Trump ameaça novos ataques ao Irã caso o país não controle ações do Hezbollah

Presidente dos EUA ameaçou novas ofensivas no mesmo dia em que seu vice, JD Vance, participou de negociações com o Irã previstas no acordo de paz.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou neste domingo (21) voltar a atacar o Irã caso Teerã não impeça novos ataques do Hezbollah a Israel.

“O Irã deve impedir imediatamente que seus PROXIES bem pagos no Líbano causem problemas”, escreveu Trump em sua rede social Truth Social. “Se não o fizerem, atacaremos o Irã com muita força novamente, assim como fizemos na semana passada, só que com mais força!!!”.

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Datafolha: Apoio de Donald Trump a candidato presidencial no Brasil é indiferente para 65% dos eleitores

Para a maioria do eleitorado, influência do líder norte-americano no pleito nacional é nula; levantamento ouviu mais de duas mil pessoas em junho.

Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (20) indica que o eventual anúncio de apoio do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a um candidato à Presidência do Brasil nas eleições de 2026 é considerado indiferente por 65% dos eleitores.

De acordo com o levantamento, o endosso do presidente norte-americano aumentaria a intenção de voto no candidato para 17% dos entrevistados, enquanto 15% afirmam que o apoio diminuiria a probabilidade de voto. Os que não souberam responder somam 3%. A pesquisa ouviu 2.004 pessoas entre os dias 17 e 18 de junho, apresenta margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%.

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Militares dos EUA dizem que classificação de PCC e Comando Vermelho amplia combate ao narcotráfico

Órgão militar dos Estados Unidos afirma que a medida amplia os instrumentos para combater o narcotráfico e impedir a atuação de organizações criminosas no Hemisfério Ocidental

O Comando Sul das Forças Armadas dos Estados Unidos (Southcom) se manifestou pela primeira vez sobre a recente classificação do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas estrangeiras pelo governo norte-americano.

Segundo o órgão militar, a decisão representa um reforço na estratégia de combate ao narcotráfico e amplia os instrumentos disponíveis para impedir o avanço de grupos criminosos que atuam em diversos países do continente. A avaliação é de que a nova classificação fortalece as ações de segurança e cooperação internacional.

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Brasil quer convencer EUA de que acordo seria melhor que taxar em 25%

Por outro lado, governo avalia improvável acordo para tarifa de 12,5%

 

O governo brasileiro está buscando um acordo tarifário com os Estados Unidos (EUA) que seja capaz de evitar que a Casa Branca adote a recomendação do Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR), que sugeriu a imposição de tarifa adicional de 25% sobre parte das importações oriundas do Brasil.

O governo avalia que é possível, apesar de difícil, chegar a um acordo tarifário que seja mais vantajoso, para ambos os países, do que a sobretaxa de 25% sugerida pelo USTR. Isso porque, entre outros motivos, os EUA têm superávit comercial com o Brasil.

A recomendação da USTR, tornada pública na última semana, é resultado de uma investigação baseada na Seção 301 da Lei de Comércio dos EUA. O argumento usado é que o Brasil teria práticas “desleais” nas relações comerciais, o que incluiu ataques contra o Pix para favorecer empresas de pagamento estadunidenses.

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PCC e CV passam a ser grupos terroristas para os EUA a partir de hoje

Governo Trump amplia combate ao crime organizado e inclui PCC e CV em lista de grupos terrorista

As facções criminosas Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) passaram a ser oficialmente classificadas pelos Estados Unidos como Organizações Terroristas Estrangeiras (FTOs, na sigla em inglês). A medida entrou em vigor nesta sexta-feira (5) e foi adotada pelo governo do presidente Donald Trump.

Segundo documento do Departamento de Estado norte-americano, as duas organizações representam risco à segurança nacional dos Estados Unidos e estão envolvidas em atividades que ameaçam cidadãos, interesses econômicos e a política externa do país. A decisão coloca PCC e CV no mesmo enquadramento jurídico utilizado para grupos terroristas internacionais.

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Fachin autoriza AGU a defender Moraes em ação movida por empresa ligada a Trump nos EUA

Ministro Edson Fachin autorizou a AGU a atuar na defesa institucional de Alexandre de Moraes em processo movido nos Estados Unidos

O presidente em exercício do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, autorizou nesta quinta-feira (4) a Advocacia-Geral da União (AGU) a representar o ministro Alexandre de Moraes em uma ação movida nos Estados Unidos pela plataforma Rumble e pela Trump Media & Technology Group, empresa ligada ao presidente norte-americano Donald Trump.

A decisão foi tomada após consulta da própria AGU. Segundo Fachin, o caso vai além da figura individual de Moraes e envolve interesses institucionais do Estado brasileiro, incluindo a independência do Poder Judiciário, o Estado Democrático de Direito e a soberania nacional.

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Lula rebate Marco Rubio, chama secretário dos EUA de “latino-americano frustrado” e cita participação americana no golpe de 1964

Presidente brasileiro criticou o secretário de Estado dos Estados Unidos durante reunião ministerial e afirmou que o Brasil conhece a história da relação entre os dois países

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a elevar o tom nas críticas ao secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio. Durante reunião ministerial realizada nesta quarta-feira (3), no Palácio do Planalto, Lula classificou Rubio como um “latino-americano frustrado” e afirmou que o diplomata norte-americano não gosta da América Latina nem do Brasil.

Ao comentar as recentes tensões entre Brasília e Washington, o presidente disse que já havia manifestado essa opinião diretamente ao presidente norte-americano Donald Trump durante encontro realizado na Casa Branca.

“Eu já disse ao Trump: esse Marco Rubio não gosta da América Latina e muito menos do Brasil, é um latino-americano frustrado”, declarou Lula.

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EUA propõem tarifa de 25% sobre produtos brasileiros e acendem alerta entre exportadores

O governo dos Estados Unidos anunciou na noite da última segunda-feira (1º) uma proposta para aplicar uma tarifa adicional de 25% sobre uma série de produtos importados do Brasil. A medida, que ainda será submetida a consulta pública antes de uma decisão final, preocupa exportadores brasileiros e pode afetar diversos setores da economia nacional.

Entre os produtos que poderão ser atingidos pela tarifa estão itens industrializados, calçados, têxteis, açúcar, etanol, suco de laranja e manufaturados em geral.

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Lula critica classificação do PCC e CV como terroristas pelos EUA

Durante agenda em Sergipe, Lula afirmou que o combate ao crime organizado deve ser conduzido pelas autoridades brasileiras

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) comentou pela primeira vez, nesta sexta-feira (29), a decisão do governo dos Estados Unidos de classificar as facções criminosas Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas estrangeiras.

Durante agenda no estado de Sergipe, Lula criticou a postura adotada pelas autoridades norte-americanas e afirmou que o Brasil não aceitará interferências externas no combate ao crime organizado.

“Estou muito triste hoje com a notícia de que o secretário dos Estados Unidos, da América do Norte, um tal de Marco Rubio, disse que os nossos criminosos aqui são terroristas e que os americanos podem fazer intervenção”, declarou o presidente.

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Governo Trump classifica PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas

Trump endurece combate ao narcotráfico e classifica facções brasileiras como terroristas

O governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, decidiu classificar as facções criminosas brasileiras Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas.

O anúncio foi feito nesta quinta-feira (28) pelo secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio. Segundo o governo dos Estados Unidos, a medida faz parte da estratégia de combate ao chamado “narcoterrorismo”, intensificada no segundo mandato de Trump.

Em nota oficial, o governo norte-americano afirmou que continuará utilizando “todas as ferramentas disponíveis” para proteger os interesses de segurança nacional dos Estados Unidos, combater o tráfico de drogas e enfraquecer financeiramente organizações criminosas.

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Flávio Bolsonaro se reúne com Donald Trump na Casa Branca e encontro repercute no cenário político brasileiro

Flávio Bolsonaro participou de reunião com Donald Trump na Casa Branca

O senador Flávio Bolsonaro, apontado como pré-candidato à Presidência da República, se reuniu nesta terça-feira (26) com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na Casa Branca, em Washington. O encontro também contou com a presença do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro e do jornalista Paulo Figueiredo.

A reunião ganhou forte repercussão política no Brasil principalmente pelo simbolismo do encontro. Diferentemente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que ocupa atualmente o cargo de chefe de Estado, Flávio Bolsonaro participou da agenda apenas como senador e pré-candidato à Presidência da República.

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Lula vai aos EUA encontrar Trump após críticas e tenta reaproximação

Viagem acontece após derrotas políticas recentes no Congresso

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva embarca nesta quarta-feira (6) para Washington, onde terá uma reunião oficial com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, marcada para quinta-feira (7). O encontro é tratado pelo governo brasileiro como um passo importante para tentar normalizar as relações entre os dois países, que vêm sendo marcadas por divergências comerciais e episódios de tensão diplomática.

A agenda internacional ocorre em um momento sensível para Lula no cenário interno. Na última semana, o governo enfrentou derrotas no Congresso, incluindo a rejeição da indicação de Jorge Messias ao STF e a derrubada de veto presidencial. Nesse contexto, a viagem aos Estados Unidos também é vista como uma tentativa de reforçar a imagem do presidente no cenário internacional.

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Irã pode ser destruído em 1 dia, e isso pode ser amanhã, diz Trump

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elevou o tom das tensões internacionais ao fazer um duro alerta ao Irã durante entrevista a jornalistas nesta segunda-feira (6).

Ao comentar a escalada do conflito no Oriente Médio, Trump afirmou que o país pode ser destruído em menos de um dia caso não aceite um acordo de cessar-fogo. A declaração ocorre em meio ao aumento da pressão militar e diplomática sobre Teerã.

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Obama fala sobre vídeo racista de Trump: “Não parece haver vergonha”

Sem citar nomes, o ex-presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, quebrou o silêncio na noite de sábado (14), e comentou indiretamente sobre uma publicação do atual presidente do país, Donald Trump, que o retrata como macaco.

Em entrevista ao podcast do comentarista político Brian Tyler Cohen, segundo a BBC News, Obama expressou profunda indignação com o estado atual do discurso político nos Estados Unidos, lamentando a perda de decoro e o desaparecimento do senso de vergonha entre figuras da elite política. “Há uma espécie de espetáculo circense nas redes sociais e na televisão, e a verdade é que não parece haver nenhuma vergonha nisso entre as pessoas que antes acreditavam que deveria haver um certo decoro, um senso de propriedade e respeito pelo cargo. Isso se perdeu”.

Obama afirmou ainda que esse tipo de mensagem pode prejudicar os republicanos de Trump nas eleições de meio de mandato, já que “no fim das contas, a resposta virá do povo americano”.

Vídeo racista

O vídeo em que Donald Trump retrata Barack Obama e a ex-primeira-dama Michelle como macacos foi compartilhado em 5 de fevereiro na rede Truth Social. A publicação gerou críticas em todo o espectro político americano. A Casa Branca inicialmente descartou a repercussão como “indignação falsa”, depois atribuiu a publicação a um erro de um membro da equipe e, por fim, removeu o vídeo.

O post, de cerca de um minuto, traz uma teoria da conspiração sobre fraude nas eleições norte-americanas e, ao final, aparecem os rostos do casal Obama sobre corpos de macacos.

A Tarde

Donald Trump assina ordem que oficializa tarifaço de 50% ao Brasil

Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta quarta-feira (30/7) uma ordem executiva que oficializa a tarifa de 50% a produtos importados do Brasil. A decisão foi justificada como resposta a ações do governo brasileiro que, segundo a Casa Branca, representam uma ameaça “incomum e extraordinária” à segurança nacional, à política externa e à economia norte-americana.

O tarifaço estava marcado para começar na sexta-feira (1º/8). No entanto, a ordem executiva define para o dia 6 de agosto o início da vigência para mercadorias inseridas para consumo, ou retiradas do depósito para consumo.

Apesar da ordem executiva, Trump deixou quase 700 itens de fora do tarifaço, como produtos aeronáuticos civis (o que interessa à Embraer), suco e derivados de laranja (suco e polpa), minério de ferro, aço e combustíveis, por exemplo.
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