

O que vai mudar para recuperar dinheiro roubado em golpes do Pix

O Pix serviu como meio para um ataque hacker a uma empresa que conecta os bancos ao sistema do Banco Central nesta sexta-feira. De acordo com as informações sobre o caso, houve desvio de recursos de instituições financeiras, mas não há sinais de vazamento de dados pessoais. Mas como fazer quando o cliente fica sem acesso ao Pix e se torna vítima de golpes e fraudes, nos casos em que ocorre o vazamento de dados?

Na última quinta-feira, o Banco Central (BC) anunciou uma atualização no seu sistema de devolução de fraudes no Pix. Com isso, a devolução de recursos poderá ser feita em até 11 dias após a contestação. Atualmente, o Pix é o meio de pagamento mais usado no país. Só no ano passado, movimentou R$ 26,46 trilhões. Com isso, as fraudes também se multiplicam: o Banco Central registra cerca de 400 mil fraudes por mês via Pix.

Quando um golpe é notificado, a ferramenta usada é o Mecanismo Especial de Devolução (MED). Atualmente, a devolução dos recursos é feita apenas a partir da conta originalmente utilizada na fraude, com um bloqueio na conta de quem recebeu o Pix. O problema é que os fraudadores são rápidos e conseguem retirar os recursos dessa conta e transferi-los para outras contas antes do bloqueio.

Com a atualização, os bancos terão que criar um botão na área do PIX para o comunicado ser mais rápido. Além disso, o MED vai verificar os caminhos dos recursos, ao identificar todos os participantes envolvidos nas transações feitas a partir da fraude.

A nova funcionalidade estará disponível para uso das instituições financeiras a partir de 23 de novembro. A funcionalidade será obrigatória a partir de 2 de fevereiro de 2026.

Como pedir o Pix de volta? – Segundo o BC , para solicitar o recurso de volta é necessário registrar o pedido de devolução na sua instituição financeira em até 80 dias da data em que você fez o Pix.

Veja o passo a passo:

  • Você reclama na sua instituição;
  • A instituição avalia o caso e, se entender que foi um golpe, o recebedor do seu Pix terá os recursos disponíveis bloqueados na conta;
  • O caso é analisado em até 7 dias. Se for concluído que não foi fraude, o recebedor terá os recursos desbloqueados. Se for fraude, o dinheiro será recebido de volta em até 96 horas (integral ou parcialmente), se houver recurso na conta do fraudador;
  • Caso a devolução tenha sido feita parcialmente, o banco do fraudador deverá realizar múltiplos bloqueios ou devoluções parciais sempre que forem creditados recursos nessa conta, até que se alcance o valor total da devolução ou 90 dias contados a partir da transação original.

Agência O Globo

Banco Central divulga novidades no Pix. Confira quais

Medida permitirá que o pagador parcele um pagamento via Pix, outra novidade anunciada pelo Banco Central foi o Pix em Garantia

O Banco Central (BC) divulgou, nesta quinta-feira (3/4), mais detalhes sobre as novas funcionalidades do Pix, sistema de pagamentos contínuo e em tempo real, em vigor desde 2020.

As novidades foram adiantadas pelo presidente BC, Gabriel Galípolo, durante evento em comemoração aos 60 anos do Banco Central, que contou com a participação de ex-presidentes, integrantes da diretoria, autoridades, servidores e convidados.

Confira as novidades no Pix

Pix Parcelado

De acordo com o BC, essa nova funcionalidade do Pix deverá estar disponível a partir de setembro. Por meio do Pix Parcelado, será possível que o usuário pagador parcele uma transação via Pix, enquanto o recebedor terá acesso a todo o valor instantaneamente.

Em nota, a autoridade monetária explicou que a funcionalidade “tem potencial para estimular o uso do Pix no varejo para a compra de bens e serviços de valor mais elevado, ao favorecer quem não tem acesso a esse tipo de operação”.

O Pix Parcelado poderá ser usado para qualquer tipo de transação Pix, inclusive para transferências.

Pix em Garantia

O Pix em Garantia permitirá que o dinheiro a receber seja usado para garantir operações de crédito. Segundo o BC, o objetivo é baratear o crédito ofertado para as empresas, principalmente para aquelas cujo uso do Pix é mais relevante.

A nova funcionalidade é destinada para estabelecimentos comerciais e empresas. Essa modalidade ainda está em desenvolvimento e o BC espera que o Pix em Garantia esteja disponível apenas em 2026, “por ser uma infraestrutura mais complexa”.

Vale destacar que não haverá mudanças na forma como as pessoas físicas utilizam o Pix.

Autoatendimento do MED

O Banco Central também pretende criar um canal para rastrear recursos desviados indevidamente. O Mecanismo Especial de Devolução (MED) será aplicável apenas em caso de fraudes, golpes e crimes.

Essa funcionalidade promete que o usuário poderá contestar transações Pix de forma simples e intuitiva por meio do aplicativo dos bancos, de forma 100% digital, sem a necessidade de interação com o atendimento da instituição financeira.

O MED pode ser usado para desacordos comerciais, casos envolvendo terceiros de boa-fé e envio de Pix para a pessoa errada por erro do próprio usuário pagador (como erro de digitação de uma chave).

Com essa funcionalidade, o usuário é capaz de consultar o status e o andamento dos pedidos de devolução efetuados.

“A medida foi feita para acelerar o processo de solicitação de devolução, aumentando a chance de os recursos transferidos por fraude serem bloqueados na conta do fraudador e devolvidos para a vítima”, destacou o BC.

Comprovantes

Desde terça-feira (1º/4), o comprovante de agendamento de um Pix deve conter o termo “Agendamento Pix” e um ícone do tipo calendar clock. Os comprovantes de pagamentos concluídos terão o ícone do tipo check. Essa é uma obrigação para todos os bancos.

“Essa possibilidade foi implementada para combater o golpe do falso comprovante e facilitar para o recebedor a identificação de que uma transação foi, de fato, concluída”, afirmou o banco.

BC lança Pix por aproximação em todo o país nesta 6ª. Confira

O Banco Central (BC) disponibilizará a função por aproximação para os pagamentos feitos via Pix a partir desta sexta-feira (28/2)

A partir desta sexta-feira (28/2), o Banco Central (BC) libera a função de pagamento do Pix por aproximação em todo o Brasil. Nessa modalidade, o usuário é capaz de fazer transações sem acessar o aplicativo da instituição financeira.

O Pix é o sistema de pagamentos contínuo e em tempo real do BC, com vigência desde novembro de 2020.

Antes do lançamento oficial, a modalidade do Pix por aproximação estava disponível desde 4 de novembro do ano passado, mas para clientes de alguns bancos que aderiram à fase de testes.

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Lula faz Pix para desmentir notícia falsa sobre taxação

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez uma doação no valor de R$ 1.013 para a vaquinha da Arena Corinthians, criada para auxiliar na quitação da dívida contraída com a construção do estádio, iniciada em 2011. Apesar de o gesto ter, por trás, a declarada paixão de Lula pelo clube de futebol, também cumpre a função de rebater os boatos recentes de que a Receita Federal passaria a cobrar impostos pelas transferências via Pix.

“Hoje, fiz um Pix para ajudar o Corinthians a pagar sua dívida e aproveitei o momento para desmentir as fake news que estão circulando nas redes sociais. O governo não vai taxar as transações via Pix”, disse o presidente em vídeo publicado em rede social, nesta sexta-feira (10).

“Todo mundo sabe que eu sou corinthiano. Nunca utilizei a camisa do Corinthians, mas hoje eu coloquei a camisa do Corinthians porque eu vou fazer uma doação via Pix. E por que eu tomei essa decisão? Porque tem uma quantidade enorme de mentiras, desde ontem, em todas as redes sociais, dizendo que o governo vai taxar o Pix. E eu quero provar que é mentira”, assinalou.

O financiamento da construção foi viabilizado por contrato com a Caixa Econômica Federal. No início da tarde deste sábado, a vaquinha já completava quase R$ 35 milhões. A meta é atingir R$ 700 milhões.

O Pix é, atualmente, a principal forma de pagamento utilizada no país. Lançado no final de 2020, é usado por 76,4% da população. Quase metade (46%) dos entrevistados que participaram do levantamento O Brasileiro e sua Relação com o Dinheiro, do Banco Central, utiliza o Pix com bastante frequência.

A Arena Corinthians foi inaugurada em 10 de maio de 2014, quando a construção fechava três anos de obras. Localizado em Itaquera, zona leste de São Paulo, o estádio comporta 49 mil torcedores e possui uma área de 197 mil m².

A Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom) elaborou ações estratégicas de combate à desinformação. O Brasil Contra Fake permite que se acompanhe as fake news envolvendo decisões atribuídas às autoridades do governo federal.

Agência Brasil

BC comunica exposição de dados de 644 chaves Pix da Caixa

Um total de 644 chaves Pix de clientes da Caixa Econômica Federal tiveram dados expostos, informou nesta sexta-feira (8) o Banco Central (BC). Esse foi o 16º incidente com dados do Pix desde o lançamento do sistema instantâneo de pagamentos, em novembro de 2020.

Segundo o BC, a exposição ocorreu em 24 e 25 de setembro e abrangeu as seguintes informações: nome do usuário, CPF, instituição de relacionamento, agência, número e tipo e da conta, data de abertura da conta, data de criação da chave Pix, data a partir da qual o usuário tem a posse da chave Pix.

A exposição ocorreu por causa de falhas pontuais em sistemas da instituição de pagamento e ocorreu em dados cadastrais, que não afetam a movimentação de dinheiro. Dados protegidos pelo sigilo bancário, como saldos, senhas e extratos, não foram expostos. Embora o caso não precisasse ser comunicado por causa do baixo impacto potencial para os clientes, a autarquia esclareceu que decidiu divulgar o incidente em nome do “compromisso com a transparência”.

Todas as pessoas que tiveram informações expostas serão avisadas por meio do aplicativo ou do internet banking da instituição. O Banco Central ressaltou que esses serão os únicos meios de aviso para a exposição das chaves Pix e pediu para os clientes desconsiderarem comunicações como chamadas telefônicas, SMS e avisos por aplicativos de mensagens e por e-mail.

A exposição de dados não significa necessariamente que todas as informações tenham vazado, mas que ficaram visíveis para terceiros durante algum tempo e podem ter sido capturadas. O BC informou que o caso será investigado e que sanções poderão ser aplicadas. A legislação prevê multa, suspensão ou até exclusão do sistema do Pix, dependendo da gravidade do caso.

Em todos os 16 incidentes com chaves Pix registrados até agora, foram expostas informações cadastrais, sem a exposição de senhas e de saldos bancários. Por determinação da Lei Geral de Proteção de Dados, a autoridade monetária mantém uma página em que os cidadãos podem acompanhar incidentes relacionados com a chave Pix ou demais dados pessoais em poder do BC.

Em nota, a Caixa informou que o incidente não afetou dados sigilosos ou quaisquer outras informações de natureza bancária, fiscal ou patrimonial. Segundo o banco, a situação foi corrigida rapidamente, e os clientes foram comunicados. “O banco reafirma seu compromisso com a segurança e a privacidade dos dados de seus clientes e destaca que aperfeiçoa, continuamente, os critérios de segurança em seus canais, produtos e serviços”, respondeu a Caixa.

Agência Brasil

Novas regras do pix entram em vigor a partir desta sexta-feira

A partir desta sexta-feira (1º), o Pix terá regras mais rígidas para garantir a segurança das transações e impedir fraudes.

Transferências de mais de R$ 200 só poderão ser feitas de um telefone ou de um computador previamente cadastrados pelo cliente da instituição financeira, com limite diário de R$ 1 mil para dispositivos não cadastrados.

O Banco Central (BC) esclarece que a exigência de cadastro valerá apenas para os celulares e computadores que nunca tenham sido usados para fazer Pix. Para os dispositivos atuais, nada mudará.

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PIX Agendado Recorrente passa a valer nesta segunda-feira

A partir desta segunda-feira (28), o PIX Agenda Recorrente torna-se um serviço obrigatório para todas as instituições financeiras, conforme regulamentação do Banco Central do Brasil (BC).

Esta nova modalidade permite o agendamento de pagamentos de valor fixo para serem realizados automaticamente, no mesmo dia de cada mês, facilitando, por exemplo, o pagamento de aluguéis entre pessoas físicas.

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Novas regras para transferências via PIX entram em vigor em 1º de novembro

A partir de 1º de novembro, as transferências bancárias via PIX passarão por mudanças significativas, conforme uma nova resolução publicada pelo Banco Central (BC). O objetivo das alterações é aumentar a segurança virtual e proteger os usuários contra golpes.

Entre as principais novidades, está a limitação de valores para as transferências realizadas em novos dispositivos. O BC estabelecerá um limite de R$ 200 por transferência em aparelhos não cadastrados, além de restringir o total diário de envios a R$ 1 mil.

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Banco Central faz ajustes para aperfeiçoar segurança do Pix

O Banco Central (BC) divulgou, nesta segunda-feira (22), em Brasília, ajustes para aperfeiçoar os mecanismos de segurança do Pix. As mudanças visando combater fraudes e golpes entrarão em vigor em 1º de novembro. A resolução BCB n° 403 foi publicada no site da instituição.

Pela nova regra geral de segurança, nos casos em que o dispositivo de acesso eletrônico ao Pix – como smartphone ou computador – não estiver cadastrado no banco, as transações não poderão ser maiores que R$ 200.

Quando houver a mudança para um celular desconhecido, o limite diário de transações instantâneas via Pix não poderá ultrapassar R$ 1.000.

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BC comunica vazamento de dados de 87 mil chaves Pix

Um total de 87.368 chaves Pix de clientes da Sumup Sociedade de Crédito Direto S.A. (Sumup SCD) teve dados vazados, informou nesta sexta-feira (22) o Banco Central (BC). Este foi o sétimo vazamento de dados desde o lançamento do sistema instantâneo de pagamentos, em novembro de 2020.

Segundo o BC, o vazamento ocorreu entre 28 de setembro de 2023 e 16 de março de 2024 e abrangeu as seguintes informações: nome do usuário, Cadastro de Pessoa Física (CPF) com máscara, instituição de relacionamento, agência e número da conta. O vazamento ocorreu por causa de falhas pontuais em sistemas da instituição de pagamento, informou o BC, destacando que a exposição ocorreu em dados cadastrais, que não afetam a movimentação de dinheiro. Dados protegidos pelo sigilo bancário, como saldos, senhas e extratos, não foram expostos.

Embora o caso não precisasse ser comunicado por causa do baixo impacto potencial para os clientes, a autarquia decidiu divulgar o incidente em nome do “compromisso com a transparência”. Todas as pessoas que tiveram informações expostas serão avisadas por meio do aplicativo ou do internet banking da instituição. O Banco Central ressaltou que estes serão os únicos meios de aviso para a exposição das chaves Pix e pediu que os clientes desconsiderem comunicações como chamadas telefônicas, SMS e avisos por aplicativos de mensagens e por e-mail.

A exposição de dados não significa necessariamente que todas as informações tenham vazado, mas que ficaram visíveis para terceiros durante algum tempo e podem ter sido capturadas. O BC informou que o caso será investigado e que sanções poderão ser aplicadas. A legislação prevê multa, suspensão ou até exclusão do sistema do Pix, dependendo da gravidade do caso.

Histórico
Foi o sétimo incidente de vazamentos de dados do Pix desde a criação do sistema, em novembro de 2020. Em agosto de 2021, ocorreu o vazamento de dados 414,5 mil chaves Pix por número telefônico do Banco do Estado de Sergipe (Banese). Inicialmente, o BC tinha divulgado que o vazamento no Banese tinha atingido 395 mil chaves, mas o número foi revisado mais tarde.

Em janeiro de 2022, foi a vez de 160,1 mil clientes da Acesso Soluções de Pagamento terem informações vazadas. No mês seguinte, 2,1 mil clientes da Logbank pagamentos também tiveram dados expostos. Em setembro de 2022, dados de 137,3 mil chaves Pix da Abastece Ai Clube Automobilista Payment Ltda. (Abastece Aí) foram vazados . Em setembro do ano passado, 238 chaves Pix da Phi Pagamentos tiveram informações expostas.

O caso mais recente foi na última segunda-feira (18), quando 46 mil clientes da Fidúcia Sociedade de Crédito ao Microempreendedor e à Empresa de Pequeno Porte Limitada (Fidúcia) tiveram informações vazadas. Em todos os casos, foram vazadas informações cadastrais, sem a exposição de senhas e de saldos bancários. Por determinação da Lei Geral de Proteção de Dados, a autoridade monetária mantém uma página em que os cidadãos podem acompanhar incidentes relacionados com a chave Pix ou demais dados pessoais em poder do BC.

Em comunicado, a Sumup informou ter sido comunicada da ocorrência pelo Banco Central. “A empresa agiu rapidamente para mitigar a situação, aumentar a proteção dos dados e diminuir as chances de que o fato ocorra no futuro”, destacou o comunicado.

Agência Brasil

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