Número de mortos em terremotos na Venezuela chega a quase 4.500

O número de mortos nos terremotos que atingiram a Venezuela em 24 de junho subiu neste domingo para 4.490, enquanto mais de 19.500 pessoas se alojavam em acampamentos provisórios, segundo um balanço divulgado pelo governo em suas redes sociais. O número de feridos se manteve em 16.740.

Os terremotos afetaram Caracas e, principalmente, o estado vizinho de La Guaira, onde acampamentos de famílias desabrigadas se espalhavam por estádios, praças e calçadas. Voluntários venezuelanos e estrangeiros prestavam atendimento médico em unidades instaladas em áreas abertas e distribuíam alimentos.

O presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez, não mencionou o número de desaparecidos, uma cifra que pode chegar a 50.000, segundo a ONU. Ele disse ontem que 315 pessoas ainda não haviam sido identificadas até a véspera, o que representa “7% do total de mortos”. O presidente da Assembleia negou que o governo vá suspender as buscas por corpos, em meio ao temor das famílias de que os escombros comecem a ser removidos de forma indiscriminada.

AFP

Presidente da Venezuela agradece apoio do Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, conversaram na tarde desta sexta-feira (10) pelo telefone. O tema da conversa foi os terremotos que atingiram o país vizinho no final de junho e deixou mais de 4 mil mortos.

Na conversa, Delcy agradeceu a Lula pela ajuda prestada pelo governo brasileiro. O Brasil enviou medicamentos e insumos médicos, como seringas, luvas, máscaras, gazes e ataduras. A Marinha do Brasil também montou um hospital de campanha na cidade de La Guaira, local mais atingido, onde fez mais de mil atendimentos médicos e cirurgias de baixa complexidade.

Lula reiterou à presidente venezuelana a disposição do Brasil de continuar contribuindo para a reconstrução do país e de apoiar a população daquele país. Delcy disse que a Venezuela se prepara para reconstruir as áreas atingidas, com foco na construção de casas para as famílias que ficaram desabrigadas.

Agência Brasil

Brasil envia 6 toneladas de vacinas e insumos de saúde para a Venezuela após terremotos

Carga reúne doações do Ministério da Saúde, da farmacêutica Eurofarma e da Marinha do Brasil

O governo brasileiro enviou neste sábado (4) uma carga de aproximadamente seis toneladas de vacinas, medicamentos e insumos de saúde para a Venezuela. O envio faz parte da assistência humanitária prestada ao país vizinho após os terremotos que atingiram a região no dia 24 de junho.

A operação de assistência foi coordenada pela Agência Brasileira de Cooperação (ABC), órgão vinculado ao Ministério das Relações Exteriores (MRE). O transporte foi realizado por meio de um voo fretado que decolou às 18h do Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, com destino ao território venezuelano.

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Número de mortos passa de 2 mil e Venezuela decreta luto de sete dias

Uma semana depois dos terremotos de 24 de junho, o número de mortos na Venezuela chega a 2.295, segundo a última atualização divulgada nesta quarta-feira (1º) pelo governo do país sul-americano. O total de feridos soma 11.267 pessoas.

Diante da magnitude da tragédia, a presidente da Venezuela, Delcy Rodriguez, decretou luto oficial de sete dias, contados a partir das 6h desta quarta-feira.

“A Venezuela tem a alma rasgada pelas perdas humanas causadas pelos devastadores terremotos”, disse comunicado assinado por Delcy Rodriguez.

“Nestes momentos de profunda tristeza, abraçamos os que sofrem com essa tragédia e reafirmamos nosso compromisso de acompanhá-los e protegê-los.”

Os terremotos de 7,2 e 7,5 na escala Richter, de força muito destrutiva, ocorreram com menos de um minuto de intervalo e causaram milhares de desabamentos em diversas regiões do país. As áreas mais afetadas foram La Guaíra e Caracas.

Mais de 6 mil pessoas foram resgatadas com vida dos escombros por equipes de socorristas, e 13,5 mil conseguiram sair por conta própria ou com apoio de seus familiares e vizinhos.

Trabalham nas buscas por sobreviventes mais de 25 mil profissionais, entre bombeiros, policiais e militares, que contam ainda com mais de 15 mil voluntários e com o apoio de mais de 3 mil enviados de outros países.

FAB envia militares e 18 toneladas de medicamentos para a Venezuela

A Força Aérea Brasileira (FAB) enviou à Venezuela, nesta terça-feira (30), um contingente de militares da Marinha e equipamentos para uma estrutura hospitalar móvel com o intuito de reforçar o atendimento às vítimas dos terremotos que atingiram o país na última semana.

O voo humanitário, operado por uma aeronave KC-30 do Esquadrão Corsário, decolou da Base Aérea do Galeão (RJ) às 12h10 desta terça (30) com o objetivo de expandir o hospital de campanha brasileiro já em atividade na cidade de La Guaira e levar equipes especializadas em resgate e saúde. Esse é o quinto voo realizado pela FAB em apoio à Venezuela.

Também seguem para o país latino técnicos da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), com analisadores de espectro e de antenas direcionais de alta sensibilidade, utilizados para localizar sinais de celulares sob os escombros.

Como parte do suporte médico humanitário, o KC-30 fez uma escala programada na Base Aérea de São Paulo, em Guarulhos (SP), onde foram coletados cerca de 5,5 toneladas de insumos médicos fornecidos pelo Ministério da Saúde.

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Número de mortos por terremoto na Venezuela se aproxima de 1.500

Equipes de resgate continuam a buscar sobreviventes dos dois fortes terremotos que atingiram a Venezuela na semana passada, trazendo pequeno alívio a uma busca sombria para reduzir a lista de dezenas de milhares de desaparecidos.

O número de mortos nos dois terremotos ocorridos na quarta-feira se aproxima de 1.500 pessoas, enquanto equipes de resgate estrangeiras chegam em grande número a La Guaira, o estado mais atingido de um país há muito atolado em profunda crise política e econômica.

Dezenas de prédios desabaram, transformando-se em pilhas de areia e escombros no estado litorâneo, a cerca de 40 quilômetros ao norte de Caracas.

“Os esforços de resgate e recuperação continuam. Nesse domingo (28) resgatamos pessoas com vida e, portanto, as operações não serão suspensas. Sempre mantemos a esperança”, disse a presidente interina Delcy Rodríguez, após anunciar uma comissão presidencial que determinará as condições dos edifícios.

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Segundo avião da FAB decola neste sábado (27) com ajuda para a Venezuela

O governo brasileiro vai enviar neste sábado (27) à Venezuela o segundo voo humanitário da Força Aérea Brasileira (FAB) para atender às vítimas do terremoto que atingiu o país. A decolagem está prevista para às 11h, na Base Área do Galeão, no Rio de Janeiro. A aeronave KC-390 Millennium vai levar um hospital de campanha da Marinha e 100 purificadores de água com painel solar. O equipamento tem a capacidade de tratar 5 mil litros por dia. E 48 militares da Marinha também estarão a bordo.

A operação de ajuda humanitária foi autorizada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e faz parte dos esforços internacionais para envio de auxílio ao governo venezuelano. De acordo com o governo da Venezuela, o número de mortos subiu para 920 nesta sexta-feira (26), e o de feridos chegou a 3.360. Além disso, 172 pessoas continuam presas sob os escombros e mais de 4.000 estão desalojas.

Primeiro voo – O primeiro voo com ajuda humanitária brasileira chegou nesta sexta-feira (26). A aeronave da FAB saiu da Base Aérea de São Paulo, em Guarulhos, com 44 militares e 12 toneladas de equipamentos.

Terremoto – Na quarta-feira (24), um terremoto de magnitude 7,2 na escala Richter atingiu área de aproximadamente 160 quilômetros (km) a oeste de Caracas, seguido, menos de um minuto depois, por um tremor de magnitude 7,5, segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos. O terremoto de magnitude 7,5 foi o mais forte enfrentado pela Venezuela desde 1900. O país fica na fronteira entre as placas tectônicas do Caribe e da América do Sul e sofreu terremotos devastadores, incluindo um que matou cerca de 30 mil pessoas em 1812.

Agência Brasil

Tragédia na Venezuela: número de mortos sobe para 589 após fortes terremotos

Equipes de resgate seguem em busca de sobreviventes entre os escombros enquanto cresce o número de vítimas da maior tragédia sísmica do país em mais de um século.

Subiu para 589 o número de mortos em decorrência dos dois fortes terremotos que atingiram a Venezuela na última quarta-feira (24). De acordo com o balanço mais recente divulgado pelas autoridades venezuelanas, 2.980 pessoas ficaram feridas, enquanto centenas de equipes continuam mobilizadas nas operações de resgate em diversas cidades atingidas pela tragédia.

Os abalos sísmicos, de magnitudes 7,2 e 7,5, ocorreram com menos de um minuto de diferença e provocaram o desabamento de prédios, casas e outras estruturas, principalmente no estado de La Guaira e em áreas próximas à capital, Caracas. O desastre é considerado o mais devastador registrado na Venezuela em mais de cem anos.

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Venezuela: número de desaparecidos pode passar de 40 mil

Subiu de para 188 o número de mortos na Venezuela devido aos dois terremotos que atingiram o país no início da noite desta quarta-feira (24). A atualização foi divulgada por Jorge Rodríguez, presidente do Congresso Nacional e irmão da presidente Delcy Rodríguez. Segundo ele, passa de 1.500 o número de pessoas hospitalizadas.

Essa quantidade, no entanto, tende a ser bem maior dos que a divulgada até o momento. De acordo com o site Desaparecidos Terremoto Venezuela, criado pela sociedade civil para reunir informações extra oficiais sobre vítimas, há mais de 40 mil pessoas desaparecidas.

Na plataforma, a população pode inserir dados sobre desaparecidos como idade, sexo, estado civil e a cidade onde mora.

O governo venezuelano não disponibilizou nenhuma ferramenta deste tipo até o momento e não tem uma estimativa de desaparecidos.

Segundo levantamento feito pelo Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS), o número de mortes pode variar entre 10 mil e 100 mil. O cálculo da entidade leva em consideração a população exposta em áreas atingidas e precariedade das construções.

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Venezuela confirma 164 mortes e quase mil feridos após terremoto

Tremores de magnitude 7,5 e 7,2 foram registrados no país em um intervalo de menos de um minuto. Equipes de resgate buscam nesta quinta (25) vítimas soterradas em prédios que desabaram pelo país.

A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, afirma que pelo menos 164 pessoas morreram e outras 971 ficaram feridas, após os fortes terremotos que atingiram o país na noite de quarta-feira (24).

A costa norte da Venezuela foi atingida, na quarta-feira, por dois dos maiores terremotos a afetar o país em mais de um século. Autoridades alertam que o número de vítimas pode aumentar.

Os tremores foram sentidos em todo o país, na vizinha Colômbia e no Brasil.

Um terremoto de magnitude 7,2 ocorreu cerca de 160 quilômetros a oeste de Caracas, seguido menos de um minuto depois por um tremor de magnitude 7,5, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS).

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Trump anuncia morte do chefe do Tren de Aragua, maior facção da Venezuela

O chefe do grupo criminoso de origem venezuelana Tren de Aragua, Niño Guerrero, foi morto em uma operação militar americana realizada em coordenação com autoridades da Venezuela, anunciaram Washington e Caracas na sexta-feira (12) à noite. “Sob minhas ordens, o Comando Sul dos Estados Unidos realizou um ataque rápido e letal para eliminar Niño Guerrero, do tristemente conhecido Tren de Aragua”, publicou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na rede Truth Social. “Essa ação foi coordenada de perto com nossos amigos na Venezuela, com quem estamos trabalhando muito bem”, acrescentou.

A Venezuela confirmou pouco depois que Héctor Rusthenford Guerrero Flores, conhecido como Niño Guerrero, havia sido “neutralizado” e que houve “confrontos” com integrantes de “estruturas do crime organizado”. El Niño Guerrero morreu em uma “operação coordenada” com os Estados Unidos, executada no estado de Bolívar, no sudeste do país, afirma um comunicado do Ministério das Comunicações venezuelano. “Teve apoio tecnológico especializado e aconteceu com mecanismos de cooperação e de troca de informações de inteligência”, acrescentou a pasta.

Os Estados Unidos realizaram em janeiro uma incursão militar em Caracas e capturaram o então presidente Nicolás Maduro, atualmente preso em Nova York, acusado de narcotráfico. Desde então, a ex-vice-presidente Delcy Rodríguez governa como presidente interina, sob as pressões de Washington. “Como resultado, os terroristas do Tren de Aragua não têm mais um refúgio seguro na Venezuela nem em qualquer outro lugar”, afirmou Trump na Truth Social.

A mensagem do republicano foi acompanhada por um vídeo de 10 segundos que mostra a vista aérea de um edifício rodeado de vegetação, quando ocorre uma explosão, que levanta uma nuvem de fumaça. Não é possível distinguir claramente ninguém nas imagens.

‘Organização terrorista’ – Os Estados Unidos classificaram o Tren de Aragua como uma organização terrorista em janeiro de 2025. O grupo, que atua em vários países da América Latina, surgiu em 2014, na prisão de Tocorón, no estado de Aragua, e se dedica à prática de extorsão, assassinatos encomendados, tráfico de drogas, prostituição, tráfico de pessoas e até garimpo ilegal, embora também tenha empreendido em alguns negócios legalizados.

O Departamento de Estado americano oferecia uma recompensa de US$ 5 milhões (R$ 25 milhões) por informações que levassem à prisão ou condenação do líder do Tren de Aragua. Ele foi alvo de sanções dos Estados Unidos em julho de 2025, juntamente com outros cabeças da organização. Em dezembro, promotores federais de Nova York apresentaram acusações contra 70 membros da gangue, entre eles Guerrero, por associação criminosa e tráfico de drogas e armas de fogo.

Após ocupar militarmente a prisão de Tocorón em setembro de 2023, o governo Maduro anunciou que havia “desmantelado totalmente” a gangue. Naquela época, Niño Guerrero era um fugitivo da Justiça. Segundo o centro de análises Insight Crime, Guerrero, que teria 42 anos, tornou o grupo “o que ele é hoje durante sua prisão em Tocorón”. Sob sua liderança, o local “se tornou uma das prisões mais notórias do país, em grande parte devido à política não oficial do governo venezuelano de entregar o controle de algumas prisões a chefões do crime conhecidos como ‘pranes'”.

AFP

Venezuela anuncia anistia geral após prisão de Maduro

A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, anunciou, nesta sexta-feira, 30, que vai promover uma anistia geral dentro do país, abrangendo todos os presos políticos de 1999 até 2025.

A decisão ocorre quase um mês depois da captura e prisão de Nicolás Maduro, então presidente da Venezuela, pelos Estados Unidos, após investida do governo Donald Trump. Delcy, que também faz parte do núcleo chavista da política venezuelana, também anunciou que a prisão de Helicoide, em Caracas, será fechada.O local ficou conhecido por promover, segundo ativistas e adversários políticos de Maduro, tortura aos seus presos e opositores do chamado ‘chavismo’. A prisão se tornará um centro esportivo.

“Decidimos colocar em marcha uma lei de anistia geral que cubra todo o período de violência política de 1999 até o presente”, iniciou a presidente interina, que continuou. “Decidimos que as instalações de Helicoide, que hoje servem como centro de detenção, serão transformadas em um centro social, esportivo, cultural e comercial para a família policial e para as comunidades vizinhas”, afirmou Delcy durante discurso na Suprema Corte.

Prisão de Maduro
Nicolás Maduro foi preso nos primeiros dias de 2026, após avanço da operação liderada pelas forças policiais americanas. Contra o presidente, pesam acusações de envolvimento com uma organização criminosa que promove o tráfico de drogas. Maduro está nos Estados Unidos, onde deve ser julgado pelos crimes que é acusado.

A Tarde

Trump nega guerra com a Venezuela e comenta cenário político após captura de Maduro

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira (5), em entrevista à NBC News, que o país não está em guerra com a Venezuela. Segundo ele, o enfrentamento é direcionado ao combate ao tráfico de drogas e a organizações criminosas. “Não, não estamos (em guerra)”, declarou.

Ao ser questionado sobre os próximos passos políticos após a captura do ex-ditador Nicolás Maduro, Trump descartou a realização de novas eleições em curto prazo. De acordo com o presidente, o país precisaria passar por um processo de reorganização antes de qualquer votação. “Não há a menor chance de as pessoas sequer votarem”, disse, ao comentar a hipótese de eleições em 30 dias.

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Suprema corte da Venezuela determina que vice assuma presidência

O Tribunal Supremo de Justiça da Venezuela decidiu que a vice-presidente do país, Delcy Rodríguez, deve assumir o posto de presidente de forma interina após Nicolás Maduro ser capturado pelos EUA durante bombardeios ao país neste sábado (03). Na decisão, a corte determinou que “o cargo de Presidente da República Bolivariana da Venezuela, a fim de garantir a continuidade administrativa e a defesa integral da Nação”.

Em pronunciamento feito logo após os bombardeios em Caracas, Rodríguez afirmou que o governo “estava pronto para defender a Venezuela e os recursos naturais do país”. Ela também instou a população a ter calma e disse que a Venezuela “nunca será colônia de nenhuma nação”, que Nicolás Maduro foi “sequestrado” pelos EUA e segue como o único presidente do país.

Trump diz que vai controlar a Venezuela

Após acompanhar o ataque à Venezuela, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou em coletiva que vai administrar a nação sul-americana até que sejam decididos os próximos passos na gestão venezuelana, depois da captura do líder Nicolás Maduro. “Nós queremos ajudar esse país a fazer (a transição) de forma justa. Ter alguem (dos EUA) ali, até que a situação seja resolvida. Iremos administrar a Venezuela até que ele (país) possa permancer de forma segura, apropriada e justa”, afirmou Trump, em conversa com jornalistas, em sua residência em Mar-a-Lago, na Flórida.

O pronunciamento à imprensa ocorreu após Donald Trump publicar, em seu perfil na rede social Truth Social, foto de Nicolás Maduro, em navio militar norte-americano, a caminho de Nova York, onde ele será julgado pela justiça norte-americana. Segundo Trump, o venezuelano vai enfrentar a “justiça americana por sua campanha narcoterroristas contra os EUA”.

Petróleo

O líder norte-americano também discorreu sobre interesses dos EUA na exploração de petróleo na Venezuela. Com a intervenção no país sul-americano, Trump prevê que empresas norte-americanas do setor vão avançar investimentos à indústria petrolífera venezuelana. “Teremos grandes empresas americanas de petróelo que vão gastas US$ bilhões para consertar a infraestrutura e começar a ganhar dinheiro pelo país (Venezuela)”, anunciou Trump. Na avaliação dele, embora tenha classificado como bem-sucedido o ataque à Venezuela, os Estados Unidos estão preparados para uma segunda ofensiva contra o país sul-americano. “Estados preparados para lançar segunda onda de ataques, se for necessário”, ameaçou.

Diario de Pernambuco (com informações são do Correio Braziliense)

Trump diz que EUA vão governar Venezuela e irá controlar o petróleo

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou hoje que os EUA vão governar a Venezuela após a prisão de Nicolás Maduro, coordenada pelos Estados Unidos. O presidente deu mais detalhes sobre a operação que levou à captura de Maduro e sua esposa, Cilia Flores, durante uma coletiva de imprensa realizada neste sábado (03).

Apesar da fala, ele não deixou claro como isso será feito, sob qual autoridade ou com que tipo de acordos. “Não queremos que outra pessoa assuma o poder e continuemos na mesma situação que tivemos nos últimos anos. Portanto, vamos governar o país. Vamos governar o país até que possamos fazer uma transição de poder”.

Trump também confirmou que os EUA vai ter empresas atuando para mexer com a estrutura do petróleo venezuelano. “Vamos levar nossas maiores companhias de petróleo dos EUA. Vão consertar a infraestrutura do petróleo e fazer dinheiro para o país”, disse ele em coletiva.

Celebração
Empolgado com o feito, Trump disse que “este foi um dos ataques mais impressionantes e uma das demonstrações mais eficazes e poderosas do poderio e da competência militar americana na história dos Estados Unidos”,

Ainda segundo ele, “nenhuma nação no mundo conseguiria fazer o que os Estados Unidos conseguiram ontem, ou, francamente, em tão pouco tempo. Todas as capacidades militares venezuelanas foram neutralizadas quando os homens e mulheres de nossas Forças Armadas, trabalhando com as forças de segurança americanas, capturaram Maduro com sucesso na calada da noite.”

Segundo ataque?
Trump também disse que seu Exército estava pronto para “lançar um segundo ataque, muito maior, se necessário” e acrescentou que havia operações militares subsequentes em fase de planejamento, mas seu mas seu governo “provavelmente não precisará realizá-las”.

A Tarde

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