Bolsonaro está com crise de soluços “acima da média” há sete dias, diz boletim médico

Apesar disso, relatório diz que ex-presidente não tem instabilidades cardiológicas e está com a pressão controlada

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) está com recorrência “acima da média” de soluços nos últimos sete dias, de acordo com relatório médico semanal apresentado ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta sexta-feira. Ainda segundo o documento, Bolsonaro está com quadro vascular estável.

O texto diz que devido ao quadro, a equipe médica decidiu manter “doses elevadas das medicações específicas e rigorosa dieta com baixo teor de acidez”. “O paciente encontra-se estável do ponto de vista cardiológico, queixando-se apenas de cansaço leve e fadiga, aos médios esforços, e desconforto aos movimentos de flexão e abdução do ombro direito”, diz trecho do relatório.

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Com Alzheimer avançado, Fernando Henrique Cardoso tem interdição decretada

A Justiça de São Paulo determinou a interdição civil do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, em razão do agravamento de seu estado de saúde, marcado por um quadro avançado de Alzheimer. A decisão nomeia seu filho, Paulo Henrique Cardoso, como curador provisório.

O processo foi solicitado pela própria família, com o apoio das filhas Luciana e Beatriz Cardoso, e conduzido por advogados do escritório Bermudes Advogados. A medida é considerada comum em situações em que há perda progressiva da capacidade civil, garantindo proteção jurídica e pessoal ao paciente.

Embora a decisão tenha sido formalizada agora, Paulo Henrique já vinha assumindo, há alguns anos, a condução de questões financeiras e da rotina do ex-presidente, inclusive por vontade expressa do próprio Fernando Henrique. A decisão judicial, portanto, consolida uma realidade já estabelecida no âmbito familiar.

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Ex-presidente do BRB acertou propina de R$ 146 mi, diz Polícia Federal

O ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa teria combinado com o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, o recebimento de propina estimada em R$ 146,5 milhões. A informação consta na decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), que autorizou a prisão de Costa realizada hoje (16) pela Polícia Federal, na quarta fase da Operação Compliance.

O valor seria recebido por meio de quatro imóveis de alto padrão em São Paulo e dois em Brasília. A Polícia Federal disse ter rastreado, até o momento, o pagamento de ao menos R$ 74 milhões.

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Jair Bolsonaro passa mal e é levado às pressas para hospital do DF

Após ter um mal-estar, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) saiu de casa e foi levado às pressas ao hospital DF Star, em Brasília, na tarde desta terça-feira (16/9). Ele está em prisão domiciliar. Um comboio de veículos da polícia e um helicóptero o acompanharam.

O ex-presidente sofreu queda de pressão, crise de soluços e vômito. Ele também reclamou de fortes dores. As informações foram confirmadas por familiares, por Flávio Bolsonaro e pela equipe médica. Ele foi ao atendimento acompanhado pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro.

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Ex-presidente do Parlamento ucraniano é morto a tiros

O ex-presidente do Parlamento ucraniano Andriy Parubiy, um dos protagonistas dos protestos pró-europeus de 2014 no país, foi morto a tiros neste sábado (30) na cidade de Lviv, oeste da Ucrânia, e as autoridades anunciaram uma operação de busca do autor dos disparos.

“Um homem não identificado atirou várias vezes contra o político, matando Andriy Parubiy no local”, anunciou a Procuradoria-Geral ucraniana, que não revelou detalhes sobre as circunstâncias ou o motivo do assassinato. O suspeito do crime fugiu e as autoridades iniciaram uma “operação especial” para determinar seu paradeiro, acrescentou a Procuradoria. As autoridades também anunciaram a abertura de uma investigação oficial por homicídio.

A imprensa ucraniana publicou fotos da suposta cena do crime – cuja autenticidade ainda não foi comprovada -, que mostram um homem com o rosto ensanguentado no chão, em uma rua de Lviv, uma grande cidade do oeste da Ucrânia. O suspeito estava vestido como entregador e usava uma bicicleta elétrica, informou a emissora pública Suspilne, que citou fontes que pediram anonimato

Andriy Parubiy – Parubiy, 54 anos, presidente do Parlamento ucraniano de 2016 a 2019, foi um dos protagonistas dos protestos pró-europeus na Ucrânia, primeiro na “Revolução Laranja” de 2004 e depois na “Revolução de Maidan” em 2014. O presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, lamentou o “assassinato horrível” e prometeu mobilizar “todas as forças e recursos necessários” para esclarecer o crime.

Parubiy foi uma figura conhecida no movimento pró-europeu de Maidan. Ele teve papel de “comandante” dos grupos de autodefesa durante as manifestações violentamente reprimidas pelo governo da época. Os protestos, que exigiam uma aproximação da Europa e a independência do Kremlin, forçaram o presidente ucraniano pró-Rússia Viktor Yanukovych a abandonar o poder e fugir para a Rússia em 2014.

No mesmo ano, após a fuga do presidente, Parubiy ocupou durante alguns meses o cargo de secretário do Conselho de Segurança e Defesa Nacional. Na época da União Soviética, o político também militou pela independência da Ucrânia. A primeira-ministra ucraniana, Yulia Sviridenko, prestou homenagem à memória de “um patriota, que fez uma grande contribuição para a formação do Estado”.

Parubiy “dedicou sua vida à luta pela independência da Ucrânia desde a juventude”, afirmou o atual presidente do Parlamento ucraniano, Ruslan Stefanchuk. “Foi um dos fundadores da Ucrânia moderna”, acrescentou a deputada Irina Gerashchenko. “Exigimos que encontrem o assassino”.

AFP

Michelle assume viagens e agendas de Bolsonaro após restrições impostas ao ex-presidente

A ex-primeira-dama emerge como peça-chave no xadrez bolsonarista, impulsionada pelas restrições judiciais que hoje limitam a atuação de seu marido. Impedido de deixar Brasília por ordem do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), Bolsonaro vê a mulher ganhar protagonismo ao intensificar conversas de bastidores para fortalecer seu grupo político. Sem alarde, ela passou a ocupar espaços, discursar em nome do ex-presidente e comandar a interlocução com lideranças partidárias, religiosas e conservadoras. Procurada, Michelle não comentou.Na sexta-feira, por exemplo, enquanto Bolsonaro se mantinha recluso em casa para evitar descumprir as ordens de Moraes, Michelle esteve na Paraíba.

“Todos nós, sob a liderança do presidente Bolsonaro, que está parcialmente impedido de exercer sua liderança em toda sua plenitude, iremos nos guiar por Michelle Bolsonaro, que é uma figura excepcional”, disse o ex-ministro Marcelo Queiroga, presidente estadual do PL. Desde que Bolsonaro foi proibido de deixar Brasília, Michelle passou a assumir viagens que seriam dele, como a prevista para Rondônia em agosto, e intensificou postagens nas redes sociais em nome do casal. O resultado foi imediato: após a operação da Polícia Federal na sede do PL e na casa de Bolsonaro, em 18 de julho, ela ganhou 138 mil seguidores no Instagram.

Engajamento
Além da exposição pública, Michelle reforçou a segurança ao redor do ex-presidente. Seu irmão de criação, Eduardo Torres, tem acompanhado Bolsonaro em todas as saídas. Interlocutores próximos dizem que a escolha tem como motivação manter uma pessoa de confiança por perto. Embora evite citar seu futuro político em discursos públicos, Michelle tem adotado um tom messiânico nos bastidores. Em reuniões fechadas com aliados, ela se coloca como “voz profética” de um novo tempo. Afirma que “a batalha é contra o sistema” e que “Deus a levantou para essa hora”.

A atuação ativa dos últimos meses contrasta com a postura que a ex-primeira-dama teve até então. Na campanha de 2018, exerceu um papel discreto, focado em pautas como inclusão de pessoas com deficiência e doenças raras. Mesmo no governo, mantinha-se fora do foco, limitando suas aparições a eventos religiosos e institucionais. O ponto de virada veio em julho de 2022, quando discursou na convenção do PL no Rio de Janeiro. A performance empolgou a militância e fez acender, dentro da legenda, a percepção de que ali havia um ativo eleitoral em potencial.

Após a derrota de Bolsonaro em 2022, esse capital político foi aproveitado. Na presidência do PL Mulher, Michelle percorreu o país e ajudou a sigla a ampliar sua base, especialmente entre candidatas evangélicas.

Ao mesmo tempo, intensificou a articulação com pastores, cantoras gospel e influenciadoras cristãs. Na semana passada, esteve em reunião reservada com Valdemar Costa Neto na sede do PL, um gesto que, para aliados, simboliza sua ascensão à cúpula partidária. “Eu vou conversar com ela. A gente não vinha discutindo política por aí, mas é uma pessoa séria e de confiança”, declarou Bolsonaro recentemente, ao ser questionado sobre o protagonismo da esposa.

Resistências em casa
Embora esteja consolidando apoio interno no partido, Michelle ainda enfrenta resistências dentro da própria casa. A relação com dois dos quatro filhos do ex-presidente – Carlos Bolsonaro e Jair Renan – sempre foi marcada por tensão. Por anos, Carlos a chamava de Xuxa, em tom pejorativo, nos bastidores, insinuando que ela buscava os holofotes.

Segundo aliados, no entanto, o distanciamento entre os dois começou a diminuir neste ano, durante uma internação de Bolsonaro. Michelle assumiu os cuidados do marido, o que teria comovido Carlos. Ainda assim, há incômodo no clã sobre o espaço que ela vem conquistando. O pastor Silas Malafaia, aliado histórico da família, vocaliza parte dessa resistência: ” Tem várias vozes que falam por ele, mas não uma única pessoa. Ele não está preso, não está mudo. Uma pessoa só vai representar o quê?”.

Para integrantes do PL, contudo, Michelle é hoje o elo mais eficaz com dois pilares centrais do bolsonarismo: o eleitorado evangélico e o público feminino conservador. Nos bastidores, cresce a avaliação que, caso Bolsonaro permaneça inelegível, ela deva ser considerada para integrar uma chapa majoritária em 2026. ” Jair Bolsonaro é único. Ninguém vai substituí-lo, mas com as restrições a ele, a possibilidade de lançar Michelle vai amadurecendo mais e mais”, resume o líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (PL-RJ).

Agência O Globo

Cirurgia de Bolsonaro é ‘concluída com sucesso’ após 11 h, diz Michelle

A cirurgia do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para tratar um quadro de obstrução intestinal, no Hospital DF Star, em Brasília, foi encerrada no fim da noite de hoje, após mais de 11 h de duração, informou a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro.

A ex-primeira-dama disse que foi uma cirurgia muito delicada. Ela acrescentou que vai para sala de extubação e que Bolsonaro não tem previsão de alta.

O ex-presidente foi submetido ao procedimento de laparotomia exploradora. A cirurgia tem como objetivo liberar aderências intestinais e reconstruir a parede abdominal. O ex-presidente foi levado ao bloco cirúrgico por volta das 8h30 e o procedimento começou por volta das 10h.

Cirurgia foi necessária porque exames mostraram persistência da subobstrução intestinal, conforme o boletim. Trata-se de um quadro que dificulta a passagem de gases e fezes.

Morre Jimmy Carter, ex-presidente dos EUA, aos 100 anos

Morreu neste domingo (29) aos 100 anos Jimmy Carter, presidente dos EUA entre 1977 e 1981, em sua casa, em Plains, Geórgia, a mesma cidade onde nasceu.

“Meu pai foi um herói, não só para mim, mas para todos que acreditam na paz, nos direitos humanos e no amor altruísta”, disse seu filho, Chip Carter, em um comunicado. “Meus irmãos, minha irmã e eu o compartilhamos com o mundo por meio dessas crenças comuns. O mundo é nossa família pela maneira como ele uniu as pessoas, e agradecemos por honrar sua memória continuando a viver essas crenças compartilhadas.”

Na Casa Branca, Carter foi crítico a ditaduras latino-americanas, como as de Pinochet, no Chile, e à ditadura militar no Brasil.Carter estava sob cuidados paliativos em sua casa, desde fevereiro de 2023. A causa da morte não foi i ediatamente informada. A fundação que leva seu nome disse que haverá homenagens nas cidades de Atlanta e Washington, além de Plains; ainda não há informações sobre o funeral.

O político, filiado ao Partido Democrata, foi senador e governador do estado da Geórgia antes de chegar à Presidência, marcada por uma grave crise econômica e esforços de paz em todo o mundo. Uma disputa diplomática com o Irã resultou no sequestro de 52 americanos na embaixada em Teerã em 1979. Os reféns só foram soltos 444 dias depois, já na gestão do presidente Reagan, e o caso manchou a reputação de Carter, criticado por lidar de forma desastrosa com o evento.

Ele continuou atuando politicamente por meio da Fundação Carter, criada por ele em 1982, e organizou missões diplomáticas pelo mundo. Após sair da Casa Branca, foi reconhecido como ícone na luta pelos direitos humanos e pela democracia.

Ele ganhou o Prêmio Nobel da Paz em 2002 em reconhecimento ao seu “esforço incansável para encontrar soluções pacíficas para conflitos internacionais, impulsionar a democracia e os direitos humanos e promover o desenvolvimento econômico e social”.

Centenário, Carter viveu mais do que qualquer outro ex-presidente na história dos EUA. “Tive uma vida maravilhosa”, disse Carter a repórteres em Atlanta em 2015. “Tive milhares de amigos. E tive uma existência emocionante, aventureira e gratificante.”

Carter escreveu mais de duas dezenas de livros, desde um livro de memórias presidenciais a um livro infantil e poesia, além de obras sobre fé religiosa e diplomacia. Seu livro “Faith: A Journey for All” (fé: uma jornada para todos) foi publicado em 2018.Vida

G1 Globo

Lula diz que Bolsonaro ‘não gosta de gente, gosta é de policial’, se arrepende e pede desculpas

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou no último sábado (30/04) que o presidente Jair Bolsonaro ‘não gosta de gente. Gosta é de policial. Ele não gosta de livros. Gosta é de armas, de escola de tiro ao alvo, de facilitar o consumo de pistola. Quando na verdade o povo brasileiro está precisando é de paz, de livros, de escolas e de viver em clima de amor, de harmonia e de afeto”.

Em discurso realizado pela comemoração do 1º de maio , o pré-candidato do PT à presidência , Luiz Inácio Lula da Silva, pediu desculpa para os policiais por causa de sua fala.

“Quando eu estava fazendo o discurso, eu queria dizer que o Bolsonaro só gosta de milícia, ele não gosta de gente. E eu falei que ele ‘só gosta de polícia, não gosta de gente’. Eu quero aproveitar e pedir desculpas aos policiais desse país, porque muitas vezes cometem erros, mas muitas vezes salvam muita gente do povo trabalhador . Nós temos que tratá-los como trabalhadores”, afirmou.

Procuradoria do DF ratifica denúncia da Lava Jato contra Lula

O procurador da República do Distrito Federal, Frederico Paiva, ratificou à Justiça a denúncia contra o ex-presidente Lula (PT) na ação penal por supostas propinas pagas pela Odebrecht, alvo da Operação Lava Jato. Antônio Palocci e o empresário Marcelo Odebrecht e outros também foram denunciados.

A acusação foi anulada pelo ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), em junho, em função da suspeição do ex-juiz Sergio Moro.

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“Dilma nunca se meteu com corrupção”, diz em evento ex-presidente Michel Temer

O ex-presidente Michel Temer (MDB) disse, nesta segunda-feira (12), em um evento virtual na sede da Associação Comercial de São Paulo, que acha injusto quando alguém insinua que sua antecessora, Dilma Rousseff (PT), era corrupta. Para ele, a petista cometeu erros, mas nunca se envolveu com corrupção. As informações são da coluna Radar, da revista Veja.

“Eu convivi seis anos com ela e em nenhum momento Dilma fez qualquer gesto de corrupção. Eu faço questão de dizer isso, porque no Brasil temos a mania de pensar que sempre o atual presidente quer destruir a reputação de seu antecessor”, afirmou o ex-presidente da República.

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Fachin anula condenações de Lula relacionadas à Lava Jato; ex-presidente pode concorrer a cargo público

(Foto: Internet)

O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, anulou nesta segunda-feira ( 8) todas as condenações do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pela Justiça Federal no Paraná relacionadas às investigações da Operação Lava Jato. Com a decisão, o ex-presidente Lula recupera os direitos políticos e volta a ser elegível.

Ao decidir sobre pedido de habeas corpus da defesa de Lula em dezembro do ano passado, Fachin declarou a incompetência da Justiça Federal do Paraná nos casos do triplex do Guarujá, do sítio de Atibaia e das doações ao Instituto Lula. Segundo o ministro a 13ª Vara Federal de Curitiba não era o “juiz natural” dos casos.

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STJ rejeita recurso de Lula no caso do triplex

A Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou nesta terça-feira (17), recurso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva contra condenação no caso do triplex no Guarujá (SP).

No julgamento, por unanimidade, o colegiado seguiu voto proferido pelo relator, ministro Felix Fischer, rejeitando o recurso. O ministro Joel Paciornik estava impedido para julgar a questão e não participou do julgamento, de acordo com a Agência Brasil.

Em abril do ano passado, o colegiado reduziu a pena do ex-presidente de 12 anos e um mês para oito anos e 10 meses de prisão. No entanto, a defesa entrou com mais um recurso para alegar obscuridades e contradições na decisão.

A defesa de Lula pediu a nulidade da condenação e alegou a suspeição do ex-juiz Sérgio Moro para proferir a sentença e dos procuradores da Operação Lava Jato para fazer as acusações contra o ex-presidente.

Após repercussão negativa de fala sobre pandemia, Lula pede desculpa: ‘Frase infeliz’

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) usou as redes sociais para pedir desculpas após repercussão negativa de uma entrevista em que afirmou que “ainda bem que a natureza, contra a vontade da humanidade, criou esse monstro chamado coronavírus”. A frase foi dita nesta terça-feira (19), dia em que o Brasil registrou recorde de mortes pela Covid-19, com ocorrência de 1.179 óbitos em 24 horas.

O vídeo com a afirmação do ex-presidente de que o novo coronavírus tem impacto positivo no enfraquecimento da agenda liberal, cuja ideia consiste em interferências quase nulas do Estado na economia de uma nação circulou, virou notícia e gerou polêmica.

No Twitter, Lula caracterizou a fala como “infeliz” e pediu desculpas. “Usei uma frase totalmente infeliz. E a palavra desculpa foi feita pra gente usar com muita humildade. Se algum dos 200 milhões de brasileiros ficou ofendido, peço desculpas. Sei o sofrimento que causa a pandemia, a dor de ter os parentes enterrados sem poder acompanhar”, publicou o ex-presidente na rede social.

Temer e Moreira Franco ficarão detidos em unidade prisional da PM

Momento em que Temer é detido. (Foto: Reprodução/ TV Globo)

O ex-presidente Michel Temer e o ex-ministro Moreira Franco, presos hoje (21), em um desdobramento da Operação Lava Jato, ficarão detidos em uma cela especial da Unidade Prisional da Polícia Militar, em Niterói, na região metropolitana do Rio de Janeiro.

A determinação é do juiz Marcelo Bretas, titular da 7ª Vara Federal Criminal, atendendo um pedido da Força Tarefa da Operação Lava Jato do Ministério Público Federal. Os procuradores alegaram que, por ser ex-presidente da República, Michel Temer tem direito a tratamento especial, assim como Moreira Franco, que foi ministro até dezembro de 2018.

O coronel reformado da Polícia Militar João Baptista Lima Filho, também terá direito a cela especial no Estado Maior da PM, em Niterói. Segundo o MPF, o coronel, amigo pessoalç de Temer, é o operador do esquema de corrupção chefiado pelo ex-presidente.

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