Deputado do PT defende afastamento de Jaques Wagner da liderança do governo e caso amplia desafios políticos para Lula

Investigação envolvendo Jaques Wagner provoca debate interno no PT sobre permanência na liderança do governo

A operação da Polícia Federal que teve como alvo o senador Jaques Wagner provocou repercussão dentro do próprio Partido dos Trabalhadores (PT) e passou a gerar reflexos diretos no cenário político nacional. Embora a direção da legenda mantenha apoio público ao parlamentar, lideranças petistas já defendem seu afastamento temporário da liderança do governo no Senado enquanto as investigações seguem em andamento.

A posição foi defendida pelo deputado federal Rogério Correia, vice-líder do governo na Câmara. Segundo o parlamentar, o afastamento permitiria que Jaques Wagner se dedicasse à própria defesa, preservando ao mesmo tempo a imagem do governo federal e da liderança governista no Congresso. Mesmo defendendo a medida, Correia ressaltou que todos têm direito à ampla defesa e à presunção de inocência.

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Ministro André Mendonça impõe medidas cautelares ao senador Jaques Wagner

Decisão do STF ocorre no âmbito da 9ª fase da Operação Compliance Zero, que também cumpriu mandados de busca e apreensão contra o parlamentar e outros investigados

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, determinou a aplicação de medidas cautelares ao senador Jaques Wagner (PT-BA) no âmbito da 9ª fase da Operação Compliance Zero, deflagrada nesta quinta-feira (18).

Além das medidas cautelares, a decisão autorizou o cumprimento de mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao parlamentar e a outros investigados. A operação é conduzida pela Polícia Federal e apura supostas irregularidades envolvendo empresários, agentes públicos e operações relacionadas ao Banco Master.

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Caso Master: senador Jaques Wagner, líder do governo Lula, é alvo de operação da PF

A Operação Compliance Zero apura um suposto esquema de corrupção e pagamento de vantagens indevidas relacionado ao Banco Master

A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta quinta-feira (18), a nona fase da Operação Compliance Zero e tem como alvo principal de busca e apreensão o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo Lula no Senado. A investigação apura fraudes envolvendo o Banco Master e o PT da Bahia, os vínculos do ex-banqueiro Daniel Vorcaro e a suposta participação do parlamentar no esquema.

Além de mirar endereços de Wagner, os investigadores cumprem buscas em empresas e residências de Augusto Lima na Bahia, São Paulo e Brasília. Lima é ex-sócio de Vorcaro e foi o responsável por implementar no governo da Bahia, quando Wagner era governador, um sistema de crédito consignado para servidores públicos que posteriormente foi levado para o Banco Master. O Credcesta constituía o principal ativo financeiro do banco.

A defesa dele ainda não se manifestou.

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Jaques Wagner reforça candidatura de Lula mesmo diante de pesquisas adversas

Em entrevista à coluna, Jaques Wagner, um dos políticos mais próximos a Lula, explicou por que o presidente não pretende recuar da disputa

O líder do governo no Senado, Jaques Wagner, afirmou que não há qualquer possibilidade de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva desistir de disputar a reeleição em 2026.

Em entrevista concedida nesta terça-feira (7), Wagner classificou como “zero” a chance de o chefe do Executivo recuar, mesmo diante de cenários adversos apontados por pesquisas de intenção de voto.

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Escândalo do Banco Master bate à porta do Palácio do Planalto: Lula e Galípolo omitiram de agenda encontro com dono do Master

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu o banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, em uma reunião no Palácio do Planalto, em dezembro de 2024, não registrada em agenda oficial. O encontro ocorreu no gabinete de Lula e durou cerca de uma hora e meia.

Em um evento em Maceió (AL), nesta sexta-feira (23/1), o presidente disse que “falta vergonha na cara” de quem defende Vorcaro (veja vídeo). O tom do presidente contrasta com o fato de que, até recentemente, o Master tinha boas relações com pessoas do núcleo petista, incluindo ministros que estavam no palanque no evento.

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Senador Jaques Wagner garante que federação já se decidiu por Isaac

O lançamento da pré-candidatura a prefeito de Juazeiro de Isaac Carvalho reuniu uma multidão na manhã deste sábado (1º), na quadra do Colégio Dr. Edson Ribeiro, no Centro de Juazeiro. Na solenidade o senador Jaques Wagner, uma das principais lideranças do Partido dos Trabalhadores, afirmou que a Federação Nacional PT/PCdoB e PV já escolheu Isaac como o pré-candidato que representa o grupo do presidente Lula e do governador Jerônimo Rodrigues.

Wagner lembrou que exerce o papel de liderança e que tem condições de orientar sobre os rumos do grupo na Bahia. “Eu sou o técnico e digo, é por aqui!”, afirmou o senador sobre a escolha pelo nome de Isaac e completou “a cidade está com saudade do dinamismo e da capacidade de trabalho de Isaac”.

O presidente do PT da Bahia, Éden Valadares, disse que “Isaac, será novamente prefeito de Juazeiro. Eu estou aqui em nome do PT da Bahia, da nossa Federação, em nome da nossa presidente Gleisi Hoffmann, pra dizer que a gente sabe da nossa responsabilidade com Juazeiro e a saudade que a cidade de Juazeiro tem do tempo do trabalho, do tempo da gestão competente”, destacou.

Representando o PV, integrante da Federação, o deputado estadual Roberto Carlos pregou união do grupo. “Somos uma federação de três partidos e estamos irmanados no propósito de retomar o governo de Juazeiro”, assegurou o deputado.

Encerrado o evento, Isaac agradeceu por todo o apoio que vem recebendo tanto dentro de Juazeiro, quanto de outros municípios da região. O pré-candidato ainda afirmou que está pronto para o desafio de voltar a ser prefeito de Juazeiro. “Eu estou aqui em nome de um grupo político, em nome de Juazeiro. Eu não posso me acovardar e deixar de dar minha contribuição”, discursou Carvalho.

Todos os partidos aliados Avante, a federação Rede /PSOL, PSB e PSD enviaram representantes à solenidade. Também prestigiaram o evento o deputado federal Josias Gomes, o deputado estadual Euclides Fernandes, o secretário de Agricultura da Bahia, Tum e a secretária de Mulheres da Bahia, Elisângela Araújo.

Ascom
Fotos: Carlos Miguel e Junior Barbosa

Jaques Wagner deve ser anunciado como líder do Governo no Senado

O presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), já escolheu seus líderes no Senado e Câmara Federal. De acordo com o Metrópoloes, o senador Jaques Wagner (PT-BA) comandará a bancada, enquanto José Guimarães (PT-CE) comandará os deputados governistas.

Wagner teve atuação fundamental nos bastidores para criar um clima de apoio em torno da aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Transição, o que pesou para sua escolha. Ele também tem experiência como ministro nos governos do PT.

Para a Câmara, Guimarães (PT-CE) se destacou durante toda campanha de Lula e também participou ativamente das negociações da PEC na Casa. Desta forma, seus dois líderes serão nordestinos, caso a apuração do Metrópoles se confirme.

Apontado como vilão por turbulência no PT, Wagner confirma candidatura própria da sigla na Bahia

Dirigentes do Partido dos Trabalhadores (PT) na Bahia estariam insatisfeitos com o senador Jaques Wagner, por ele ter se negado a ser candidato da sigla para as eleições ao Governo do Estado. Conforme reporta o Correio da Bahia, os dirigentes do PT consideram Wagner como o responsável por criar uma turbulência no bloco governista.

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Eleições: Jaques Wagner afirma que não será candidato ao Governo da Bahia

As queixas se concentram na demora do senador em anunciar a desistência da candidatura ao governo. E há ainda reclamações por ele ser “inconsequente” por abandonar a briga ao Governo da Bahia. Mas nesta segunda-feira (7), Wagner concedeu entrevista à Rádio Metrópole, de Salvador, e confirmou que o PT terá sim candidatura única na eleição de 2022.

Entre os cotados para disputar o pleito estão o secretário estadual de Educação, Jerônimo Rodrigues; o secretário estadual de Relações Institucionais, Luiz Caetano, e a prefeita de Lauro de Freitas, Moema Gramacho.

 

“Não sendo Wagner, com certeza Otto Alencar reúne as melhores qualidades para ser governador da Bahia”, avalia Roberto Carlos

O deputado Roberto Carlos (PDT) se disse triste pela negativa do senador Jaques Wagner (PT), de não ser candidato do partido ao Governo da Bahia em 2022. Para o político juazeirense, Wagner seria o melhor nome da esquerda ao pleito.

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“Vi com muita tristeza. Nosso senador e ex-governador conseguiu pavimentar [um projeto de desenvolvimento] na Bahia no seu governo. Quando ele elegeu [Rui] Costa, ele também ajudou a pavimentar [a continuidade do projeto]“, disse Roberto em entrevista ao programa Super Manhã na Rádio Jornal Petrolina desta quinta-feira (3).

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Eleições: Jaques Wagner afirma que não será candidato ao Governo da Bahia

Petista anunciou sua retirada na segunda-feira, 28 de fevereiro (Foto: Internet)

O senador Jaques Wagner (PT) comunicou ao partido que não será candidato ao Governo da Bahia em 2022. A decisão foi informada na reunião extraordinária da sigla, na segunda-feira (28). Encontro aconteceu com a presença de lideranças da sigla partidária, além de deputados estaduais e federais, prefeitos, vereadores e dirigentes.

“A retirada da minha candidatura não implica na retirada da candidatura do PT. Quem decidirá se terá candidatura ou não, não sou eu, será o Partido”, disse durante o encontro.

A pré-candidatura de Wagner foi uma escolha de Luiz Inácio Lula da Silva, ainda no ano passado. O presidente do PT na Bahia, Éden Valadares afirmou, ontem, que respeita a decisão do ex-governador e que um novo nome será definido coletivamente.

Em encontro com o governador Rui Costa, bispos baianos manifestam preocupação com possíveis festas de Réveillon e Carnaval 2022

Bispos integrantes da Regional Nordeste 3, que é composta por líderes católicos da Bahia e de Sergipe, e faz parte da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), se reuniram nesta quinta-feira (18) com o governador Rui Costa, no Centro Administrativo da Bahia (CAB).

No encontro, eles entregaram uma carta na qual reforçam a preocupação quanto à possível realização de grandes festas de final de ano e do Carnaval 2022.

De acordo com o documento, a preocupação se dá, principalmente, pela “forma como essas festas acontecem, através de aglomerações massivas que podem causar um possível retorno de casos de Covid-19 e consequentes óbitos”. Ainda segundo a carta, “o sofrimento de nosso povo tem sido muito grande pelo elevado número de pessoas que foram contaminadas e, principalmente, de óbitos entre jovens, adultos e idosos”.

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PT tenta “costurar” candidatura de Lula ao Senado pela Bahia em 2022

A notícia foi dada por um site de Salvador nesta quarta-feira (23). O senador Jaques Wagner, do PT, teria confirmado a ideia em conversas de bastidores com aliados e até mesmo com partidos da base do atual prefeito da capital baiana, ACM Neto, do DEM.

Na avaliação dos petistas, Wagner sairia como candidato ao governo do estado e Lula buscaria uma cadeira no Senado, mesmo podendo perder o apoio de partidos como o PP e PSD, que hoje lutam para ter a presidência da Assembleia Legislativa da Bahia.

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“A tendência é que seja ele o candidato”, afirma Rui Costa sobre possível candidatura de Jaques Wagner

Jaques Wagner (PT) quer voltar a ser governador da Bahia. A informação foi confirmada pelo atual gestor do Estado, Rui Costa (PT), em entrevista ao Bahia Notícias. Costa admitiu que o companheiro de partido pretende sim se lançar em 2022.

“Eu diria que ele disponibilizou o nome dele, a tendência é que seja ele o candidato”, disse Rui. Com a provável candidatura de Wagner, é provável que a Bahia fique novamente polarizada. De um lado o PT e do outro, o representante da direita, cujo nome forte é ACM Neto.

Por outro lado, enquanto Wagner e Neto se articulam para 2022, Rui Costa mira uma possível eleição a presidente da República. “Quero participar desse processo, o (Jaques) Wagner também. Nós temos um papel fundamental. Os governadores estão conversando para intensificar nosso diálogo, independente de estarmos juntos ou separados no primeiro turno. Quem não participa do atual governo deve conversar sobre saídas para 2022“, pontuou.

Justiça determina bloqueio de bens de Wagner em ação desmembrada da Lava Jato

Jaques Wagner (PT) teve seus bens declarados indisponíveis nesta sexta-feira (19) pela Justiça. O senador pela Bahia responde a ação no âmbito da Operação Lava Jato que apura a doação ilegal de R$ 3,5 milhões, da Odebrecht, por intermédio da cervejaria Petrópolis, para a campanha eleitoral do Partido dos Trabalhadores de 2014.

A decisão pelo congelamento dos bens do ex-governador foi proferida pelo juiz Glauco Dainese de Campos, titular da 7ª Vara da Fazenda Pública de Salvador. Wagner é investigado pela suposta prática de improbidade administrativa em investigação movida pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA).

“Nosso candidato é um só, é o Lula”, afirma Jaques Wagner

(Foto: Reprodução/Internet)

Um dos nomes cotado pelo Partido dos Trabalhadores (PT) para concorrer à Presidência da República, o ex-governador da Bahia Jaques Wagner afirmou que não existe substituto e que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é o único nome da sigla.

“Não temos de escalar um substituto. Nosso candidato é um só, é o Lula. Se por acaso houver uma intervenção definitiva, na minha opinião o partido deveria olhar para outros candidatos que estão aí e escolher quem mais se aproxima do nosso programa”, disse Jaques Wagner.

No final de semana a soltura de Lula ficou próxima de acontecer, após um pedido apresentado pelo desembargador plantonista do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4). Mesmo que o ex-presidente continue preso, Wagner afirma que o PT não estuda outra alternativa.

“Se nós temos uma estratégia, que é a candidatura de Lula, não temos que estar discutindo outro cenário. Nós vamos discutir a mobilização, a luta no território jurídico e político”, finalizou.

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