Serviços sociais, de saúde e beleza serão ofertados para mulheres na sexta-feira (14) em Petrolina

No dia 08 de março foi comemorado o Dia Internacional da Mulher. Em alusão à data, será realizado o ‘Dia da Transformação’, nesta sexta-feira (14), das 8h às 13h, na Fundação Nilo Coelho, Centro de Petrolina, no Sertão de Pernambuco.

O evento gratuito vai oferecer diversos serviços sociais, de beleza e saúde para as mulheres.A ação promovida pela Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) e parceiros também conta com atrações culturais, sorteio de brindes e exposição de produtos orgânicos.

Confira os serviços que serão ofertados:
– Serviços nas áreas de Beleza (corte, penteados, higienização de pele,  maquiagem);
– Saúde (testagem rápida; ventosaterapia, auriculoterapia; Vacinas: hepatite b, antitetânica, febre amarela e tríplice viral – levar cartão de vacinação; Orientação nutricional);
– Atendimento Psicossocial e Jurídico;
– Feira de Empreendedorismo;
– Oficinas (orientação para elaboração de currículo, saúde mental e redes sociais);
– Terapias integrativas (reiki; massagem relaxante; quick massage; massagem podal);
– Agricultura familiar (exposição e venda de produtos orgânicos);
– Cadastro único (novos cadastros, atualização cadastral, emissão de folha resumo);
– Orientações empresariais;
– Emissão carteira de autismo e fibromialgia;
– Orientação sobre passe livre municipal, intermunicipal e interestadual;
– Atendimento à comunidade surda – com intérprete de libras para auxiliar nos serviços ofertados;
– Emissão de carteira do idoso;
– Recreação e exercícios;
– Doação de mudas de plantas;
– Panfletagem de conscientização sobre violência contra a mulher;
– Distribuição de preservativos;
– Sorteios de brindes e muito mais.

G1 Petrolina

Prefeitura de Petrolina oferta serviços socioassistenciais para mulheres

A Prefeitura de Petrolina, por meio da Secretaria de Assistência Social e Combate à Fome, tem trabalhado arduamente para desenvolver políticas públicas para as mulheres petrolinenses com o objetivo de protegê-las e promover sua autonomia e empoderamento. Como reconhecimento deste trabalho, a cidade sertaneja recebeu o prêmio ‘Prefeitura Amiga das Mulheres’, concedido pela Assembleia Legislativa de Pernambuco (ALEPE) no ano passado.

O prêmio foi um reconhecimento pelas práticas de proteção à mulher e programas de enfrentamento à violência doméstica. Conheça os principais Serviços e Programas que reforçam o compromisso da gestão municipal com a proteção e atenção às mulheres:

1 – Centro Especializado de Atendimento à Mulher (CEAM): O CEAM é coordenado pela Secretaria Executiva da Mulher e oferece, de forma gratuita, serviços que podem contribuir com o enfrentamento da violência doméstica, além do empoderamento feminino. No local, além dos atendimentos socioassistencial, psicológico e jurídico, são desenvolvidas palestras, cursos, capacitação e oficinas, visando o acolhimento humanizado, fortalecendo o resgate da cidadania e autonomia das mulheres vítimas de violência. O Centro funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, e fica localizado na Avenida Gilberto Freire, S/Nº, Vila Mocó (em frente ao SESI).

2 – Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS): As mulheres que buscam atendimento no Centro Especializado de Atendimento à Mulher (CEAM), são acompanhadas pela equipe multidisciplinar do CREAS, que trabalham de forma integrada para assegurar a segurança e a promoção social através do Serviço de Proteção e Atendimento Especializado a Família e Indivíduos  (PAEFI), que garante o suporte necessário tanto para as mulheres, quanto para seus filhos. O CREAS funciona de segunda a sexta-feira, das 7h às 17h, fica localizado na Avenida Gilberto Freire, S/Nº, Vila Mocó (em frente ao SESI).

2 – Projeto Bem Maior: Tem como objetivo promover ações, durante todo o ano, que visem a garantia de uma gestão protegida e fortalecimento de vínculos entre mãe e filho, através de palestras e atividades sobre maternidade, importância do pré-natal, amamentação, primeiros socorros em bebês e crianças, puerpério, desafios enfrentados nessa relação de cuidado, dentre outros. O projeto é desenvolvido nos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) e tem como público-alvo gestantes e mães com filhos menores de seis anos.

3 – Programa Criança Feliz: É uma iniciativa do Governo Federal que visa apoiar o desenvolvimento infantil na primeira infância. Ao longo do ano, gestantes e mães com filhos de até seis anos, inscritos no Cadastro Único, são acompanhados por meio de visitas domiciliares, com a proposta de fortalecer vínculos familiares e apoiar o desenvolvimento infantil.

4 – Consultas médicas para mães atípicas:
A iniciativa é resultado de uma parceria com a Secretaria de Saúde. As consultas médicas acontecem uma vez por semana, na sede do Setor de Inclusão e Cidadania, localizado na Avenida Gilberto Freire, S/Nº, Vila Mocó (em frente ao SESI). Os agendamentos podem ser feitos de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, na sede do setor.

5 – Plantão Mulher: O Plantão Mulher funciona toda segunda-feira, das 8h às 17h, na sede do Centro Especializado de Atendimento à Mulher  (CEAM). A ideia do serviço é oferecer a possibilidade de acolhimento social, sem qualquer agendamento prévio. O atendimento é destinado a todas as mulheres que buscam apoio emergencial.

6 – Whatsapp Mulher: Em Petrolina, as mulheres contam com o ‘Whatsapp Mulher’. Através do número (87) 99165-1803, elas dispõem de apoio socioassistencial, psicológico e jurídico com a equipe multidisciplinar do CEAM, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.

Irislane Pacheco/Ascom Secretaria de Assistência Social e Combate à Fome
Fotos: Deivid Menezes

Em Pernambuco, 62% dos homicídios de mulheres são cometidos com arma de fogo

Em Pernambuco, 62% dos homicídios de mulheres são cometidos com uso de arma de fogo. O dado é da 4ª edição da pesquisa “Pela Vida das Mulheres: o papel da arma de fogo na violência baseada em gênero”, do Instituto Sou da Paz, divulgado neste sábado (8), no Dia Internacional da Mulher.

Segundo o Sou da Paz, o Estado também ocupa a terceira pior colocação no ranking de taxas de homicídios femininos com arma de fogo no Brasil, com 3,7 casos por 100 mil mulheres, na frente apenas do Ceará (3,8 casos por 100 mil) e da Bahia (4 casos por 100 mil). A pesquisa usou como base estatísticas criminais de 2023.  Naquele ano, foram registrados um total de 3.946 mil homicídios de mulheres no Brasil. No Nordeste, 63% das mulheres foram assassinadas com arma de fogo. Em seguida, aparecem as regiões Norte (49%) e Sul (45%).

A pesquisa também revela que no Brasil 35% das mulheres vítimas de arma de fogo – o que representa uma a cada três vítimas – já haviam sofrido algum outro episódio de agressão ou violência doméstica. O estudo identificou, ainda, crescimento de 35% nos registros de violência armada não letal entre 2021 e 2023. Em Pernambuco, o perfil das vítimas acompanha o cenário nacional, que é formado em sua maioria por mulheres negras (64%) e adultas (55% entre 20 e 39 anos).

É urgente falar do impacto da violência armada na vida das mulheres e da necessidade de investir em políticas de controle de armas orientadas às questões de gênero”, diz Carolina Ricardo, diretora-executiva do Instituto Sou da Paz. “São medidas que podem contribuir para a prevenção dos feminicídios e para o enfrentamento de um problema social que exige intervenção pela União, estados e municípios e em diferentes áreas, como saúde, segurança pública e assistência social”.

Diario de Pernambuco

IPJ celebra o Dia da Mulher com homenagem e reconhecimento às aposentadas

A valorização e o respeito no atendimento oferecido pelo Instituto de Previdência de Juazeiro (IPJ) foram destacados pelas aposentadas que participaram do evento em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, realizado nesta sexta-feira (07). Durante um café da manhã especial promovido pelo instituto, as convidadas ressaltaram a importância da atenção humanizada e do acolhimento recebido no IPJ.

“Sou aposentada há onze anos e posso dizer que a valorização dada aos aposentados é  algo bom e até o tratamento no IPJ melhorou muito. Eles nos tratam com respeito e urgência, e isso faz toda a diferença”, afirmou Aldeiza da Silva Santana. A professora aposentada Dora também enfatizou a relevância do instituto para os aposentados e destacou a satisfação de participar da celebração. “É muito importante valorizar o professor e a mulher, especialmente no Dia da Mulher. Eu costumo dizer que o IPJ é como uma secretaria nossa, dos aposentados, pois nosso futuro está ligado a ele. A forma como somos convidados para esses eventos mostra valorização e consideração”, disse.

O evento contou com a presença de beneficiários, servidores, lideranças sindicais e representantes de associações de aposentados. O momento foi de celebração das conquistas femininas e de reflexão sobre os desafios que ainda precisam ser superados.

Ascom

Mulheres da Ilha do Massangano em Petrolina encerram cursos de preparação para a I Feira de empreendedoras

Terminou neste sábado (25), a semana de cursos de culinária rural e doces, da qualificação para a I Feira de Mulheres Empreendedoras da Ilha do Massangano. Uma oportunidade que Dona Francisca dos Santos, de 59 anos, que nasceu e sempre morou na ilha. “Foi maravilhoso. Aqui na ilha a gente tem muitas frutas, que a gente fazia o suco, e jogava o resto fora. Nós aprendemos a aproveitar melhor essas frutas para fabricar muita coisa gostosa. Isso tudo vamos mostrar na feira, que terá comidas deliciosas, ” contou.

Aparecida de Oliveira, de 24 anos, também fez os cursos. “Aprendi a higienizar alimentos para aumentar a durabilidade e aproveitar os produtos da ilha na fabricação dos nossos produtos. Foi muito produtivo e os alimentos que serão vendidos na feira de mulheres serão de alta qualidade, ” destacou.

Carla Santos, de 43 anos, tem um restaurante da ilha. O que aprendeu no curso de culinária rural e no curso de doces, vai incrementar o cardápio. ” Já tenho novidades para o nosso cardápio. Pratos mais gostosos, mais bonitos e bem regionais, como o cliente gosta. Vou colocar tudo em prática.”

Greycionara dos Santos, de 36 anos, está muito animada. “Agora vamos reaproveitar mangam que perdíamos, agora vamos fazer polpa, geleia, doces e aproveitar o que temos na ilha, como a uva também. E são produtores deliciosos e diferenciados, ” relatou

A instrutora do Senar, Alessandra Vasconcelos passou a semana na ilha do Massangano, numa imersão com as mulheres. A parceria é com a Instância de Governança do Turismo (IGR) Águas e Vinhos, que envolve oito municípios do Sertão do São Francisco. “Essa é a primeira ação com os moradores da Ilha do Massangano que é um ativo turístico muito rico. E o maior patrimônio desta localidade são seus moradores. Eles produzem e recebem os turistas, ” frisou a presidente da IGR Águas e Vinhos, Anastácia Vasconcelos.

A mobilização das mulheres da Ilha do Massangano foi feita pela Agência de Desenvolvimento de Líderes do São Francisco- ADLider, que apoia a I Feira de Mulheres Empreendedoras. “A gente já começa a ver bons frutos das ações da ADLíder aqui na Ilha e tenho certeza muitos outros frutos virão a partir da feira de empreendedoras,”completou o presidente da ADLíder, Ruy Holanda.

I Feira de Mulheres Empreendedoras da Ilha do Massangano

I Feira de Mulheres Empreendedoras da Ilha do Massangano acontecerá dia 15 de feveiro, aberta a toda a população de Petrolina, no pátio de eventos da ilha, às 16h, com atrações musicais e culturais. Cerca de 20 mulheres empreendedoras participarão do evento..

Ascom

 

Esposas de ministros de Lula ganham até R$ 100 mil por mês em TCEs

Cinco ministros do governo Lula, que foram governadores, emplacaram esposas como conselheiras

Esposas de ministros do governo Lula que ocupam cargos de conselheiras em tribunais de contas estaduais (TCEs) ganham até R$ 100 mil por mês, entre salários, auxílios e penduricalhos.

Em dezembro de 2024, a Assembleia Legislativa do Ceará (Alece) elegeu a esposa do ministro da Educação, Camilo Santana (PT), para o Tribunal de Contas do Estado do Ceará (TCE-CE). Agora, Onélia Santana se junta a outras quatro mulheres de ministros de Estado com cargo de conselheira:

• Marilia Brito Xavier Góes, esposa do ex-governador do Amapá e ministro do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes (União Brasil);
• Rejane Ribeiro Sousa Dias, esposa do ex-governador do Piauí e ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Wellington Dias (PT);
• Aline Fernanda Almeida Peixoto, esposa do ex-governador da Bahia e ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT);
• Renata Pereira Pires Calheiros, esposa do ex-governador de Alagoas e ministro dos Transportes, Renan Filho (MDB).

Onélia vai receber salário fixo de R$ 39.717,69, além de penduricalhos. O TCE-CE paga aproximadamente R$ 13 mil de ajuda de custo – função cumulativa; auxílio-alimentação de R$ 2 mil, mais auxílio-saúde, que ultrapassa R$ 5 mil. O cargo é vitalício.

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Duas mulheres morrem em capotamento de carro no bairro Jatobá em Petrolina

Duas mulheres, de 24 e 28 anos, morreram na madrugada desta segunda-feira (30), em um acidente de trânsito, no bairro Jatobá, em Petrolina. Segundo a 213ª Delegacia de Petrolina, os óbitos ocorreram após o veículo em que estavam, perder o controle, e sofrer um capotamento. Os corpos foram encaminhados para o Instituto de Medicina Legal (IML) de Petrolina.

O condutor do veículo, um homem de 28 anos, se recusou a realizar o teste de alcoolemia. Ele foi conduzido à delegacia e autuado em flagrante delito. Em seguida, encaminhado para a audiência de custódia.

G1 Petrolina

Ministério das Mulheres lança guia sobre prevenção a feminicídios

O Ministério das Mulheres está divulgando uma cartilha do Pacto Nacional de Prevenção aos Feminicídios, produzida em parceria com a ONU Mulheres, com o objetivo de prevenir todas as formas de violência de gênero, discriminação e misoginia contra meninas e mulheres, por meio da implementação de ações governamentais em diferentes setores.

Dividido em quatro partes, o guia mostra o cenário da violência contra as mulheres no Brasil, relatando o histórico das políticas de enfrentamento ao problema e traz explicações sobre estereótipos de gênero, empoderamento e características da violência baseada em gênero.

A cartilha também identifica e explica quais os tipos mais frequentes de violência contra mulheres, quais são as características primárias e secundárias das agressões baseadas em gênero e quais as diferenças entre os tipos de feminicídio. O guia pode ser baixado no site do Ministério das Mulheres.

Laço Branco- Na sexta-feira (6) foi  celebrado o Dia Nacional de Mobilização dos Homens pelo Fim da Violência contra as Mulheres. Instituída no país pela Lei nº 11.489/2007, a data é conhecida como Campanha do Laço Braço e faz parte da jornada dos 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra a Mulher, e destaca que o engajamento dos homens é um passo fundamental rumo à erradicação da violência de gênero.

O Ministério das Mulheres tem buscado mais diálogo com os homens por meio da mobilização nacional permanente pelo Feminicídio Zero, que busca conscientizar e engajar os diversos setores da sociedade brasileira no compromisso de por fim a todas as formas de violência contra as mulheres. Entre os principais parceiros da ação estão os clubes de futebol, visto que os registros de ameaça contra mulheres aumentaram 23,7% nos dias em que um dos times da cidade joga, segundo pesquisa realizada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

Em novembro deste ano, o Ministério das Mulheres e a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) assinaram a Carta-Compromisso pelo Feminicídio Zero formalizando a adesão da entidade à mobilização nacional, e o Acordo de Cooperação Técnica para a implementação do Protocolo Não é Não em arenas esportivas.

Agencia Brasil

Clubinho de Miçangas em Escola de Petrolina incentiva protagonismo feminino

A Escola Municipal de Educação em Tempo Integral Anézio Leão, no bairro Vila Eduardo, tem transformado o recreio em um momento de aprendizado e criatividade por meio dos Clubinhos de Protagonismo. Entre as atividades mais destacadas está o Clubinho de Miçangas, que acontece às segundas, quartas e sextas-feiras, promovendo autonomia, criatividade e valores como colaboração e empreendedorismo entre as estudantes.

Criatividade e Empoderamento
O Clubinho, escolhido pelas próprias alunas sob orientação do Instituto de Corresponsabilidade da Educação (ICE), parceira da Prefeitura de Petrolina, por meio da Secretaria de Educação Cultura e Esportes, oferece um espaço onde meninas de 8 a 10 anos aprendem a trabalhar com diferentes tipos de miçangas, fios e outros materiais, criando acessórios como pulseiras e colares. No ateliê da escola, o ambiente é repleto de troca de ideias e aprendizado prático. “É um momento especial. Eu nunca tinha feito nada assim, e agora já consigo criar pulseiras para presentear minha família e até vender”, conta Mykaele Silva Souza, de 10 anos.

A professora Elisleia Bento de Medeiros destaca que o objetivo é permitir que os estudantes enxerguem o recreio como uma oportunidade para se expressarem e explorarem talentos. “As miçangas foram uma escolha das próprias meninas, e o resultado tem sido incrível. Elas estão desenvolvendo autonomia, criatividade e aprendendo a trabalhar em equipe”, afirma.

A iniciativa já ultrapassa os muros da escola: as criações têm feito sucesso entre familiares e amigos, e há planos de expandir o projeto. A gestão da escola vislumbra a possibilidade de criar pequenos negócios ou feiras escolares no futuro. “O Clubinho de Miçangas é mais do que uma simples atividade recreativa. Ele representa um espaço onde as estudantes descobrem que podem ser criadoras, empreendedoras e protagonistas de suas próprias histórias. É um exemplo de como a educação em tempo integral pode promover cidadania e empoderamento desde cedo”, conclui Elisleia.

Elaine Barbosa/ Ascom Secretaria de Educação
Fotos: Deivid Menezes

‘Papo com quem faz’ revela trajetórias de sucesso de mulheres do Sertão do São Francisco

Uma conversa aberta e franca com quatro mulheres que estão fazendo a diferença no mundo dos negócios no Sertão do São Francisco. Esta é a proposta do programa ‘Papo com quem faz – mulheres’, que a Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (FIEPE) vai realizar, em parceria com o Instituto Euvaldo Lodi (IEL-PE) e o Sebrae, na terça-feira (12), na sede do Sebrae de Petrolina.

O programa começará às 19h, com as histórias inspiradoras das empreendedoras Juliana Martins (a mente inovadora por trás do Grupo Juliage); Julie Moura Fé (fundadora do Dindin’s Gourmet PNZ e especialista em gestão de confeitarias);Carol Tosaka (advogada, vice-presidente do Sindicato da Advocacia de PE e empresária); e Meire Monteiro (empresária da DAM Roupas, atuante no segmento de fabricação de uniformes profissionais, liderança na indústria pernambucana e integrante da FIEPE Jovem).

De acordo com a coordenadora da Unidade Regional do Sertão do São Francisco da Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (URSF/FIEPE), Fabiana Ribeiro, o programa ‘Papo com quem faz – mulheres’ é uma oportunidade única. “Um espaço gratuito para aprender e se inspirar no poder feminino através de experiências enriquecedoras e vitoriosas”, ressaltou.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas através do endereço.: https://forms.gle/vRRoY4ivdV4pPyhZ9. 

PT, partido de Lula, venceu em 4 de 13 cidades no 2º turno

Das 13 prefeituras disputadas pelo PT no segundo turno neste domingo (27), a sigla venceu em quatro, sendo uma capital, Fortaleza. O partido de Lula também foi vitorioso em Camaçari (BA), Pelotas (RS) e Mauá (SP).

O PT perdeu em nove cidades, sendo três capitais: Porto Alegre; Natal; Cuiabá; Anápolis (GO); Caucaia (CE); Diadema (SP); Olinda (PE); Santa Maria (RS); e Sumaré (SP).

Com uma capital conquistada, Fortaleza, o PT melhorou em relação a 2020, mas repete sua segunda pior marca desde os anos 1980, na redemocratização. Em 1985 e 2016, a sigla comandou uma capital, assim como agora. O melhor momento foi na eleição municipal de 2004, durante o primeiro mandato de Lula: nove capitais. O pior foi em 2020, quando a sigla não tinha prefeito em capital alguma.

Diário de Pernambuco

Mulheres ocupam 28% dos cargos de secretariado no país

Apenas 28% dos cargos de secretariado nos governos estaduais e nas capitais brasileiras são ocupados por mulheres, totalizando 341 secretárias em todo o país. Os dados são do primeiro Censo das Secretárias, conduzido pelos Institutos Aleias, Alziras, Foz e Travessia Políticas Públicas, com o apoio da Fundação Lemann e Open Society Foundations.

O censo mapeou 698 órgãos estaduais e 536 municipais e considerou secretárias que ocuparam os cargos entre novembro de 2023 e março de 2024. Nesse período, apenas uma capital, Natal, e três estados, Alagoas, Pernambuco e Ceará, atingiram a paridade de gênero. Em contrapartida, 20 estados e 16 capitais não alcançaram 30% de mulheres em seu secretariado.

O estudo mostra que as mulheres estão mais presentes em pastas sociais tanto nos estados (53%) quanto nas capitais (44%). No entanto, a participação delas em áreas consideradas estratégicas, como infraestrutura (22% nos estados e 18% nas capitais), órgãos centrais (18% em ambos) e economia (15% nos estados e 30% nas capitais), permanece limitada.

“A concentração feminina em setores como assistência social, saúde e educação — áreas de grande visibilidade e orçamento – reflete o fenômeno da segregação horizontal, que limita o acesso das mulheres em áreas ligadas à tecnologia, matemática e engenharia, reforçando estereótipos de gênero”, avaliaram as entidades em nota.

A inclusão da autodeclaração racial no questionário permitiu o levantamento do perfil racial das mulheres que ocupam cargos de secretariado. Os números mostram que 57,4% das secretárias que responderam ao formulário se identificam como brancas; 37,8%, como pretas ou pardas; 3%, como indígenas; e 2%, como amarelas.

Qualificação elevada
A pesquisa revela que 43% das secretárias têm algum tipo de especialização; 26% têm mestrado e 10% concluíram doutorado. Entre as mulheres negras, essa qualificação é ainda mais elevada: 44% têm especialização e 32%, mestrado. Além disso, 66% das secretárias têm 21 anos ou mais de experiência profissional e 61% passaram a maior parte de suas carreiras no setor público, com 67% já atuando no setor antes de assumirem o cargo de secretária.

Ao investigar os espaços institucionais percorridos por essas mulheres, o levantamento identificou que 40% das profissionais vieram de outra secretaria e 33%, da mesma pasta, indicando ascensão dentro do próprio Executivo. “A menor proporção com experiência em funções executivas fora das secretarias e em cargos legislativos sugere que a experiência na administração direta é um fator importante para a ascensão ao cargo de primeiro escalão”, avaliaram as entidades.

Primeiro mandato
Apesar da trajetória, o censo indica que 50% dessas mulheres ocupam o cargo de secretária pela primeira vez, “o que pode indicar um fenômeno recente de entrada de mulheres nestas posições, mesmo para aquelas com alta qualificação e ampla experiência”. “Os institutos analisam que, embora as mulheres sejam maioria (61%) na base da pirâmide do serviço público, enfrentam obstáculos estruturais para alcançar posições de maior poder e decisão.”

Deficiência e ativismo político
Outro dado levantado é a sub-representação de mulheres com deficiência, já que 1,3% ou somente três secretárias se declaram pessoas com deficiência. Quanto à participação política, quase metade tem algum vínculo partidário e uma em cada cinco já foi dirigente de partido.

De acordo com o censo, 23% das secretárias autodeclaradas negras mencionaram a influência do ativismo feminista em sua trajetória, comparado a 9,8% das secretárias brancas. Já 17,2% das negras mencionaram a participação em outros movimentos sociais, enquanto 25% das brancas relataram não ter participado de nenhum desses grupos e movimentos. “Esses dados sugerem que as mulheres negras enfrentam maiores barreiras estruturais e, por isso, as experiências prévias de formação e participação política impulsionam a ascensão a cargos de liderança”, destacaram as entidades.

A segunda etapa do censo, prevista para novembro, trará dados sobre trabalho doméstico e violência política de gênero e raça, além de apresentar uma análise final sobre desafios enfrentados pelas mulheres em posições de liderança no setor público.

Agência Brasil

Governo publica decreto com regras para alistamento militar feminino

O governo federal estabeleceu regras para o alistamento militar feminino. Em decreto publicado no Diário Oficial da União desta quarta-feira (28), ficou definido que o serviço militar inicial feminino será para mulheres que se apresentem, voluntariamente, para o recrutamento, que abrange as seguintes etapas: alistamento, seleção e incorporação.

Atualmente, as Forças Armadas recebem mulheres nos quadros a partir dos cursos de formação de suboficiais e de oficiais. Com o decreto, a mudança ocorre no alistamento a partir dos 18 anos, algo reservado apenas a homens — convocados ou voluntários.

O alistamento ocorrerá no período de janeiro a junho do ano em que a mulher voluntária completar 18 anos de idade. A seleção atenderá aos critérios específicos definidos pelas Forças Armadas e poderá compreender mais de uma etapa, inclusive a que trata da inspeção de saúde. Ainda segundo o decreto, assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pelo ministro da Defesa José Múcio Monteiro Filho, as alistadas selecionadas serão incorporadas de acordo com as necessidades das Forças Armadas.

Cabe destacar que as mulheres selecionadas poderão desistir do serviço militar inicial feminino até o ato oficial de incorporação. Depois disso, o serviço se tornará de cumprimento obrigatório e a militar ficará sujeita aos direitos, aos deveres e às penalidades do posto. “A formação básica iniciará com o ato oficial de incorporação e terminará com a conclusão do curso, quando a militar atingir o nível de instrução suficiente para o exercício das funções gerais básicas”, explica o decreto.

“As mulheres voluntárias não adquirirão estabilidade no serviço militar e passarão a compor a reserva não remunerada das Forças Armadas após serem desligadas do serviço ativo”, acrescenta a publicação.

Diário de Pernambuco

Só 16,31% das candidaturas para prefeituras em PE são lideradas por mulheres; 115 cidades não têm chapas com liderança feminina

Das 515 candidaturas para prefeitura nos municípios pernambucanos, apenas 84 são lideradas por mulheres. Esse número representa 16,31% do total das candidaturas, segundo dados preenchidos pelas próprias campanhas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Deste total, 52,38% são mulheres brancas (veja o perfil das candidatas mais abaixo). Dos 184 municípios pernambucanos, 115 não possuem nenhuma chapa com liderança feminina. Na Região Metropolitana do Recife, metade dos municípios têm candidatas mulheres concorrendo ao Executivo municipal. São eles:
– Recife: 3 candidatas;
– Olinda: 2 candidatas;
– Jaboatão dos Guararapes: 1 candidata;
– Igarassu: 1 candidata;
– Ipojuca: 1 candidata;
– Moreno: 1 candidata;
– Paulista: 1 candidata.

Perfil das candidatas
– 40,48% das candidatas se identificam como pardas; e 7,14%, como pretas;
– Autodeclararam-se como sendo cisgênero 77,38% das candidatas, e outras 22,62% preferiram não responder;
– No Grande Recife, 80% delas se declararam heterossexuais. As outras 20% preferiram não responder;
– No quesito escolaridade, a maioria das candidatas têm ensino superior completo (77,38%). Em seguida, vêm as que têm ensino médio completo (14,29%), superior incompleto (5,95%) e ensino fundamental completo e incompleto, com 1,19% cada;
– 63,10% das candidatas têm entre 40 e 59 anos. A faixa etária de 21 a 39 anos ocupa 23,81% das candidaturas e, em seguida, a de 60 a 74 anos, com 13,10%.

G1 Pernambuco

Direitos de meninas e mulheres reivindicados em Mostra Expressão da Liberdade

O grito artístico em defesa da garantia de direitos de meninas e mulheres, ecoa exatamente no Dia Internacional de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas, na próxima terça-feira, 30 de julho, com a mostra Expressão da Liberdade. A exposição sobre os direitos de meninas e mulheres será aberta de forma simultânea, às14h, no Museu da Abolição, no Recife e na Estação London Bridge do metrô de Londres.

A mostra pelos direitos de meninas e mulheres reúne 20 telas produzidas por 66 jovens em situação de vulnerabilidade social. Além da ação em Londres, haverá, ainda, um intercâmbio com iniciativa semelhante desenvolvida em Bangladesh. Promovida pelo Freedom Fund (uma organização internacional dedicada a combater todas as formas de escravidão moderna), em parceria com a Casa Menina Mulher, o Centro das Mulheres do Cabo, o Coletivo Mulher Vida e o Instituto Aliança.

A assessora de Programas do Freedom Fund e coordenadora da exposição, Cecília Cuentro, alerta para a gravidade das violências. “Por meio da arte, queremos chamar a atenção para graves violações que ainda persistem em nossa sociedade e são invisibilizadas, não só no Brasil, mas no mundo. A situação de exploração sexual comercial de crianças e adolescentes têm muito em comum seja na periferia do Recife, seja em locais que enfrentam as mesmas desigualdades socioeconômicas, como as cidades de Bangladesh”,

Na abertura da mostra no Museu da Abolição também será possível assistir a uma exibição das telas produzidas pelas meninas do país asiático. “Conectar essas duas geografias e esses dois projetos, dando visibilidade a eles também na Inglaterra, é nossa forma de esperançar coletivamente. Cada obra é uma expressão de resiliência e afirmação de identidade, que transforma vivências em arte, ressignificando violências e reivindicando a liberdade em suas mais diversas expressões”, acrescenta Cecília.

O acesso à exposição é gratuito e segue até o dia 30 de agosto, de segunda a sexta, das 9h às 17h, e sábados, das 13h às 17h. Coordenadora local do Projeto Com.Direitos pelo Instituto Aliança, Akueline Padilha destaca a relevância da iniciativa:

“O projeto proporciona uma formação de quatro meses, focada no desenvolvimento de habilidades socioemocionais, planejamento de vida e preparação para o mercado de trabalho. Nosso objetivo é oferecer oportunidade de um futuro mais promissor, retirando-as de situações de risco e violação de direitos e fortalecendo-as para que possam ter uma vida segura e digna”.

O Programa Com.Direitos apoia nove organizações que atuam na linha de frente no combate à exploração sexual comercial de crianças e adolescentes. São elas: Instituto Aliança, Coletivo Mulher Vida, Casa Menina Mulher, Grupo ruas e praças, Grupo Adolescer, Unicap, Childhood, Fundação Roberto Marinho e Centro das Mulheres do Cabo.

Folha de Pernambuco

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