Copom reduz taxa Selic em 0,25 ponto e juros caem para 14,25% ao ano

Decisão do Banco Central diminui a taxa básica de juros em 0,25 ponto percentual e reforça postura de cautela diante do cenário econômico

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu, nesta quarta-feira (17), reduzir a taxa básica de juros da economia brasileira, a Selic, em 0,25 ponto percentual. Com a decisão, a taxa passa de 14,50% para 14,25% ao ano, dando continuidade ao ciclo de flexibilização da política monetária.

Esta é a terceira redução consecutiva promovida pelo Copom em 2026. Antes do início do ciclo de cortes, a Selic permaneceu em 15% ao ano por cinco reuniões seguidas, refletindo a estratégia do Banco Central para conter a inflação.

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Cesta básica sobe em abril e consome 40% do salário mínimo em Petrolina e Juazeiro, aponta FACAPE

Trabalhador que recebe um salário mínimo gastou R$ 649,48 com alimentação básica em abril

A pesquisa mensal do Colegiado de Economia da FACAPE revelou que o custo da cesta básica voltou a subir em abril de 2026 em Petrolina e Juazeiro. De acordo com o levantamento, a inflação foi de 4,34% em Juazeiro e de 3,54% em Petrolina. Considerando as duas cidades em conjunto, a alta média foi de 3,92%.

Com isso, um trabalhador do Vale do São Francisco que recebe um salário mínimo de R$ 1.621 precisou desembolsar 40,1% da renda apenas para comprar os alimentos básicos. Após a compra da cesta, restaram R$ 971,52 para despesas como moradia, transporte, saúde, vestuário e higiene pessoal.

Segundo a FACAPE, o custo da cesta básica ficou em R$ 626,55 em Juazeiro e em R$ 672,42 em Petrolina. Isso significa que os consumidores petrolinenses pagaram R$ 45,87 a mais do que os juazeirenses pelos mesmos produtos.

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Alta do diesel eleva custos do agronegócio brasileiro em R$ 7,2 bilhões

Custos por hectare aumentam em diversas culturas

A alta no preço do diesel, intensificada desde o início do conflito no Oriente Médio, já provocou um impacto estimado em R$ 7,2 bilhões para o agronegócio brasileiro. Os dados são de um levantamento da Farsul.

Segundo o estudo, o litro do diesel saiu de R$ 6,13, no fim de fevereiro, para R$ 7,55 em abril, representando um aumento acumulado de 23%. A cada elevação de R$ 0,25 no preço do combustível, o impacto nos custos do setor chega a aproximadamente R$ 1,3 bilhão.

O aumento afeta diretamente o custo das operações agrícolas, principalmente nas atividades mecanizadas. A cultura da cana-de-açúcar foi a mais impactada, com aumento de R$ 355 por hectare. Outras culturas também sofreram elevação nos custos, como arroz, algodão, milho (1ª e 2ª safra), trigo e soja.

Em termos totais, os setores mais prejudicados foram o de cana-de-açúcar, com impacto de R$ 3,39 bilhões, e o de soja, com R$ 2,06 bilhões. O milho também registrou perdas significativas, tanto na primeira quanto na segunda safra.

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Copom corta Selic para 14,5% ao ano em meio a incertezas no Oriente Médio

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central reduziu a taxa Selic em 0,5 ponto percentual nesta quarta-feira, fixando os juros básicos da economia em 14,5% ao ano. A decisão, tomada por unanimidade, marca o segundo corte consecutivo da taxa e confirma as expectativas que já haviam sido sinalizadas pelo mercado financeiro.

O movimento ocorre após um ciclo de aperto monetário iniciado em junho de 2025, período em que a Selic permaneceu em 15% ao ano, atingindo seu maior patamar em quase duas décadas.

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Mercado eleva previsão de inflação e juros, aponta Banco Central

O mercado financeiro voltou a revisar para cima as projeções de inflação e da taxa básica de juros para os próximos anos, segundo o Boletim Focus divulgado pelo Banco Central do Brasil.

A estimativa para a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, subiu para 4,80% em 2026, marcando a sexta alta consecutiva. Para 2027, a projeção também avançou, chegando a 3,99%. Os números seguem acima da meta definida pelo Conselho Monetário Nacional.

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Custo de vida mais alto: preços avançam e pressionam o bolso do brasileiro

A inflação ao consumidor brasileiro acelerou em março, conforme dados divulgados nesta sexta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, registrou alta de 0,88% no período.

O resultado ficou acima das expectativas do mercado financeiro. Analistas consultados pela Reuters projetavam uma elevação de 0,77%, o que reforça a preocupação com a pressão sobre o custo de vida no Brasil.

O índice representa uma aceleração em relação aos meses anteriores, sinalizando maior intensidade na alta dos preços. O cenário acende um alerta para consumidores, empresários e autoridades econômicas.

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Com inflação acumulada de quase 25% antes da Páscoa, ovo de chocolate deve ficar mais caro em 2026

Com a proximidade da Páscoa, que neste ano acontece no dia 5 de abril, o mercado já indica uma tendência de aumento dos preços para os ovos de chocolates neste ano. Nos últimos 12 meses encerrados em janeiro, o valor do chocolate em barra e bombom acumulou alta de 24,77% no Brasil. Os dados são do IPCA (índice oficial da inflação no país), de janeiro de 2026, calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O coordenador do Centro de Estudos em Finanças da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (Fecap), Ahmed El Khatib, explica que, mesmo com a tendência otimista indicada pelo mercado internacional, os preços do produto devem ficar ainda maiores que no ano passado. “A expectativa para a Páscoa de 2026 é de preços ainda pressionados e, na prática, majoritariamente mais altos do que em 2025, mesmo com alguma queda recente na cotação internacional do cacau. Isso aparece em duas camadas: a inflação do chocolate “do dia a dia” (barras e bombons) e os reajustes/estratégias comerciais do produto sazonal (ovos)”, analisa.

Ele conta que fez um levantamento em grandes varejistas e verificou preços maiores em 2026, quando comparado ao ano passado. “O Lacta Sonho de Valsa 277g aparece como o caso de maior variação, com alta de 26,64%, saindo de R$ 45,00 para R$ 56,99. Em seguida, está o Crocante 227g, da Garoto, que subiu de R$ 48 para R$ 59,99, registrando alta de 24,98%. Já o Ferrero Rocher de 137,5g saiu de R$ 60 para R$ 69,99, aumento de 16,65%”, destaca, lembrando ainda que estratégias de marketing como embalagens especiais, brindes e personagens também elevam o ticket médio.

Ele aponta ainda que a inflação que incide sobre o produto é resultado de um problema estrutural: o custo da matéria-prima, combinado com custos industriais, energia, frete e embalagens, que pressionaram toda a cadeia produtiva no período. Na análise de El Khatib, quando o assunto é o ovo de Páscoa, o encarecimento do produto também ocorre porque o produto tem grande peso de embalagem, logística e marketing. Além disso, o pico de demanda em um período curto influencia nos preços.

Interferência do clima – O motivo da alta dos preços também é o impacto das condições climáticas que afetam a produção do cacau e consequentemente as cotações do produto. Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados (Abicab), o que explica essa alta é o fenômeno El Niño, que devastou as plantações de cacau em 2024. Com isso, Gana e Costa do Marfim, responsáveis por 60% da produção mundial foram atingidas.

“O mercado ficou com um déficit de 700 mil toneladas. Mas não é só o cacau que pesa na formação dos preços: outros insumos como leite, açúcar, frete (uso de caminhões frigoríficos, já que se trata de carga perecível) e variação do dólar devem ser levados em conta. Cada empresa tem sua política de preços. A indústria acompanha essas oscilações naturais do mercado e cria alternativas de venda de produtos para todos os gostos e adaptadas às várias faixas de consumo”, diz a Abicab em nota.

Ainda de acordo com a Associação, apesar do cenário que reflete em preços mais altos do produto, ainda há uma expectativa positiva do mercado, marcada por uma menor taxa de desemprego no país. “A tonelada do cacau é taxada na Bolsa de Nova York e atualmente caiu para US$ 3.100. No auge da crise, chegou a US$ 11 mil. A expectativa para esta Páscoa é positiva porque vivemos estabilidade econômica, com a menor taxa histórica de desemprego (5%). Teremos aumento de produção (ano passado produzimos 806 mil ton.) e de vendas neste ano”, aponta.

Embora o mercado aponte a queda do preço do cacau, o coordenador do Centro de Estudos em Finanças da Fecap explica que os preços maiores permanecem porque a transmissão de preços na cadeia é lenta.

“Estoques e produção de Páscoa foram planejados e comprados quando o cacau estava caro. Os contratos chegaram perto de US$ 12,5 mil/ton no fim de 2025 e depois corrigiram para perto de US$ 5 mil/ton. Ainda assim, historicamente elevados, sustentados por estoques globais baixos e a memória recente de safras frustradas na África Ocidental”, explica.

Como economizar? – Ahmed El Khatib sugere algumas práticas para economizar na hora de comprar o ovo de Páscoa, como avaliar o preço por grama do produto e não em “preço do ovo”. Outra dica para não abrir mão do presente é pensar em outras alternativas como brindes, barra de chocolate e caixas de bombom. Para ele, também é importante pesquisar as diferenças de preço em mais de um canal, como supermercado, atacarejo ou e-commerce. “A quarta regra é antecipar e planejar. Como a Páscoa concentra demanda, a última semana costuma ser emocionalmente mais cara (pressa, impulso e menos comparação)”, avalia.

Diario de Pernambuco

Inflação oficial desacelera para 0,26% em maio, aponta IBGE

(Foto: Internet)

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do Brasil, registrou alta de 0,26% no mês de maio, conforme divulgado nesta terça-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O resultado representa uma desaceleração de 0,17 ponto percentual em relação a abril, quando o índice havia avançado 0,43%. No acumulado de 2025, a inflação soma 2,75%. Já no recorte dos últimos 12 meses, o IPCA acumula alta de 5,32%.

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Editorial: A Manipulação da Inflação e a Realidade do Povo

O vice-presidente Geraldo Alckmin sugeriu recentemente que os preços dos alimentos e da energia elétrica sejam retirados do cálculo da inflação no Brasil. A proposta, que à primeira vista pode parecer uma medida técnica, na verdade, levanta sérias preocupações sobre a transparência e a credibilidade dos indicadores econômicos do país.

A inflação, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), reflete o impacto da variação de preços no orçamento das famílias brasileiras. Excluir os alimentos e a energia, dois dos itens mais essenciais para a população, especialmente para os mais pobres, é uma manobra que distorce a realidade e mascara o impacto do custo de vida sobre o cidadão comum.

Os alimentos representam uma parcela significativa dos gastos das famílias, principalmente daquelas de baixa renda, que destinam a maior parte de seus ganhos à alimentação. A energia elétrica, por sua vez, é um insumo básico, cujo custo elevado tem um efeito cascata sobre toda a economia, encarecendo a produção e o consumo de bens e serviços. Retirar esses itens do cálculo da inflação é, no mínimo, um desrespeito com o trabalhador que sente no bolso a alta dos preços diariamente.

Se a inflação oficial não refletir o verdadeiro aumento do custo de vida, o governo poderá justificar políticas econômicas equivocadas e negligenciar a urgência de medidas para conter a alta dos preços. Além disso, reajustes de salários, aposentadorias e benefícios sociais baseados nesses índices serão comprometidos, prejudicando ainda mais os mais vulneráveis.

O Brasil já sofreu no passado com tentativas de manipulação de indicadores econômicos para maquiar a realidade. A transparência e a confiabilidade dos dados são fundamentais para que se tomem decisões responsáveis e eficazes. Se o governo quer de fato reduzir a inflação, deve investir em medidas que combatam o aumento dos custos, como redução de impostos sobre produtos essenciais, incentivo à produção agrícola e energética e melhoria na infraestrutura logística.

Retirar os alimentos e a energia do cálculo da inflação não alivia a pressão sobre os brasileiros. Apenas encobre a realidade e desvia o foco das verdadeiras soluções. A população precisa de políticas econômicas sérias e comprometidas com a melhoria das condições de vida, não de artimanhas para esconder os problemas.

Waldiney Passos

Lula deve anunciar medidas para conter inflação de alimentos nesta quinta (6), diz ministro

O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, afirmou que o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, anunciará nesta quinta-feira (06), medidas de enfrentamento à inflação de alimentos. Segundo o ministro, o chefe do Executivo está reunido com as associações e representantes do setor desde às 15h30 para apresentar antes as iniciativas.

Ministros se reuniram nesta manhã para debater medidas que foram levadas a Lula em reunião às 14h30. Em fala a jornalistas após o encontro, que durou cerca de três horas, Fávaro disse que a reunião foi preparatória. A agenda com o setor produtivo às 15h30 (de Brasília) será no Palácio do Planalto. Inicialmente, tal agenda seria no Ministério da Agricultura. “Hoje bate o martelo”, disse Fávaro.

Diário de Pernambco

Empresário João Carlos Paes Mendonça critica soluções superficiais de combate à inflação e defende corte nos gastos públicos

Ex-integrante do Conselho Monetário Nacional e ex-presidente da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), o empresário João Carlos Paes Mendonça, presidente do Grupo JCPM e do Sistema Jornal do Commercio de Comunicação (SJCC), sabe que combater a inflação não é uma tarefa fácil e nem de curto prazo.

“É um plano longo, começando a cortar os custos. Esse governo não pode ser dito governo tributarista, ele tem que ser um governo progressista, que venha a desenvolver um país através de suas infraestruturas. O papel do governo é ajudar no desenvolvimento do país, criar infraestrutura e deixar que as empresas privadas administrem os seus negócios”, disse, durante entrevista ao Programa Passando a Limpo, da Rádio Jornal.

Defendendo o corte nos gastos públicos, João Carlos acredita, ainda, que tabelar preços pode prejudicar todo o país e que tentar controlar os preços rapidamente pode levar ao fracasso. Ele acrescentou, ainda, que deve-se buscar controlar os gastos desnecessários para que não se tenha a “ansiedade de buscar dinheiro de qualquer jeito, da área tributária ou de dividendos”.

“Não se tem austeridade nos custos, as despesas são desesperadoras e os gastos, exagerados. Não tem economia que aguente”, alertou.

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BC diz que chance da inflação estourar a meta é de 100% em 2024

Atualmente, a inflação está em 4,87% no acumulado de 12 meses até novembro, valor acima do teto da meta, que é de 4,5% em 2024

O Banco Central (BC) informou, nesta quinta-feira (19/12), que a probabilidade da inflação estourar o teto da meta de 2024 é de 100% — a estimativa anterior (de setembro) era de 36%. Os dados estão no relatório de inflação do quarto trimestre.

A meta da inflação é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual, sendo 1,5% (piso) e 4,5% (teto). O objetivo foi traçado pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), formado pelo BC e pelos ministérios da Fazenda e Planejamento.

Em 2023, a meta foi cumprida. No passado recente, ela só foi descumprida em 2021 e 2022. E, no relatório, o BC também admitiu que a inflação vai ultrapassar os 4,5% em 2024.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, está em 4,87% no acumulado de 12 meses até novembro, valor acima do teto da meta. No mês passado, a guinada na inflação foi puxada, principalmente, pelo aumento no grupo Alimentação e bebidas (1,55%).

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FGV afirma que alta na gasolina pressiona inflação ao consumidor no IGP-10 de agosto

O aumento de 4,56% na gasolina liderou o ranking de pressões sobre a inflação ao consumidor medida pelo Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) de agosto, informou nesta sexta-feira, 16, a Fundação Getulio Vargas (FGV). O Índice de Preços ao Consumidor (IPC-10) avançou de 0,24% no mês passado para uma alta de 0,33% neste mês.

No entanto, três dos oito grupos pesquisados registraram deflação: Alimentação (de -0,12% em julho para -1,32% em agosto), Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,41% para -0,01%) e Vestuário (de 0,18% para -0,18%).

As maiores influências partiram dos itens hortaliças e legumes (de -3,14% para -15,28%), artigos de higiene e cuidado pessoal (de 0,75% para -1,02%) e roupas (de 0,12% para -0,27%).

As cinco classes de despesa que registraram taxas de variação mais elevadas foram Transportes (de 0,28% para 1,52%), Educação, Leitura e Recreação (de 0,67% para 1,88%), Habitação (de 0,14% para 0,31%), Despesas Diversas (de 0,95% para 1,34%) e Comunicação (de 0,08% para 0,30%).

As principais contribuições partiram dos itens gasolina (de 0,52% para 4,56%), passagem aérea (de 3,53% para 11,21%), gás de botijão (de -0,11% para 1,50%), cigarros (de 0,02% para 1,00%) e mensalidade para TV por assinatura (de 0,22% para 1,64%).

Estadão onteúdo

Mercado aumenta previsão da inflação de 4,05% para 4,10% em 2024

(Foto: Internet)

De acordo com o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (29) pelo Banco Central (BC), a previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – o principal indicador da inflação no Brasil – foi ajustado para 4,10% este ano.

O aumento em relação à estimativa anterior de 4,05% reflete uma expectativa de inflação um pouco mais alta para 2024.

Para os anos seguintes, as projeções também foram revisadas. A estimativa de inflação para 2025 subiu de 3,9% para 3,96%. Para 2026 e 2027, as variações são de 3,6% e 3,5%, respectivamente.

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Mercado financeiro eleva previsão de inflação para 4,05% em 2024

(Foto: Internet)

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial do Brasil, subiu de 4% para 4,05% em 2024.

Esta estimativa foi divulgada no Boletim Focus desta segunda-feira (22), uma pesquisa semanal realizada pelo Banco Central com instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.

Para os anos seguintes, as previsões de inflação são de 3,9% para 2025, 3,6% para 2026 e 3,5% para 2027. A projeção para 2024 está acima da meta de inflação de 3%, mas ainda dentro do intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual definido pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).

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