Lula convoca reunião de emergência após Maduro ser capturado

O governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fará uma reunião de emergência, na manhã deste sábado, (03), para discutir a invasão dos Estados Unidos à Venezuela, que ocorreu nas primeiras horas do dia, e culminou na captura do presidente do país, Nicolás Maduro.

A reunião, segundo Igor Gadelha, do portal Metrópoles, será liderada por ministros e assessores de Lula, que ainda não se manifestou nas redes sociais ou por meio de nota. A Venezuela, que manteve durante anos uma relação próxima ao Brasil, faz fronteira com o país. Ainda de acordo com a publicação, Lula já foi informado sobre os comunicados feitos por Trump. O presidente, no entanto, não está em Brasília, e tem previsão de retorno para a capital federal apenas na segunda-feira, (05).

Como Maduro foi capturado?
Segundo Trump, Nicolás Maduro foi capturado por volta das 2h, em uma ação liderada pela Delta Força, considerada a ‘tropa de elite’ do exército dos Estados Unidos. Ainda não há informações sobre como se deu a operação. Os Estados Unidos já haviam sinalizado a possibilidade de uma invasão nos últimos meses, na escalada de uma tensão diplomática que se prolongou por anos.

“Os Estados Unidos da América realizaram com sucesso um ataque de grande escala contra a Venezuela e seu líder, o presidente Nicolás Maduro, capturado, juntamente com sua esposa, e retirado do país por via aérea”, afirmou Trump.

A Tarde

“Intervenção armada na Venezuela seria uma catástrofe humanitária”, diz Lula

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, afirmou neste sábado (20), durante uma cúpula com seus homólogos do Mercosul, que uma guerra na Venezuela provocaria “uma catástrofe humanitária”. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, conduz uma campanha de ataques contra embarcações de supostos traficantes de drogas em águas próximas à Venezuela e, na sexta-feira (19), não descartou uma guerra com o país caribenho.

“Passadas mais de quatro décadas desde a guerra das Malvinas, o continente americano volta a ser assombrado pela presença militar de uma potência extrarregional”, disse Lula durante a cúpula de chefes de Estados do bloco sul-americano em Foz do Iguaçu. “Uma intervenção armada na Venezuela seria uma catástrofe humanitária”, alertou Lula. Os ataques dos Estados Unidos no Caribe deixaram até o momento pelo menos 104 mortos.

Questionado na sexta-feira, em uma entrevista por telefone à emissora NBC News, se descartava uma guerra, Trump respondeu: “Não descarto”. “Os limites do direito internacional estão sendo testados”, disse Lula neste sábado. O presidente brasileiro se ofereceu esta semana para mediar a crise entre Washington e Caracas a fim de encontrar uma saída diplomática e evitar um conflito armado.

AFP

Pesquisa mostra que Flávio Bolsonaro tem pior desempenho contra Lula entre nomes de direita

]Flávio Bolsonaro (PL-RJ) é o nome cotado da direita com pior desempenho em um eventual segundo turno contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 2026, mostrou a pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (06). Caso disputasse a Presidência contra o rival, o filho de Jair Bolsonaro (PL) ficaria 15 pontos atrás do petista. O senador soma 38% de reprovação do eleitorado brasileiro.

Em um possível segundo turno, Flávio marcaria 36% dos votos, enquanto Lula teria 51%. Os votos brancos e nulos somariam 12%. A margem de erro é de 2 pontos para mais ou para menos. Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) e Ratinho Jr. (PSD-PR) também perderiam de Lula, mas com menor desvantagem. Em um eventual segundo turno, Tarcísio teria 42% dos votos e Ratinho, 41%, contra 47% do petista nos dois cenários.

O desempenho de Flávio seria semelhante ao de outros membros da família Bolsonaro. Conforme a pesquisa, Eduardo Bolsonaro (PL) teria 35% das intenções de voto em um segundo turno contra o atual presidente, enquanto Michelle Bolsonaro (PL) teria 39%. Os três estão praticamente empatados na margem de erro também em relação à rejeição do eleitorado: 37% dizem que não votariam de jeito nenhum em Eduardo, enquanto 35% afirmam o mesmo sobre Michelle.

Lula soma 44% de rejeição dos eleitores brasileiros. Caso pudesse disputar as eleições do próximo ano, Jair Bolsonaro seria o candidato com o maior índice de reprovação, 45%. Atualmente, o ex-presidente está inelegível por uma condenação de tentativa de golpe durante as eleições de 2022.

Flávio anunciou sua pré-candidatura à Presidência com o apoio do pai nesta sexta, 5. A pesquisa Datafolha ouviu 2.002 pessoas, com 16 anos ou mais, em 113 municípios de terça, 2, a quinta, 4, um dia antes do anúncio.

]Estadão Conteúdo

Datafolha: nova pesquisa mostra estabilidade na avaliação do governo e do presidente Lula

A nova pesquisa Datafolha mostra estabilidade na avaliação do governo Lula (PT) em relação a setembro: 32% consideram a gestão ótima ou boa, ante 33% na rodada anterior; 37% a avaliam como ruim ou péssima, contra 38% na pesquisa passada; e 30% classificam o governo como regular, ante 28% anteriormente.

Na avaliação pessoal do presidente, também houve pouca mudança. Lula é aprovado por 49% dos entrevistados, frente a 48% em setembro, e reprovado por 48%, o mesmo índice anterior. No recorte por renda, entre quem ganha de 2 a 5 salários mínimos houve alta de quatro pontos na aprovação, ainda dentro da margem de erro.

Os dados mantêm o perfil já observado. Lula tem desempenho acima da média entre pessoas com 60 anos ou mais, menos instruídos, nordestinos e católicos, enquanto a reprovação é maior entre quem tem ensino superior, renda mais alta, moradores do Sul e evangélicos.A sondagem foi feita com 2.002 eleitores em 113 cidades, entre 2 e 4 de dezembro, e tem margem de erro de dois pontos porcentuais para mais ou menos.

Estadão Conteúdo

Bolsonaristas adotam mote de ‘Lula incomodado’ após reunião com Trump

Aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) apostaram em declarar no X que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se sentiu incomodado com a citação ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) feita pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, como forma de diminuir o encontro entre os chefes de Estado. Lula e Trump se reuniram hoje para tratar do tarifaço na Malásia

Durante o início do encontro entre Lula e Trump, que foi aberto à imprensa, Trump responde à imprensa afirmando que “sempre gostou” de Bolsonaro e disse que o ex-presidente “passou por muita coisa”. Lula aparece sorrindo com a resposta do líder americano. A situação jurídica do ex-capitão da reserva não foi discutida no encontro fechado entre os dois.

“Eu sempre gostei dele, fiquei muito mal com o que aconteceu com ele”, respondeu o americano, sem dizer se desejava tratar do tema. “Sempre achei que ele era um cara honesto, mas ele já passou por muita coisa”, disse Trump.

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que se autoexilou para promover as sanções americanas contra o Brasil em troca do afrouxamento das punições contra o pai, foi o primeiro a usar as redes sociais para endossar que Lula teria se sentido incomodado com a citação ao ex-presidente. “Lula encontra Trump e na mesa um assunto que claramente incomoda o ex-presidiário: Bolsonaro. Imagine o que foi tratado a portas fechadas?”, disse Eduardo.

O deputado Hélio Lopes (PL-RJ), aliado próximo ao presidente, também reagiu ao momento em que Trump fala sobre Bolsonaro e sugeriu um incômodo de Lula: “O corpo fala”. O deputado Coronel Chrisóstomo (PL-RO) declarou que Trump teria chamado Bolsonaro de “grande homem” do lado de Lula, o que não ocorreu na declaração aberta. O parlamentar também disse que a reunião na Malásia não foi como o presidente esperava e atacou a imprensa.

“Na cara do Lula, Trump rasga elogios a Bolsonaro e chama-o de ‘grande homem’. Parece que a reunião não saiu como o Barbudinho esperava. A imprensa ontem correu para dizer que ‘Bolsonaro era página virada para Trump’. A imprensa militante é um câncer”, disse.

O deputado Evair de Melo (PP-ES) também disse que Trump chamou Bolsonaro de “grande homem”, classificou a suposta interação como um “fiasco na cara do Lula” e afirmou que Bolsonaro “segue sendo referência mundial”. “Enfim, Lula resolveu agir como presidente de uma grande nação. Depois de quase dois anos bajulando ditadores, atacando o agro e isolando o Brasil, finalmente sentou à mesa com Donald Trump.Mas o resultado? Nenhum. Nenhum acordo, nenhuma proposta, nada de concreto – apenas uma foto pra inglês ver”, disse Evair de Melo

Já o deputado Bibo Nunes (PL-RS) buscou afirmar que a intenção de Trump, na conversa com Lula, é a de afastar o Brasil da China e não de buscar aproximação com o governo petista. Bibo também disse que, apesar de negociar questões econômicas, o presidente dos Estados Unidos “jamais cederá um milímetro na pauta política”. “Trump negocia a economia com o desgovernante Lula, mas jamais cederá um milímetro na pauta política, onde a ideologia e atitudes de Lula com seus asseclas são inaceitáveis”, afirmou Bibo Nunes.

Postagens de Eduardo

O filho do ex-presidente também afirmou, em outras postagens, que a “empatia” une Bolsonaro e Trump. Ele também sugeriu que Lula e os auxiliares dele apoiariam uma “lawfare” que Trump sofreria quando deixasse a Casa Branca. “A capacidade de Donald Trump de se colocar no lugar de Jair Bolsonaro e imaginar que, quando sair da presidência, Lula e sua equipe apoiarão a lawfare que certamente Trump sofrerá”, disse Eduardo.

Eduardo também criticou a conversa de Lula e Trump sobre a crise militar dos EUA com a Venezuela. O presidente se prontificou a ser um mediador entre a Casa Branca e o ditador venezuelano Nicolás Maduro e apelou pela paz no continente. Segundo o deputado, Lula gastou os “poucos minutos com o 01 da economia mundial” para tratar sobre a situação na região e não se preocupou em falar sobre Bolsonaro.

Estadão Conteúdo

Lula e Trump se encontram na Malásia para discutir agenda comercial e econômica bilateral

Os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump se encontraram neste domingo (26), na Malásia, depois de muita negociação para que a reunião acontecesse.No encontro, compartilhado em post no Instagram do líder brasileiro, os dois, segundo Lula, discutiram “de forma franca e construtiva a agenda comercial e econômica bilateral”.

Ainda na publicação, o presidente brasileiro disse que ficou acertado que as equipes dos dois países vão se reunir para “avançar na busca de soluções para as tarifas e as sanções contra as autoridades brasileiras”. Também participaram do momento o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, e o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira.

Bolsonaro

Antes do encontro que teve com o presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, Donald Trump, ignorou a situação do ex-presidente Jair Bolsonaro, em prisão domiciliar após condenação pelo Supremo Tribunal Federal (STF), ao afirmar que o tema “não foi tratado” na conversa.

Questionado por jornalistas antes da reunião, Trump disse que sempre teve uma boa relação com Bolsonaro, mas deixou claro que o tema não seria tratado durante a reunião com o atual presidente brasileiro. Trump disse ainda que se sentia mal pelo ex-presidente. “Sempre gostei dele, me sinto mal. Ele está passando por momentos ruins”.

Encantado com o encontro, Trump rasgou elogios a Lula ao citar cordialidade entre eles e expressou seu respeito ao presidente brasileiro, afirmando ser “uma grande honra estar com o presidente do Brasil”, um “grande país” que, segundo ele, está “indo muito bem”.

O encontro entre os dois líderes ocorre em um momento crucial e visa destravar o diálogo entre as duas maiores economias das Américas, em meio às tensões tarifárias impostas pelos EUA. A expectativa entre os países é de que o trabalho das equipes técnicas possa rapidamente render frutos e amenizar as barreiras comerciais

Folha PE/A Tarde

Lula cobra explicações e pode barrar Caixa Econômica de lançar ‘bet’

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) convocou o presidente da Caixa Econômica Federal, Carlos Vieira, para discutir o recente anúncio do banco sobre o lançamento de uma plataforma própria de apostas esportivas. O encontro está previsto para acontecer na próxima semana, assim que o presidente Lula retornar da Ásia.

Durante a reunião, Lula e o presidente da Caixa devem reavaliar a decisão de lançar o novo sistema de apostas esportivas, alvo de críticas de opositores por contrariar o discurso do governo contra esse tipo de atividade. Vieira havia anunciado a criação da “Bet da Caixa” na segunda-feira, 20, em entrevista ao site Money Times.

Segundo ele, a plataforma deve ser lançada no final de novembro, com estimativa de arrecadação entre R$ 2 bilhões e R$ 2,5 bilhões em 2026. A análise da Secretaria da Fazenda, porém, teve caráter estritamente técnico e formal, sem discutir os aspectos políticos da medida.

Críticas ao governo
O lançamento de uma plataforma de apostas por um banco público federal contraria o discurso crítico que o governo vem adotando sobre o setor. Após a declaração de Carlos Vieira, o governo de Lula passou a ser alvo de críticas de parlamentares da oposição, como os senadores Cleitinho (PL-MG) e Damares Alves (Republicanos-DF), além de influenciadores próximos à esquerda, como a economista Nath Finanças.

O presidente Lula tem defendido o aumento das alíquotas sobre as casas de apostas. Para isso, o governo planeja enviar nos próximos dias ao Congresso uma nova proposta que amplia a tributação sobre bets e fintechs.

A Tarde

Após gafe de Lula, governo emite nota dizendo que não tolera o tráfico

A Secretaria de Comunicação Social do governo Lula (PT) emitiu uma nota na noite desta sexta-feira, 24, afirmando que não tolera o tráfico de drogas e atua com rigor e ações de inteligência contra o crime organizado. O posicionamento vem após o presidente virar alvo de uma enxurrada de críticas depois de dizer que traficantes de drogas são “vítimas dos usuários”. A declaração aconteceu enquanto o presidente falava sobre o combate ao tráfico em uma coletiva de imprensa em Jacarta, capital da Indonésia.

No comunicado, o governo citou operações policiais que causaram prejuízos ao crime organizado, como a ação de agosto que atingiu o cérebro financeiro de uma rede mafiosa em São Paulo e a que foi realizada hoje contra uma quadrilha, sediada em Passo Fundo (RS), que atuava no tráfico internacional de drogas e lavagem de dinheiro.

“Com investimento em ações de inteligência, integração entre as diferentes forças de segurança, além da repressão à lavagem de dinheiro, o Governo do Brasil está impondo perdas nunca vistas ao crime organizado”, diz a nota. Ainda segundo a equipe de comunicação de Lula, em dois anos, o governo praticamente dobrou o número de operações de combate ao crime organizado, que passaram de 1.875 em 2022 para 3.393 em 2024. “Esse trabalho histórico poderá avançar ainda mais com as inovações do Governo do Brasil na PEC da Segurança Pública e outros textos enviados ao Congresso Nacional. O objetivo é somar as forças de todo o país para desmantelar as estruturas que alimentam o crime”.

Veja a nota na íntegra:
O Governo do Brasil não tolera o tráfico de drogas e atua com rigor e ações de inteligência, obtendo resultados históricos contra a espinha dorsal das organizações criminosas. Em agosto deste ano, a maior operação da história contra o crime organizado atingiu o cérebro financeiro de uma rede mafiosa que, entre outras ações, falsificava combustíveis e realizava a lavagem do dinheiro proveniente de atividades ilícitas.

Os dados de 2025 mostram que o balanço final deste ano trará números também positivos. No dia de hoje, uma nova operação da Polícia Federal foi deflagrada contra uma quadrilha, sediada em Passo Fundo/RS, que atuava no tráfico internacional de drogas e lavagem de dinheiro. Com investimento em ações de inteligência, integração entre as diferentes forças de segurança, além da repressão à lavagem de dinheiro, o Governo do Brasil está impondo perdas nunca vistas ao crime organizado.

Ações da Polícia Federal retiraram cerca de R$ 7 bilhões em bens dos criminosos apenas em 2024. O valor mais do que dobrou em relação ao ano anterior, representando mais um recorde histórico. Ainda em 2024, a Polícia Rodoviária Federal apreendeu 850 toneladas de drogas nas rodovias federais – um recorde histórico, que representa crescimento significativo em relação a 2023.

Em dois anos, o Governo do Brasil praticamente dobrou o número de operações de combate ao crime organizado, que passaram de 1.875 em 2022 para 3.393 em 2024. Esse trabalho histórico poderá avançar ainda mais com as inovações do Governo do Brasil na PEC da Segurança Pública e outros textos enviados ao Congresso Nacional. O objetivo é somar as forças de todo o país para desmantelar as estruturas que alimentam o crime. Ações efetivas e resultados históricos contra as organizações criminosas reafirmam o compromisso do Governo do Brasil com a segurança das famílias do país. O Governo do Brasil segue firme contra o crime organizado e do lado do povo brasileiro.

Lula se retrata
Após a polêmica declaração, o petista voltou atrás e tentou se redimir. “Fiz uma frase mal colocada nesta quinta e quero dizer que meu posicionamento é muito claro contra os traficantes e o crime organizado”, iniciou o petista, em publicação no X.

Lula prosseguiu, destacando as medidas do governo no combate ao crime organizado. “Mais importante é que as palavras são as ações que o meu governo vem realizando, como é o caso da maior operação da história contra o crime organizado, o encaminhamento ao Congresso da PEC da Segurança Pública e os registros na apreensão de drogas no país. Continuaremos firmes no enfrentamento ao tráfico de drogas e ao crime organizado”, finalizou.

A Tarde

Trump confirma reunião com Lula e diz que pode reduzir tarifaço ao Brasil sob certas condições

Enviado especial a Kuala Lumpur – A caminho da Malásia, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou neste sábado, dia 25, que vai se reunir na viagem com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Trump afirmou que pode reduzir as tarifas ao Brasil, que chegam a 50%, dentro de determinadas condições.

É a primeira vez que ele admite fazer alguma concessão, embora condicionada. Trump não explicou quais seriam suas exigências. Horas depois, Lula disse que nenhum dos lados as fez ainda. “Acredito que vamos nos reunir, sim”, disse Trump, ainda no avião após a decolagem. “Sim, sob as circunstâncias certas, seguramente”, completou ao responder se estava aberto a baixar o patamar do tarifaço.

Trump conversou no avião presidencial, o Air Force One, com jornalistas que o acompanham. O áudio da conversa foi divulgado pela Casa Branca. Ele lembrou também da conversa breve nos bastidores da ONU, em Nova York, em setembro. O presidente Lula disse neste sábado, dia 25, que o governo brasileiro ainda não recebeu exigências do presidente Donald Trump para reduzir ou retirar o tarifaço contra o Brasil.

“Não tem exigência dele (Trump) e não tem exigência minha ainda. Vamos colocar na mesa os problemas e tentar encontrar uma solução. Pode ficar certo que vai ter uma solução”, disse o presidente brasileiro, na Malásia. Na véspera, Lula indicou que um acordo pode não ser alcançado na reunião de domingo, marcada para o fim da tarde, em Kuala Lumpur.

O petista disse estar aberto a discutir qualquer assunto com Trump, sem vetos, mas que um entendimento poderia demandar mais negociações no futuro. Os principais pedidos de Lula são a revogação do tarifaço de 40% sobre o Brasil, aplicado por razões políticas em julho, e das punições a autoridades brasileiras, como ministros do Supremo e do Executivo.

Estadão Conteúdo

Lula chega a Roma para encontro com o papa Leão XIV

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) chegou neste domingo (12), a Roma, na Itália, para compromissos internacionais e um encontro com o papa Leão XIV, marcado para esta segunda-feira (13), no Vaticano.

A audiência com o papa Leão XIV foi confirmada neste sábado (11) pelo serviço de imprensa da Santa Sé e pelo governo federal. Será o primeiro encontro entre Lula e o novo pontífice desde a sua eleição para o comando da Igreja Católica.

Esta será a quarta vez que Lula se encontra com um papa desde o início de sua trajetória política. O presidente já havia sido recebido por João Paulo II, Bento XVI e Francisco em diferentes momentos de governo.

Lula também cumpre agenda em dois eventos no país. Participa da abertura do Fórum Mundial da Alimentação, da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), e encerra a segunda reunião do Conselho de Campeões da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza, iniciativa lançada durante a Cúpula de Líderes do G-20, sob a presidência brasileira.

Estadão Conteúdo

Vaticano confirma encontro entre Lula e papa Leão XIV na segunda-feira (13)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva será recebido na segunda-feira (13) pelo papa Leão XIV no Vaticano, durante passagem por Roma para compromissos internacionais. A audiência foi confirmada neste sábado (11) pelo serviço de imprensa da Santa Sé e pelo governo federal. Será o primeiro encontro entre Lula e o novo pontífice desde sua eleição para o comando da Igreja Católica.

A reunião ocorrerá enquanto o presidente brasileiro participa do Fórum Mundial da Alimentação, promovido pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), e de uma reunião presencial do Conselho de Campeões da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza, iniciativa lançada pelo G20 sob a presidência brasileira.

Esta será a quarta vez que Lula se encontra com um papa desde o início de sua trajetória política. O presidente já havia sido recebido por João Paulo II, Bento XVI e Francisco em diferentes momentos de governo.

Lula embarca para a Itália no fim da tarde deste sábado e deve retornar ao Brasil ainda na noite de segunda-feira.

Estadão Conteúdo

Lula viaja para Roma para abertura do Fórum Mundial da Alimentação

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva embarca no final da tarde deste sábado (11), na Base Aérea de Brasília, para a Itália. O presidente participa da abertura do Fórum Mundial da Alimentação, na segunda-feira (13), em Roma, evento promovido pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO). Na sequência, participa da reunião presencial do Conselho de Campeões da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza.

Copresidida por Brasil e Espanha, a Segunda Reunião do Conselho de Campeões da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza reunirá ministros, representantes de governos, agências da ONU, bancos multilaterais e organizações da sociedade civil. O encontro ocorrerá em formato híbrido e avaliará o progresso da iniciativa desde sua criação, em 2024.

A Aliança foi estabelecida como uma proposta da presidência brasileira do G20 para apoiar e acelerar os esforços para erradicar a fome e a pobreza e, ao mesmo tempo, reduzir as desigualdades. Entre os principais temas estão os avanços da Iniciativa de Implementação Acelerada (Fast Track), que apoia planos nacionais de combate à fome e à pobreza em países como Etiópia, Quênia, Haiti, Ruanda e Zâmbia, com mais de 80 manifestações de interesse por parte de parceiros financeiros e técnicos.

Como parte da iniciativa, a Aliança Global contra a Fome e a Pobreza está apoiando ativamente o desenvolvimento de nove planos nacionais voltados para acelerar a ação contra a fome, a pobreza e os riscos climáticos. De acordo com o Itamaraty, a Aliança está prestes a contabilizar 200 membros, entre países e organismos como agências, programas, instituições universitárias e bancos de desenvolvimento – as principais fontes de financiamento de seus projetos e planos.

Há, atualmente, 13 pedidos de novos integrantes no grupo, sendo sete do continente africano, dois da América Latina e Caribe, três do sudeste asiático e um do Oriente Médio. O presidente Lula também participará, em Roma, da inauguração do espaço onde funcionarão os mecanismos de apoio da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza, antes de retornar ao Brasil, ainda no dia 13. O convite para a participação de Lula no Fórum partiu do diretor-geral da FAO, Qu Dongyu, em julho, quando o presidente brasileiro foi informado, por ligação telefônica, de que o Brasil saiu do Mapa da Fome.

O Fórum Mundial da Alimentação vai até o dia 18, período em que também serão comemorados os 80 anos de criação da FAO. Criado em 1945, o Fórum Mundial da Alimentação é uma plataforma global para acelerar a transformação dos sistemas agroalimentares, em consonância com a Agenda 2030 e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas (ODS).

Estruturado nos pilares Juventude, Ciência e Inovação e Investimentos, o Fórum adota os “quatro melhores” (four betters) que orientam a gestão do diretor-geral, Qu Dongyu: melhor produção, melhor nutrição, melhor meio ambiente e melhor vida.

A edição de 2025 será marcada por uma série de atividades comemorativas e de reconhecimento de boas práticas em segurança alimentar e agricultura sustentável. “Como parte da iniciativa, a Aliança Global contra a Fome e a Pobreza está apoiando ativamente o desenvolvimento de nove planos nacionais voltados para acelerar a ação contra a fome, a pobreza e os riscos climáticos”, disse o Itamaraty.

Agência Brasil

‘Não tem motociata, tem caminhada de educadores’, diz Lula ao fim de evento dos 95 anos do MEC

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou na manhã deste domingo (29), de caminhada em homenagem aos 95 anos do Ministério da Educação. Após encerrar o circuito de 3 quilômetros na Esplanada, Lula destacou a “revolução na Educação” e afirmou, em referência ao evento, que “não tem motociata, não tem pornochanchada”, mas sim “caminhada de educadores”.

O presidente caminhou pela Esplanada ao lado da primeira-dama, Janja da Silva, dos ministros da Educação, Camilo Santana, da Saúde, Alexandre Padilha, das Relações Institucionais, Gleisi Hoffman, e da Fazenda, Fernando Haddad. O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo também participou do evento.

Lula fez parte do circuito usando o boné “Brasil é dos Brasileiros”, em meio à preparação para um encontro entre ele e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Ao final da caminhada, Lula recebeu uma medalha, dedicada a “todos os professores”, e levantou o troféu do evento, brincando: “cadê o champanhe?”, em referência às comemorações da Fórmula

Estadão Conteúdo

Haddad crava candidatura de Lula em 2026

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), cravou a candidatura à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 2026. A declaração do integrante do governo ocorreu durante participação em um podcast, neste sábado (27) Haddad, que também é cotado para concorrer ao Planalto, na ausência do petista, frisou que Lula será candidato ao quarto mandato no próximo ano. “Ele é candidato a presidente, sim”, afirmou o ministro.

Candidato em 2030?
Haddad ainda foi questionado no podcast Três Irmãos sobre uma possível candidatura em 2030, como provável sucessor de Lula, caso o atual presidente seja reeleito em 2026. O titular da Fazenda despistou e pontuou que a decisão “não pode ser um projeto de uma única pessoa”.

“Candidatura à Presidência não pode ser um projeto de uma única pessoa. ‘Eu vou ser’. Não faz sentido isso”, disparou o ministro da Fazenda.

A Tarde

Semana começa com expectativa de encontro entre Lula e Trump

A semana vai começar com a expectativa do encontro entre Lula e Donald Trump. Isso depois de o presidente dos Estados Unidos ter dito que tinha surgido uma química entre os dois, após a abertura da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York. Só falta definir a data e o local. Pode ser em um outro país, já que, em breve, ele deve viajar para a Europa e para a Malásia em encontros e evento internacionais.

Primeiro passo para mitigar tarifaço
Ontem, 26, o vice-presidente, Geraldo Alckmin, que também é ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, e comandou as negociações com relação aos impactos do tarifaço norte-americano no Brasil, disse que o primeiro encontro frente a frente que Lula e Trump tiveram na ONU foi um primeiro passo para resolver essa questão.

Agora é cuidar das próximas ações, segundo Alckmin. E do “ganha-ganha” do comércio exterior, com todas as partes obtendo sucesso.

A Tarde

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