Valor da carne bovina sobe 26,5% em 4 meses e bate recorde

O preço da carne bovina cresceu significativamente em 2026. O alimento popular na mesa dos brasileiros aumentou cerca de 26,5% nos últimos quatro meses, sendo considerado um “item de luxo” para algumas famílias. De acordo com Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), a cotação do arroba do boi gordo chegou a marca de US$ 73,58, aproximadamente R$ 365 na cotação atual, na última quarta-feira (15).

Esse valor bate um recorde histórico de quase cinco anos, onde o mesmo produto atingiu US$ 73,53 em abril de 2022. A mudança reflete diretamente no bolso do consumidor, já que os açougues buscam lucrar com o novo valor. Segundo dados divulgados pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), o aumento acumulado é de 3,18%, uma média somando todos os cortes e tipos de carne bovinas existentes no país.

Porque o preço aumentou?
A demanda maior que a oferta é a principal justificativa do crescimento da carne bovina. A busca pelo produto em ritmo acelerado tem ocasionado a oscilação, refletindo diretamente na exportação para outros países. Outra justificativa dada por especialistas é a retenção de animais para o abate. Produtores de gado estão preservando as vacas para criar bezerros e consequentemente reduzindo o número de animais, fazendo o valor subir.

Quais carnes ficaram mais caras?
Ao todo, cerca de 10 tipos de carne sofreram um aumento significativo nos últimos meses, tanto em cortes populares ou nobres, pesando no bolso de todas as classes econômicas.

Confira a lista: Fígado (+7,5%), Capa de filé (+6,8%), Alcatra (+6,2%), Filé-mignon (+4,9%), Picanha (+4,4%), Contrafilé (+4,3%), Lagarto (+3,6%), Músculo (+3,5%), Coxão mole (+3,3%) e Acém (+3,3%).

A Tarde

Operação nacional fiscaliza preços de combustíveis e gás em Pernambuco e outros estados

A Força-Tarefa de Monitoramento e Fiscalização do Mercado de Combustíveis deflagrou, nesta quinta-feira (9), a segunda fase da Operação Vem Diesel, com foco na fiscalização de distribuidoras e revendedores de botijões de gás.

A ação ocorreu em 24 cidades de 15 estados, além do Distrito Federal, incluindo Pernambuco, e resultou na fiscalização de 55 estabelecimentos.

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Governo Lula discute pacote para dívidas e possível redução no preço do diesel

Imagem ilustrativa

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva realizou, no início da tarde desta segunda-feira (6), uma reunião fora da agenda oficial no Palácio da Alvorada para tratar de medidas voltadas à população endividada e alternativas para reduzir o impacto do preço do diesel no país.

Participaram do encontro integrantes da equipe econômica, como o ministro da Fazenda, Dario Durigan, a ministra-chefe da Casa Civil, Miriam Belchior, e o ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti. Os três assumiram recentemente os cargos após a saída dos titulares que deixaram o governo para disputar as eleições deste ano.

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Subvenção ao diesel pode aliviar preço, mas redução na bomba não é garantida

Uma proposta de subvenção ao diesel importado, discutida entre o governo federal e governadores de estados brasileiros, tem levantado uma dúvida importante entre os consumidores: afinal, o preço do diesel vai cair nas bombas?

A resposta é: pode até cair, mas não necessariamente de forma imediata, e nem garantida.

A medida prevê um subsídio que pode chegar a cerca de R$ 1,20 por litro do diesel importado, dividido entre a União e os estados. Na prática, isso significa reduzir o custo de quem traz o combustível de fora do país, já que hoje uma parte significativa do diesel consumido no Brasil vem do mercado internacional.

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Medicamentos ficam mais caros e reajuste pode chegar a 3,81% em todo o país

Os brasileiros começam a sentir no bolso um novo aumento no preço dos medicamentos. O governo federal autorizou o reajuste anual dos remédios, que pode chegar a até 3,81%, conforme definição da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED). A medida já entrou em vigor e impacta diretamente o custo dos tratamentos em todo o país.

De acordo com as regras estabelecidas, o aumento não será igual para todos os produtos. O percentual varia conforme o nível de concorrência no mercado farmacêutico. Medicamentos com maior concorrência poderão ter reajuste máximo de 3,81%, enquanto os de concorrência intermediária terão aumento de até 2,47%. Já aqueles com pouca ou nenhuma concorrência poderão subir até 1,13%.

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Lula demonstra preocupação com alta dos combustíveis e culpa conflitos no Oriente Médio

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, afirmou que está preocupado com a alta no preço dos combustíveis e reconheceu que os valores devem continuar subindo em diversos países. Segundo ele, a instabilidade internacional, especialmente os conflitos no Oriente Médio, tem provocado impactos diretos na economia global.

A declaração foi feita ontem durante agenda oficial ao lado do presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa.

Durante a fala, Lula destacou que a escalada de tensões na região representa uma ameaça à paz mundial e pode trazer consequências econômicas relevantes para diferentes setores.

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Preço do litro de gasolina passa dos R$ 7,00 e preocupa consumidores de Petrolina e região

(Foto: Ilustração)

A escalada do conflito no Oriente Médio voltou a provocar fortes impactos no mercado internacional de energia. O preço do petróleo ultrapassou a marca de US$ 100 por barril pela primeira vez em mais de três anos e meio, refletindo a instabilidade gerada pela guerra envolvendo o Irã e seus aliados na região.

O barril do petróleo Brent, referência internacional, chegou a US$ 101,19 logo após a reabertura das negociações no mercado internacional, representando uma alta de cerca de 9,2% em relação ao fechamento da última sexta-feira, quando estava cotado a US$ 92,69.

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Flávio Bolsonaro diz que pode desistir da candidatura: “existe um preço”

O senador Flávio Bolsonaro (PL) revelou, na manhã deste domingo (07), que pode não levar sua candidatura à presidência da República “até o fim”, e que a desistência tem um “preço”. O filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) se lançou pré-candidato na última quinta-feira (4), com o aval de seu pai, que está preso e inelegível.

“Olha, tem uma possibilidade de eu não ir até o fim. Eu tenho preço para não ir até o fim. Vou negociar”, declarou o senador a jornalistas após participar de um culto em Brasília. Flávio foi questionado se o “preço” estaria relacionado com a aprovação da anistia aos condenados por atos golpistas no Congresso Nacional. “Está quente”, respondeu.

O senador afirmou que deve se reunir em breve com líderes políticos da direita e do centrão para debater a anistia, à exemplo de Valdemar Costa Neto (PL), Antônio Rueda (União Brasil) e Marcos Pereira (Republicanos). Ele também reforçou que foi escolhido como sucessor de Jair Bolsonaro após conversar com o ex-presidente, mas que já vinha sendo sondado “há bastante tempo”.

Diario de Pernambuco

Preço da cesta básica volta a subir em Petrolina no mês de julho

A cesta básica em Petrolina, registrou um leve aumento de preço no mês de julho de 2025. Segundo pesquisa realizada pelo Colegiado de Economia da Facape, o custo da cesta teve inflação de 0,28% em comparação com o mês anterior, passando a custar R$ 612,37.

Entre os produtos que mais influenciaram essa elevação estão o tomate e a carne bovina. O tomate voltou a subir de preço após um período de quedas, causado pelo fim da grande oferta no campo que durou cerca de dois meses. Já a carne bovina teve aumento devido à redução no abate de animais, impactada por tarifas impostas pelos Estados Unidos, o que reduziu a oferta no mercado interno.

Apesar da alta geral, alguns itens apresentaram queda nos preços. A banana segue em tendência de redução pelo terceiro mês consecutivo, reflexo de uma boa oferta e demanda mais baixa. O arroz teve uma forte queda, influenciado pela entrada de produto importado, e o feijão também ficou mais barato, com destaque para a boa safra anual. Ambos apresentaram redução tanto no mês quanto no acumulado dos últimos 12 meses.

Outro destaque foi o café, que teve uma leve queda de -0,29% em julho, após meses seguidos de alta, devido ao avanço da colheita nacional. No entanto, o produto ainda acumula uma alta superior a 65% no período de um ano. O açúcar também teve redução no preço, graças ao aumento da oferta.

No acumulado de 2025, de janeiro a julho, a cesta básica em Petrolina registra uma alta de 4,55%. Já no acumulado dos últimos 12 meses, o aumento chega a 17,24%. A pesquisa destaca ainda que há grandes variações nos preços coletados, e reforça a importância de os consumidores compararem valores antes das compras para economizar.

Ascom

Trump ameaça com tarifa de 200% se China não fornecer ímãs aos EUA

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez novas ameaças à China, nesta segunda-feira (25), após semanas de calmaria na guerra comercial entre as duas maiores potências econômicas do mundo. O líder norte-americano ameaçou os chineses com uma taxação de até 200% caso o país asiático não forneça ímãs aos EUA.

O ímã é uma peça de aço magnetizado que tem a propriedade de atrair o ferro e algumas outras substâncias. “[Se a China não fornecer ímãs] Teremos que cobrar uma tarifa de 200% ou algo parecido”, afirmou Trump, sem dar maiores detalhes.

Diario de Pernambuco

Carne bovina atinge R$ 150 o kg nos EUA após tarifaço ao Brasil

O tarifaço imposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao Brasil, já vem trazendo repercussões amargas. Uma delas é o preço da carne bovina no país norte-americano atingiu R$ 150 o quilo, maior preço das história dos EUA. Segundo a pesquisa mensal de inflação, a carne para churrasco atingiu US$ 11,875 a libra ou quase R$ 150 o quilo, alta de 3,3% em um mês e salto de 9% em seis meses. A carne moída também registrou aumento de 3,9% em julho. O preço médio atingiu US$ 6,338 a libra ou R$ 75 o quilo.

As mudanças climáticas têm prejudicado duramente a pecuária dos EUA, que viu o número de animais nos pastos cair gradativamente nos últimos anos. Além disso, a seca reduz a produtividade de cada cabeça de gado. Em 12 de agosto, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) reduziu mais uma vez a expectativa para a produção doméstica. Para 2025, a expectativa de entrada da carne importada caiu 1,9% em pouco mais de um mês – desde o anúncio das tarifas ao Brasil, em 9 de julho. O impacto maior será sentido em 2026, quando o USDA prevê importações 7,5% menores.

“A produção de carne bovina foi reduzida devido à redução do abate de bovinos alimentados e não alimentados e aos animais que têm registrado peso menor”, cita o relatório da semana passada. O relatório indica que a alíquota de 50% sobre produtos brasileiros reduzirá as importações dos EUA em cerca de 400 milhões de libras – 180 mil toneladas – só em carne bovina. “As importações de carne bovina para 2025 são reduzidas para refletir os dados comerciais reportados durante o primeiro semestre do ano, bem como a redução dos embarques devido a tarifas mais altas, principalmente do Brasil. A redução também ocorre em 2026”, diz o relatório da USDA.

A Tarde

Tarifaço de Trump pode aumentar em 30% preço de insumos de saúde no Brasil

A sanção econômica aplicada ao Brasil pelo presidente dos Estados Unidos Donald Trump, com a imposição de uma tarifa de 50% aos produtos brasileiros exportados, pode aumentar drasticamente o valor dos insumos de saúde no país. Caso o Brasil adote a Lei da Reciprocidade, é estimado que o valor dos insumos sofra uma alta de pelo menos 30%, já que o país importa quase US$ 2 bilhões de produtos para o setor de saúde dos Estados Unidos.

Atualmente, o Brasil importa US$ 9 bilhões em insumos de saúde por ano e destina esses produtos principalmente para a rede pública, como hospitais estaduais e Santas Casas, o que deve impactar fortemente no atendimento do Sistema Único de Saúde (SUS). Segundo reportagem da CNN, uma busca de fornecedores alternativos poderia levar até dois anos, já que o processo de importação precisa de registros junto às autoridades sanitárias, processos de validação, certificação em laboratórios e treinamento de usuários.

Entenda o tarifaço
No dia 9 de julho, Trump anunciou a imposição de uma sobretaxa de 50% nos produtos brasileiros exportados para o país. A medida, segundo o chefe da Casa Branca, que também trava uma guerra comercial com o Brics, bloco econômico do qual o Brasil faz parte, é uma retaliação ao que ele considerada uma perseguição judicial ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

“Conheci e tive contato com o ex-presidente Jair Bolsonaro, e o respeitei profundamente, assim como a maioria dos outros líderes mundiais. A maneira como o Brasil tem tratado o ex-presidente Bolsonaro, um líder altamente respeitado em todo o mundo durante seu mandato — inclusive pelos Estados Unidos —, é uma desgraça internacional. Este julgamento não deveria estar acontecendo. Trata-se de uma caça às bruxas que deve acabar imediatamente”, afirmou Trump na carta endereçada ao Brasil.

O Brasil é um dos principais parceiros comerciais o qual se destaca pelas exportações de commodities a países considerados subdesenvolvidos como a China e até mesmo o país norte-americano que implica medidas econômicas reprovadas até mesmo para os seus patriotas. Mas ainda mais prejudicial pode ser a taxação para os exportadores baianos.

A Tarde

Caixa reajusta preços da Mega-sena e de outras apostas; veja novos valores

 

A Caixa Econômica Federal anunciou que vai reajustar o valor cobrado pelas apostas a partir da próxima semana.

Quem quiser apostar nas modalidades Dupla Sena, Quina, Lotofácil, Loteca ou Super Sete terá que pagar mais caro, assim como aqueles que apostam na Mega-Sena, que terá preço reajustado de R$ 5 para R$ 6.

Segundo o banco, a “atualização” dos preços tem como objetivo “manter a sustentabilidade das modalidades, ampliar os valores das premiações e aumentar os repasses sociais que beneficiam milhões de brasileiros”.

Os novos valores entram em vigor a partir da abertura para novas apostas às 21h do dia 09/07 nos casos da Dupla Sena, da Quina, da Lotofácil e da Loteca.

A partir desse mesmo horário, no dia seguinte, as apostas para a Mega-sena terão reajuste. Já no caso da Super Sete, o reajuste entrará em vigor a partir das 21h do dia 30 deste mês. Confira a tabela abaixo:

A Caixa destaca que os valores arrecadados com as apostas “contribuem diretamente com áreas fundamentais para o desenvolvimento do país”.

Governo vai facilitar importações para baixar preços dos alimentos

O governo anunciou na sexta-feira (24), que poderá reduzir as alíquotas de importação de alimentos como forma de conter a alta de preços no País. Segundo o ministro da Casa Civil, Rui Costa, poderão ter as alíquotas cortadas os itens que estiverem mais caros no mercado interno em relação ao internacional. De acordo com Costa, não há justificativa para o País ter produtos com preço acima do patamar do exterior.

“Todos os produtos que tiverem preço interno maior do que o externo, vamos atuar imediatamente na alíquota de importação”, disse Costa, depois de participar de reunião ministerial com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Palácio do Planalto, da qual participaram também os titulares das pastas da Agricultura, Carlos Fávaro, e do Desenvolvimento Agrário, Paulo Teixeira.

Segundo Costa, ficou definido que o governo avaliará os produtos cujos preços no exterior estejam mais baixos que os do mercado interno. “A redução de alíquota será para todo e qualquer produto que esteja com preço mais barato no mercado internacional e mais caro no mercado interno”, disse.

O governo também irá estimular a produção e atuar para reduzir os custos de intermediação dos produtos no mercado interno. “Queremos que o valor dos benefícios chegue integralmente ao trabalhador”, disse Costa.

Sem congelamento
Costa disse ainda que o presidente Lula foi enfático em determinar que o governo não tomará nenhuma medida heterodoxa para controlar o preço dos alimentos. “Quero reafirmar taxativamente: Nenhuma medida heterodoxa será adotada, não haverá congelamento de preços, tabelamento, fiscalização, não terá fiscal do Lula nos supermercados e nas feiras.”

As afirmações de Costa, porém, foram recebidas com ceticismo no mercado financeiro, que considerou a iniciativa negativa, pois sinaliza a possibilidade de intervenções maiores à frente caso os preços dos alimentos não cedam. Isso se refletiu no câmbio, reduzindo a queda do dólar em relação ao real.

Além de descartar o congelamento de preços, Costa disse ainda que medidas como a criação de uma rede estatal de distribuição de alimentos ou a concessão de subsídios não foram discutidos com o presidente Lula. Segundo ele, o governo quer dialogar com produtores, redes de supermercados e frigoríficos sobre o que pode ser feito para baixar os preços dos alimentos. A ideia, disse, é criar uma ponte com o mercado, que é “onde os preços se realizam”. “A convicção do governo federal é de que os preços se formam no mercado.”

Estadão Conteúdo

Preço da gasolina diminui e do diesel aumenta para distribuidoras

A partir deste sábado (21), o preço médio dos combustíveis vendidos para as distribuidoras passa a ser de R$ 2,81 por litro, uma redução de R$ 0,12 por litro. Como existe uma mistura obrigatória de 73% de gasolina A e 27% de etanol anidro na composição da gasolina comercializada aos postos, a parcela da Petrobras vai ser, em média, de R$ 2,05 a cada litro vendido na bomba.

O preço médio de venda do diesel para as distribuidoras vai ser de R$ 4,05 por litro, um aumento de R$ 0,25 por litro. Como é obrigatória a mistura de 88% de diesel A e 12% de biodiesel para a composição do diesel vendido aos postos, a parcela da Petrobras vai ser, em média, de R$ 3,56 a cada litro vendido na bomba.

Na variação acumulada no ano dos preços de venda da gasolina A e do diesel A para as distribuidoras, há uma redução de R$ 0,27 por litro de gasolina e de R$ 0,44 por litro de diesel.

“A estratégia comercial que adotamos na Petrobras nesta gestão tem se mostrado bem-sucedida, sobretudo no sentido de tornar a empresa competitiva no mercado e evitar o repasse de volatilidade para o consumidor. Prova disto é que ao longo deste ano, mesmo com o valor do brent mais alto que no ano passado, os preços dos nossos produtos acumulam quedas, muito diferente do que aconteceu ao longo de 2022”, disse o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates.

A Petrobras informa que os reajustes na gasolina e no diesel podem ser explicados por movimentos distintos no mercado e na estratégia comercial da estatal. No caso da gasolina, há o fim do período de maior demanda global, com maior disponibilidade e desvalorização do produto frente ao petróleo. No caso do diesel, a demanda global se mantém, com expectativa de alta sazonal, o que faz o produto ter maior valorização frente ao petróleo. A companhia também reforçou que procura evitar o repasse da volatilidade do mercado internacional e da taxa de câmbio para a sociedade brasileira, mas que também preserva um ambiente competitivo nos termos da legislação vigente.

Agência Brasil

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