Deputado pede que Bolsonaro seja transferido para regime fechado e Flávio pague multa após carta

O deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) enviou uma petição ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, em que solicita o cancelamento da prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro e sua transferência ao regime fechado. A ação diz que o ex-presidente descumpriu medidas cautelares ao escrever uma carta, que foi lida pelo seu filho, o presidenciável Flávio Bolsonaro (PL).

A ação também pede que Flávio pague uma multa de R$ 100 mil por “ato atentatório à dignidade da justiça”. Bolsonaro está preso desde o ano passado após ser condenado por liderar uma trama golpista contra o resultado da eleição presidencial de 2022. Ele também cumpre uma série de medidas restritivas, uma delas é não se manifestar por meio das redes sociais.

Em mais um capítulo da crise que sua campanha ao Palácio do Planalto enfrenta por divisões no bolsonarismo, Flávio leu ontem uma carta assinada pelo pai, na qual ele se refere ao filho como seu “porta-voz” e pede apoio à sua pré-candidatura ao Planalto. O texto atribuído ao ex-presidente, que está em prisão domiciliar pela tentativa de golpe de Estado, não menciona a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), com quem Flávio vem trocando farpas nas últimas semanas. Na petição, Lindbergh diz que a carta contraria a proibição, determinada pelo STF, de Jair Bolsonaro se manifestar por meio das redes sociais, seja diretamente ou por meio de aliados

“A vedação à utilização de redes sociais por interposta pessoa, ademais, já havia sido delimitada por Vossa Excelência (Alexandre de Moraes) em termos que não comportam qualquer dúvida interpretativa: a medida, sob pena de imediata revogação e decretação da prisão.” O deputado do PT diz ainda que a “redação de carta destinada à leitura pública em transmissão ao vivo nas redes sociais de terceiro é exatamente a hipótese que as decisões deste Juízo buscaram coibir, com advertência expressa das consequências do descumprimento”.

A carta foi divulgada por Flávio, que visitou o pai ontem, durante um pronunciamento transmitido em seu canal no YouTube. No texto, Bolsonaro pede a todos para “deixar de lado as possíveis diferenças” e apoiar seu filho. “O momento é de arregaçar as mangas, deixar de lado as possíveis diferenças e cada um se empenhar pelo nosso pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro. A melhor opção para livrarmos o Brasil da corrupção, da violência e do empobrecimento”, diz a carta lida pelo senador.

Na sequência do texto, Bolsonaro se refere ao Flávio como “meu pré-candidato” e “meu porta-voz, no qual confio para resgatar o Brasil e nos conduzir para a paz e a prosperidade”. Após a leitura, Flávio indicou que a carta é um recado do pai para seus aliados. Segundo o senador, o objetivo é barrar movimentos paralelos à sua pré-candidatura.

Lindbergh criticou o conteúdo da carta na ação enviada a Moraes: “O conteúdo da carta possui natureza político-eleitoral, tendo em vista que nela o apenado designa o Senador Flávio Bolsonaro como seu “porta-voz”; declara apoio expresso à pré-candidatura do filho à Presidência da República; e conclama seus apoiadores à união em torno dessa pré-candidatura, qualificando-a como a melhor opção para o país”.

Agência O Globo

Caiado diz que candidatura de Flávio Bolsonaro está ‘afundando’

Ronaldo Caiado (PSD), pré-candidato à Presidência, comentou nesta sexta-feira (10) sobre o enfraquecimento político do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). “O barco está afundando e os aliados já começaram a pular fora!”, escreveu Caiado no X, ao compartilhar reportagem do G1 sobre a decisão da federação entre PP e União Brasil de recuar do apoio à candidatura de Flávio.

A federação entre PP e União Brasil deve adotar neutralidade na disputa presidencial, liberando diretórios estaduais para negociar alianças conforme interesses regional. A orientação ganhou força após desgastes entre Flávio e dirigentes, incluindo a insatisfação de Ciro Nogueira (PP) com a ausência de apoio público do senador durante investigação sobre Banco Master, e o desconforto do União Brasil após a prisão do aliado Márcio Canella no Rio.

Caiado endureceu às críticas ao adversário nos últimos dias. Ainda na manhã desta sexta-feira, afirmou que Flávio e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) são “farinha do mesmo saco”. “Quando o assunto é tarifaço, Lula não faz nada porque quer se beneficiar com a briga e Flávio Bolsonaro só pensa na própria eleição. Os interesses do Brasil não podem ficar em segundo plano!”, afirmou Caiado em outra publicação do X.

Na quinta-feira (9) Caiado disse que a disputa entre os nomes de Flávio e Lula configura uma “candidatura dos rejeitados”, em referência aos altos índices de rejeição de ambos. Ele questionou se a eleição de 2026 se resume a um “jogo de revanche” entre bolsonaristas e petistas. Na quarta-feira (8) após o evento “Agenda dos Presidenciáveis”, Caiado já havia dito que um voto em Flávio equivale a um voto pela reeleição de Lula. “Diante do cenário atual, muitos não querem confessar, mas se você votar no Flávio vai reeleger o Lula”, afirmou.

O pré-candidato também classificou de “inaceitável” o pedido do senador ao governo dos Estados Unidos para adiar para depois das eleições brasileiras a cobrança de tarifas de 25% sobre produtos do País.

Estadão Conteúdo

 

Pesquisa Gerp mostra Flávio Bolsonaro com 45% e Lula com 42% em eventual segundo turno

Levantamento divulgado nesta quarta-feira (8) aponta vantagem numérica do senador, mas cenário é de empate técnico dentro da margem de erro

Uma nova pesquisa nacional do Instituto Gerp, divulgada nesta quarta-feira (8), mostra o senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro numericamente à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em uma eventual disputa de segundo turno.

Segundo o levantamento, Flávio Bolsonaro aparece com 45% das intenções de voto, enquanto Lula registra 42%. A diferença é de três pontos percentuais. Como a margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos, os dois estão tecnicamente empatados.

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Fundador do Instituto Meio/Ideia vê reeleição de Lula em situação frágil

Maurício Moura afirma que presidente lidera a corrida eleitoral principalmente por causa da alta rejeição de Flávio Bolsonaro e aponta o voto feminino como decisivo no atual cenário

O fundador do Instituto Meio/Ideia, Maurício Moura, avalia que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva está em uma situação frágil na disputa pela reeleição em 2026, apesar de aparecer na liderança da nova pesquisa eleitoral divulgada nesta quarta-feira (8).

A análise foi feita por Maurício Moura ao comentar os números da pesquisa Meio/Ideia, que coloca Lula à frente do senador Flávio Bolsonaro tanto no primeiro quanto no segundo turno.

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Meio/Ideia: Lula lidera corrida presidencial com 40,4%, contra 32% de Flávio Bolsonaro

Pesquisa divulgada nesta quarta-feira (8) mostra vantagem do presidente no primeiro turno e placar de 45% a 40% em eventual confronto direto

Pesquisa Meio/Ideia divulgada nesta quarta-feira (8) mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na liderança da corrida pela Presidência da República. No principal cenário de primeiro turno, Lula aparece com 40,4% das intenções de voto, enquanto o senador Flávio Bolsonaro registra 32%.

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Flávio Bolsonaro defende Pix nos EUA e pede que tarifa de 25% não seja aplicada ao Brasil

Senador afirmou em audiência em Washington que taxação prejudicaria a população brasileira e defendeu o sistema de pagamentos instantâneos

O senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) defendeu nesta terça-feira (7), em Washington, a manutenção do Pix e pediu aos Estados Unidos que não apliquem a tarifa de 25% sobre produtos brasileiros.

A manifestação ocorreu durante audiência promovida pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR), que discute a proposta de taxação sobre produtos importados do Brasil.

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PL marca convenção para oficializar Flávio Bolsonaro como candidato à Presidência

Flávio Bolsonaro será oficializado candidato à Presidência da República durante convenção nacional do PL, marcada para o dia 25 de julho, em São Paulo

O Partido Liberal (PL) marcou para o dia 25 de julho, em São Paulo, a convenção nacional que deverá oficializar a candidatura do senador Flávio Bolsonaro à Presidência da República. A informação foi publicada nesta segunda-feira (6) pelo Metrópoles.

A convenção partidária representa uma etapa obrigatória do processo eleitoral. É durante esse período que os partidos confirmam oficialmente seus candidatos e definem as coligações para a disputa. Com o evento, o PL pretende abrir formalmente a campanha presidencial de Flávio Bolsonaro e mobilizar lideranças e apoiadores para a corrida ao Palácio do Planalto.

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Michelle Bolsonaro elogia nova política de educação bilingue de surdos do Governo Lula

Educação bilíngue de surdos passa a atender comunidade em modalidade que amplia Educação Especial.

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro elogiou a Política Nacional de Educação Bilíngue de Surdos, lançada pelo Ministério da Educação (MEC) nesta sexta-feira (3). A medida, instituída pelo governo federal, regulamenta o acesso, a permanência e a formação de estudantes surdos, surdocegos, com deficiência auditiva sinalizantes, altas habilidades ou superdotação e outras deficiências associadas.

“É um sonho realizado”, publicou a ex-primeira-dama em suas redes sociais. “Parabenizo a nossa amada comunidade surda pelo lançamento da Política Nacional de Educação Bilíngue de Surdos!”, completou, em referência à criação da nova modalidade na Educação Especial.

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Michelle anuncia saída da presidência do PL Mulher após atrito com Flávio Bolsonaro

Ex-primeira-dama afirma que decisão busca preservar o partido.

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro anunciou nesta terça-feira (30) que deixará a presidência nacional do PL Mulher, aprofundando a crise interna no Partido Liberal após o desgaste público com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O anúncio foi feito em meio às repercussões do conflito entre os dois, que ganhou destaque nos últimos dias e provocou reações dentro da legenda.

Segundo Michelle, sua decisão busca preservar o partido e evitar que as divergências internas prejudiquem o trabalho desenvolvido junto ao eleitorado feminino. A ex-primeira-dama afirmou que considera ter cumprido sua missão à frente do movimento e disse que continuará contribuindo com o projeto político do PL, mas sem permanecer no comando da ala feminina da legenda.

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Flávio volta a empatar com Lula no 2º turno, aponta pesquisa BTG/Nexus

Levantamento mostra presidente à frente nas simulações iniciais, mas disputa direta com o senador do PL permanece dentro da margem de erro

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera os cenários de primeiro turno da eleição presidencial de 2026, mas aparece em empate técnico com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em uma eventual disputa de segundo turno, segundo pesquisa BTG Pactual/Nexus divulgada nesta segunda-feira (29).

Na simulação de segundo turno entre os dois, Lula registra 47% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro aparece com 44%. Como a diferença é de três pontos percentuais e a margem de erro do levantamento é de dois pontos para mais ou para menos, os candidatos estão tecnicamente empatados.

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PF conclui que Flávio Bolsonaro cometeu calúnia contra Lula nas redes

A Polícia Federal (PF) concluiu nesta sexta-feira (26) que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) cometeu o crime de calúnia contra o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, em postagem nas redes sociais. A conclusão da PF consta no relatório final do inquérito aberto pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para apurar o caso.

A ação se trata da postagem feita por Flávio na rede social X, no dia 3 de janeiro deste ano, quando o ex-presidente da Venezuela Nicolás Maduro foi capturado pelos Estados Unidos. Na publicação, o senador declarou: “Lula será delatado. É o fim do Foro de São Paulo: tráfico internacional de drogas e armas, lavagem de dinheiro, suporte a terroristas e ditaduras, eleições fraudadas”.

Na avaliação da PF, o senador imputou falsamente ao presidente os crimes citados. “Fica claro, portanto, que o senador Flavio Bolsonaro, através de sua postagem, imputou falsamente ao presidente Lula o cometimento dos crimes de tráfico internacional de drogas, tráfico internacional de arma e lavagem de dinheiro, crimes estes expressamente tipificados em nosso ordenamento jurídico”, disse a PF.

Após encerrar a investigação, a PF enviou o caso para providências do Supremo. O próximo passo será a remessa para a Procuradoria-Geral da República (PGR). A Agência Brasil entrou em contato com a assessoria de Flávio Bolsonaro e aguarda retorno. O espaço está aberto para manifestação.

Agência Brasil

Crise entre Michelle e Flávio Bolsonaro expõe disputa por espaço político e sucessão na direita

 

Desentendimento envolve estratégias eleitorais, articulações do PL e a sucessão política do ex-presidente Jair Bolsonaro

Um desentendimento que antes permanecia restrito aos bastidores da política ganhou repercussão nacional e evidenciou uma disputa por influência dentro do grupo político do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A crise envolve a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, e foi detalhada em reportagem publicada pelo Congresso em Foco.

O conflito veio à tona após Michelle divulgar vídeos nas redes sociais relatando que foi “desrespeitada”, “maltratada” e “humilhada” por Flávio durante uma conversa sobre as articulações do Partido Liberal (PL) no Ceará. Segundo ela, o senador teria minimizado sua participação nas decisões políticas e considerado seu apoio à pré-candidatura presidencial como algo sem importância.

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Flávio Bolsonaro confirma agenda política em Pernambuco no próximo dia 9 de julho

Movimentação reforça a estratégia do PL para ampliar sua presença em Pernambuco nas eleições de 2026

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, cumprirá agenda política em Pernambuco no próximo dia 9 de julho. A visita integra a estratégia nacional do Partido Liberal (PL) para fortalecer sua articulação nos estados e ampliar o diálogo com lideranças políticas e apoiadores de olho nas eleições de 2026.

A programação deverá reunir representantes do partido, parlamentares, prefeitos, vereadores e lideranças conservadoras de diversas regiões de Pernambuco. A expectativa é de que o senador participe de encontros políticos e de eventos voltados ao fortalecimento da pré-campanha presidencial.

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Pesquisa Gerp mostra Flávio Bolsonaro numericamente à frente de Lula, mas em empate técnico no 2º turno

Senador do PL aparece com 42% das intenções de voto, contra 40% do presidente Lula; diferença está dentro da margem de erro de 2,19 pontos percentuais.

Uma pesquisa divulgada nesta quarta-feira (24) pelo instituto Gerp indica que o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece numericamente à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um eventual segundo turno das eleições presidenciais de 2026. Apesar da vantagem de dois pontos percentuais, os dois estão em situação de empate técnico, já que a diferença está dentro da margem de erro do levantamento.

No cenário simulado pelo instituto, Flávio Bolsonaro registra 42% das intenções de voto, enquanto Lula aparece com 40%. A margem de erro é de 2,19 pontos percentuais para mais ou para menos, o que impede afirmar, estatisticamente, que um dos candidatos esteja à frente do outro.

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Datafolha: Apoio de Donald Trump a candidato presidencial no Brasil é indiferente para 65% dos eleitores

Para a maioria do eleitorado, influência do líder norte-americano no pleito nacional é nula; levantamento ouviu mais de duas mil pessoas em junho.

Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (20) indica que o eventual anúncio de apoio do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a um candidato à Presidência do Brasil nas eleições de 2026 é considerado indiferente por 65% dos eleitores.

De acordo com o levantamento, o endosso do presidente norte-americano aumentaria a intenção de voto no candidato para 17% dos entrevistados, enquanto 15% afirmam que o apoio diminuiria a probabilidade de voto. Os que não souberam responder somam 3%. A pesquisa ouviu 2.004 pessoas entre os dias 17 e 18 de junho, apresenta margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%.

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