Artigo: “O Sertão precisa de voz forte no Senado”, afirma Henrique Rosa

Henrique Rosa

Em artigo enviado à redação do Blog Waldiney Passos, o articulista Henrique Rosa defende o nome do ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, para uma das vagas ao Senado Federal nas eleições de 2026. No texto, o autor faz críticas ao que considera uma falta de representatividade do Sertão pernambucano no Congresso Nacional e afirma que a região precisa de uma voz mais forte para defender investimentos, obras estruturadoras e políticas públicas voltadas ao desenvolvimento do interior do Estado.

Henrique Rosa sustenta que Miguel Coelho reúne qualidades políticas e administrativas para representar Pernambuco no Senado, destacando sua atuação política, capacidade de articulação e o apoio que, segundo ele, o ex-prefeito possui em diversas regiões do Estado.

O articulista também faz uma reflexão sobre os desafios enfrentados pelos municípios sertanejos, apontando problemas relacionados ao desenvolvimento regional e à necessidade de maior atenção do poder público federal às demandas do interior.

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Prefeito Simão Durando destaca geração de empregos em Petrolina em novo artigo

Gestor ressalta liderança do município no estado e defende investimentos como motor do crescimento

O prefeito de Petrolina, Simão Durando, publicou um artigo em que destaca o desempenho do município na geração de empregos e o avanço econômico da cidade. No texto, o gestor enfatiza os dados do Novo Caged, que apontam Petrolina como líder na criação de vagas formais em Pernambuco no início de 2026, além de reforçar o papel da gestão pública, do agronegócio e dos investimentos no desenvolvimento local.

Confira a íntegra do artigo:

Por Simão Durando, prefeito de Petrolina-PE

Há momentos em que os números deixam de ser estatísticas e passam a representar vidas reais. São famílias que voltam a sonhar, jovens que encontram oportunidades e trabalhadores que conquistam dignidade.

Os dados mais recentes do Novo Caged mostram isso com clareza: Petrolina é hoje a cidade que mais gerou empregos em Pernambuco no primeiro bimestre, com mais de 2,1 mil novas vagas formais.

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Editorial – A conta do populismo está chegando, e até a Europa já percebeu

Não é mais apenas uma percepção interna: o Brasil tem sido alvo de críticas contundentes vindas de fora, mostrando como o governo do presidente Lula (PT) tem perdido credibilidade até mesmo entre seus antigos entusiastas no exterior. Uma reportagem recente do prestigiado jornal alemão Die Welt expôs de forma direta o que muitos brasileiros já sentem na pele: a Europa errou ao apostar em Lula, que agora é chamado abertamente de “populista de esquerda”.

O editorial do jornal europeu destaca que o governo Lula tem sido uma frustração para quem esperava compromisso com responsabilidade fiscal, estabilidade institucional e segurança jurídica. Segundo o texto, os europeus fecharam os olhos para as contradições do petista por considerarem Bolsonaro um “populista de direita”, mas hoje reconhecem que o Brasil sob Lula enfrenta problemas tão ou mais graves.

E não é só na visão estrangeira que Lula decepciona. Uma pesquisa divulgada recentemente mostra que, em comparação com Bolsonaro, o governo atual apresenta pior desempenho em três áreas sensíveis para o cidadão comum: gastos públicos, segurança e carga tributária. A máquina estatal voltou a se agigantar, com déficits recordes e aumento do peso dos impostos sobre famílias e empresas. Na segurança, os índices de criminalidade não caem no ritmo esperado, e o governo federal não tem apresentado um plano nacional consistente para enfrentar o crime organizado.

É necessário dizer com todas as letras: o Brasil está pagando caro por discursos cheios de promessas fáceis, mas pobres em execução responsável. O populismo, seja de direita ou de esquerda, cobra um preço alto, e quem paga é o povo, com mais impostos e ruas perigosas.

Fica aqui o nosso alerta e o nosso chamado às autoridades para que abandonem a retórica eleitoral e passem a governar com seriedade. O Brasil precisa urgentemente de equilíbrio fiscal, incentivos claros ao setor produtivo e de um programa firme de combate à violência. Enquanto isso não acontece, seguimos perdendo credibilidade internacional e, o que é pior, vendo o futuro dos brasileiros comprometido pela velha política de gastar muito e resolver pouco.

Waldiney Passos

‘Tu és a imagem e semelhança do teu deus!’, por Roberto Malvezzi

Roberto Malvezzi (Gogó).(Foto: CPT/arquivo)

O Filósofo e Sociólogo Roberto Malvezzi, mais conhecido como Gogó, divulgou um novo artigo de sua autoria. Dessa vez ele traz uma reflexão sobre as pessoas que têm atitudes avessas ao Deus que acreditam.

Roberto Malvezzi (“Gogó”), nasceu em 1953, no município de Potirendaba, São Paulo. É graduado em Estudos Sociais e em Filosofia pela Faculdade Salesiana de Filosofia, Ciências e Letras de Lorena, em São Paulo. Também é graduado em Teologia pelo Instituto Teológico de São Paulo.

Viúvo, teve com sua esposa dois filhos e duas filhas, todos baianos. Atualmente, reside em Juazeiro (BA) e atua na equipe da Comissão Pastoral dos Pescadores (CPP) e Comissão Pastoral da Terra (CPT) do São Francisco.

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Tu és a imagem e semelhança do teu deus!

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A Grande Ilusão Vacinal – artigo do Secretário de Saúde da Bahia, Fábio Vilas-Boas

secretário da Saúde da Bahia, Fábio Vilas-Boas.

Fábio Vilas-Boas Pinto, nasceu em Salvador (BA), em 25 de março de 1967. É médico cardiologista, formado em medicina pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) e Doutor em Cardiologia pela Universidade de São Paulo (USP). Atualmente recuperado da Covid-19, ocupao cargo de Secretário da Saúde do Estado da Bahia.

Hoje, ele divulgou um artigo de sua autoria com o título: A Grande Ilusão Vacinal. Vale a pena conferir.

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O Hidronegócio avança no Mercado Futuro; por Roberto Malvezzi (Gogó)

Roberto Malvezzi (Gogó).(Foto: CPT/arquivo)

O Filósofo e Sociólogo Roberto Malvezzi, mais conhecido como Gogó, divulgou um novo artigo de sua autoria. Dessa vez ele fala sobre o uso da água como negócio lucrativo.

Roberto Malvezzi (“Gogó”), nasceu em 1953, no município de Potirendaba, São Paulo. É graduado em Estudos Sociais e em Filosofia pela Faculdade Salesiana de Filosofia, Ciências e Letras de Lorena, em São Paulo. Também é graduado em Teologia pelo Instituto Teológico de São Paulo.

Casado, teve com sua esposa dois filhos e duas filhas, todos baianos. Atualmente, reside em Juazeiro (BA) e atua na equipe da Comissão Pastoral dos Pescadores (CPP) e Comissão Pastoral da Terra (CPT) do São Francisco.

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O Hidronegócio avança no Mercado Futuro

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Peixes de Piracema. Aos que estão desanimados; por Roberto Malvezzi (Gogó)

Roberto Malvezzi (Gogó).(Foto: CPT/arquivo)

O Filósofo e Sociólogo Roberto Malvezzi, mais conhecido como Gogó, divulgou um novo artigo de sua autoria. Dessa vez uma mensagem para aquelas pessoas que estão desanimada, mas têm fome e sede de justiça.

Roberto Malvezzi (“Gogó”), nasceu em 1953, no município de Potirendaba, São Paulo. É graduado em Estudos Sociais e em Filosofia pela Faculdade Salesiana de Filosofia, Ciências e Letras de Lorena, em São Paulo. Também é graduado em Teologia pelo Instituto Teológico de São Paulo.

Casado, teve com sua esposa dois filhos e duas filhas, todos baianos. Atualmente, reside em Juazeiro (BA) e atua na equipe da Comissão Pastoral dos Pescadores (CPP) e Comissão Pastoral da Terra (CPT) do São Francisco.

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O ciclo das águas e as enchentes; por Roberto Malvezzi (Gogó)

Roberto Malvezzi (Gogó). (Foto: CPT/arquivo)

O Filósofo e Sociólogo Roberto Malvezzi, mais conhecido como Gogó, divulgou um novo artigo de sua autoria. Dessa vez sobre as enchentes causadas pelas chuvas.

Roberto Malvezzi (“Gogó”), nasceu em 1953, no município de Potirendaba, São Paulo. É graduado em Estudos Sociais e em Filosofia pela Faculdade Salesiana de Filosofia, Ciências e Letras de Lorena, em São Paulo. Também é graduado em Teologia pelo Instituto Teológico de São Paulo.

Casado, teve com sua esposa dois filhos e duas filhas, todos baianos. Atualmente, reside em Juazeiro (BA) e atua na equipe da Comissão Pastoral dos Pescadores (CPP) e Comissão Pastoral da Terra (CPT) do São Francisco.

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O ciclo das águas e as enchentes

Roberto Malvezzi (Gogó)

O ciclo das águas começa com as chuvas, a partir da evaporação dos oceanos. No Brasil e em parte do continente latino-americano, engrossado pela evapotranspiração da floresta Amazônica. Então, os rios voadores espalham chuvas por quase todo território nacional, que serão armazenadas em aquíferos como Guarani, Urucuia e Bambuí no Planalto Central. Depois, eles distribuem essas águas para todas as grandes bacias brasileiras.

Outra parte corre nos mananciais de superfície e volta ao mar, ou fica armazenada em mananciais de superfícies, como lagoas e lagos. Outra parte evapora e retorna para a atmosfera.

Assim, o ciclo das águas é fundamental para o ciclo da vida. Aqui na Caatinga, quando chove, a caatinga que parecia morta (estava hibernada) como que ressuscita, a vegetação fica verde em uma semana, reaparecem várias espécies de pássaros, insetos e outros animais que a gente não sabe dizer de onde vieram. Como diz um amigo criador de cabras, “até as cabras entram no cio”.

Entretanto, vêm também as enchentes. Não é culpa da natureza. As pessoas foram morar em lugares onde o espaço era das águas. Aqui na cidade de Juazeiro da Bahia, as enchentes ocorrem onde antes eram as lagoas marginais do Velho Chico e às margens dos riachos que ligavam essas lagoas à calha central do grande rio. Os riachos continuam como canais de esgoto a céu aberto. Todos os anos, quando a chuva é intensa como agora, vêm as tragédias socioambientais sobre a população que habita essas áreas de risco, muitas vezes transformando-se em tragédias humanitárias.

O saneamento básico da cidade – abastecimento de água potável, coleta e tratamento do esgoto, manejo dos resíduos sólidos e drenagem das águas pluviais – avançou muito em termos de abastecimento de água e coleta de esgoto. Diz o SAAE que a 95% da cidade. Mas, avançou pouco em termos de manejo dos resíduos sólidos e, menos ainda, na drenagem das águas de chuva. Um prato cheio para os adversários políticos em época de eleições municipais.

Um trabalho sério de avanço na drenagem das águas de chuva precisaria localizar todas as áreas alagáveis, fazer obras de drenagem que garantam o escoamento em tempos de chuva. Se não for possível, é preciso a relocação da população das áreas de risco, o que implica também numa política habitacional para a população relocada. Que a área das águas seja das águas. Essas ações implicam em planejamento técnico, humanitário, recursos financeiros e vontade política.

Será que algum candidato nessas eleições tem mesmo interesse em resolver esse desafio socioambiental da cidade?

A Inovação das Candidaturas Coletivas; por Roberto Malvezzi (Gogó)

Roberto Malvezzi (Gogó).(Foto: CPT/arquivo)

O Filósofo e Sociólogo Roberto Malvezzi, mais conhecido como Gogó, divulgou um novo artigo de sua autoria. Dessa vez sobre as candidaturas coletivas.

Roberto Malvezzi (“Gogó”), nasceu em 1953, no município de Potirendaba, São Paulo. É graduado em Estudos Sociais e em Filosofia pela Faculdade Salesiana de Filosofia, Ciências e Letras de Lorena, em São Paulo. Também é graduado em Teologia pelo Instituto Teológico de São Paulo.

Casado, teve com sua esposa dois filhos e duas filhas, todos baianos. Atualmente, reside em Juazeiro (BA) e atua na equipe da Comissão Pastoral dos Pescadores (CPP) e Comissão Pastoral da Terra (CPT) do São Francisco.

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7 Soft Skills mais requisitadas pelo mercado

Quais são as suas Soft Skills? Talvez você tenha algumas e não sabe. Além disso, é bom saber que cada vez mais elas são requisitos para quem quer um lugar ao sol no mercado de trabalho.

São várias as Soft Skills, mas cada profissão, cada área de atuação, depende de algumas que são específicas para ela.

Saber quais são as Soft Skills mais requisitadas pelo mercado de trabalho, bem como ter condições de saber desenvolvê-las, é um aspecto importante na vida de qualquer profissional, independente de estar iniciando a carreira ou se já possui experiência.

Por essa razão, nesse artigo você vai saber quais são elas e com isso se preparar melhor para o mercado. Vamos lá?

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A LIBERDADE DE EXPRESSÃO… o novo artigo do professor Moisés Almeida

(Foto: arquivo)

Por Moisés Almeida, professor da UPE/Petrolina, Facape e Doutorando em História do Brasil pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

Há algum tempo escrevi um texto sobre os limites da liberdade de expressão, citando, inclusive, artigos do Código Penal brasileiro que prevê penalidades para o abuso de expressões e também de ações não coniventes com a convivência harmônica na sociedade. Intitulei o texto de “Canalhas, Canalhas, Canalhas”, devido a expressão está sendo muito utilizada para xingar políticos, personalidades e magistrados em diversas instâncias.

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Em busca da “sustentabilidade total”: Francisco propõe mais sete anos de Laudato Si’. Por Roberto Malvezzi (Gogó)

Roberto Malvezzi (Gogó).(Foto: CPT/arquivo)

O Filósofo e Sociólogo Roberto Malvezzi, mais conhecido como Gogó, divulgou um novo artigo de sua autoria. Dessa vez ele aborda um documento do Papa Francisco para as questões socioambientais.

Roberto Malvezzi (“Gogó”), nasceu em 1953, no município de Potirendaba, São Paulo. É graduado em Estudos Sociais e em Filosofia pela Faculdade Salesiana de Filosofia, Ciências e Letras de Lorena, em São Paulo. Também é graduado em Teologia pelo Instituto Teológico de São Paulo.

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Todos perdem com a Pandemia? Artigo do professor Moisés Almeida

(Foto: Arquivo)

Por Moisés Almeida – Professor da UPE/Petrolina, Facape e Doutorando em História do Brasil pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

TODOS PERDEM COM A PANDEMIA?

Tenho escutado frequentemente essa frase: “Todos estão perdendo com a pandemia”. Essa narrativa tem sido rotineira, numa tentativa de nivelar toda a sociedade. O discurso de que ricos e pobres estão na mesma situação se propaga e consegue adeptos em todo o planeta.

Na crise, seja ela em função de uma doença, de catástrofes ecológicas e até mesmo em situação de guerra, existem três tipos de categorias sociais: as que ganham, as que nem ganham e nem perdem e as que perdem. Então, não há como nivelar no mesmo patamar a sociedade, até porque a desigualdade existe e ela vem sendo cada vez mais escancarada com as sucessivas crises econômicas.

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De Mussolini a Bolsonaro: trabalhando com os porões da alma humana. Artigo de Roberto Malvezzi (Gogó)

De Mussolini a Bolsonaro: trabalhando com os porões da alma humana.

Roberto Malvezzi (Gogó)*

– Io non ho creato il fascismo, l’ho tratto dall’inconscio degli italiani. Se non fosse stato così, non mi avrebbero seguito per venti anni (Mussolini) –

Em livre tradução pessoal: “não criei o fascismo, tirei-o do inconsciente dos italianos. Se não fosse assim, eles não teriam me seguido por vinte anos”.

Há um belo filme italiano – Estou de Volta – que diz respeito à ressurreição de Mussolini na Itália nos dias atuais. É uma metáfora do retorno do fascismo – e seus fascínios – nos dias de hoje na Itália carregada de negros, egípcios, latinos, do povo de saco cheio de tantos partidos, da classe política, da saudades de um comandante autoritário, enfim, de Benito Mussolini. Feito em tom de comédia e farsa, vai fundo na alma italiana saudosista de um ditador.

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Em artigo, Maurício Dias Cordeiro questiona onde está Juazeiro e fala sobre perca de identidade da cidade

O compositor Maurício Dias Cordeiro enviou ao nosso blog um artigo de interessante leitura. No texto, o artista de Juazeiro questiona a perca de identidade da cidade baiana que tanto contribuiu – e contribui – com a cultura brasileira.

Maurício fala sobre a saída de João Gilberto do município e faz uma crítica àqueles que desclassificam seus trabalhos sobre Juazeiro, o Rio São Francisco, João Gilberto e a “bossa nova”.

Confira o artigo completo

Estorvo!!

Hoje, 23 de agosto, estreia nacionalmente o filme do diretor Franco-suíço Georges Gachot, baseado no livro “Onde está você João Gilberto?” do jornalista alemão Marc Fischer.

João nasceu em Juazeiro, 1931, 87 anos. Continua recluso, avesso. Saiu de Juazeiro para revolucionar a música brasileira, influenciar o “jazz” americano e, ao lado de Tom Jobim, continua sendo o músico brasileiro mais respeitado no mundo até hoje.

A Juazeiro mágica dos tempos de João não existe mais? Ele saiu de vez aos 18 anos.

Com seus mais de 230 mil habitantes, Juazeiro hoje, pouco se interessa por seus valores históricos/humanos/culturais? Os poucos da resistência vivem, às vezes, ridicularizados no contexto da inversão de valores existenciais.

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