Pesquisa Gerp mostra Flávio Bolsonaro com 45% e Lula com 42% em eventual segundo turno

Levantamento divulgado nesta quarta-feira (8) aponta vantagem numérica do senador, mas cenário é de empate técnico dentro da margem de erro

Uma nova pesquisa nacional do Instituto Gerp, divulgada nesta quarta-feira (8), mostra o senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro numericamente à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em uma eventual disputa de segundo turno.

Segundo o levantamento, Flávio Bolsonaro aparece com 45% das intenções de voto, enquanto Lula registra 42%. A diferença é de três pontos percentuais. Como a margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos, os dois estão tecnicamente empatados.

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O fundador do Instituto Meio/Ideia, Maurício Moura, avalia que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva está em uma situação frágil na disputa pela reeleição em 2026, apesar de aparecer na liderança da nova pesquisa eleitoral divulgada nesta quarta-feira (8).

A análise foi feita por Maurício Moura ao comentar os números da pesquisa Meio/Ideia, que coloca Lula à frente do senador Flávio Bolsonaro tanto no primeiro quanto no segundo turno.

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Em artigo, Luciano Huck confirma que não será candidato à Presidência da República, em 2018

Huck ressaltou que sua reação natural ao ver seu nome apontado, sem tê-lo oferecido, foi “tentar entender melhor do que se tratava”. (Foto: Reprodução)

Nesta segunda-feira (27) um artigo publicano na “Folha de S. Paulo” confirmou que o apresentador Luciano Huck não será candidato à Presidência da República, em 2018. O apresentador revelou que familiares e amigos impediram que o “deixasse levar pelos sons dos chamados quase irresistíveis”.

“Quem se interessa pelo que sou e faço pode acreditar: vou atuar cada vez mais, sempre de acordo com minhas crenças, em especial com a fé enorme que tenho neste país. Contem comigo. Mas não como candidato a presidente”, escreveu o apresentador, que prometeu ir “além da voz amplificada pela televisão, do eco das redes sociais e do instituto que criou para ajudar e agregar ao país. “E, para isso, não são necessários partidos, cargos, nem eleições”.

Huck reforçou a visão de que é fundamental “sair da proteção e do conforto das selfies no Instagram para somar forças na necessária renovação política brasileira”, o que está bem distante, segundo ele, de postular uma candidatura a presidente.

“O momento de total frustração com a classe política e com as opções que se apresentam no panorama sucessório levou o meu nome a um lugar central na discussão sobre a cadeira mais importante na condução do país (…) Mas tenho hoje uma convicção ainda mais vívida e forte de que serei muito mais útil e potente para ajudar meu país e o nosso povo a se mover para um lugar mais digno, ocupando outras posições no front nacional”, elaborou Huck.

No texto, ele cita “A Odisseia”, de Ulisses, para explicar que esteve “tentando escapar da sedução das sereias, cantando a pulmões plenos e por todos os lados”, inclusive dentro de si, nos últimos meses. Huck também refletiu sobre como seu nome surgiu no radar dos possíveis candidatos e atribuiu as especulações à sua exposição pública, seu jeito, suas características, sua personalidade e sua forma de ver o mundo. Entre “centenas de defeitos”, ele destacou ter genuína e enorme paixão e curiosidade pelo outro.

“E a sensação de “intimidade” que meus mais de 20 anos de televisão provocam nas pessoas possibilita conversas instantaneamente francas e verdadeiras (…) E foi essa permanente “bateção de perna”, sempre ” in loco”, que me tirou definitivamente da zona de conforto e me fez ver: O Brasil está sofrendo demais — especialmente os mais pobres, mas não apenas eles— para ficarmos passivos e reféns deste sistema político velho e corrupto”, destacou no texto.

Huck ressaltou que sua reação natural ao ver seu nome apontado, sem tê-lo oferecido, foi “tentar entender melhor do que se tratava”. Ele voltou a frisar que sua geração hoje trabalha e inova “com vigor em muitas frentes”. “Mas, pela política, tem feito pouco”, reconheceu.

Com informações de O Globo