STF solta 149 mulheres que estavam detidas desde ataque aos Três Poderes

149 mulheres que são investigadas por envolvimento na invasão aos Três Poderes, em 8 de janeiro, foram beneficiadas com a liberdade provisória nesta quarta-feira (8). A decisão partiu do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.

No total, já foram 407 liberdades provisórias com medidas cautelares, sendo que 82 permanecerão presas durante o processo. Segundo Moraes, a maior parte dessas mulheres, no atual momento, não representa risco processual ou à sociedade e pode responder em liberdade porque elas não são executoras principais ou financiadoras da depredação e apresentam situações pessoais compatíveis com a liberdade provisória.

Invasão aos Três Poderes: Moraes rejeita pedido de defesa e mantém prisão de Anderson Torres

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, decidiu nesta quarta-feira (1) manter a prisão preventiva de Anderson Torres. Moraes acatou uma solicitação da Procuradoria-Geral da República (PGR), que se manifestou pedindo a manutenção da detenção.

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Torres diz que não sabe quem redigiu minuta de decreto apreendida

Torres era secretário de Segurança Pública do Distrito Federal, quando apoiadores de Jair Bolsonaro (PL) invadiram e depredaram prédio dos Três Poderes, em Brasília. A defesa do investigado havia pedido a revogação da prisão, contudo, Moraes alegou não ver motivos para a soltura, já que o processo está em andamento.

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Alexandre de Moraes manda soltar 102 presos após ataques do dia 8 de janeiro

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a soltura de 102 pessoas que foram presas por causa das manifestações de 8 de janeiro que resultaram na depredação das sedes dos Três Poderes em Brasília. Eles vão poder retornar para suas cidades de origem, mas vão ser monitorados por tornozeleira eletrônica.

A TV Globo apurou que o ministro fixou uma série de medidas cautelares a serem cumpridas pelas pessoas que foram soltas, como: recolhimento domiciliar noturno e nos fins de semana, não poderão usar redes sociais, passaportes cancelados, porte de armas suspensos, terão que se apresentar semanalmente à Justiça, não podem se comunicar com outros investigados.

Os despachos do ministro Alexandre de Moraes estão sob sigilo. As medidas terão efeito imediato, servindo de alvará de soltura.

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Moraes pede manifestação da PGR sobre pedido de soltura de Torres

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, determinou que a Procuradoria-Geral da República (PGR) manifeste-se sobre pedido de revogação da prisão feito pela defesa do ex-ministro da Justiça Anderson Torres, preso desde o dia 14 de janeiro.

A defesa de Torres solicita a liberdade do ex-ministro e ex-secretário de Segurança Pública do Distrito Federal e argumenta que não existem motivos para que ele continue preso.

Anderson Torres é acusado de omissão e de facilitação para os atos antidemocráticos ocorridos em Brasília, no dia 8 de janeiro, que resultaram na invasão e depredação do Palácio do Planalto, do Congresso Nacional e do STF.

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Com nova ameaça golpista, ministro do STF proíbe bloqueio de vias

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes determinou hoje (11) às forças de Segurança Pública de todo o país, incluindo as policias militares, que impeçam qualquer tentativa de bloqueio de vias urbanas e rodovias ou a ocupação de prédios públicos. Qualquer pessoa que descumprir a decisão deve ser presa em flagrante delito.

Moraes atendeu a pedido formulado pelo advogado-geral da União, Jorge Messias, que ainda na noite de ontem (10) solicitou as providências, diante do conhecimento de convocação para atos golpistas marcados para as 18h desta quarta-feira (11) em todo o país. Na petição, o AGU anexou panfletos e mensagens de grupos extremistas no aplicativo de mensagens Telegram.

Quem invadir prédios públicos ou promover a interrupção ou dificultar o tráfego em território nacional fica sujeito também a multa de R$ 20 mil, além da prisão em flagrante. Se houver pessoa jurídica envolvida, a multa será de R$ 100 mil. Qualquer veículo que violar a proibição deve ser identificado e ter a permissão para circular restringida.

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Moraes determina afastamento do governador do DF

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o afastamento do governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), do cargo por 90 dias. A medida foi publicada na madrugada de segunda-feira (9), após a invasão aos Três Poderes na tarde de domingo (8), promovida por grupos bolsonaristas.

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Moraes citou descaso e omissão por parte de Ibaneis Rocha e de Anderson Torres, secretário de Segurança do DF, que estão nos Estados Unidos e sabiam dos atos, mas não adotaram providências. “O descaso e conivência do ex-Ministro da Justiça e Segurança Pública e, até então, Secretário de Segurança Pública do Distrito Federal, ANDERSON TORRES – cuja responsabilidade está sendo apurada em petição em separado – com qualquer planejamento que garantisse a segurança e a ordem no Distrito Federal, tanto do patrimônio público – CONGRESSO NACIONAL, PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA e SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL – só não foi mais acintoso do que a conduta dolosamente omissiva do Governador do DF, IBANEIS ROCHA, que não só deu declarações públicas defendendo uma falsa “livre manifestação política em Brasília” – mesmo sabedor por todas as redes que ataques às Instituições e seus membros seriam realizados – como também ignorou todos os apelos das autoridades para a realização de um plano de segurança semelhante aos realizados nos últimos dois anos em 7 de setembro, em especial, com a proibição de ingresso na esplanada dos Ministérios pelos criminosos terroristas; tendo liberado o amplo acesso”, disse o magistrado na decisão.

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Revista escolhe Alexandre de Moraes como “Brasileiro do Ano”

Uma votação realizada pela revista IstoÉ entre os editores da publicação escolheu o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes como o Brasileiro do Ano em 2021.

Segundo a revista, “o magistrado se destacou este ano por sua incansável defesa da democracia”, assim como em 2019 e 2020, em face da ação contra supostos atos antidemocráticos cometidos por aliados do presidente Jair Bolsonaro.

À IstoÉ, Moraes se disse honrado com a homenagem e o reconhecimento do seu trabalho e do Supremo no enfrentamento à ação de grupos chamados por ele de milícias digitais.

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Moraes diz que “ainda tem muita gente para prender e muita multa para aplicar”

Ministro Alexandre de Moraes.

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), O ministro Alexandre de Moraes, disse nesta quarta-feira (14) que “ainda tem muita gente para prender e muita multa para aplicar”.

O magistrado é relator de inquéritos que investigam ataques às instituições, atos antidemocráticos, e divulgar notícias falsas.

A declaração foi feita em discursar no seminário “STF em ação”, cujo tema foi “O Guardião da Constituição e a Harmonia entre os Poderes“. Moraes comentava os dados citados antes pelo ministro Dias Toffoli relativos a condenações nos Estados Unidos de pessoas que invadiram o Capitólio para tentar impedir a posse do presidente Joe Biden.

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Lula defende democracia em discurso após diplomação

O presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva, defendeu hoje (12) a democracia e reafirmou o compromisso de fazer do Brasil um país “mais desenvolvido e mais justo”.

Lula discursou após ser diplomado pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Alexandre de Moraes, como candidato eleito. O vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin, também recebeu o documento.

Após receber o diploma, Lula fez um discurso emocionado em defesa de democracia e do sistema eleitoral. Segundo o presidente eleito, durante as eleições, a nação foi “envenenada com mentiras” produzidas nas redes sociais, semeando “mentira e ódio”.

TSE afirma ter recebido relatório da Defesa sobre urnas com “satisfação”

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) emitiu uma nota, na noite de quarta-feira (9), destacando a lisura das urnas eletrônicas. A manifestação ocorreu após a entrega do relatório do Ministério da Defesa, que não apontou fraude ou inconsistências no processo eleitoral de 2022.

O documento era aguardado pela ala apoiadora do atual presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), derrotado no pleito deste ano. Contudo, segundo o TSE, o relatório “assim como todas as demais entidades fiscalizadoras, não apontou a existência de nenhuma fraude”.

A nota é assinada pelo presidente do Tribunal, o ministro Alexandre de Moraes. No texto, Moraes destacou que as urnas eletrônicas são “motivo de orgulho nacional”.

Leia a seguir a íntegra da nota do TSE:

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Presidente do TSE comenta ações da PRF neste domingo e reafirma: “A votação termina às 17h”

Presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes concedeu entrevista coletiva na tarde deste domingo (30) e comentou sobre as mais de 500 operações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), que estão acontecendo majoritariamente no Nordeste.

“Foram inúmeras operações realizadas, foram, segundo o diretor da Polícia Rodoviária Federal, realizadas [com base] no Código de Trânsito Brasileiro, um ônibus com farol quebrado, que era abordado e sendo feita a autuação. Isso em alguns casos retardou a chegada do eleitor ao seu local de votação. Mas em nenhum caso isso impediu a chegada dos eleitores”, afirmou Moraes.

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Mesmo após TSE proibir, PRF realiza operações no Nordeste

Há registros de operações no interior da Bahia, Paraíba e Maranhão

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) está realizando fiscalizações relacionada ao transporte de eleitores neste domingo (30), mesmo após a determinação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de que não houvesse ações, pois isso atrapalharia o deslocamento dos eleitores no segundo turno.

Na Paraíba e Bahia há denúncias de descumprimento. Em Jacobina (BA), o prefeito Tiago Dias (PCdoB) utilizou as redes sociais para denunciar o caso. “Pela primeira vez na história tem blitz no dia da eleição. Eu nunca vi isso na minha vida”, afirmou o gestor em um vídeo. Também há casos sendo reportados no interior da Paraíba e no Maranhão, conforme denúncia do governador Flávio Dino (PCdoB).

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Moraes determina que Ministério da Defesa apresente em 48 horas documentos sobre eventual auditoria

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes, determinou que o Ministério da Defesa apresente em 48 horas os documentos referentes à eventual auditoria das urnas realizada pelas Forças Armadas. O pedido foi formulado pela Rede Sustentabilidade.

O ministro também determinou que o Ministério da Defesa informe com a fonte do recurso empregado para a realização da auditoria.

Antes das eleições e ao longo do ano, as Forças Armadas insistiram para que o TSE permitissem a realização de mais uma etapa de testes de integridade. No dia da eleição, cerca de 2.050 voluntários participaram do projeto piloto em 58 urnas no país.

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Delegados da PF pedem que Moraes seja investigado por “abuso de autoridade”

Delegados aposentados da Polícia Federal (PF) enviaram ao procurador-geral da República, Augusto Aras, uma notícia-crime em que pedem a abertura de uma investigação contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e contra o delegado Fábio Shor, da Polícia Federal, por supostos “crimes de abuso de autoridade”.

O documento foi assinado por 131 delegados aposentados da PF, na última sexta-feira (23). Eles questionam a conduta de Moraes e Shor na operação realizada em 23 de agosto contra empresários bolsonaristas, por meio de mandados de busca e apreensão, além do afastamento telemático dos investigados.

A operação, segundo a notícia-crime, teve como base um pedido do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) para que o Supremo abrisse uma investigação por causa de reportagem publicada pelo portal Metrópoles.

A matéria apontava que os empresários teriam defendido “abertamente” um golpe de Estado, a depender do resultado das eleições, em grupo de Whatsapp chamado “Whatsapp Empresários & Política”.

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Centrais sindicais pedem fechamento de clubes de tiro às vésperas da eleição

Centrais sindicais entregam nesta terça-feira (27) ao ministro Alexandre de Moraes, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), um documento que pede, entre outras coisas, o fechamento de clubes de tiro três dias antes e três dias depois nos dois turnos das eleições deste ano.

O TSE já havia vetado o porte de arma nos arredores das zonas eleitorais dois dias antes da votação, no dia do pleito e nas 24h seguintes. A decisão diz que só poderá se aproximar com arma a menos de 100 metros de uma seção o policial que for convocado por uma autoridade eleitoral.

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