Datafolha: Marília Arraes lidera disputa pelo Senado em Pernambuco nos dois cenários pesquisados

Duas vagas para o Senado estarão em disputa em 2026

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (28) aponta a ex-deputada federal Marília Arraes (PDT) na liderança da corrida pelas duas vagas ao Senado Federal que estarão em disputa nas eleições de 2026 em Pernambuco.

O levantamento apresenta dois cenários estimulados e, em ambos, Marília aparece na primeira colocação, seguida pelo senador Humberto Costa (PT).

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Quaest: Marília Arraes lidera corrida ao Senado em Pernambuco; Miguel Coelho aparece entre os principais nomes

Levantamento divulgado nesta terça-feira (28) pela Quaest apresenta um panorama das intenções de voto para o Senado em Pernambuco nas eleições de 2026.

No cenário atual, a deputada Marília Arraes lidera com 18% das intenções de voto. Em seguida aparece o senador Humberto Costa, com 12%.

Na terceira posição está o ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, com 10%, seguido por Mendonça Filho, que registra 8%.

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João Campos monta chapa ao Governo de Pernambuco e consolida aliança com PT e PDT

O prefeito do Recife, João Campos (PSB), lança nesta quinta-feira (19), em evento no bairro do Pina, a chapa majoritária que disputará o Governo de Pernambuco nas eleições de 2026. A composição reúne o próprio João como candidato ao governo, o empresário Carlos Costa como vice, além de Humberto Costa (PT) e Marília Arraes (PDT) como candidatos ao Senado.

A formação da chapa é resultado de semanas de articulação política, envolvendo negociações em Brasília e no cenário local, e reflete uma estratégia ampla de consolidação de alianças no campo da centro-esquerda.

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Após especulações sobre resistência, Humberto Costa se reúne com Miguel Coelho e fala em “conversa produtiva”

O senador Humberto Costa (PT) publicou nesta quinta-feira (12) em suas redes sociais uma foto ao lado do ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho (UB), acompanhada da seguinte mensagem:

“Recebi hoje o ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho. Tivemos uma conversa produtiva sobre os cenários políticos estadual e nacional e os desafios que estão colocados para o futuro de Pernambuco e do Brasil.”

A publicação ocorre em meio às articulações para a formação da chapa majoritária que poderá ter como candidato ao Governo de Pernambuco o prefeito do Recife, João Campos.

Miguel Coelho é um dos nomes cotados para compor a chapa ao Senado ao lado de Humberto Costa e é visto como o legítimo representante do Sertão pernambucano nesse processo de construção política. Dentro dessa lógica, a presença do Sertão na formação da chapa majoritária é considerada estratégica, e o nome de Miguel surge como a principal referência regional. Já Humberto Costa desponta como um dos nomes consolidados da esquerda para a disputa, fortalecendo o desenho de uma composição que una capital e interior em 2026.

A pergunta que circula nos meios políticos é inevitável: teria havido um entendimento para a formação de uma chapa ao Senado com Humberto Costa e Miguel Coelho marchando juntos ao lado de João Campos em 2026?

Oficialmente, o que existe é a sinalização pública de diálogo. Mas, na política, fotos e palavras costumam carregar significados que vão além do registro formal.

O encontro reacende o debate sobre composição, alianças e eventual superação de resistências internas. Se houve alinhamento estratégico ou apenas uma conversa institucional, o tempo e os próximos movimentos dirão.

Carlos Veras, ao tomar posse: “Não admitiremos fascista na chapa com Humberto Costa”

Na presença de lideranças nacionais e regionais do Partido dos Trabalhadores, como o presidente nacional Edinho Silva, o ex-ministro José Dirceu, os senadores Humberto Costa e Teresa Leitão, além dos três deputados estaduais do partido e de dirigentes de legendas aliadas, o deputado federal Carlos Veras tomou posse neste domingo (24) como novo presidente estadual do PT em Pernambuco.

Em seu discurso, Veras foi direto ao marcar os limites das alianças que o partido poderá aceitar para 2026 em Pernambuco. “Não queremos o senador do PT numa chapa em que o outro seja um fascista, seja um bolsonarista. Tem que ser do campo democrático-popular. Não vamos admitir esse tipo de aliança.”

A fala, dirigida a uma plateia atenta e embalada pelo clima de reafirmação política, foi um recado claro no momento em que se iniciam as articulações para a sucessão estadual. O senador Humberto Costa, nome certo para disputar novamente o Senado, foi exaltado não só por Veras, mas por todos os presentes, como referência nacional nas políticas públicas de saúde e um quadro estratégico para o partido.

Mas o novo presidente deixou evidente que não aceitará que o PT seja “moeda de troca” em composições que não estejam alinhadas com os princípios e a história da legenda. “A vaga do Senado Federal é do PT. Mas não vamos simplesmente sentar na mesa e dizer: ‘tá aqui a vaga do Senado, é Humberto’. Não. Vamos rodar o estado com uma plataforma, com propostas para segurança pública, saúde, educação e assistência social. Quer compor com o PT? Tem que defender o que o PT defende.”

Após vitória de Trump, derrota de Lula em 2026 não é “hipótese descartada”, afirma Humberto Costa

O senador Humberto Costa (PT) afirmou, em entrevista ao Metrópoles, que a derrota de Lula em uma possível tentativa de reeleição em 2026 não é uma hipótese descartada.

“Não que estejamos preocupados que Lula vá perder a eleição. Eu acho que isso seria uma avaliação muito precipitada e fora daquilo que estamos assistindo. Mas, sem dúvida, nós temos que nos preocupar que não é uma hipótese inteiramente descartada”, avaliou.

Para ele, a vitória de Donald Trump nos Estados Unidos acendeu um sinal de alerta porque, até pouco tempo, ele poderia ser considerado “um acidente na história”. “O alerta surge para nós porque passamos por um governo com características muito semelhantes”, disparou o petista.

JC

Humberto Costa cumpre agenda em Petrolina e tem encontro com lideranças locais

(Foto: Nilzete Brito/Ascom CMP)

O senador pernambucano Humberto Costa (PT) está em Petrolina nesta sexta-feira (31). A agenda do político começou com entrevistas nas rádios locais e durante a manhã, ele foi até a Câmara de Vereadores do município, para uma reunião com Gilmar Santos (PT).

O encontro contou com a presença de lideranças locais, a exemplo de Odacy Amorim (PT). A reunião na Câmara alinhou ações para Petrolina.

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Humberto Costa não descarta, mas aponta dificuldades para entendimento do PT com União Brasil

(Foto: Arquivo)

Em entrevista concedida ao programa Além da notícia, da Rádio Jornal Caruaru, o senador Humberto Costa (PT) não descartou possibilidade de entendimento entre o PT e o União Brasil. Ele respondeu questionamento de Jamildo Melo, titular desta coluna.

O senador afirma que o PT trabalha com a perspectiva de vitória no segundo turno, mas não considera impossível uma solução no primeiro turno. O parlamentar cita que a polarização pode fazer com que outros candidatos tenham votações residuais.

Nesse sentido, Humberto afirma que é necessário unir forças para enfrentar Jair Bolsonaro (PL), discordando de quem considera o incumbente um adversário vencido. O senador afirma que, se o apoio formal acontecer, seria algo positivo.

Apesar disso, o parlamentar elenca que Pernambuco apresenta algumas dificuldades para o entendimento entre o PT e o UB, elencando ainda outros dois estados que podem impedir esse acordo.

Nesta sexta-feira Humberto participa também do programa Super Manhã da Radio Jornal Petrolina, a partir das 7 horas da manhã, para falar sobre o assunto.

PT não descarta nome de Humberto Costa para concorrer ao Governo de Pernambuco

(Foto: Arquivo)

Humberto Costa (PT) é pré-candidato da sigla ao Governo de Pernambuco. E agora o partido quer fortalecer o nome junto à Frente Popular, bloco formado ao lado do PSB e outras siglas menores da esquerda. O senador pode se aproveitar da indecisão dos socialistas, que ainda não bateram o martelo sobre seu pré-candidato.

O Diário de Pernambuco noticia que ontem (12), Costa participou de reuniões com as forças políticas do bloco e “ficou definido que a executiva vai definir um grupo de pessoas para fazer a interlocução, não só com o governador, mas com os outros partidos e personalidades políticas”.

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“O grande debate vai ser técnico”, diz Humberto Costa sobre CPI da Covid

(Foto: Arquivo)

O senador Humberto Costa (PT) também foi entrevistado no programa Super Manhã com Waldiney Passos, nesta quinta-feira (22), para avaliar a CPI da covid. Assim como Fernando Bezerra Coelho (MDB), o pernambucano não acredita que a Comissão servirá de palanque político.

“O grande debate vai ser técnico. Nós vamos aprofundar essa apuração de responsabilidade, além de que a CPI vai também trabalhar com o cenário de que essa pode ter sido a primeira de uma série de outras pandemias, de outras doenças que vão acontecer no mundo. E nós precisamos aprender com os erros e acertos que cometemos nessa condução“, disse à Rádio Jornal Petrolina.

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Na opinião do petista, a CPI vem para avaliar também a legislação nacional no quesito saúde. “Vai permitir que nós possamos fazer uma avaliação se a nossa legislação de saúde pública está adequada, se responde às necessidades que o país tem e com tal, nós também pensarmos em promover mudanças legislativas“, informou.

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2ª Turma do STF arquiva investigação contra senador Humberto Costa (PT-PE)

A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) determinou o arquivamento do Inquérito (INQ) 3985, que investigava o suposto recebimento de R$ 1 milhão pelo senador Humberto Costa (PT-PE) para sua campanha eleitoral, em troca de sua atuação em obras do Complexo Petroquímico de Suape em favor da Construtora Norberto Odebrecht. Por maioria de votos, o colegiado negou provimento ao agravo regimental, autuado como Petição (PET 7833), com o entendimento de que, após cinco anos de investigação, não foram produzidos indícios mínimos de provas que possam corroborar os depoimentos dos colaboradores premiados.

Segundo a Procuradoria-Geral da República (PGR), em 2010, o então diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, teria ajustado com dirigentes da Odebrecht o pagamento de R$ 30 milhões, em troca de atuação favorável nas obras do Complexo de Suape. Desse montante, R$ 1 milhão teria sido repassado ao empresário Mário Barbosa Beltrão, apontado como intermediador, a título de contribuição para a campanha eleitoral do parlamentar.

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Humberto Costa ”engole” candidatura de Marília no Recife, mas não quer campanha com ataques ao PSB

O senador Humberto Costa (PT) disse, nesta quarta-feira (5), que acata a decisão do Diretório Nacional petista e aceita a candidatura da deputada federal Marília Arraes à Prefeitura do Recife. Humberto era o principal defensor da manutenção da aliança do PT com o PSB em Pernambuco e trabalhou nos últimos meses para que a pré-candidatura de Marília fosse rifada pelo PT. No dia 31 de julho, porém, a direção nacional da sigla confirmou o nome da parlamentar na disputa recifense.

A declaração do senador ocorre um dia após os diretórios estadual e municipal do PT, que também eram contra a candidatura, anunciarem que vão apoiar Marília no pleito. “O partido vai cumprir a determinação do Diretório Nacional. Eu, em particular, estou no PT desde a sua origem e nunca deixei de cumprir qualquer decisão partidária. Desse modo, nós vamos cumprir essa decisão”, cravou. Humberto não disse, contudo, se o partido pretende entregar os cargos que ocupa na gestão do PSB.

O senador afirmou, ainda, que espera que a deputada também cumpra o que foi decidido pelo partido em termos de tática eleitoral: um discurso nacionalizado, de enfrentamento às ações do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). “Nossa estratégia considera que devemos nacionalizar essa eleição, que o centro da campanha é a crítica ao governo Bolsonaro, denunciando tudo o que está acontecendo hoje no Brasil, essa condução da pandemia, o aumento da pobreza e da desigualdade no País, as políticas em termos sociais. Além disso, queremos resgatar o legado dos governos do PT e realizar a defesa do presidente Lula”, declarou.

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Humberto Costa deixa liderança do PT no Senado; Cristina Costa comenta decisão do petista

O senador Humberto Costa (PT) não é mais o líder do partido no Senado Federal. Integrante da sigla, Cristina Costa comentou a decisão do companheiro e disse acreditar que agora Humberto terá mais tempo para se dedicar ao fortalecimento do PT em Pernambuco.

“Não conversei com meu companheiro, mas eu sei que dentro do Partido dos Trabalhadores estatutariamente é um rodízio a exemplo aqui da Câmara de Vereadores. Eu fui, dois anos líder do PT, nesses dois anos é Gilmar [Santos] que está concluindo em dezembro“, justificou na sessão dessa quinta-feira (12).

O próximo passo dentro do PT é definir, pelo rodízio, o ou a nova líder no Senado. “Se ele está cumprindo o rodízio, ele vai ter mais tempo e disponibilidade para organizar o Partido dos Trabalhadores a nível de Pernambuco. Ele é a nossa liderança maior pela sua experiência. A bancada do Senado vai discutir entre eles mesmos e vai ver quem vai ser indicado à liderança“, concluiu.

Eleições 2020: Humberto Costa coloca Odacy como candidato do PT em Petrolina

Para senador, Odacy deve ser candidato do PT em Petrolina (Foto: Ascom)

Se depender do líder do PT no Senado, Humberto Costa, Odacy Amorim será o candidato do partido em Petrolina. Nessa sexta-feira (6), Humberto participou do programa Super Manhã com Waldiney Passos, na Rádio Jornal e deixou claro: a sigla vai trabalhar em torno de Odacy.

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“Hoje a direção municipal do PT em Recife tem uma posição favorável a manter a aliança [com o PSB], aqui em Petrolina a ideia é tentar unir todos os partidos da Frente Popular em torno de uma candidatura, no nosso caso é do nosso companheiro Odacy Amorim“, destaca.

Segundo turno em 2020?

O senador está cumprindo agenda em Petrolina hoje e na sua pauta está o fortalecimento da esquerda como oposição a Jair Bolsonaro. Para ele, a Oposição deve se unir e lançar no mínimo, duas candidaturas na tentativa de forçar um segundo turno em 2020.

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