Ministros do STF veem possível exagero em decisão de Moraes, diz reportagem

Moraes suspendeu visitas de Flávio Bolsonaro por 90 dias

Uma reportagem publicada pelo Jornal da Cidade Online afirma que integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF), ouvidos sob condição de anonimato, avaliam que o ministro Alexandre de Moraes teria cometido um erro jurídico e outro estratégico ao analisar a divulgação de uma carta escrita pelo ex-presidente Jair Bolsonaro durante o período de prisão domiciliar.

Segundo a publicação, três ministros do STF ouvidos pela colunista Bela Megale, do jornal O Globo, defenderam cautela na condução do caso. Na avaliação desses magistrados, seria juridicamente discutível concluir que Bolsonaro descumpriu as medidas cautelares apenas pelo fato de ter escrito uma carta, já que não haveria proibição específica para a produção de correspondências manuscritas.

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Moraes mantém Bolsonaro em prisão domiciliar e determina entrega de armas à PF

Decisão do ministro do STF mantém restrições como uso de tornozeleira eletrônica e determina apreensão de armamento registrado em nome do ex-presidente.

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta sexta-feira (3) a prorrogação do regime de prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro. O relator do caso manteve as medidas cautelares vigentes, que incluem o monitoramento por tornozeleira eletrônica, a proibição do uso de aparelhos celulares e o acesso a redes sociais, inclusive por intermédio de terceiros ou gravação de vídeos.

As visitas ao ex-presidente continuam condicionadas à autorização prévia do magistrado. A segurança do perímetro residencial permanece sob a responsabilidade de agentes da Polícia Militar do Distrito Federal.

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PF deflagra operação para investigar suspeitas de irregularidades em emendas Pix

Agentes da Polícia Federal cumpriram 41 mandados de busca e apreensão durante operação que investiga suspeitas de irregularidades na aplicação de recursos de emendas Pix

A Polícia Federal deflagrou, nesta sexta-feira (3), a Operação Acesso Negado, que investiga suspeitas de irregularidades na aplicação de recursos das chamadas emendas Pix. Ao todo, foram cumpridos 41 mandados de busca e apreensão em Roraima, Bahia, São Paulo e Tocantins.

As emendas Pix são transferências especiais de recursos federais indicadas por parlamentares e enviadas diretamente a estados e municípios. De acordo com a investigação, o foco principal das apurações está nos municípios de Iracema e São Luiz do Anauá, ambos em Roraima.

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‘Não sou dona da polícia’, diz Raquel Lyra sobre acusação de espionagem contra adversários

A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), negou ter coordenado uma rede de espionagem contra adversários políticos ou instrumentalizado a Polícia Civil para perseguição eleitoral. As declarações foram dadas em entrevista ao programa Frente a Frente, sabatina conjunta do UOL e da Folha de S.Paulo.

Raquel Lyra afirmou que a denúncia “não é verdade” e que sua trajetória como procuradora do Estado desde 2005 atesta seu zelo pela integridade institucional. “Tenho trabalhado para o fortalecimento institucional. Estamos fortalecendo o sistema de segurança pública em Pernambuco, mas eu não sou dona dele. A gente tem uma polícia séria, comprometida”, declarou a governadora.

A gestora listou uma série de melhorias estruturais implementadas em seu governo, como a compra de computadores, mesas e oferta de internet de qualidade para as delegacias. Além disso, destacou que Pernambuco agora conta com tecnologias próprias de investigação.

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Defesa de Bolsonaro nega ‘falta grave’ em apreensão de arma e pede manutenção da domiciliar

A defesa de Jair Bolsonaro pediu ao ministro Alexandre de Moraes do Supremo Tribunal Federal (STF), que não considere a apreensão de uma arma em nome do ex-presidente como “falta grave”, e que mantenha a prisão domiciliar, cujo prazo inicial de 90 dias terminou na última sexta-feira (26). A pistola foi apreendida com um militar do Exército no dia 15 de junho durante uma blitz de trânsito no Distrito Federal. Se o episódio for considerado uma falta grave no âmbito da Lei de Execução Penal, Bolsonaro poderá sofrer sanções, inclusive perder o direito à domiciliar.

Em manifestação protocolada na noite deste sábado (27), os advogados do ex-presidente sustentam que a arma estava regularmente registrada e já permanecia guardada na residência antes da condenação e do início da prisão domiciliar. Segundo a defesa, a arma teria sido retirada da casa para ser encaminhada a reparo, em razão de uma falha mecânica. Os advogados afirmam que, desde a abordagem policial, o militar informou que o armamento pertencia a Bolsonaro.

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Com voto de Fux, STF forma maioria para atenuar limite a penduricalhos

Com o voto deste sábado (27), do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux, a Corte formou maioria para atenuar limite a penduricalhos. Até esta sexta, 26, já tinham votado os ministros Flávio Dino, Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin e Gilmar Mendes.  O voto dos magistrados abranda restrições previstas pela própria Corte anteriormente. O presidente do STF, ministro Edson Fachin, seguiu o voto conjunto. O tribunal tinha, até esta sexta-feira, o placar de cinco votos a zero para a flexibilização das regras que serão fixadas para o pagamento de benefícios no Judiciário e no Ministério Público (MP).

Um dos principais recuos dos ministros foi a autorização para que os tribunais e unidades do MP convertam em dinheiro as horas extras do plantão presencial, desde que cumpram o limite de 35% do teto do funcionalismo público. No caso de plantão virtual, magistrados e promotores só poderão receber pelas horas em que foram efetivamente acionados. A decisão final cabe ao plenário.

Fux acompanhou parcialmente o voto de seus colegas, dizendo que valem decisões do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) que “reconheçam ou tenham reconhecido a validade ou invalidade quanto ao pagamento de qualquer verba remuneratória ou indenizatória, nova ou retroativa”.

Os ministros também reiteraram a permissão para que tribunais e unidades do Ministério Público paguem por períodos de férias, licenças-prêmio e plantões judiciais adquiridos antes da data da decisão do STF, que impôs limites a esses pagamentos. O Supremo começou a debater os penduricalhos e verbas indenizatórias do funcionalismo após decisões liminares de Dino e Gilmar sobre o tema.

O voto conjunto reconheceu ainda um penduricalho requerido pela Procuradoria-Geral da República (PGR) que havia sido autorizado na decisão anterior da Corte: a valorização por tempo de antiguidade na carreira (PVTAC). O benefício segue os mesmo moldes do Adicional por Tempo de Serviço (ATS), também conhecido como quinquênio, que confere um adicional de 5% nos salários a cada cinco anos trabalhados, até o máximo de 35 anos.

O voto abre a possibilidade de o PVTAC ser pago simultaneamente ao ATS, penduricalho que utiliza os mesmos critérios de pagamento, aos promotores e magistrados. Eles justificaram que o ATS tem caráter remuneratório e, portanto, não poderia ser confundido com o outro benefício, apesar dos critérios semelhantes para o pagamento.

Comarcas de difícil provimento – O voto de Dino, Zanin, Moraes e Gilmar também autoriza os órgãos do Judiciário e do MP a pagarem gratificações aos magistrados, promotores e procuradores que atuam em comarcas de difícil provimento. Todos os benefícios reconhecidos antes da conclusão deste julgamento serão válidos, diferentemente das que vierem a ser editadas posteriormente.

Em maio, os quatro ministros expediram um voto conjunto que proibia as instituições de revisar, reclassificar ou reestruturar comarcas, cargos e funções. Eles identificaram, à época, que os órgãos estavam promovendo mudanças para considerar mais postos de trabalho como locais de difícil provimento e, assim, garantir o pagamento do penduricalho, driblando a decisão do STF. O tema não foi revisitado neste julgamento.Os ministros exigem como contrapartida que seja respeitado o limite de 35% do valor fixado para o pagamento de todas os penduricalhos – ou seja, a conversão desses benefícios em dinheiro deve respeitar o novo teto fixado pelo STF. Por outro lado, os ministros vetaram o pagamento de auxílio-alimentação, assistência pré-escolar e auxílio creche, ou benefícios similares, requeridos pelas associações.

AFP

Decisão de Moraes sobre prisão domiciliar de Bolsonaro deve ficar para a próxima semana

Estado de saúde do ex-presidente será um dos fatores analisados pelo Supremo

A decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), sobre a manutenção ou não da prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) deverá ficar para a próxima semana. A expectativa é da própria defesa de Bolsonaro, que considera improvável uma manifestação do magistrado ainda nesta semana em razão dos prazos processuais em andamento.

Na quarta-feira (24), Moraes concedeu prazo de 48 horas para que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifeste sobre o pedido da defesa. Somente após o parecer do órgão, o ministro deverá analisar os documentos e decidir se mantém Bolsonaro em prisão domiciliar ou determina seu retorno ao sistema prisional.

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Prazo de prisão domiciliar temporária de Bolsonaro termina nesta quinta-feira e STF deve decidir próximos passos

Situação do ex-presidente será reavaliada pelo ministro Alexandre de Moraes, que poderá manter, alterar ou revogar o benefício concedido por razões humanitárias

Termina na próxima quinta-feira (25) o prazo de 90 dias da prisão domiciliar temporária concedida ao ex-presidente Jair Bolsonaro. A continuidade ou não da medida dependerá de nova avaliação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), relator do processo e responsável pela execução da pena.

Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão após condenação por tentativa de golpe de Estado. Em março deste ano, Moraes autorizou a transferência para o regime domiciliar em caráter humanitário, levando em consideração o quadro de saúde do ex-presidente e após parecer favorável da Procuradoria-Geral da República (PGR).

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STF retoma julgamento que pode definir vínculo empregatício entre aplicativos e trabalhadores

 

Corte analisará se trabalhadores de aplicativos têm direito ao reconhecimento de vínculo empregatício.

O Supremo Tribunal Federal (STF) retoma nesta quarta-feira (24) o julgamento que pode estabelecer um marco para as relações de trabalho mediadas por plataformas digitais no Brasil. A Corte vai analisar se motoristas e entregadores de aplicativos possuem ou não vínculo empregatício com empresas como Uber e Rappi, em uma decisão aguardada por trabalhadores, empresas e operadores do Direito.

O tema ganhou relevância nacional por envolver a chamada “uberização” do trabalho, modelo em que plataformas digitais conectam prestadores de serviço e consumidores. O entendimento do STF terá repercussão geral, o que significa que servirá de referência obrigatória para casos semelhantes em todo o país. Atualmente, mais de 10 mil processos aguardam uma definição da Corte sobre o assunto.

O julgamento envolve dois processos principais: um recurso apresentado pela Uber e uma reclamação protocolada pela Rappi. As empresas contestam decisões da Justiça do Trabalho que reconheceram a existência de vínculo empregatício entre as plataformas e trabalhadores cadastrados nos aplicativos.

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Boletim médico indica melhora na saúde de Bolsonaro e PT pede retorno do ex-presidente à prisão.

Ex-presidente demonstrou melhora no ombro que foi operado e nas crises de soluço, segundo boletim médico.

Um novo boletim médico divulgado nesta sexta-feira (19) aponta melhora no quadro de saúde do ex-presidente Jair Bolsonaro, com evolução no ombro operado e cessação das crises de soluço. Em paralelo, o deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ), vice-líder do governo Lula no Congresso Nacional, pediu a revogação da prisão domiciliar do ex-presidente, citando episódio em que a escolta impediu a intimação policial.

O relatório fisioterapêutico detalha sessões realizadas entre os dias 15 e 17 de junho. De acordo com o documento, o ex-presidente demonstrou maior disposição física em relação às semanas anteriores, fator correlacionado à ausência de novas crises de soluço antes do atendimento. O texto também registra redução de dores e ganho de mobilidade. Quanto aos soluços, a equipe médica informou que houve resposta positiva ao tratamento, embora tenham sido observados efeitos colaterais decorrentes da medicação, tais como sonolência diurna e instabilidade no equilíbrio corporal.

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STF mantém condenações dos cinco acusados pela morte de Marielle

Caso Marielle: STF forma maioria para manter condenação de réus.

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) formou nesta quinta-feira (18) maioria de votos para manter as condenações dos cinco acusados de participação assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, ocorrido em 2018, no Rio de Janeiro.

Até o momento, o placar da votação está 3 votos a 0 contra os recursos apresentados pelas defesas dos acusados. A votação virtual será encerrada nesta sexta-feira (19). Falta o voto da ministra Cármen Lúcia.

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Ministro André Mendonça impõe medidas cautelares ao senador Jaques Wagner

Decisão do STF ocorre no âmbito da 9ª fase da Operação Compliance Zero, que também cumpriu mandados de busca e apreensão contra o parlamentar e outros investigados

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, determinou a aplicação de medidas cautelares ao senador Jaques Wagner (PT-BA) no âmbito da 9ª fase da Operação Compliance Zero, deflagrada nesta quinta-feira (18).

Além das medidas cautelares, a decisão autorizou o cumprimento de mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao parlamentar e a outros investigados. A operação é conduzida pela Polícia Federal e apura supostas irregularidades envolvendo empresários, agentes públicos e operações relacionadas ao Banco Master.

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STF condena Eduardo Bolsonaro a 4 anos e 2 meses por coação no curso do processo

Eduardo Bolsonaro foi condenado por unanimidade pelo STF após ministros entenderem que houve tentativa de pressionar a Corte durante julgamento relacionado ao ex-presidente Jair Bolsonaro.

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou, nesta terça-feira (16), o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) a quatro anos e dois meses de prisão pelo crime de coação no curso do processo. A decisão foi unânime entre os ministros que compõem o colegiado.

Além da pena privativa de liberdade, o ex-parlamentar foi condenado ao pagamento de multa. Conforme a decisão, o cumprimento da pena somente ocorrerá após o trânsito em julgado do processo, quando não houver mais possibilidade de recursos.

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Após autorização de Moraes, Flávio visita Bolsonaro em prisão domiciliar

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) visita na manhã deste sábado o ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar desde março. O encontro foi autorizado pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A visita ocorre em meio às articulações da direita para as eleições presidenciais. Na última semana, pesquisa divulgada pela Quaest identificou uma queda nas intenções de voto do parlamentar nos cenários contra o presidente Lula.

Acompanhado da esposa e das filhas, o senador foi autorizado a permanecer com Bolsonaro durante o horário de almoço, entre 11h e 13h. Ele chegou ao local pouco antes das 12h na manhã deste sábado. Na decisão, Moraes considerou que o encontro é compatível com as condições impostas à prisão domiciliar. O magistrado também determinou que todos os visitantes passassem por vistoria prévia e deixassem celulares e outros aparelhos eletrônicos sob custódia dos agentes responsáveis pela segurança da residência.

Bolsonaro está em prisão domiciliar humanitária desde 27 de março, após ser condenado pelo STF a 27 anos e três meses de prisão por liderar a tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022. A medida foi concedida em razão de seu quadro de saúde e tem duração inicial de 90 dias.

A visita acontece em um momento de crescente pressão sobre Flávio. Pesquisa divulgada pela Genial/Quaest nesta semana apontou queda do senador em cenário de segundo turno contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O senador Flávio Bolsonaro (PL) apareceu em segundo lugar em um dos cenários de primeiro turno, com 29% (eram 33% em maio). A Genial/Quaest também mostrou o presidente Lula na liderança no segundo turno. Contra Flávio, o petista tem 44% das intenções de voto contra 38% do bolsonarista. Em maio, os dois apareciam empatados tecnicamente: Lula marcava 42% e Flávio 41%.

Agência O Globo

Bolsonaro deve ser mantido em prisão domiciliar por problemas de saúde

O ministro Alexandre de Moraes deve renovar a temporada de Jair Bolsonaro em prisão domiciliar diante de um relatório médico que registrou a piora no quadro de saúde do ex-presidente, segundo integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF). Documento enviado nesta semana pela equipe médica ao tribunal informa que os episódios de soluço de Bolsonaro pioraram nos último dias. Foi necessário administrar doses elevadas de medicamentos, no “limite terapêutico de segurança”.

Bolsonaro foi condenado pelo STF a uma pena de 27 anos e três meses por tentativa de golpe de Estado. No fim de março, ele obteve autorização para permanecer me prisão domiciliar humanitária monitorada pelo prazo de 90 dias devido à situação grave de saúde. Na época, ele foi internado com uma broncopneumonia. Em maio, Bolsonaro foi submetido a uma cirurgia no ombro direito. Agora, a tendência é que Alexandre de Moraes, o relator do processo, renove o período do ex-presidente em casa.

Ainda segundo o relatório médico, o ex-presidente deve realizar uma série de exames – entre eles, uma endoscopia digestiva – para investigar a função do esfíncter esofágico inferior e analisar a presença de esofagite crônica. O boletim também registra que Bolsonaro mantém queixas de cansaço e fadiga ao realizar esforços médios, além de oscilações no equilíbrio corporal.

Estadão Conteúdo

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