Início de motim no Presídio de Itaquintiga deixa três detentos feridos

O Presídio de Itaquintiga passou por momentos de tensão na tarde deste sábado (16). Vídeos que circulam na internet e nas redes sociais mostram um princípio de rebelião na unidade 1 do complexo. As imagens mostram detentos encapuzados e, em outras, presidiários denunciando o que estava acontecendo. O motim teve no início da tarde, durante o período da visita de familiares dos presos.

Em nota, a Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização de Pernambuco (Seap) informou a ocorrência foi motivada uma briga entre detentos, no pavilhão C, com três deles saindo feridos.

A Seap informou ainda que chegou a acionar a Gerência de Operações e Segurança, “porém a situação foi controlada sem a necessidade de intervenção da mesma”. A nota afirma ainda que uma apuração interna já está sendo feita para a adoção das medidas cabíveis.

Diario de Pernambuco

Presidente da Câmara dos Deputados enviou pedidos de afastamento, por até seis meses, de 14 deputados

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, enviou à Corregedoria da Casa os pedidos de afastamento, por até seis meses, de 14 deputados da oposição que participaram do motim no Congresso Nacional e de uma deputada acusada de agressão. As medidas precisam ser votadas pelo Conselho de Ética da Casa.

Os oposicionistas são, em maioria, do Partido Liberal (PL), legenda do ex-presidente Jair Bolsonaro, e do Novo, e participaram da ocupação da Mesa Diretora da Câmara, obstruindo a retomada dos trabalhos legislativos. Já a deputada do PT é acusada de agredir o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG).

Os deputados citados são: Marcos Pollon (PL-MS); Zé Trovão (PL-SC); Júlia Zanatta (PL-SC); Marcel van Hattem (Novo-RS);  Paulo Bilynskyj (PL-SP);  Sóstenes Cavalcante (PL-RJ); Nikolas Ferreira (PL-MG); Zucco (PL-RS); Allan Garcês (PL-TO); Caroline de Toni (PL-SC); Marco Feliciano (PL-SP); Bia Kicis (PL-DF); Domingos Sávio (PL-MG); Carlos Jordy (PL-RJ); e Camila Jara (PT-MS).

A decisão foi tomada pela Mesa Diretora da Câmara após reunião na tarde desta sexta-feira (8).  “A Mesa da Câmara dos Deputados se reuniu na sexta-feira (08), para tratar das condutas praticadas por diversos deputados federais nos dias 5 e 6. A fim de permitir a devida apuração do ocorrido, decidiu-se pelo imediato encaminhamento de todas as denúncias à Corregedoria Parlamentar para a devida análise”, informou em nota a Secretaria-Geral da Mesa da Câmara.

Após passarem pela corregedoria, onde as imagens serão analisadas, os processos voltarão à Mesa Diretora para, então, irem ao Conselho de Ética.

Agência Brasil

Motta toma decisão contra motim bolsonarista

A Mesa da Câmara dos Deputados, presidida por Hugo Motta (Republicanos-PB), encaminhou à Corregedoria Parlamentar as denúncias sobre o motim bolsonarista que obstruiu o plenário na última semana, nos dias 5 e 6 deste mês. O documento para análise do caso foi enviado nesta sexta-feira, 8, após reunião extraordinária da Mesa.

“A fim de permitir a devida apuração do ocorrido, decidiu-se pelo imediato encaminhamento de todas as denúncias à Corregedoria Parlamentar para a devida análise”, diz a nota da Secretaria-Geral.A decisão de Motta, por sua vez, contraria a expectativa de parte dos parlamentares que esperava que o presidente sugerisse o afastamento dos colegas que participaram do ato. Com o envio do documento, a Corregedoria deve analisar a solicitação se o caso pode resultar na suspensão do mandato dos deputados pelo período de seis meses.

Deputados que podem ter mandato suspenso

O documento encaminhado por Motta atendeu aos casos apontados pelo PT, que denunciou cinco deputados aliados ao ex-presidente Jair Bolsonaro, são:

Júlia Zanatta (PL-SC);
Marcel van Hattem (Novo-RS);
Marcos Pollon (PL-MS);
Paulo Bilynskyj (PL-SP);
Zé Trovão (PL-SC).
Veja obstrução dos deputados

Além do partido de Lula, a agremiação que abriga o ex-presidente Jair Bolsonaro, o PL, também apresentou uma representação a Motta. No documento, a sigla sugere o afastamento da seguinte parlamentar:

Deputada Camila Jara (PT-MT), sob uma suposta alegação de ter empurrado o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG).

Corregedoria da Câmara dos Deputados
A análise pela corregedoria está prevista no ato da mesa que estabelece as regras de afastamento temporário do mandato. Deste modo, o corregedor, deputado Diego Coronel (PSD-BA), tem 48 horas para elaborar seu parecer à mesa. Se a Mesa decidir pelo afastamento dos parlamentares citados, o caso passa a ser analisado pelo Conselho de Ética. A decisão final cabe ao plenário da Câmara, em votação pautada por Motta.

A Tarde