Flávio Bolsonaro pede monitoramento internacional das eleições brasileiras em discurso nos EUA

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, pediu neste sábado que governos e instituições estrangeiras acompanhem o processo eleitoral brasileiro e façam pressão diplomática para garantir o que chamou de eleições livres e justas. A declaração foi feita durante discurso na Conferência de Ação Política Conservadora (CPAC), no Texas.

“Meu apelo aqui, não só aos Estados Unidos, mas a todo o mundo livre, é este: observem as eleições do Brasil com enorme atenção, entendam o nosso processo, monitorem a liberdade de expressão do nosso povo e apliquem pressão diplomática para que nossas instituições funcionem corretamente”, afirmou. O filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro ressaltou que não quer interferência nas eleições brasileiras, mas acompanhamento externo para assegurar que “a vontade do povo seja preservada”. Flávio condicionou o resultado eleitoral à liberdade nas redes sociais e à contagem dos votos.  “Se o nosso povo puder se expressar livremente nas redes sociais e se os votos forem contados corretamente, nós vamos vencer”, disse.

Ao longo do discurso, o senador criticou o sistema político e judicial brasileiro e afirmou que seu pai foi condenado por motivos políticos. Disse que Bolsonaro é o maior líder político do Brasil e está preso “por defender nossos valores conservadores”. Flávio não mencionou que a condenação foi por tentativa de golpe de Estado.

Jair Bolsonaro foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 27 anos e 3 meses. Na denúncia, a Procuradoria-Geral da República (PGR) citou que o ex-presidente e outros sete aliados tentaram derrubar a democracia e impedir a posse de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), entre o fim de 2022 e o início de 2023. O STF entendeu que Bolsonaro é culpado por todos os cinco dos quais era acusado: golpe de Estado; tentativa de abolição violenta do Estado democrático de Direito; organização criminosa armada; dano qualificado contra patrimônio da União; e deterioração de patrimônio tombado.

Flávio, no discurso, associou o governo do presidente Lula ao avanço do crime organizado e criticou a atuação do país na área de segurança. Na área econômica e geopolítica, o senador destacou o papel estratégico do Brasil para os EUA, especialmente no fornecimento de minerais críticos. Disse que o país pode ajudar a reduzir a dependência americana da China, que hoje domina a produção e o processamento de terras raras.

Flávio também criticou a política externa do governo Lula, que classificou como contrária aos interesses americanos, afirmou que o Brasil se aproximou da China e de países como Irã e Cuba e o presidente brasileiro associou ao venezuelano Nicolás Maduro. O senador também citou um episódio recente envolvendo a relação entre Brasil e EUA. Lembrou que o governo brasileiro cancelou o visto do assessor do Departamento de Estado Darin Beattie após ele pedir para visitar Jair Bolsonaro em Brasília. Segundo Flávio, a decisão seria inédita e indicaria um agravamento das tensões diplomáticas. “O Brasil agora está expulsando diplomatas americanos”, disse

Ao encerrar, voltou a pedir atenção internacional ao processo eleitoral brasileiro e disse que o país está diante de uma escolha sobre seu alinhamento externo. A participação no evento ocorre no momento em que Flávio intensifica a agenda internacional como pré-candidato. O CPAC é um dos principais fóruns do movimento conservador nos Estados Unidos e reúne lideranças políticas alinhadas à direita global.

Agência O Globo

Trump desafia Suprema Corte e ameaça Irã em discurso recorde

Durante discurso proferido ao Congresso sobre o Estado da União na noite de terça-feira (24), no Capitólio, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, defendeu a política anti-imigração do governo, voltou a criticar a decisão da Suprema Corte de suspender o tarifaço e fez ameaças ao Irã. Com mais de 1h47, o republicano fez a fala mais longa da história norte-americana.

O evento contou com a presença de todos os membros do Senado, composto por 100 senadores, e da Câmara dos Representantes, com 435 cadeiras. O discurso do Estado da União dá a oportunidade ao presidente dos Estados Unidos de destacar os principais feitos do governo. Ele é feito em uma sessão conjunta do Congresso e é transmitido pela televisão em horário nobre.

Principais pontos do discurso:

Oriente Médio – Ao falar sobre a situação com o Irã, Trump disse que está próximo de um acordo, mas, segundo ele, os iranianos ainda não “falaram as palavras mágicas”. O norte-americano disse ainda que não pode deixar o país desenvolver uma arma nuclear própria.  “Nós estamos buscando negociar para acabar com essas ambições sinistras, mas eles ainda não falaram as palavras mágicas: nós queremos que eles nunca tenham uma arma nuclear”, afirmou. Trump ressaltou que quer resolver a questão por meio da diplomacia, mas se não for possível, usará o Exército norte-americano. “É chamada paz através da força, que é muito efetiva”, disse.

Suprema Corte “decepcionante” – Sobre a insatisfação com a decisão da Suprema Corte de suspender o tarifaço, Trump afirmou que foi por meio das tarifas que ele conseguiu resolver guerras. “Portanto, apesar da decisão decepcionante, essas poderosas leis, que salvam o país e protegem a paz, permanecerão em vigor sob estatutos legais alternativos totalmente aprovados e testados”, afirmou. O republicano reforçou ainda que a sentença da Corte, publicada há quatro dias, foi “muito infeliz” e garantiu que os parceiros comerciais dos Estados Unidos estão interessados em “manter o acordo que já negociaram”.

Imigração – Em relação às políticas anti-imigração do governo, Trump disse que, nos últimos nove meses, nenhum imigrante ilegal entrou nos Estados Unidos. “Nenhum imigrante ilegal entrou nos EUA nos últimos 9 meses. Hoje nossas fronteiras estão seguras, a inflação está muito menor e a economia está como nunca antes”, afirmou. Em contrapartida, o norte-americano fez um aceno aos trabalhadores. “Sempre vamos permitir que pessoas trabalhadoras que gostam do nosso país entrem”, afirmou.

A Tarde

Fernando Bezerra Coelho diz que Petrolina voltará a eleger um filho ao Senado

Durante a solenidade de posse do vereador Wenderson Batista, popularmente conhecido como Pé-de-Galo, realizada nesta segunda-feira (12) no plenário da Câmara Municipal de Petrolina, o ex-senador Fernando Bezerra Coelho fez um discurso emocionado e contundente ao destacar a força política de Petrolina no cenário estadual e nacional.

Pai do ex-prefeito Miguel Coelho, Fernando Bezerra ressaltou que Petrolina tem histórico de eleger grandes nomes para cargos elevados e afirmou que, mais uma vez, a cidade deverá colocar um petrolinense no Senado Federal.

Em sua fala, o ex-senador destacou o protagonismo político da cidade e demonstrou confiança no futuro:

“Petrolina é uma cidade que já provou sua grandeza política. Aqui já saíram homens públicos preparados, que honraram Pernambuco e o Brasil. E eu não tenho dúvida de que, mais uma vez, Petrolina vai elevar um filho seu ao Senado da República.”

Fernando Bezerra fez referência direta ao nome de Miguel Coelho, apontando que o ex-prefeito reúne experiência administrativa, capacidade política e respaldo popular para disputar cargos maiores, reforçando que o Sertão tem voz ativa nas grandes decisões do país.

O discurso ocorreu em clima de forte emoção, sendo aplaudido por vereadores, lideranças políticas e convidados presentes à solenidade.

JANEIRO 2025: Prefeito Andrei diz que Juazeiro está um caos financeiro e é o município mais endividado da Bahia

No seu primeiro discurso como prefeito de Juazeiro Andrei Gonçalves discorreu no Complexo Multieventos da Univasf que o município enfrenta um caos financeiro.

Segundo os balancetes da transição Juazeiro é o município mais endividado da Bahia e o décimo mais endividado do Brasil.

Só o SAAE (Serviço de Água e Saneamento) deve a Coelba 45 milhões de reais e a dívida total chega a 80 milhões, mesma dívida do IPJ, colocando em risco o futuro dos servidores municipais.

Tarcísio diz que primeiro ato, se for presidente, será conceder indulto a Bolsonaro

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), disse que sua primeira medida se vier a ser presidente da República seria conceder um indulto ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Ele foi questionado se concederia o indulto em entrevista ao Diário do Grande ABC, publicada na sexta-feira (29). “Na hora. Primeiro ato Porque eu acho que tudo isso que está acontecendo é absolutamente desarrazoado”, afirmou.

Ele voltou a negar, porém, a intenção de se candidatar à Presidência em 2026. “Eu não sou candidato à Presidência, vou deixar isso bem claro. Todo governador de São Paulo é presidenciável, pelo tamanho do Estado, um Estado muito importante. Mas vamos pegar na história recente qual foi o governador de São Paulo que se tornou presidente da República: o último foi Jânio Quadros e o penúltimo foi Washington Luís”, afirmou.

Tarcísio também disse que não confia na Justiça e que não vê elementos para a condenação de Bolsonaro, que começa a ser julgado por tentativa de golpe na próxima terça-feira no Supremo Tribunal Federal (STF). “Não acredito em elementos para ele ser condenado, mas infelizmente hoje eu não posso falar que confio na Justiça, por tudo que a gente tem visto”, disse.

O governador ainda defendeu a anistia aos condenados por tentativa de golpe de Estado e a “prerrogativa” do Congresso em construir uma “solução política”. “A gente tem falado com partidos, acredito muito em uma saída política via Congresso, e o Congresso tem que ter sua prerrogativa respeitada para construir uma solução política. Essa solução (anistia) não é novidade, esteve presente em outros momentos do Brasil”, declarou, citando episódios desde revoltas do período colonial até o “movimento de 64”.

Na entrevista, Tarcísio ainda cobrou o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), para que paute a anistia. Ele não citou Motta nominalmente. “Entendo que os presidentes da Casa têm que submeter isso à vontade do plenário, e não pode ter interferência de outro Poder”.

Estadão Conteúdo

Em evento no Rio, Moraes diz que Brasil tem histórico de golpismo

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), disse na sexta-feira (22) que o Brasil tem um “histórico de golpismo”. Relator das ações penais sobre a trama golpista ocorrida no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro, Moraes participou de um evento com empresários no Rio de Janeiro.

Durante a palestra, o ministro fez um histórico sobre a redemocratização do país desde a promulgação da Constituição de 1988 e disse que, apesar do histórico de golpes de Estado no Brasil, o Poder Judiciário se mantém independente. Na avaliação dele, estabilidade democrática não significa tranquilidade, mas contar com os mecanismos constitucionais para garantir a normalidade democrática.

“Apesar de todos os ataques, nós mantivemos o Poder Judiciário independente no Brasil, um Poder Judiciário independente e respeitado. O respeito se dá pela independência. Judiciário vassalo, covarde, que quer fazer acordos para que o país momentaneamente deixe de estar conturbado, não é independente”, afirmou. Moraes também disse que a “impunidade, a omissão e covardia” nunca deram certo em nenhum país do mundo.

“O Judiciário é independente e corajoso. Ataques podem continuar de dentro ou de fora. Juiz que não a resiste a pressão, que mude de profissão, faça outra coisa na vida. O Judiciário cresce na pressão”, completou. Moraes é o relator de diversas investigações envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro, entre elas, a ação penal do núcleo 1 da trama golpista, que será julgada pelo Supremo a partir do dia 2 de setembro. O ministro também é alvo de aliados de Bolsonaro, como o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que impôs sanções pessoais a ministros do STF, além de tarifas de 50% para produtos brasileiros exportados para o mercado norte-americano.

Lei Magnitsky
No mês passado, os Estados Unidos anunciaram sanções financeiras contra o ministro, com base Lei Magnitsky, norma norte-americana que prevê a aplicação de restrições para quem é considerado violador de direitos humanos. A lei prevê o bloqueio de contas bancárias, ativos e aplicações financeiras nos Estados Unidos, a proibição de transações com empresas americanas que estão no Brasil, além do impedimento de entrada no país. Apesar das sanções, a medida teve impacto reduzido. Moraes não tem bens nem contas em bancos sediados naquele país.  O ministro também não tem o costume de viajar para os Estados Unidos.

Agência Brasil

Lula sobe tom contra Trump e o acusa de mentir sobre Brasil

O presidente Lula (PT) subiu o tom contra o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump,contra as “inverdades” proferidas pelo mandatário sobre o Brasil em meio a guerra comercial entre as nações. O petista afirmou que o país deve ser tratado com respeito mesmo não sendo uma super potência.

“Eu não posso admitir que um presidente de um país do tamanho dos Estados Unidos possa contar a quantidade de inverdades que ele tem contado sobre o Brasil. O Brasil não é um país rico, o Brasil não tem um PIB que tem os americanos, o Brasil não tem o PIB que tem a China, mas nós temos um povo que merece respeito”, disse Lula.

As declarações de Lula feitas na sexta-feira (15), durante discurso, na inauguração da fábrica da montadora chinesa GWM, em São Paulo, acontecem um dia após Trump classificar o Brasil como um dos “piores parceiros comerciais” dos Estados Unidos e mentir sobre as tarifas de exportações. “O Brasil tem sido um parceiro comercial horrível em termos de tarifas, como você sabe, eles nos cobram tarifas enormes, muito mais do que estávamos cobrando. E não estávamos cobrando nada essencialmente”, disse o americano.

Na ocasião, o presidente também defendeu a relação comercial firmada com a China. “É importante que as pessoas saibam que o comércio do Brasil com a China hoje é de US$ 160 bilhões contra US$ 80 bilhões com os Estados Unidos”. Lula ainda chamou de “turbulência desnecessária” o movimento que os EUA vem protagonizando contra o Brasil, sob a justificativa de que retaliação ao julgamento contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, réu na tentativa de golpe do 8 de janeiro de 2023, no Supremo Tribunal Federal (STF).

“Nós temos democracia, aqui no Brasil nós temos direitos humanos, e o ex-presidente está sendo julgado. Ele não está sendo julgado por nenhuma acusação da oposição, de nenhum deputado, ele está sendo julgado por delação de seus pares em função de uma tentativa de golpe que ele tentou dar em 8 de janeiro de 2023″, disse, sem mencionar Bolsonaro ou Moraes. E completou: “No plano de golpe dele estava previsto matar a mim, matar ao Alckmin e matar o presidente da Corte eleitoral que está julgando ele”, disse, sem mencionar Bolsonaro ou Moraes.

Trump ataca Brasil
O Brasil voltou a ser alvo de duras críticas dos Estados Unidos (EUA). Nesta quinta-feira, 14, o presidente Donald Trump criticou a parceria comercial com o país de Lula (PT) e voltou a atacar o sistema Judiciário brasileiro.

“E o Brasil tem algumas leis ruins em vigor onde eles pegaram um presidente e colocaram na prisão ou estão tentando prendê-lo e acontece que eu conheço o homem e vou te dizer: ‘Eu sou muito bom em pessoas, eu acho que isso é uma execução política o que eles estão tentando fazer com Bolsonaro”, afirmou o presidente dos EUA. As declarações do republicano referem-se às sanções econômicas de 50% sobre as exportações brasileiras, que entraram em vigor no último dia 6 deste mês.

Trump planeja mais sanções ao STF após reunião
O presidente americano sentou à mesa hoje com o deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e Paulo Figueiredo, em Washington. Após o encontro, os EUA voltaram a falar em sanções. A Casa Branca estuda sancionar com a Lei Magnitsky, a mesma usada contra Moraes, os ministros que condenarem o ex-presidente por golpe de Estado. Integram o colegiado Cármen Lúcia, Cristiano Zanin, Flávio Dino e Luiz Fux.

A Tarde

 

Alcolumbre dá recado ao Poder Judiciário em primeiro discurso no Congresso

Presidente eleito do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União-AP) discursou na abertura do ano legislativo

O novo presidente do Senado e, por consequência, do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União-AP), discursou nesta segunda-feira (3/2) na sessão de abertura do ano legislativo, e disparou recados a outro Poder, o Judiciário. O parlamentar foi eleito ao cargo no último sábado (1º/2).

Alcolumbre afirmou que a “recente controvérsia” sobre emendas parlamentares “ilustra a necessidade de respeito mútuo e diálogo contínuo”.

“As decisões do Supremo Tribunal Federal devem ser respeitadas, mas é igualmente indispensável garantir que este Parlamento não seja cerceado em sua função primordial de legislar e representar os interesses do povo brasileiro, inclusive, levando recursos e investimentos à sua região”, ponderou o senador.
O amapaense disse que o Congresso Nacional é a “força motriz da democracia” e que as decisões devem ser tomadas “buscando o consenso, mas quando ele for impossível, que se respeite a vontade da maioria, permitindo que ela se expresse e delibere, sempre garantindo a proteção do direito das minorias manifestarem suas divergências”.

Júlio Lóssio destaca construção de nova ponte para melhorar travessia entre Juazeiro e Petrolina e governadora diz que projeto é possível

Durante lançamento da campanha no último sábado (17), no Centro Dom Bosco, Júlio Lóssio, candidato a prefeito de Petrolina, falou sobre o sonho da construção da nova ponte, que ligará a cidade à Juazeiro. Inaugurada em 1954, a Ponte Presidente Dutra tem um fluxo diário de 40 mil veículos e serve como trecho da BR-407. Devido ao fluxo intenso e crescente, moradores das duas cidades acreditam que já é necessária a construção de uma nova ponte.

Em seu discurso, a governadora disse que para ela, a construção de um novo equipamento de mobilidade entre os estados também é uma perspectiva e que pode ser tornar realidade com a parceria na gestão de Júlio Lóssio. “Ele me falava da construção de novas pontes que podem ligar Juazeiro. E esse sonho, a gente é capaz de sonhar junto. E quando a gente sonha junto, ninguém segura!”, enfatizou.

Para Júlio Lóssio, sua candidatura carrega o peso do sentimento de mudança que permeia a população de Petrolina. “Em 2009, quando eu assumi a prefeitura, eu não tinha governador, deputado, nada. E mesmo assim conseguimos trazer muita mudança para o nosso povo. Fico pensando no que poderei fazer, em 2025, com esse time todo que está aqui, com uma governadora correta e trabalhadora como Raquel Lyra, um senador, todo esse time de deputados. Se fosse por força política, estaria resolvido, mas além disso, também temos uma coisa muito importante: a vontade do nosso povo de trazer os bons tempos de volta a Petrolina”, destacou.

Além da governadora, também marcaram presença no evento o ex-prefeito de Petrolina e presidente municipal do PSDB, Guilherme Coelho, o senador Fernando Dueire (MDB), os deputados federais Túlio Gadêlha (REDE) e Lucas Ramos (PSB), o deputado estadual Jarbas Filho (MDB), o ex-prefeito e presidente do PSDB em Petrolina, Júlio Lóssio Filho e os prefeito de Afrânio e Lagoa Grande, Rafael Cavalcante e Vilmar Cappellaro, respectivamente.

Ascom Júlio Lóssio

Harris faz campanha às vésperas de uma convenção que terá forte segurança

A vice-presidente dos EUA, Kamala Harris, chegou neste domingo (17) à Pensilvânia (leste), um estado crucial para as eleições presidenciais de novembro, antes de se dirigir a Chicago para uma convenção partidária que contará com medidas de segurança rigorosas.

A democrata de 59 anos, que reacendeu as esperanças de vitória contra Donald Trump após a desistência de Joe Biden, percorre o “swing state” (estado-pêndulo, que pode votar democrata ou republicano) de ônibus.A candidata e seu companheiro de chapa, o governador de Minnesota Tim Walz, querem mostrar seu apoio à classe trabalhadora, em um estado no qual o atual presidente venceu apenas por uma pequena margem sobre Trump em 2020.

Na sexta-feira, Harris apresentou um programa econômico focado em apoiar a classe média, como créditos fiscais para famílias com recém-nascidos ou ajuda para comprar uma casa. O candidato republicano, ciente do que está em jogo, retornou no sábado à Pensilvânia, estado onde sofreu uma tentativa de assassinato em julho. “Ela está louca”, disse o bilionário de 78 anos sobre sua adversária nas eleições.

A equipe do republicano anunciou neste domingo uma contraofensiva, com eventos de campanha planejados em estados-chave durante cada dia da convenção democrata. Trump falará sobre economia na segunda-feira na Pensilvânia, e depois sobre criminalidade e segurança nacional nos dois dias seguintes, em Michigan e na Carolina do Norte. Em segunda, viajará ao Arizona, na fronteira com o México, para falar sobre imigração.

Segundo o Partido Democrata, espera-se que pelo menos 50 mil pessoas (delegados, voluntários, simpatizantes, etc.) compareçam à terceira maior cidade dos EUA para apoiar a candidata até a noite de quinta-feira. Tudo isso com um forte esquema de segurança que mobilizará 2.500 policiais locais. Grupos pró-palestinos planejaram manifestações, enquanto a tentativa de assassinato de Trump em 13 de julho ainda está na mente de todos.

“A grande maioria dos manifestantes é pacífica” e “quer que as sua voz seja ouvida, e vamos proteger isso”, disse neste domingo à CNN o governador de Illinois, J.B. Pritzker. Mas “se houver desordeiros, serão presos e condenados”. Uma nova pesquisa de opinião do Washington Post/ABC News/Ipsos divulgada neste domingo mostrou que a vice-presidente está ligeiramente à frente nas intenções de voto a nível nacional.

Às margens do lago Michigan, os pesos pesados do partido irão apoiar Harris, começando pelo ex-presidente Barack Obama e sua esposa Michelle. Em seu reduto de Chicago, o carismático orador mobilizará ainda mais os democratas, muitos dos quais dizem encontrar, neste início de campanha da vice-presidente, uma euforia que lembra a marcha rumo à Casa Branca do primeiro presidente negro dos EUA, em 2008.

Mas caberá a Biden, na noite de segunda-feira, fazer o que será tanto o primeiro discurso importante da convenção quanto uma espécie de mensagem de despedida. A equipe de campanha promete que este último ato, que marca o final de meio século do presidente americano na política, não será de forma alguma melancólico. O presidente, segundo um comunicado de imprensa, destacará os resultados de seu mandato, que termina com “a economia mais forte do mundo”.

Acima de tudo, pedirá apoio para a vice-presidente, “ressaltando” a importância da eleição frente a um presidente que foi condenado criminalmente e que não se comprometeu a admitir uma possível derrota. Segundo a CNN, Biden pode até ser acompanhado no palco por Harris, em uma apresentação emotiva. O ato em Chicago pretende ser uma demonstração de unidade e entusiasmo frente a Trump, líder absoluto do Partido Republicano.

Enquanto os democratas se reúnem em Chicago, o magnata republicano cruzará o país, com comícios programados na Pensilvânia, Michigan, Carolina do Norte e Arizona durante a semana. Todas as pesquisas, embora concedam uma leve vantagem para a democrata, preveem uma votação muito apertada. A presença na convenção de Hillary Clinton, que foi derrotada pelo republicano para surpresa geral em 2016, talvez lembre aos eufóricos democratas que devem ser cautelosos.

AFP

Bolsonaro fala de política, religião e economia em 1º ato de campanha

O presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), deu o pontapé em sua campanha à reeleição na manhã desta terça-feira (16/8), em Juiz de Fora (MG). O encontro revelou o que podem ser os próximos passos do chefe do Executivo em sua empreitada por mais quatro anos de mandato. No comício, temas recorrentes no discurso do presidente, como a crítica à esquerda, o 7 de Setembro, a queda no preço dos combustíveis e as pautas conservadoras estiveram presentes.

A escolha da cidade na Zona da Mata mineira foi simbólica e remete à facada sofrida por ele, então deputado federal e candidato à Presidência, no dia 6 de setembro de 2018.

O mandatário desembarcou na cidade mineira uma hora antes do previsto e chegou às 10h ao Aeroporto Francisco Álvares Assis – o Aeroporto da Serrinha. Das dependências internas da unidade aeroportuária, ele foi para um encontro com lideranças religiosas, prática recorrente na agenda do presidente nos últimos meses, no Aeroclube de Juiz de Fora. De lá, seguiu em motociata para o comício.

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Michelle afirma que reeleição de Bolsonaro é um “projeto de libertação” do Brasil

Durante a convenção do presidente e candidato a reeleição Jair Bolsonaro, neste domingo (24), a primeira dama Michelle Bolsonaro  fez um discurso com tom religioso. Fez várias referências a Deus e à religião. Michelle chamou de “projeto de libertação” a candidatura à reeleição de Bolsonaro.

“Eu creio que Deus é por nós, é pelo nosso Brasil, eu creio na libertação, eu creio na salvação, eu creio na cura, no resgate e eu creio que o Brasil será celeiro de benção para outras nações. As palavras do senhor vão cumprir sobre essa terra”, disse a primeira-dama.

Confira parte do discurso de Miguel Coelho durante apresentação da deputada Alessandra Vieira como sua pré-candidata a vice

Acompanhe um trecho da fala de Miguel Coelho, durante o ato de apresentação da deputada Alessandra Vieira como sua pré-candidata a vice-governadora do estado.

“A gente foi atrás de uma pessoa ideal para poder somar o que Pernambuco está precisando de mais urgente. Pernambuco precisa de sensibilidade, empatia, coração e, acima de tudo, resiliência e força. E a história de Alessandra se confunde com esses caminhos”, afirmou Miguel.

Alessandra, que também é do União Brasil, tem 48 anos, nasceu no município de Santa Cruz do Capibaribe, no Agreste, e está no primeiro mandato na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe).

O anúncio foi feito durante evento realizado pelo partido no bairro das Graças, na Zona Norte do Recife, com a presença de lideranças do União Brasil em Pernambuco.

Atualmente, Alessandra Vieira ocupa o cargo de 4ª secretária da Mesa Diretora da Alepe. Ela foi eleita pelo PSDB, com 45.115 votos. Chegou a ser presidente estadual do partido, que tem a ex-prefeita de Caruaru Raquel Lyra como pré-candidata ao governo. Em fevereiro, rompeu com os tucanos e se filiou ao União Brasil.

A pré-candidata entrou na militância política aos 15 anos, no Agreste. Foi primeira-dama de Santa Cruz do Capibaribe entre 2013 e 2020, quando o marido dela, Edson Vieira, era prefeito. Em 2013, ocupou o cargo de secretária de Cidadania e Inclusão Social do município.

Miguel Coelho, que é ex-prefeito de Petrolina, no Sertão, foi o segundo pré-candidato ao governo de Pernambuco a anunciar o pleiteante a vice. A primeira foi Marília Arraes (Solidariedade), em 19 de junho, quando foi anunciado o nome do deputado federal Sebastião Oliveira (Avante).

Em discurso, Gonzaga Patriota lamenta morte dos policiais rodoviários federais em Fortaleza

Em discurso no plenário da Câmara, nesta quarta-feira(18), o deputado federal Gonzaga Patriota (PSB) lamentou o assassinato de dois agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) em Fortaleza, no trecho da rodovia BR-116. O parlamentar solicitou que o presidente Jair Bolsonaro atenda ao seu pedido de completar o quadro da PRF.

“Senhora presidente, as nossas condolências aos nossos colegas da Polícia Rodoviária Federal. Fiquei muito triste hoje, dois policiais trabalhando e foram covardemente assassinados lá no Ceará.  Quero pedir ao presidente da República que possa atender ao nosso chamamento que é completar o quadro da PRF e da Polícia Federal”, disse Patriota.

Os dois policiais rodoviários federais foram mortos a tiros no km 6 da BR-116, em Fortaleza (CE), por um homem também morto durante o confronto, na manhã desta quarta-feira. Os policiais mortos foram identificados como Márcio Hélio Almeida de Sousa e Raimundo Bonifácio do Nascimento Filho.

Durante o seu discurso, o deputado também parabenizou o município de Bonito que completará 189 anos no dia 20 de maio e o município de Tabira que também estará comemorando 73 anos de emancipação política no dia 27 de maio.

Negros são chamados de “encardidos, povo meio sujo” em live de Evangélicos

Era uma live na qual participaram os pastores Rodrigo dos Santos e Jéssica Maciel, da Igreja Batista do Calvário, na cidade de Toledo, no noroeste do Paraná. Durante a conversa, Rodrigo contava como conheceu a esposa, em um culto realizado no bairro de Vila Pioneira, que o próprio pastor descreveu como “uma região mais pobre”.
“Na região lá da Pioneira a gente não via loira, como a minha esposa, né? E quando ela veio pro culto, se destacou”, explicou o pastor Rodrigo, em meio a risos da pastora Jéssica.
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