Flávio Bolsonaro se reúne com Donald Trump na Casa Branca e encontro repercute no cenário político brasileiro

Flávio Bolsonaro participou de reunião com Donald Trump na Casa Branca

O senador Flávio Bolsonaro, apontado como pré-candidato à Presidência da República, se reuniu nesta terça-feira (26) com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na Casa Branca, em Washington. O encontro também contou com a presença do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro e do jornalista Paulo Figueiredo.

A reunião ganhou forte repercussão política no Brasil principalmente pelo simbolismo do encontro. Diferentemente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que ocupa atualmente o cargo de chefe de Estado, Flávio Bolsonaro participou da agenda apenas como senador e pré-candidato à Presidência da República.

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Disparos são ouvidos próximos à Casa Branca

O presidente Donald Trump estava dentro da Casa Branca no momento do incidente

A Casa Branca entrou em lockdown após disparos serem ouvidos em uma área próxima na noite deste sábado (23).

O suspeito de efetuar os disparos foi baleado por agentes do Serviço Secreto após abrir fogo contra agentes em um posto de controle da residência oficial da presidência dos Estados Unidos, informou uma autoridade.

A pessoa, descrita pela autoridade como portadora de “distúrbios emocionais”, está inconsciente e foi levada ao Hospital George Washington. Um pedestre que transitava pelo local também foi baleado.

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Modelo usado pela Casa Branca eleva para 125 mil projeção de mortes por Covid-19 no Brasil até agosto

Um dos principais modelos utilizados pela Casa Branca para monitorar números sobre o coronavírus atualizou com piora o cenário no Brasil e agora projeta mais de 125 mil mortes no país até agosto.

No meio de maio, quando o IHME, instituto de métrica da Universidade de Washington, divulgou pela primeira vez dados sobre o Brasil, a previsão era de que 88.305 pessoas morressem por Covid-19 até 4 de agosto no país.

Nesta segunda-feira (25), porém, após o crescimento vertiginoso de casos e mortes em território brasileiro nas últimas semanas, e o país ter passado a ser o epicentro da pandemia, de acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), o instituto americano também atualizou os números para pior.

O modelo usa uma janela de intervalo ampla, que no caso brasileiro variava de 30.302 a 193.786. Agora, esse intervalo está entre 68.311 e 221.078 mortes até 4 de agosto, indicando que a curva continua subindo até lá.

As projeções mostram que o pico de mortes diárias no Brasil deve acontecer em 13 de julho, com 1.526 óbitos em 24 horas. Antes, o pico era em 1 de julho, com 1.024 mortes em apenas um dia. A partir de agosto, então, a curva de mortes diárias começa a descer, mas ainda na faixa de quase 1,4 mil a cada 24 horas naquele mês.

Com mais de 370 mil casos confirmados, o Brasil escalou para o segundo lugar em diagnósticos no mundo, atrás somente dos EUA, que tem mais de 1,6 milhão.

São mais de 23 mil mortes hoje no território brasileiro. Caso as projeções do IHME se confirmem, o Brasil terá taxa de mortalidade de 63,85 mortes por 100 mil habitantes, atrás apenas de países da Europa que já foram o epicentro da pandemia, como Itália e Espanha.

O cenário é pior que o dos EUA, onde são projetadas 43,71 mortes por 100 mil habitantes. O instituto fez levantamentos em estados brasileiros como Rio, Bahia, Amazonas, Pernambuco, e também registrou pioras em grande parte das regiões desde o meio do mês. Em São Paulo, por sua vez, as projeções melhoraram e foram de 36 mil para 32 mil mortes esperadas até agosto.

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