Começa nesta quinta-feira a Copa do Mundo de 2026

REUTERS/Henry Romero/

Começa hoje (11), às 14h30, o evento esportivo mais apaixonante, detentor das maiores audiências do planeta: a Copa do Mundo, que, em 2026, terá três países-sede: México, Estados Unidos e Canadá.

Segundo a Federação Internacional de Futebol (Fifa), cerca de 5 bilhões de pessoas acompanharam a Copa do Mundo do Catar, em 2022.

Só a partida final, disputada entre as seleções da Argentina e da França, contabilizou mais de 1,5 bilhão de espectadores. Foi a maior audiência esportiva da história, de acordo com o relatório oficial da Fifa.

No ambiente digital, também segundo dados oficiais, o alcance acumulado ficou em aproximadamente 262 bilhões de visualizações em diferentes plataformas e quase 6 bilhões de interações.

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Papa pede perdão por legitimação da Igreja na escravidão

Pontífice reconheceu a participação histórica do Vaticano na legitimação da escravidão e afirmou que o tema representa uma “ferida na memória cristã” da Igreja Católica.

O papa Leão XIV fez nesta segunda-feira (25) um pedido histórico de perdão pelo papel da própria Santa Sé na legitimação da escravidão e por ter demorado séculos para condená-la. Ele classificou o passado do Vaticano como uma “ferida na memória cristã”.

Papados anteriores já haviam pedido desculpas pelo envolvimento de cristãos no tráfico transatlântico de escravizados. Mas nenhum papa havia reconhecido publicamente — nem pedido perdão — pelo papel de antigos pontífices em autorizar explicitamente soberanos europeus a subjugar e escravizar “infiéis”.

Primeiro papa nascido nos Estados Unidos, Leão XIV, cuja história familiar inclui tanto pessoas escravizadas quanto proprietários de escravos, fez o pedido de desculpas em sua primeira encíclica, “Magnifica Humanitas” (“Humanidade Magnífica”), divulgada nesta segunda.

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Manifestações anti-Trump ocupam ruas dos EUA e ultrapassam fronteiras

Grandes multidões protestaram neste sábado (28) nos Estados Unidos e em outros países contra o presidente Donald Trump, com milhões de pessoas indignadas com seu estilo autoritário de governar, suas duras políticas migratórias e a guerra com o Irã. Os organizadores das mobilizações afirmaram que “pelo menos oito milhões de pessoas se reuniram em mais de 3.300 atos nos 50 estados”, de grandes cidades até pequenos povoados. As autoridades americanas não divulgaram uma estimativa nacional da participação.

Esta é a terceira vez que os americanos saem às ruas em menos de um ano como parte de um movimento chamado “No Kings” (Sem Reis), a forma mais visível de oposição a Trump desde o início de seu segundo mandato, em janeiro de 2025. Em Nova York, a metrópole mais populosa dos Estados Unidos, dezenas de milhares de manifestantes se juntaram ao protesto, entre eles o ator ganhador do Oscar Robert De Niro, um crítico frequente de Trump. De Niro classificou o presidente como “uma ameaça existencial para nossas liberdades e nossa segurança”.

Os protestos foram registrados de costa a costa, desde Atlanta até San Diego, e era esperado que os habitantes do Alasca também aderissem às mobilizações mais tarde, devido ao fuso horário. “Nenhum país pode governar sem o consentimento do povo”, declarou à AFP, em Atlanta, Marc McCaughey, um veterano militar de 36 anos. Em Washington, os participantes atravessaram uma ponte sobre o rio Potomac para seguir em direção ao Lincoln Memorial, cenário de manifestações históricas pelos direitos civis. Trump, por sua vez, está passando o fim de semana na Flórida.

A onda de reprovação a Trump ultrapassou as fronteiras dos Estados Unidos, com mobilizações registradas neste sábado em cidades europeias como Amsterdã, Madri e Roma, onde 20.000 pessoas marcharam sob um forte dispositivo policial. “Não queremos um mundo governado por reis… que tomam decisões de cima para baixo”, afirmou Andrea Nossa, um pesquisador nascido em Milão, de 29 anos.

Exibição do poderio militar – Milhões de pessoas participaram da primeira manifestação do “No Kings”, em junho do ano passado, com atos de Nova York a San Francisco, enquanto a segunda edição do protesto, em outubro, reuniu cerca de sete milhões de participantes, segundo os organizadores. Muitos apoiadores veneram o presidente dentro do movimento “Make America Great Again” (MAGA, Torne os Estados Unidos grandes novamente), enquanto opositores, do outro lado da profunda divisão política americana, rejeitam Trump com a mesma intensidade.

Os críticos de Trump questionam sua propensão a governar por decreto, seu uso do Departamento de Justiça para perseguir opositores, sua negação das mudanças climáticas e a ofensiva contra programas de diversidade racial e de gênero. Os críticos também apontam seu recente gosto por exibir o poderio militar americano após uma campanha em que ele se apresentou como um homem de paz. “Desde a última vez que marchamos, esta administração nos arrastou ainda mais profundamente para a guerra”, afirmou Naveed Shah, da Common Defense, uma associação de veteranos que integra o movimento “No Kings”.

“Em casa, testemunhamos cidadãos sendo mortos nas ruas por forças militarizadas. Vimos famílias destruídas e comunidades de imigrantes transformadas em alvo de ataques. Tudo em nome de um único homem que tenta governar como um rei”, acrescentou.

Springsteen em Minnesota – O estado de Minnesota foi um ponto central das manifestações, meses depois de virar o epicentro do debate nacional sobre a repressão violenta aos imigrantes impulsionada por Trump. O senador de esquerda Bernie Sanders declarou à multidão em Minnesota: “Nunca aceitaremos um presidente que seja um mentiroso patológico, um cleptocrata e um narcisista que mina a Constituição dos Estados Unidos e o Estado de Direito todos os dias”. O astro do rock Bruce Springsteen, crítico ferrenho do presidente, interpretou sua canção “Streets of Minneapolis” na cidade vizinha de St. Paul, a capital estadual, na presença de milhares de manifestantes.

Springsteen compôs e gravou a balada em 24 horas, em memória de Renee Good e Alex Pretti, dois cidadãos americanos mortos a tiros por agentes federais durante operações da polícia migratória de Trump na cidade. “Sua coragem, seu sacrifício e seus nomes não serão esquecidos”, disse Springsteen neste sábado, antes de começar a cantar.

AFP

Trump nega guerra com a Venezuela e comenta cenário político após captura de Maduro

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira (5), em entrevista à NBC News, que o país não está em guerra com a Venezuela. Segundo ele, o enfrentamento é direcionado ao combate ao tráfico de drogas e a organizações criminosas. “Não, não estamos (em guerra)”, declarou.

Ao ser questionado sobre os próximos passos políticos após a captura do ex-ditador Nicolás Maduro, Trump descartou a realização de novas eleições em curto prazo. De acordo com o presidente, o país precisaria passar por um processo de reorganização antes de qualquer votação. “Não há a menor chance de as pessoas sequer votarem”, disse, ao comentar a hipótese de eleições em 30 dias.

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Nicolás Maduro deve se apresentar à Justiça dos EUA em audiência em Nova York

O presidente deposto da Venezuela, Nicolás Maduro, deverá comparecer nesta segunda-feira (5), ao meio-dia, diante de um juiz em Nova York. A informação foi divulgada neste domingo (4) pelo tribunal responsável pelo caso, que fará a notificação formal das acusações apresentadas contra ele.

Segundo a Justiça dos Estados Unidos, Maduro é acusado de crimes relacionados ao narcotráfico e ao terrorismo. A audiência ocorrerá no Tribunal Federal do Distrito Sul de Manhattan, onde o magistrado irá apresentar oficialmente as denúncias e os próximos passos do processo.

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Terremoto mais forte desde 2011 provoca tsunamis na Rússia, Japão, Havaí e Califórnia, e deixa países em alerta

Um forte terremoto de magnitude 8,8 atingiu a costa da Península de Kamchatka, no extremo leste da Rússia, na manhã desta quarta-feira (30), horário local.

O tremor, com epicentro localizado a cerca de 320 quilômetros da costa e a 36 km de profundidade, é o mais intenso registrado no mundo desde 2011, quando o Japão foi atingido por um abalo sísmico de 9,1 graus.

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Trump eleva pressão sobre Irã após ofensiva de Israel e exige novo acordo nuclear

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a atacar duramente o governo iraniano nesta sexta-feira (13), ao comentar a recente série de bombardeios realizados por Israel contra alvos estratégicos no Irã.

Através de sua rede social Truth Social, Trump afirmou que os ataques “ainda vão piorar” se o país não aceitar um novo acordo nuclear. Ele atribuiu aos líderes iranianos a responsabilidade pela escalada do conflito e disse que “já houve grande morte e destruição”.

Segundo Trump, o Irã desperdiçou diversas oportunidades para negociar, apesar dos esforços de sua gestão em buscar um acordo. Para ele, o regime iraniano ignorou os alertas de que os Estados Unidos possuem o que chamou de “o melhor e mais letal equipamento militar do mundo”, e destacou que Israel possui esse armamento e sabe como utilizá-lo.

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Casa Branca divulga documento com tarifa de 245% para produtos chineses, sem aviso prévio

Os Estados Unidos impuseram tarifas de até 245% sobre produtos chineses, segundo documento oficial divulgado nesta segunda-feira (15). A medida é apresentada como uma resposta a “ações retaliatórias” da China, embora o governo americano não tenha detalhado como chegou a esse percentual.

Em reação, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Lin Jian, afirmou que o país manterá sua posição diante da medida. Questionado por jornalistas sobre o valor exato das tarifas, Lin disse que “podem perguntar ao lado americano o valor específico”, segundo o jornal estatal Global Times.

A medida aumenta as tensões comerciais entre as duas maiores economias do mundo, que já vêm se enfrentando em disputas envolvendo tecnologia, comércio e políticas industriais.

Trump anuncia aumento de tarifa para 125% sobre importações chinesas e reduz taxas para outros países por 90 dias

(Foto: Internet)

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou na tarde desta quarta-feira (9) o aumento imediato da tarifa sobre a importação de produtos chineses para 125%. A decisão representa uma nova escalada na guerra comercial entre as duas maiores economias do mundo.

Com base na falta de respeito que a China demonstrou aos mercados mundiais, estou, por meio deste, aumentando a tarifa cobrada da China pelos Estados Unidos da América para 125%, com efeito imediato”, escreveu o republicano em uma rede social. Trump afirmou esperar que “em um futuro próximo, a China perceba que os dias de exploração dos EUA e de outros países não são mais sustentáveis ou aceitáveis”.

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China anuncia tarifa de 84% sobre produtos dos EUA em resposta a medidas americanas

A China anunciou, nesta quarta-feira (9), um novo aumento nas tarifas sobre produtos importados dos Estados Unidos, aprofundando ainda mais a disputa comercial com o governo de Donald Trump. Segundo o Ministério das Finanças chinês, a alíquota total sobre os produtos norte-americanos poderá chegar a até 104% a partir desta quinta-feira (10).

A nova medida inclui uma tarifa adicional de 50%, em retaliação às sanções anteriores impostas por Washington. O total soma-se aos 20% já em vigor desde o início do ano e aos 34% aplicados na semana passada.

O percentual anunciado hoje representa um salto significativo frente à última rodada de tarifas e marca um novo capítulo nas tensões entre as duas maiores economias do planeta.

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Trump ameaça aumentar tarifas contra a China em 50% e suspender negociações

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a escalar as tensões da guerra comercial com a China ao anunciar, nesta segunda-feira (7), que pretende aumentar em mais 50% as tarifas aplicadas sobre produtos chineses a partir do dia 9 de abril, caso Pequim continue com as medidas de retaliação.

Além disso, o presidente americano afirmou que as negociações comerciais com a China estão suspensas. “Todas as negociações com a China sobre suas reuniões solicitadas serão suspensas”, destacou. Em contrapartida, Trump garantiu que o governo americano continuará as tratativas com outros países que também buscam acordos comerciais com os EUA.

A ameaça de escalada nas tarifas ocorre em meio a um clima de insegurança nos mercados globais, com bolsas em queda e temores de que o conflito comercial possa afetar o crescimento da economia mundial.

Mercados europeus despencam com temor de recessão global após tarifas dos EUA

As bolsas de valores da Europa começaram a semana em queda acentuada, refletindo o clima de pânico nos mercados globais desde o anúncio do “tarifaço” de Donald Trump.

O presidente dos Estados Unidos anunciou, no último dia 2, novas tarifas sobre importações globais, o que gerou temores de uma possível recessão econômica mundial.

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Vaticano atualiza boletim médico do papa Francisco: “Dormiu bem”

O Vaticano divulgou, nesta quinta-feira (27), um novo boletim sobre o estado de saúde do papa Francisco. De acordo com o comunicado, o pontífice “dormiu bem à noite e agora descansa”.

Internado desde o dia 14 de fevereiro na Policlínica Gemelli, em Roma, o papa segue recebendo tratamento para um quadro inflamatório pulmonar. O boletim médico da noite anterior já havia destacado uma “leve melhora”, confirmada por uma tomografia computadorizada de tórax, que indicou evolução positiva do quadro.

Francisco continua em oxigenoterapia de alto fluxo e fisioterapia respiratória, enquanto a equipe médica mantém um prognóstico cauteloso. A nota mais recente do Vaticano já não classifica o estado de saúde do pontífice como “crítico”, um termo utilizado nos informes da última semana. Mesmo com a melhora, o papa segue sob monitoramento constante.

Papa Francisco segue internado em estado crítico, mas estável

No 12º dia de internação do Papa Francisco , o Vaticano divulgou um novo boletim médico informando que o quadro de saúde do Pontífice permanece crítico, mas estável, sem novos episódios de ocorrências agudas.

Segundo o comunicado oficial, divulgado nesta terça-feira (25), não houve piora no estado clínico e nos parâmetros hemodinâmicos resultados resultantes. O Papa, de 88 anos , passou por uma tomografia computadorizada programada para monitorar a evolução da pneumonia bilateral.

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Papa Francisco, hospitalizado, apresenta ‘um quadro clínico complexo’, segundo o Vaticano

O Vaticano divulgou nesta segunda-feira (17) que o papa Francisco foi diagnosticado com uma infecção polimicrobiana das vias respiratórias. A descoberta levou a uma mudança no tratamento médico até então administrado.

Segundo o comunicado oficial, os exames indicam que o quadro clínico do pontífice exige internação hospitalar adequada. Ele segue sob cuidados na Policlínica Agostino Gemelli, em Roma, onde foi levado na última sexta-feira (14) para tratar uma bronquite inicialmente causada.

Apesar do quadro de saúde, Francisco teve uma boa noite de sono, tomou café da manhã e leu jornais pela manhã. O Vaticano ressaltou que ele mantém o bom humor.

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