Senador gasta com gasolina o suficiente para dar 5 voltas na Terra

Nos últimos 12 meses, o senador paulista Alexandre Giordano (MDB) gastou R$ 145,4 mil da cota parlamentar do Senado para abastecer quase 25 mil litros de combustível em postos de gasolina de São Paulo, volume suficiente para dar cinco voltas na Terra ou cruzar o Brasil, do Oiapoque ao Chuí, 45 vezes.

O levantamento foi feito pelo Metrópoles a partir da prestação de contas do parlamentar no Portal da Transparência do Senado e considerou o preço médio do litro da gasolina de R$ 5,87, registrado pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) na segunda semana de maio, e um consumo de 10 km por litro.

As contas apontam que os valores foram gastos em 21 postos de gasolina diferentes. A maior parte, R$ 69 mil, foi no Auto Posto Mirante, na zona norte de São Paulo, base eleitoral de Giordano. Já R$ 66 mil foram pagos ao Auto Posto Irmãos Miguel, estabelecimento da cidade de Morungaba, distante cerca de 480 quilômetros da capital.

Diário e Pernambuco (Com informações do Metrópole)

Gasolina fica mais barata à distribuidoras a partir desta sexta-feira

A Petrobras anunciou a redução no preço do litro da gasolina, a partir desta sexta-feira (16), para as distribuidoras. A queda é de R$ 0,13. Desta forma, o valor passa a ser de R$ 2,66 o litro. Em termos proporcionais, a baixa é de 4,7%.

Essa é a segunda queda de preços em 30 dias. Há um mês, exatamente no dia 16 de maio, a estatal havia anunciado redução de R$ 0,44 por litro.

A estatal afirmo que a redução  “tem como objetivos principais a manutenção da competitividade dos preços da companhia frente às principais alternativas de suprimento dos seus clientes e a participação de mercado necessária para a otimização dos ativos de refino em equilíbrio com os mercados nacional e internacional”.

Mistura alta e ruim estraga combustível vendido no Brasil

No país que se orgulha ser o maior produtor mundial de etanol de cana-de-açúcar do mundo e de operar o maior programa de produção de biodiesel das Américas, a idéia de adicionar os dois produtos a gasolina e ao óleo diesel sempre foi muito comemorada pelos ambientalistas como uma solução brasileira de compensação às emissões de carbono de mossa frota automotiva.

Colocar etanol anidro em gasolina tipo A, de fato, se tornou uma referência internacional que o Brasil provou, até porque foi a partir do velho Proálcool que a indústria automobilista nacional desenvolveu a tecnologia flex que permite que qualquer motor a combustão automotiva brasileiro rodar com os dois combustíveis seja a gasolina pura, o álcool hidratado ou a mistura de 25% que o país adotou como política energética padrão.

Também virou um diferencial Brasil, a adição de óleo vegetal no óleo diesel S-10 produzido pela Petrobras que investiu pesado na sua melhoria em 10 anos e fixado em 10% a despeito da indústria de caminhões e ônibus se queixar da qualidade do produto vegetal entregue para indústria nacional que usa uma tecnologia antiga para processar a soja e que produz uma quantidade excessiva de resíduos no bloco do motor e deixa sujeira no tanque de combustível.

É uma situação curiosa. A sofisticada indústria de caminhões está no mercado brasileiro com o que existe de melhor em termos de motores com tecnologia no mundo como a série Euro 4, 5 e 6 que embarcam o que de melhor se conseguiu na performance do motor a diesel. Entretanto é obrigada a usar um combustível misturado a um óleo vegetal ruim que acaba reduzindo sua eficiência. Tentando reduzir às perdas, a indústria de caminhões vem recomendando aditivos para compensar o diesel ruim entregue no posto.

O problema é que assim que o presidente Lula tomou posse, os produtores de etanol e de biodiesel se aproximaram com duas propostas que assustaram a indústria automobilística: Elevar a mistura do etanol para 30% e do biodiesel para ate 15%.

Do ponto de vista de performance, a idéia é um enorme retrocesso. O mundo usa, no máximo, 7% de biodiesel feito e material bom. Imagina usar – como foi aprovado – 15% até 2025? No caso do etanol, os motores flex simplesmente não aumentam o rendimento desejado com mais do que 25% e passam a gastar mais combustível.

Mas o novo governo simplesmente ignorou os alertas da indústria e o lobby dos dois produtos vegetais continua forte junto ao Ministério das Minas e Energia. O setor de biodisel, por exemplo, já assegurou o aumento do percentual de 10% para 15 em quatro anos. O setor sucroalcooleiro está pressionando para chegar a 30%.

A razão é bem clara: 5% mais no diesel e 5% mais na gasolina asseguram uma extraordinária aos dois setores já que as vendas para as distribuidoras são no atacado. Mas do ponto de vista tecnológico é perda de eficiência dos motores. Ironicamente, enquanto a indústria de caminhões fala do diesel com 5% de biodesel sendo adicionado já processo industrial na refinaria e o uso do motor elétrico flex com o etanol com até 20%. JC Online

Petrobras anuncia redução no preço dos combustíveis a partir desta quarta-feira

Nesta terça-feira (16) o Governo Federal anunciou sua nova política de preços para a Petrobras e partir desta quarta-feira (17), os preços do litro da gasolina e do diesel ficarão mais baratos às distribuidoras. Para a gasolina, a queda será de R$ 3,18 para R$ 2,78 o litro.

Essa é a terceira redução da gasolina no ano. Segundo a Petrobras, considerando a mistura obrigatória de 73% de gasolina A e 27% de etanol anidro para a composição da gasolina comercializada nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor será, em média, R$ 2,03 a cada litro vendido na bomba.

O diesel também vai cair, de R$ 3,46 para R$ 3,02 por litro. Outra novidade é em relação ao GLP, o qual cairá de R$ 3,2256 para R$ 2,5356 por quilo.

Petrobras reduz preço da gasolina em 3,88% a partir desta sexta

A Petrobras anunciou redução no preço da gasolina a partir desta sexta-feira (29). De acordo com a estatal, o preço médio de venda de gasolina para as distribuidoras passará de R$ 3,86 para R$ 3,71 por litro. É uma redução de R$ 0,15 por litro — ou redução de 3,88%.

A redução no preço ocorre no dia seguinte à Petrobras anunciar que o Conselho de Administração e o Conselho Fiscal vão “supervisionar” as decisões sobre reajustes de gasolina, diesel e outros combustíveis.

De acordo com a estatal, considerando a mistura obrigatória de 73% de gasolina A e 27% de etanol anidro para a composição da gasolina comercializada nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor passará de R$ 2,81, em média, para R$ 2,70 a cada litro vendido na bomba.

A última redução da gasolina foi no dia 19 de julho, quando a estatal anunciou queda de 4,9% da gasolina na refinaria. Na ocasião, o valor por litro passou de R$ 4,06 para R$ 3,86. O diesel não sofreu alteração em seu preço.

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Gasolina aparece cerca de R$0,05 mais barata em Petrolina nesta segunda

Os postos de combustíveis de Petrolina amanheceram nesta segunda-feira (27) com o preço da gasolina mais barato. No último aumento, há cerca de uma semana, o litro da gasolina chegou a R$8,30 na maioria dos postos da cidade, chegando a R$8,50 em alguns desses estabelecimentos.

Hoje, o litro da gasolina estava sendo comercializado por cerca de R$8,25. “Nem a gente entende isso. O preço sobe e depois abaixam, mas continua acima do preço anterior, quando estava abaixo de oito reais”, disse o frentista de um posto que preferiu não se identificar.

O blog procurou o que teria motivado a redução, no entanto, ainda não descobriu qual medida refletiu no novo preço dos combustíveis nos postos da cidade.

Fernando Bezerra Coelho deve apresentar proposta para compensar aumento do diesel nesta segunda

O Senado corre contra o tempo para conseguir aprovar, antes do recesso parlamentar de julho, uma proposta que diminua os impactos para a população do aumento dos combustíveis.

Nesta sexta-feira (24), o senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), relator da proposta de emenda à Constituição 16/22 que tem esse objetivo, disse que pretende apresentar seu relatório aos colegas já na tarde da próxima segunda-feira (27). A intenção é tentar votar o texto na Casa na semana que vem e enviá-lo à Câmara dos Deputados.

Nova proposta

Sem o apoio dos governadores de estado, em entrevista à imprensa na manhã de hoje, Bezerra disse que o Senado vai abandonar a proposta inicial da PEC de compensar a redução do ICMS sobre o diesel. O emedebista acrescentou ainda que, para “evitar brigas” com os chefes dos executivos estaduais, zerar o ICMS do gás de cozinha também não está mais em discussão.

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Relator no Senado do projeto que trava ICMS diz que planeja apresentar texto na terça (7)

Relator do projeto que trava a cobrança do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), o senador Fernando Bezerra diz que planeja apresentar o texto na terça-feira (7). Antes, ele irá conversar com o ministro da Economia, Paulo Guedes, e com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco.

Bezerra diz que espera ainda a chegada de novas contribuições dos estados para fechar o relatório. “Ainda não temos entendimento com os estados. Os secretários ficaram de enviar nova sugestão até amanhã pela manhã. Certamente voltaremos a conversar”, disse Bezerra.

O senador chegou a acenar na semana passada com uma mudança nas regras de compensação aos estados. Ao aprovar o projeto limitando a 17% a cobrança do ICMS para combustíveis, energia elétrica, comunicações e transportes, os deputados estabeleceram que os estados receberiam abatimento de dívidas com a União.

Bezerra indicou que essa solução poderia ser deixada de lado e substituída por uma modulação no início da vigência do teto ao ICMS. Ou seja, a alíquota de 17% só começaria a valer um pouco mais adiante para alguns casos.

“Todas as alternativas estão na mesa mas as negociações ainda demandam muito esforço”, afirmou Bezerra.

Combustível: governo federal lucra com Petrobrás e alta da cotação internacional do petróleo

Enquanto os brasileiros sofrem para abastecer seus veículos, por conta do preço do combustível, o Governo Federal e a Petrobras lucram com a alta da cotação internacional do petróleo, potencializada pelo desvalorização do real frente ao dólar. É o que reporta o Extra, nesta segunda-feira (21).

Segundo o jornal, nos últimos três anos, a União acumulou ao menos R$ 123 bilhões com royalties e participações especiais da produção de petróleo no país, bônus de assinatura pelo direito de exploração de áreas do pré-sal e a distribuição dos lucros crescentes da Petrobras, da qual é a sua maior acionista.

Além disso, o Governo Federal têm parte dos lucros da Petrobras, turbinados com a alta do petróleo, que tende a continuar neste ano. Na semana passada, o barril do tipo Brent chegou a ser negociado perto dos US$ 95.

Para Comitê, projeto que trata dos impostos de combustíveis vai elevar carga tributária

(Foto: Arquivo)

O Comitê Nacional dos Secretários de Fazenda dos Estados (Comsefaz) divulgou uma carta pública nesta quarta-feira (16), repudiando o projeto de lei que altera o ICMS dos combustíveis. Para os governos estaduais, a estratégia terá o efeito contrário e vai elevar a carga tributária.

A carta do Comsefaz repercutiu no Congresso e os projetos que propõem as mudanças na cobrança dos impostos saíram de pauta. O relator das matérias é o senador Jean Paul Prates.

“Não faz sentido discutir essa mudança no ICMS ao mesmo tempo em que uma reforma tributária ampla avança no Senado. Onde está o foco?”, disse à CNN André Horta, diretor institucional do Comsefaz. Para os estados, o correto seria criar um fundo de estabilização dos preços dos combustíveis, que seria custeado inicialmente pelas receitas extras de royalties e dividendos pagos pela Petrobras.

“Congelamos por 90 dias o ICMS e mesmo assim os aumentos continuam”, afirma governador do PI sobre preço dos combustíveis

O governador do Piauí, Wellington Dias (PT), que é coordenador do Fórum de Governadores, afirmou que o novo aumento dos combustíveis mostra que a responsabilidade pela alta de preços é da Petrobras e não dos Estados. Na terça-feira (11), a estatal anunciou o primeiro reajuste de 2022, elevando em R$ 0,15 a gasolina e R$ 0,27 o diesel vendido às distribuidoras.

A fala de Dias é uma resposta direta ao presidente Jair Bolsonaro (PL), que já afirmou por diversas vezes que a culpa é dos governadores, alegando que são os gestores estaduais que interferem no ICMS.

“Sempre sustentamos que o valor do combustível tem a ver com a dolarização do petróleo e a vinculação feita no Brasil. Congelamos por 90 dias o ICMS e mesmo assim os aumentos continuam”,  disse o governador à Folha de São Paulo.

Comissão do Senado aprova PL para estabilizar preço dos combustíveis

 

A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado aprovou nesta terça-feira (7) o Projeto de Lei (PL) 1.472/2021, que cria um programa para estabilização do preço do petróleo e derivados no Brasil. O projeto visa amortecer os impactos dos aumentos do preço do barril de petróleo e conter a alta nos preços dos combustíveis.

 

O PL foi apresentado inicialmente pelo senador Rogério Carvalho (PT-SE), e a proposta aprovada foi do senador Jean Paul Prates (PT-RN), na forma de um substitutivo. O texto segue para o plenário.

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Juazeiro tem a gasolina mais cara da Bahia, segundo TV

Foto: Reprodução/TV Bahia

Juazeiro e Sento Sé tem a gasolina mais cara da Bahia, segundo um levantamento feito pela Rede Bahia. Nesta quarta-feira (27), o litro da gasolina comum em Juazeiro é de R$ 7,29, um aumento de R$ 0,40 – bem acima do reajuste médio de R$ 0,28 conforme anunciado pela Petrobras.

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Gasolina em Petrolina já é comercializada acima de R$ 7,00

O último reajuste em Juazeiro foi há três semanas. O valor de R$ 7,29 também é comercializado em Sento Sé. Em Paulo Afonso encontra-se o menor preço na região Norte, com o litro da gasolina comum saindo a R$ 6,69. Cenário semelhante em Senhor do Bonfim (R$ 6,80).

Juazeiro supera até mesmo o preço em Feira de Santana, que está em R$ 7,09. O reajuste da Petrobras foi autorizado na segunda-feira (25) e passou a valer ontem (26), em todo país.

Câmara de Vereadores de Petrolina insiste em aumentar cota de combustíveis, mas justiça nega mais uma vez

(Foto: Ascom PMP)

A Vara da Fazenda Pública da Comarca de Petrolina negou o pedido liminar da Câmara de Vereadores do município para reconsiderar a decisão que negava aos parlamentares o aumento de R$ 1.000,00 na cota dos combustíveis.

A ação popular contra o reajuste foi proposta pelo ex-candidato a prefeito de Petrolina e advogado, Julio Lossio Filho.

A aprovação do aumento pelos vereadores foi bastante questionada pelos munícipes, haja vista que todo o país enfrenta a maior pandemia de toda sua história.

Em nota, Odacy diz ser contra aumento de combustíveis

Odacy Amorim, ex-deputado estadual. (Foto: Blog Waldiney Passos)

O ex-deputado estadual Odacy Amorim (PT) disse, em nota de esclarecimento, que não é a favor do aumento dos combustíveis para os vereadores de Petrolina (PE).

A declaração veio após o blog Waldiney Passos divulgar uma matéria em que o deputado se mostra favorável ao aumento de mil reais da cota para os parlamentares.

Como o trabalho do blog Waldiney Passos é de informar e não de desinformar, abaixo seguem o áudio da entrevista concedia à Rádio Jornal na manhã desta segunda-feira (19) e a nota de esclarecimento do petista.

Áudio da Entrevista

Odacy Amorim em entrevista a Waldiney Passos.

Nota de Esclarecimento

Ao contrário do que foi divulgado pelo Blog de Waldiney Passos na manhã desta segunda-feira (19), durante a entrevista concedida à Rádio Jornal Petrolina, o ex-prefeito do município e ex-deputado estadual Odacy Amorim, em nenhum momento, declarou apoio ao aumento da cota de combustíveis dos vereadores da cidade. Diferente do recorte feito pela reportagem do Blog, o que Odacy fez foi uma série de ponderações sobre a polêmica envolvendo a Casa Plínio Amorim.

Considerando que ele não tem apoio de nenhum parlamentar municipal, Odacy destacou que houve sim um aumento significativo no preço dos combustíveis, inclusive Petrolina se destaca no Estado com os valores de gasolina ultrapassando os R$ 6,30, além de ser uma cidade de grande extensão territorial. No entanto, Odacy reconhece que esse não é momento para aumento dos gastos públicos, já que a população está cada vez mais empobrecida, como resultado de políticas públicas nocivas do Governo Federal e que contam, infelizmente, com o apoio de alguns parlamentares sertanejos.

Para Odacy Amorim é preciso olhar para todos os problemas, principalmente para aqueles mais graves como, por exemplo, o absurdo aumento do fundo eleitoral para R$ 5,7 bilhões, aprovado pelo Congresso Nacional no projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2022. Odacy destaca que é preciso tomar cuidado para que polêmicas menores não sirvam como cortina de fumaça para os votos controversos de parlamentares da região que apoiam o presidente Jair Bolsonaro. Por isso, ele colocou o nome à disposição para compor a Câmara dos Deputados e ser voz ativa do povo do Sertão a partir de 2023 como deputado federal.

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