Defesa de Daniel Vorcaro entrega proposta de delação à Polícia Federal

Proposta está sob análise da PF e da PGR

A defesa do empresário Daniel Vorcaro apresentou à Polícia Federal e à Procuradoria-Geral da República uma proposta de delação premiada envolvendo as fraudes bilionárias investigadas no Banco Master. As autoridades passaram a analisar o material entregue para verificar a consistência das informações.

O acordo de delação dependeria da existência de provas que apontassem para a participação de outros envolvidos no esquema, especialmente pessoas em posição hierárquica superior. Após a análise inicial, o caso seria encaminhado ao ministro André Mendonça, responsável pela relatoria no Supremo Tribunal Federal.

Vorcaro estava preso preventivamente desde o início de março em uma unidade de segurança máxima em Brasília. Posteriormente, foi transferido para a superintendência da Polícia Federal, após solicitação da defesa, que alegou necessidade de comunicação reservada com o cliente para tratar da negociação do acordo.

LEIA MAIS

Fux vira relator de ação que questiona derrota de Messias no Senado

Ministro Luiz Fux. (Foto: Internet)

O ministro Luiz Fux foi sorteado relator da ação que questionou a validade da rejeição do nome de Jorge Messias pelo Senado Federal. O caso passou a ser analisado no âmbito do Supremo Tribunal Federal.

A ação foi protocolada por uma associação civil, que alegou irregularidades no processo de votação no Senado. O principal argumento apresentado foi de que a antecipação do resultado teria comprometido a autenticidade da deliberação parlamentar.

Segundo a petição, declarações feitas pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre, antes do encerramento da votação, poderiam ter influenciado o comportamento dos parlamentares. O texto sustenta que isso teria afetado a liberdade de voto dos senadores.

LEIA MAIS

Derrota no STF gera reflexos eleitorais e preocupa governo Lula

Episódio repercute em Minas Gerais, estado estratégico

A rejeição do nome de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF) não ficou restrita ao ambiente institucional de Brasília e já começa a gerar reflexos no cenário eleitoral, especialmente em Minas Gerais, considerado um dos principais colégios eleitorais do país.

A derrota no Senado, com 42 votos contrários e 34 favoráveis, foi interpretada como um enfraquecimento político do governo do Luiz Inácio Lula da Silva e acendeu um alerta sobre a capacidade de articulação do Planalto em um momento estratégico pré-eleitoral.

Analistas políticos avaliam que o episódio impacta diretamente o ambiente político em Minas Gerais, estado-chave nas eleições nacionais. Isso porque a fragilidade demonstrada no Congresso pode influenciar alianças, candidaturas e o posicionamento de lideranças locais.

LEIA MAIS

Congresso analisa veto de Lula ao PL da Dosimetria e reacende disputa política

Parlamentares podem manter ou derrubar decisão presidencial

O Congresso Nacional está realizando, nesta quinta-feira (30), uma sessão conjunta para analisar o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao chamado Projeto de Lei da Dosimetria. A proposta trata da definição das penas aplicadas a condenados por crimes relacionados aos atos de 8 de janeiro de 2023.

O tema coloca novamente em confronto governo e oposição. Enquanto parlamentares contrários ao governo defendem a derrubada do veto, o Palácio do Planalto atua para mantê-lo, classificando o projeto como uma ameaça ao Estado Democrático de Direito.

LEIA MAIS

Aliados de Lula e Messias estudam acionar STF após derrota no Senado

Derrota inédita gerou reação imediata no Planalto

Após a rejeição do nome de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal, aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do próprio indicado passaram a discutir a possibilidade de recorrer ao próprio STF para questionar o resultado da votação no Senado.

De acordo com informações divulgadas pelo Metrópoles, integrantes do governo avaliam a viabilidade jurídica de contestar o processo, especialmente em relação à condução política da votação e possíveis interferências externas.

A principal linha de análise gira em torno de eventual irregularidade no processo ou abuso de articulação política que teria influenciado o resultado final. A derrota — com 42 votos contrários e 34 favoráveis — já havia sido classificada como histórica e inesperada dentro do governo.

LEIA MAIS

Messias vê “traição” na derrota no Senado e crise expõe racha na base do governo

Aliados apontam atuação contrária dentro da própria base

A derrota de Jorge Messias no Senado para o Supremo Tribunal Federal (STF) abriu uma crise política nos bastidores do governo federal. Após o resultado, aliados próximos do indicado passaram a apontar uma possível “traição” dentro da própria base governista como fator decisivo para a rejeição.

Messias, que teve seu nome barrado por 42 votos contrários e 34 favoráveis, chegou a indicar publicamente que sabe quem teria atuado contra sua indicação. A leitura dentro do Palácio do Planalto é de que parte do chamado Centrão, inclusive integrantes da base, não cumpriu acordos políticos previamente firmados.

LEIA MAIS

Rejeição de Jorge Messias ao STF gera crise e trava novas indicações

Senadores articulam barrar nomes de Lula até as eleições

A rejeição do nome de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF) provocou uma nova frente de tensão política em Brasília e acendeu um sinal de alerta no Palácio do Planalto. Após a derrota no plenário do Senado, parlamentares da oposição passaram a defender o bloqueio de futuras indicações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Corte.

Messias teve a indicação barrada na noite da última quarta-feira (29), com 42 votos contrários e 34 favoráveis, resultado considerado histórico — a primeira rejeição de um nome ao STF em mais de um século. O episódio foi interpretado como um duro revés político para o governo federal e evidenciou fragilidade na articulação com o Congresso.

LEIA MAIS

Indicado ao STF, Jorge Messias diz não se opor ao casamento homoafetivo

Declaração foi feita durante sabatina na Comissão de Constituição e Justiça

O advogado-geral da União, Jorge Messias, afirmou nesta quarta-feira (29) que não se opõe ao casamento homoafetivo e que pretende atuar no Supremo Tribunal Federal para combater todas as formas de preconceito.

A declaração foi feita durante sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal, etapa obrigatória para a aprovação de seu nome ao Supremo Tribunal Federal.

Segundo informações do portal Metrópoles, Messias foi questionado sobre o tema e destacou que respeitará a Constituição e as decisões já consolidadas pela Corte.

LEIA MAIS

STF torna Silas Malafaia réu por injúria contra o Alto Comando do Exército

Ministros analisaram em sessão presencial a denúncia oferecida pela PGR

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, nesta terça-feira (28), aceitar denúncia contra o pastor Silas Malafaia pelo crime de injúria. A decisão refere-se a declarações proferidas pelo líder religioso contra o Alto Comando do Exército durante uma manifestação na Avenida Paulista, em abril de 2025.

LEIA MAIS

STF forma maioria e mantém prisão de ex-presidente do BRB

Investigação envolve suposto esquema de corrupção e lavagem de dinheiro

A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria para manter a prisão do ex-presidente do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa, e do advogado Daniel Monteiro, investigados por suposto envolvimento em um esquema de corrupção e lavagem de dinheiro.

A decisão ocorreu nesta sexta-feira (24), com votos dos ministros André Mendonça, relator do caso, Luiz Fux e Nunes Marques, formando placar de 3 a 0 pela manutenção das prisões.

Os dois foram detidos no dia 16 de abril durante a 4ª fase da Operação Compliance Zero, conduzida pela Polícia Federal, com parecer favorável da Procuradoria-Geral da República (PGR).

No voto, Mendonça destacou que medidas alternativas à prisão seriam insuficientes diante da complexidade do esquema investigado e do risco de interferência nas apurações. Segundo o ministro, há indícios de continuidade dos crimes e possibilidade de influência sobre provas e testemunhas.

LEIA MAIS

Mendonça interrompe julgamento de Eduardo Bolsonaro por difamação contra Tabata Amaral

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), pediu vista e suspendeu o julgamento virtual do processo em que o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) é acusado de difamação contra a deputada Tabata Amaral (PSB-SP).

O julgamento começou na sexta-feira (17). Até o momento, o placar está 4 votos a 0 pela condenação do ex-parlamentar.

Além de Alexandre de Moraes, relator, os votos foram proferidos pelos ministros Flávio Dino, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia. A data para retomada do julgamento ainda não foi definida.

LEIA MAIS

STF forma placar de 3 a 0 para condenar Eduardo Bolsonaro por difamação contra Tabata Amaral

O deputado Eduardo Bolsonaro, que está nos EUA — Foto: Wilton Junior/Estadão Conteúdo

O Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou o julgamento da queixa-crime apresentada pela deputada federal Tabata Amaral (PSB-SP) contra o ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP). Até o momento, três ministros votaram pela condenação do réu pelo crime de difamação.

Votos e Penalidades
O relator do caso, ministro Alexandre de Moraes, votou pela condenação e sugeriu a aplicação das seguintes sanções:

Pena de detenção: Um ano.
Multa: 39 dias-multa, com valor unitário fixado em dois salários mínimos (totalizando aproximadamente R$ 80 mil).

LEIA MAIS

STF vai decidir destino de valores do tríplex do Guarujá após envio de processo pela Justiça Federal

A 12ª Vara Federal do Distrito Federal encaminhou ao Supremo Tribunal Federal (STF) o processo que trata do destino dos valores obtidos com o leilão do tríplex do Guarujá, imóvel que esteve no centro das investigações da Operação Lava Jato.

O apartamento foi leiloado em 2018 por R$ 2,2 milhões e os recursos permanecem depositados em uma conta judicial da Caixa Econômica Federal. Com a anulação das decisões relacionadas ao caso pelo STF, surgiu a necessidade de definição sobre o destino final desse montante.

O imóvel chegou a ser associado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas a condenação foi posteriormente anulada pela Suprema Corte, que entendeu que a Justiça Federal de Curitiba, à época conduzida pelo ex-juiz Sergio Moro, não tinha competência para julgar o caso.

LEIA MAIS

Amupe realiza 9º Congresso Pernambucano de Municípios com presença do ministro Flávio Dino

A Associação Municipalista de Pernambuco promove, nos dias 27 e 28 de abril, o 9º Congresso Pernambucano de Municípios, no Recife Expo Center. O evento reunirá gestores e representantes do setor público para debater temas estratégicos ligados à administração municipal e ao fortalecimento das políticas públicas.

A programação contará com a participação do ministro do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino, prevista para a tarde da segunda-feira (27), primeiro dia do encontro. O congresso ocorre às vésperas da mobilização nacional de prefeitos em Brasília e deve concentrar discussões sobre o financiamento das gestões locais.

Entre os temas em pauta estão captação de recursos, eficiência no gasto público, previdência própria e comunicação institucional. A proposta é promover a troca de experiências entre prefeitos, secretários, vereadores e técnicos, contribuindo para a modernização e a eficiência das administrações municipais.

LEIA MAIS

Datafolha: 55% dos brasileiros acreditam em envolvimento de ministros do STF no caso Banco Master

Pesquisa do Datafolha divulgada nesta segunda-feira (13) aponta que 55% dos brasileiros acreditam que ministros do Supremo Tribunal Federal estão envolvidos no escândalo do Banco Master. Outros 4% afirmam não acreditar na ligação, enquanto 10% disseram não saber opinar.

O levantamento revela ainda que cerca de 70% dos entrevistados afirmaram ter conhecimento ou já ter ouvido falar sobre as denúncias envolvendo a instituição financeira e suas possíveis conexões com autoridades e figuras da política nacional. Por outro lado, 30% declararam desconhecer o caso.

A pesquisa ouviu 2.004 pessoas entre os dias 7 e 9 de abril, em 137 municípios brasileiros. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, e o estudo foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-03770/2026.

LEIA MAIS
12345