Projeto propõe endurecer Lei Seca com multas de até R$ 29 mil e suspensão por 10 anos

Nova proposta aumenta penalidades para sinistros provocados por álcool

Um projeto de lei em análise na Câmara dos Deputados propõe endurecer as punições para motoristas que dirigem sob efeito de álcool e provocam sinistros de trânsito com vítimas graves ou fatais.

O Projeto de Lei 3.574/2024 prevê que, em casos com morte, a multa — hoje baseada em infração gravíssima — seja multiplicada por 100 vezes. Com isso, o valor pode ultrapassar R$ 29 mil. Além disso, o condutor poderá ter a Carteira Nacional de Habilitação suspensa por até 10 anos.

Atualmente, a penalidade para quem dirige alcoolizado é multiplicada por dez, chegando a cerca de R$ 2.934,70, com suspensão do direito de dirigir por um ano.

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CCJ da Câmara aprova PEC que acaba com escala 6×1

CCJ da Câmara deu aval à proposta que acaba com escala 6×1 (Bruno Spada / Câmara dos Deputados)

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (22) a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala de trabalho 6×1. A votação ocorreu de forma simbólica, sem registro nominal dos parlamentares.

O texto analisado reúne propostas apresentadas pelos deputados Erika Hilton (PSOL-SP) e Reginaldo Lopes (PT-MG), com relatoria de Paulo Azi (União Brasil-BA). Agora, a matéria segue para análise de uma comissão especial antes de eventual votação em plenário.

Entre os pontos discutidos, uma das propostas prevê jornada máxima de oito horas diárias e 36 semanais, com possibilidade de compensação por acordo coletivo, entrando em vigor dez anos após a promulgação. Já outra proposta estabelece jornada de quatro dias por semana, com limite de 36 horas semanais, e implementação após um ano.

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Semana decisiva põe à prova relação entre Raquel Lyra e Alepe

Com risco de travamento administrativo em 2026, governo Raquel Lyra corre contra o tempo para aprovar pautas estratégicas

Essa semana será determinante para o futuro imediato da relação entre o Governo de Pernambuco e a Assembleia Legislativa. A partir desta segunda-feira (15), deputados estaduais entram na última semana de sessões do Ano Legislativo, o que transforma os próximos dias em uma verdadeira corrida contra o tempo para destravar pautas estratégicas que se arrastam há meses.

O clima de tensão, que marcou praticamente todo o ano de 2025, chega ao auge neste fim de ano. No centro do impasse está a votação da Lei Orçamentária Anual de 2026 (LOA), considerada prioridade máxima pelo Palácio do Campo das Princesas e ainda pendente de apreciação pela Assembleia Legislativa de Pernambuco.

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Moraes anula decisão da Câmara e determina perda do mandato de Zambelli

Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes anulou nesta quinta-feira (11) a decisão da Câmara dos Deputados que havia mantido o mandato da deputada federal Carla Zambelli (PL-SP), e determinou a perda imediata de seu cargo eletivo. A decisão foi tomada após entendimento de Moraes de que apenas o Poder Judiciário pode declarar a perda de mandato de parlamentar condenado criminalmente com trânsito em julgado.

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Câmara aprova aumento gradual de licença paternidade, que chegará a 20 dias em três anos

A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (4) a ampliação gradual da licença paternidade dos atuais 5 dias para 20 dias em até 3 anos após a aprovação da lei. No primeiro ano após a aprovação da lei, a licença passaria para 10 dias.

O projeto aprovado na Câmara prevê que a lei entre em vigor em 1º janeiro de 2027, mas o texto ainda passará por nova análise do Senado Federal. Se aprovado pelos senadores, seguirá para sanção presidencial.

Inicialmente, a proposta do relator Pedro Campos (PSB-PE) era de uma progressão para até 30 dias de licença-paternidade, mas não houve acordo entre os deputados para isso.

Com a alteração, houve concordância entre deputados governistas e de oposição, que classificaram a proposta como “suprapartidária”.

O impacto financeiro da ampliação estimado pelo relator é de R$ 5 bilhões ao ano. O texto determina que a licença-paternidade será de:

10 dias em 2027;

15 dias em 2028;

20 dias a partir de 2029.

As empresas que fazem parte do Programa Empresa Cidadã devem garantir mais 15 dias de licença-paternidade para os seus funcionários, o que elevará a licença nestes casos para até 35 dias.

O texto estabeleceu ainda que pais de crianças com deficiência tenham direito a um terço a mais de licença.

Esta licença poderá ainda ser fracionada em dois períodos, exceto nos casos de falecimento da mãe. A primeira parte deverá ser de ao menos metade do total e o restante poderá ser gozado em até seis meses após o parto ou a adoção da criança.

O projeto ainda proíbe que o funcionário seja dispensado sem justa causa no período de até um mês depois do fim da licença-paternidade.

Durante o período de licença-paternidade e licença-maternidade, os beneficiários terão direito ao salário integral, sujeitos ao teto previsto pela Previdência Social.

Câmara aprova lei para combater o assoreamento de rios no Brasil

Governo poderá oferecer incentivos financeiros e fiscais para práticas de conservação em áreas rurais e urbanas.

A Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que estabelece uma política nacional de prevenção ao assoreamento de rios. A proposta, que também determina a criação de um cadastro nacional de áreas degradadas, segue agora para o Senado.

O Projeto de Lei 4488/23, de autoria da deputada Maria do Rosário e outros, foi aprovado na forma de um substitutivo apresentado pelo relator, deputado Túlio Gadêlha. O objetivo do cadastro é otimizar o monitoramento e o planejamento de ações voltadas à recomposição de matas ciliares e ao controle da erosão, abrangendo áreas como ravinas e voçorocas.

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Projeto aprova folga menstrual de 2 dias por mês para mulheres com sintomas graves

A deputada federal Professora Marcivania foi a relatora da proposta

A Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que garante às mulheres o direito a até dois dias de folga por mês durante o período menstrual, sem desconto no salário, desde que apresentem sintomas incapacitantes, como cólicas intensas, enxaquecas ou outras condições que impeçam o desempenho normal no trabalho.

De acordo com o texto, a ausência deverá ser justificada por atestado médico e não poderá ser acumulada. O objetivo é oferecer mais dignidade e condições de saúde às mulheres que sofrem com sintomas severos da menstruação, conhecidos como dismenorreia.

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Com impacto bilionário, deputados aprovam PEC que mira agentes de saúde

O plenário da Câmara dos Deputados aprovou PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que cria novas regras de contratação e aposentadoria para agentes de saúde e de endemias. A votação, realizada na noite desta terça-feira (7), ocorreu em dois turnos.

No primeiro turno, a proposta contou com 446 votos sim e 20 votos não. No segundo turno, foram 426 votos sim e dez votos não. Com a aprovação, o texto segue para o Senado Federal.

O relator Antonio Brito (PSD-BA) apresentou impacto estimado em R$ 5,5 bilhões até 2030, portanto, menos de R$1 bilhão ao ano. Há divergências, entretanto, quanto ao real impacto da matéria aprovada.

A matéria, aprovada na forma do substitutivo apresentado pelo relator Antonio Brito, prevê aposentadoria integral para a categoria em razão do risco decorrente da atividade.

Por exemplo, os agentes já na ativa que tiverem 25 anos de contribuição, garantirão aposentadoria especial com idade mínima de 50 anos para mulheres e 52 para homens. A proposta prevê ainda uma regra de transição até 2041, quando será exigida idade mínima de 57 anos para mulheres e 60 para homens.

Além de regime especial de aposentadoria, o texto prevê mecanismo de “desprecarização”, ao prever que a regularização do vínculo funcional dos agentes com vínculo temporário, precário ou indireto na data de promulgação.

Presidente da Câmara dos Deputados enviou pedidos de afastamento, por até seis meses, de 14 deputados

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, enviou à Corregedoria da Casa os pedidos de afastamento, por até seis meses, de 14 deputados da oposição que participaram do motim no Congresso Nacional e de uma deputada acusada de agressão. As medidas precisam ser votadas pelo Conselho de Ética da Casa.

Os oposicionistas são, em maioria, do Partido Liberal (PL), legenda do ex-presidente Jair Bolsonaro, e do Novo, e participaram da ocupação da Mesa Diretora da Câmara, obstruindo a retomada dos trabalhos legislativos. Já a deputada do PT é acusada de agredir o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG).

Os deputados citados são: Marcos Pollon (PL-MS); Zé Trovão (PL-SC); Júlia Zanatta (PL-SC); Marcel van Hattem (Novo-RS);  Paulo Bilynskyj (PL-SP);  Sóstenes Cavalcante (PL-RJ); Nikolas Ferreira (PL-MG); Zucco (PL-RS); Allan Garcês (PL-TO); Caroline de Toni (PL-SC); Marco Feliciano (PL-SP); Bia Kicis (PL-DF); Domingos Sávio (PL-MG); Carlos Jordy (PL-RJ); e Camila Jara (PT-MS).

A decisão foi tomada pela Mesa Diretora da Câmara após reunião na tarde desta sexta-feira (8).  “A Mesa da Câmara dos Deputados se reuniu na sexta-feira (08), para tratar das condutas praticadas por diversos deputados federais nos dias 5 e 6. A fim de permitir a devida apuração do ocorrido, decidiu-se pelo imediato encaminhamento de todas as denúncias à Corregedoria Parlamentar para a devida análise”, informou em nota a Secretaria-Geral da Mesa da Câmara.

Após passarem pela corregedoria, onde as imagens serão analisadas, os processos voltarão à Mesa Diretora para, então, irem ao Conselho de Ética.

Agência Brasil

STF amplia foro privilegiado para investigações continuarem no tribunal após fim dos mandatos

Decisão foi tomada por maioria de 7 votos a 4. Até agora, foro se aplicava apenas a crimes relacionados ao mandato e apenas durante o período em que o político estivesse no cargo

Por 7 votos a 4, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu ampliar o foro privilegiado para políticos investigados na Corte.

A maioria dos ministros votou para fixar que devem continuar a ser conduzidas, pelo Supremo as investigações de autoridades mesmo depois que elas deixarem as funções em que teriam cometido o crime.

O julgamento foi suspenso em setembro do ano passado pelo ministro Nunes Marques, que pediu mais prazo para analisar a questão. Na retomada do julgamento, Nunes Marques acompanhou a maioria formada para alterar a regra do foro. Já os ministros Cármen Lúcia e Luiz Fux votaram com a divergência para manter a atual regra do foro.

Regra atual

Atualmente, se um político com foro no STF – como ministros, senadores e deputados – comete um crime – como homicídio, furto, sequestro – sem relação com o cargo ou mandato, a investigação fica na primeira instância da Justiça.

Já se o crime tem relação com o mandato ou a função, qualquer que seja o delito, como corrupção, o caso fica no Supremo. Mas isso só enquanto durar o mandato.

A maioria dos ministros votou para fixar a seguinte tese:”A prerrogativa de foro para julgamento de crimes praticados no cargo e em razão das funções subsiste mesmo após o afastamento do cargo, ainda que o inquérito ou a ação penal sejam iniciados depois de cessado seu exercício”.

Esse entendimento foi utilizado, por exemplo, pelo ministro André Mendonça para manter no Supremo inquérito que investiga acusações de assédio sexual contra o ex-ministro Silvio Almeida.

Por que o tema voltou ao STF?

A proposta foi levantada no julgamento de dois casos concretos:

1️⃣ O senador Zequinha Marinho (Podemos-PA) pediu para que uma denúncia contra ele, apresentada na Justiça Federal, fosse enviada ao STF.

2️⃣ A ex-senadora Rose de Freitas (MDB-ES) tentou encerrar uma investigação contra ela por corrupção passiva, fraude em licitação, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

O ministro Gilmar Mendes, relator dos dois casos, propôs a nova interpretação para que crimes funcionais sigam no STF, mesmo após a autoridade deixar o cargo. Ele argumenta que a regra atual permite que investigados escapem do julgamento ao renunciar ou não se reelegerem.

“O parlamentar pode, por exemplo, renunciar antes da fase de alegações finais para forçar a remessa dos autos a um juiz que, aos seus olhos, é mais simpático aos interesses da defesa”, disse Mendes.

O ministro Flávio Dino, que acompanhou Gilmar Mendes, sugeriu um complemento:

“Em qualquer hipótese de foro por prerrogativa de função, não haverá alteração de competência com a investidura em outro cargo público ou sua perda, prevalecendo o foro cabível no momento da instauração da investigação.”

Câmara aprova urgência de texto no pacote de corte de gastos

A Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (4/12), a urgência do projeto de lei complementar (PLP) que impõe limites ao crescimento das despesas com seguridade social e pessoal. A proposta faz parte de um pacote de revisão de gastos apresentado pela equipe econômica do Palácio do Planalto na semana passada. O requerimento de urgência foi aprovado com placar apertado: 260 votos favoráveis, sendo que são necessários 257 votos a favor, maioria absoluta dos deputados.

“O PLP é fundamental para dissipar incertezas que afetam os preços dos ativos da economia brasileira, garantindo resiliência ao regramento fiscal, ao mesmo tempo em que assegura maior espaço fiscal a despesas discricionárias com fortes efeitos multiplicadores, como os investimentos públicos”, argumentou o governo na apresentação da proposta.

A expectativa do Executivo federal é gerar uma economia de R$ 70 bilhões nos próximos dois anos, com o intuito de que as despesas obrigatórias caibam no arcabouço fiscal.

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Congresso gastou R$ 85 mil com viagens de bolsonaristas aos Estados Unidos em vitória de Trump

O Congresso Nacional desembolsou ao menos R$ 85 mil para que três parlamentares bolsonaristas pudessem viajar para os Estados Unidos para acompanhar as eleições que culminaram na vitória de Donald Trump. Entre os dias 2 e 7 de novembro, dois deputados e um senador tiveram passagens áreas ou hospedagens custeadas pela Casa Legislativa, que autorizou a missão oficial.

A comitiva de parlamentares também contou com outros nomes à exemplo de Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e Bia Kicis (PL-DF), que ainda não prestaram contas sobre os custos.

Na Câmara dos Deputados, José Medeiros (PL-MT) teve sua passagem área de classe econômica ressarcida no valor de R$ 6,3 mil. O deputado ainda recebeu R$ 11,2 mil por 4,5 diárias. A justificativa para sua missão foi participar do evento ” O Poder da Democracia: Eleição Presidencial nos EUA 2024.”

No país estrangeiro, ele gravou uma série de vídeos em meio à apuração. Durante a madrugada de quarta-feira, quando Trump se consolidou vencedor da disputa, ele esteve à frente da Casa Branca, residência oficial do governo americano.Outra deputada que participou do mesmo evento que Medeiros e esteve nos Estados Unidos para acompanhar as eleições foi Mayra Pinheiro (PL-CE). Ela recebeu R$ 12,5 mil em diárias.

Durante a pandemia da Covid-19, ela ganhou o apelido de “Capitã Cloroquina”. Enquanto secretária de Gestão do Trabalho do Ministério da Saúde, Pinheiro foi ouvida e indiciada pela CPI da Covid por crime de epidemia com resultado de morte, prevaricação e crime contra a humanidade. A médica defendia o uso da cloroquina como tratamento para a Covid-19 e chegou a participar do desenvolvimento de um aplicativo do governo federal que recomendava o medicamento, comprovadamente sem eficácia.

Já no Senado Federal, quem recebeu seis diárias para estar nas eleições foi Laércio Oliveira (PP-SE). O valor foi de R$ 20,6 mil. A sua passagem área, em classe executiva, custou R$ 34,4 mil aos cofres públicos.

Em suas redes sociais, o senador foi mais comedido nas postagens. Logo após o resultado afirmou que a democracia estaria se renovando e desejou um “mandato justo” a Trump.

Agência O Globo

Deputados bolsonaristas serão ouvidos pelo STF em ação envolvendo Carla Zambelli

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes marcou para o mês de junho cinco depoimentos de deputados bolsonaristas em uma ação em que a deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) é ré por porte ilegal de arma de fogo.

As oitivas ocorrerão entre 18 e 26 de junho, e incluem depoimentos dos deputados Gustavo Gayer, Marcos Pollon, Paulo Bilynskyj, Sóstenes Cavalcante e Marco Feliciano, todos do PL, mesmo partido do ex-presidente Jair Bolsonaro. A informação foi adiantada pela coluna Radar, da Veja, e confirmada pelo Globo. O inquérito corre em segredo de Justiça.

O ministro Gilmar Mendes é relator do inquérito relacionado ao episódio em que, no fim de outubro de 2022, Zambelli sacou uma arma nas ruas de São Paulo e perseguiu um homem após uma discussão. O caso, na época, revoltou seguidores de Bolsonaro. Eles criticaram a parlamentar por ter prejudicado Jair Bolsonaro na reta final da campanha contra Lula.

Em agosto do ano passado, por nove votos a dois, o STF tornou ré a deputada federal. Oito ministros seguiram o relator, Gilmar Mendes, e votaram pelo recebimento da denúncia. Em seu voto, Gilmar afirmou que, “ainda que a arguida tenha porte de arma, o uso fora dos limites da defesa pessoal, em contexto público e ostensivo, ainda mais às vésperas das eleições, em tese, pode significar responsabilidade penal”.

A divergência ficou a cargo dos ministros André Mendonça, que considerou que o caso não devia ser analisado no STF, e Nunes Marques. Mendonça apontou que o episódio não tem relação com o mandato de Zambelli — requisito para ser julgado no STF — e não chegou a analisar o mérito da acusação.

“A discussão pode até ter se iniciado em razão de divergências ideológicas, ou em razão de torcida quanto à eleição presidencial que se aproximava, mas esses aspectos não chegam a configurar relação verdadeira e direta com o desempenho da atividade funcional da parlamentar”, avaliou.

A defesa de Zambelli tem afirmado que confia na inocência da parlamentar.

Agência O Globo

Prefeita Suzana Ramos e os deputados Adolfo Viana e Jordávio Ramos acompanham obras da Travessia Urbana

A prefeita Suzana Ramos e os deputados federal Adolfo Viana e estadual Jordávio Ramos, acompanharam as obras em andamento da Travessia Urbana nesta sexta-feira(01). A obra, um sonho antigo dos juazeirenses, está avançada e já demonstra evolução em alguns pontos. Na antiga rotatória da Lagoa de Calu as vigas do viaduto estão sendo concretadas, e no trecho da BR-235 as obras de duplicação estão bem adiantadas com previsão de conclusão em outubro.

“É uma satisfação enorme ver a obra da travessia em pleno andamento e já bem adiantada. Juazeiro hoje é um canteiro de obras, e seguimos trabalhando para promover o desenvolvimento da nossa cidade e assim melhorar a qualidade de vida da população”, comemorou a prefeita Suzana.

Para o deputado Jordávio Ramos a travessia é a maior obra dos últimos 100 anos de Juazeiro. “A travessia vai mudar a realidade de Juazeiro, parabenizo a prefeita por destravar uma obra dessa dimensão e estamos aqui para reforçar o nosso compromisso em trabalhar e trazer cada vez mais recursos, obras e desenvolvimento para nossa cidade”, disse o deputado estadual Jordávio Ramos.

O deputado federal, Adolfo Viana, também ressaltou o trabalho da prefeita por Juazeiro. “Fico feliz de ver a travessia caminhando em passos largos, em breve Juazeiro vai colher os frutos desse trabalho resultados da nossa parceria com a prefeita Suzana Ramos e o povo de Juazeiro”, pontuou o deputado federal Adolfo Viana.

Acompanharam ainda a visita as obras o vereador Jean Gomes, o secretário municipal de Obras e Desenvolvimento Urbano, Acauã Santiago.

A obra

Ao assumir a prefeitura em janeiro de 2021, a prefeita Suzana Ramos foi a Brasília com o objetivo de destravar a importante obra que estava impedida de receber recursos públicos. Com o apoio do Deputado Federal Adolfo Viana, que colocou uma emenda de R$ 2 milhões, foi possível refazer o projeto, corrigindo as irregularidades, incluindo os cinco viadutos e deixando apto para ser pago com recursos federais. Suzana também pleiteou e articulou para que a licitação fosse realizada e conquistou R$ 53 milhões no orçamento deste ano para o início das obras, conquista que também contou com a participação do deputado estadual Jordávio Ramos.

Matheus Oliveira/Ascom

Fotos: Ayrton Latapiat e Luan Medrado

Câmara aprova PL que tipifica o crime de ‘discriminação contra pessoas politicamente expostas’

A Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (14), um projeto de lei que tipifica o crime de “discriminação contra pessoas politicamente expostas”.

Um dos objetivos da proposta é impedir que bancos neguem crédito ou abertura de contas, por exemplo, a parentes de políticos que sejam réus em processos judiciais em curso ou condenados sem trânsito em julgado, ou seja, que ainda possam recorrer da decisão judicial.

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