Fonte nega acordo para Miguel Coelho ser vice de Raquel Lyra: “Informação não procede”

Miguel Coelho (União Brasil) continua focado na pré-candidatura ao Senado

Alguns blogs de Pernambuco divulgaram, nesta quinta-feira (9), informações de bastidores apontando para uma possível mudança na composição da chapa majoritária da governadora Raquel Lyra (PSD) para as eleições de 2026.

De acordo com as publicações, o ex-prefeito de Petrolina Miguel Coelho (União Brasil) teria aceitado disputar o cargo de vice-governador na chapa de Raquel Lyra. O novo desenho também envolveria a atual vice-governadora de Pernambuco, Priscila Krause (PSD), e o deputado federal Eduardo da Fonte (PP).

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Miguel Coelho vê possibilidade jurídica para ele e Eduardo da Fonte seguirem na disputa pelo Senado

Pré-candidato sustenta que União Brasil e PP podem apoiar Raquel Lyra ao Governo e, ao mesmo tempo, lançar separadamente os nomes de Miguel Coelho e Eduardo da Fonte ao Senado

O impasse envolvendo as candidaturas ao Senado dentro da Federação União Progressista pode ganhar um novo caminho. O pré-candidato ao Senado e presidente estadual do União Brasil, Miguel Coelho, aposta em uma possibilidade jurídica para que tanto ele quanto o deputado federal Eduardo da Fonte, do Progressistas, possam manter suas pré-candidaturas.

O entendimento defendido por Miguel tem como base uma interpretação já manifestada pelo Tribunal Superior Eleitoral. Segundo essa tese, quando não existe a formação de uma coligação específica para o cargo de senador, partidos que estão juntos na eleição para governador podem lançar, separadamente, seus próprios candidatos ao Senado.

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Possível candidatura de Miguel Coelho ao Senado reacende esperança de Petrolina voltar a ter representação na Casa

Possível candidatura do ex-prefeito recoloca Petrolina e o Sertão no centro da disputa por uma das três cadeiras de Pernambuco no Senado Federal

A possibilidade de Miguel Coelho disputar uma cadeira no Senado Federal em 2026 ganhou ainda mais força nas últimas horas e reacendeu, em Petrolina e no Sertão de Pernambuco, a expectativa de a região voltar a ter uma representação diretamente ligada às suas causas em uma das Casas mais importantes do Congresso Nacional.

Mais do que uma movimentação partidária ou uma simples definição de chapa, a eventual candidatura de Miguel tem um peso especial para Petrolina e para todo o interior do estado. Pernambuco elege apenas três senadores, e ter um representante com origem no Sertão, conhecimento da realidade regional e ligação direta com as principais demandas do interior significa ampliar a voz de uma parte do estado que, historicamente, precisa lutar muito para garantir espaço nas grandes decisões tomadas em Brasília.

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Após reunião em Brasília, Miguel reafirma: decisão sobre chapa será de Raquel Lyra

Pré-candidato ao Senado Miguel Coelho diz que governadora tem “peso total” na definição da majoritária e nega possibilidade de veto ao seu nome

Um dia após a reunião em Brasília que movimentou os bastidores da disputa pelas vagas ao Senado em Pernambuco, o ex-prefeito de Petrolina Miguel Coelho voltou a afirmar que a decisão sobre a composição da chapa majoritária caberá à governadora Raquel Lyra.

Em entrevista a uma rádio local, na manhã desta terça-feira (7), Miguel afirmou que Raquel, por liderar o projeto de reeleição, tem “peso total” na definição dos nomes que estarão ao seu lado na disputa eleitoral.

“Quem monta a chapa é a líder do processo. É a mesma coisa que um prefeito escolhe o vice. Quem escolhe a chapa que vai disputar com você é a governadora”, afirmou.

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Bastidores: Raquel Lyra teria defendido nome de Miguel Coelho para o Senado em reunião em Brasília

Raquel Lyra teria defendido, em reunião de bastidores em Brasília, o nome de Miguel Coelho para uma das vagas ao Senado

Informações de bastidores  apontam que a governadora Raquel Lyra teria viajado a Brasília nesta segunda-feira (6), logo após o encerramento do período de inaugurações, para tentar avançar na definição da chapa majoritária com a qual pretende disputar a reeleição em Pernambuco.

Segundo essas informações, a reunião teria contado com a participação de Ciro Nogueira, Antônio Rueda e Gilberto Kassab. No encontro, Raquel Lyra teria defendido o nome do ex-prefeito de Petrolina Miguel Coelho para uma das vagas ao Senado.

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Senado aprova projeto que autoriza spray de pimenta para mulheres; texto segue para sanção presidencial

Proposta regulamenta venda, posse e uso do equipamento para autodefesa feminina.

O Senado Federal aprovou nesta terça-feira (30), em votação simbólica, o Projeto de Lei 727/2026, que regulamenta a comercialização, a compra, a posse e o uso de spray de pimenta — tecnicamente denominado aerossol de extratos vegetais — para defesa pessoal de mulheres. A proposta agora segue para sanção do presidente da República.

Pelo texto, mulheres com 18 anos ou mais poderão adquirir e portar o equipamento automaticamente. Já adolescentes entre 16 e 18 anos também poderão comprar o produto, desde que apresentem autorização expressa dos responsáveis legais.

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Comissão aprova uso do FGTS para compra de armas de fogo e munições para defesa pessoal

Delegado Paulo Bilynskyj é o relator da proposta
Fonte: Agência Câmara de Notícias

A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 3824/25, que permite o uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para compra de armas de fogo e munições. A medida vale para trabalhadores com registro ativo no FGTS que pretendem utilizar o armamento para defesa pessoal.

O saque poderá ocorrer anualmente, no mês de aniversário do trabalhador. Para retirar o dinheiro, será necessário apresentar documentos que comprovem a regularidade nos sistemas nacionais de armas e a autorização válida para a compra.

O valor do saque será limitado ao custo da arma, das munições e de acessórios essenciais para a guarda segura do equipamento. O Conselho Curador do FGTS terá 90 dias para regulamentar as regras após a proposta virar lei.

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Pesquisa Revista Total Brasil: Marília Arraes lidera disputa ao Senado; Miguel Coelho aparece em segundo

Levantamento mostra ex-deputada com 34% das intenções de voto, seguida por Miguel Coelho, com 30%, e Humberto Costa, com 28%.

A corrida pelas duas vagas ao Senado Federal por Pernambuco começa a ganhar forma. Pesquisa divulgada pelo Instituto Revista Total Brasil aponta a ex-deputada federal Marília Arraes (PDT) na liderança das intenções de voto no cenário estimulado, com 34%.

Na segunda colocação aparece o ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho (União Brasil), que registra 30% das intenções de voto. Em seguida vem o senador Humberto Costa (PT), com 28%, mantendo a disputa pelas primeiras posições bastante acirrada dentro da margem de erro do levantamento.

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Lula escolhe Teresa Leitão como líder no Senado para substituir Wagner

Presidente ainda não havia conversado com a escolhida; senadora pernambucana não terá que disputar eleição este ano

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva escolheu a petista Teresa Leitão (PE) para substituir Jaques Wagner (PT-BA) na liderança do governo no Senado. Até a noite de quarta-feira, Lula, porém, ainda não havia conversado com a senadora.

O presidente anunciou a escolha por meio das redes sociais. “Designei a senadora Teresa Leitão (PT-PE) para assumir a liderança do governo no Senado com a missão de articular o debate e a aprovação de projetos de interesse da população brasileira que estão em tramitação, como o fim da escala 6 por 1 e a PEC da Segurança, entre outros”, escreveu o petista.

Após resistir por cinco dias, Wagner aceitou deixar a liderança do governo na quarta-feira depois de se reunir com Lula no Palácio da Alvorada em uma tentativa de estancar o impacto na campanha à reeleição da investigação sobre a suposta atuação do parlamentar a favor do Banco Master em troca de “vantagens indevidas”. O encontro durou cerca de duas horas.

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Jaques Wagner deixa liderança do governo no Senado após ser alvo da PF no caso Master

O senador Jaques Wagner (PT-BA) anunciou na tarde desta quarta-feira (24) que está deixando a liderança do governo no Senado Federal. A decisão ocorre após ele ser alvo da Polícia Federal por suspeita de receber pagamentos ligados ao Banco Master, de Daniel Vorcaro.

O comunicado foi realizado depois de reunião com o presidente Lula (PT). Em mensagem publicada nas redes sociais, Jaques Wagner diz que a decisão foi tomada em comum acordo com Lula.

“Neste momento, minha prioridade absoluta é provar minha inocência e me dedicar à reeleição do presidente Lula e do governador Jerônimo Rodrigues, além da minha reeleição junto com Rui Costa para o Senado”, escreveu.

O senador acrescenta na publicação: “Juntos, com humildade e muito trabalho, renovaremos nosso compromisso com o projeto coletivo que vem mudando a Bahia e o Brasil”.

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Senadores discutem ritmo de tramitação da PEC do fim da escala 6×1

A proposta de emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala de trabalho 6×1 terá seu cronograma de tramitação definido nesta semana no Senado. O texto, aprovado no fim de maio pela Câmara dos Deputados, institui a obrigatoriedade de dois dias de descanso por semana, além de redução jornada de trabalho das atuais 44 horas para 40 horas semanais, sem redução salarial.

Uma reunião de líderes, prevista para esta terça-feira (9), deverá discutir o ritmo de tramitação da matéria. Na semana passada, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), afirmou que a PEC não será analisada diretamente pelo plenário da Casa e terá de passar pelas comissões. A primeira delas é a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), comandada por Otto Alencar (PSD-BA).

Davi Alcolumbre também reforçou que o Senado precisa ouvir todos os setores envolvidos, o que talvez arraste a análise da proposta ao longo dos próximos meses. Desde que chegou ao Senado, no dia 28 de maio, a PEC ainda não teve nenhum andamento e acabou tendo a tramitação desacelerada por causa do feriado prolongado de Corpus Christi, na semana passada. Defendida pelo governo federal e apoiada por amplos setores da sociedade civil, a expectativa é que a PEC do fim da escala 6×1 seja aprovada até meados de julho.

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Alcolumbre sugere “melhorar” 6×1 e quer passar PEC por comissões

Lula Marques/Agência Brasil.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), afirmou que a proposta de emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala 6×1 terá que tramitar nas comissões da Casa, sugerindo que o Senado deve melhorar o texto que chegou da Câmara dos Deputados.

“Quero dizer, como presidente do Senado, que essa proposta vai ter que tramitar nas comissões porque as cobranças de todos os senadores sobre a presidência são que todas as matérias possam passar, no mínimo, por uma comissão”, disse Alcolumbre.

Ele quebrou o silêncio sobre a tramitação da PEC após questionamento, em plenário, do senador Styvenson Valetim (Podemos-RN), que pediu uma previsão de data para votação da matéria.

O presidente do Senado defendeu que a PEC do fim da 6×1 seja votada “sem pressa”, ouvindo todos os setores da sociedade. Segundo ele, a definição do processo de tramitação será após reunião de líderes na próxima semana.

“Tenho certeza absoluta de que assim como outros senadores, que pensam como eu, seria muito razoável se o Senado pudesse melhorar um texto com essa importância, se os senadores pudessem debater um assunto dessa envergadura com calma”, completou.

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Artigo: “O Sertão precisa de voz forte no Senado”, afirma Henrique Rosa

Henrique Rosa

Em artigo enviado à redação do Blog Waldiney Passos, o articulista Henrique Rosa defende o nome do ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, para uma das vagas ao Senado Federal nas eleições de 2026. No texto, o autor faz críticas ao que considera uma falta de representatividade do Sertão pernambucano no Congresso Nacional e afirma que a região precisa de uma voz mais forte para defender investimentos, obras estruturadoras e políticas públicas voltadas ao desenvolvimento do interior do Estado.

Henrique Rosa sustenta que Miguel Coelho reúne qualidades políticas e administrativas para representar Pernambuco no Senado, destacando sua atuação política, capacidade de articulação e o apoio que, segundo ele, o ex-prefeito possui em diversas regiões do Estado.

O articulista também faz uma reflexão sobre os desafios enfrentados pelos municípios sertanejos, apontando problemas relacionados ao desenvolvimento regional e à necessidade de maior atenção do poder público federal às demandas do interior.

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Senado aprova piso salarial de R$ 5.130 para professores

Valor proposto pelo governo garante ganho real com aumento de 5,4%

O Senado aprovou nesta terça-feira (26) a Medida Provisória (MP) 1.334/2026, que reajusta o piso salarial dos professores da educação básica para R$ 5.130,63 em 2026. O texto vai à sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A medida representa um aumento de 5,4% sobre o valor anterior, de R$ 4.867,77, com um ganho real de 1,5 ponto percentual acima da inflação.

A MP foi editada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em janeiro, quando as regras entraram em vigor. Pelo texto, o novo cálculo será a soma do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) e 50% da média de crescimento real das receitas do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

Segundo o governo, a fórmula anterior teria resultado em recomposição de apenas 0,37% — a nova garante 5,4%.

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Marília Arraes lidera disputa ao Senado com 26%, aponta Instituto Múltipla

Levantamento do Instituto Múltipla sobre a corrida ao Senado em Pernambuco mostra a ex-deputada Marília Arraes (PDT) na liderança da disputa. No cenário estimulado, em que os entrevistados podiam citar até dois nomes, Marília aparece com 26% das intenções de voto.

Na sequência aparecem Humberto Costa (PT), com 17%, e Eduardo da Fonte (PP) e Miguel Coelho (UB), ambos com 13%. Anderson Ferreira (PL) soma 11%.

A pesquisa foi feita antes da notícia de que Ferreira desistirá do pleito para o Senado e considera Dudu da Fonte e Miguel como pré-candidatos dada a indefinição pela segunda vaga na chapa de Raquel Lyra.

Também foram citados Túlio Gadêlha, com 5%, além de Jô Cavalcanti, Fernando Dueire e Paulo Rubem Santiago, todos com 2%.

Os que declararam voto em branco ou nulo para as duas vagas somam 21%, enquanto 24% disseram estar indecisos ou preferiram não opinar nas duas escolhas.

O levantamento foi realizado entre os dias 16 e 20 de maio, com 1.070 entrevistas em Pernambuco. A margem de erro é de três pontos percentuais. Está registrada sob os números PE – 07611/2026 e BR – 00432/2026.

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