Nikolas Ferreira visita Bolsonaro e rebate Eduardo Prioridade é nos atacar

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) visitou, neste sábado (21), o ex-presidente Jair Bolsonaro no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, onde o ex-mandatário cumpre pena de 27 anos e 3 meses.

A visita, que deveria ser um gesto de solidariedade, acabou servindo de palco para o aprofundamento de uma rachadura interna no Partido Liberal.Na saída do complexo conhecido como “Papudinha”, Nikolas rebateu declarações recentes de Eduardo Bolsonaro. O ex-deputado, atualmente em “autoexílio” nos Estados Unidos, havia acusado Nikolas e Michelle Bolsonaro de “amnésia” por supostamente não priorizarem a candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência.

Prioridades invertidas – Visivelmente incomodado, Nikolas defendeu Michelle e criticou o timing de Eduardo. “Nós temos o pai dele preso, sofrendo dificuldades de saúde, e a prioridade é nos atacar? Isso diz muito mais sobre eles do que sobre mim”, afirmou o parlamentar. Ele destacou o papel da ex-primeira-dama, que diariamente prepara refeições para o marido na prisão, e sugeriu que Eduardo “não está bem”.

Ultimato em Minas – A tensão não se restringe ao núcleo familiar. Nikolas aproveitou o momento para reforçar sua posição no PL mineiro. Em declaração ao Metrópoles, o deputado confirmou que vai buscar a reeleição para a Câmara, descartando a disputa pelo Governo de Minas, mas exigiu controle sobre a chapa estadual.

“Se eu não tiver o controle da chapa para evitar candidatos não alinhados aos nossos valores, entendo isso como um convite para deixar o partido”, alertou Nikolas. A fala é vista como um xeque-mate na cúpula do PL em Minas Gerais, no momento em que a sigla tenta se organizar para o próximo pleito sob a sombra da prisão de seu principal líder.

A Tarde

PGR se manifesta contra prisão domiciliar humanitária de Bolsonaro

A Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestou contra o pedido de prisão domiciliar humanitária feito pela defesa de Jair Messias Bolsonaro. O ex-presidente cumpre pena em regime fechado na Papudinha, no Distrito Federal.

A defesa de Bolsonaro alegou que o ex-presidente sofre de doenças que dariam a ele o benefício da prisão domiciliar humanitária. De acordo com Paulo Gonet, no entanto, “a realidade fática não sofreu alteração substancial, e considerando que o batalhão dispõe de assistência médica 24 horas e unidade avançada do SAMU”.

O Procurador-geral da República destacou que “permanece incólume o entendimento jurisprudencial do STF, o qual reserva a prisão domiciliar apenas aos casos em que o tratamento médico indispensável não possa ser ofertado na unidade de custódia, situação que não se verifica nos presentes autos“.

A manifestação foi enviada ao relator da execução penal no Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Alexandre de Moraes.

Diario de Perbambuco

Bolsonaro recebe senadores do PL na Papudinha nesta quarta-feira (18)

O ex-presidente Jair Messias Bolsonaro recebeu, nesta quarta-feira de cinzas (18), a visita do presidente do PL no Rio de Janeiro, Bruno Bonetti, suplente do senador Romário (PL-RJ), e do partido no Senado, Carlos Portinho (PL-RJ). Segundo Portinho, o tema discutido na Papudinha, prisão onde Bolsonaro cumpre a pena de 27 anos e 3 meses por tentativa de golpe de Estado, foi as eleições de 2026.

O senador afirmou para a imprensa, ao sair da visita, que Bolsonaro se mostrou “entusiasmado”, ao falar sobre a pré-candidatura do filho, senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), à Presidência da República.

“Conversamos sobre o futuro do país, sobre a situação em diversos estados, sobre a candidatura do Flávio que se consolidou, trazendo novos apoios e vem mostrando isso nas pesquisas. Foi uma decisão acertada. Flávio representa Bolsonaro e todos nós. Essas articulações vão seguir. A gente está no momento de começar a avançar na definição [de apoios] para todos os estados e para o país”, disse Portinho.

A saúde do condenado por tentativa de golpe de Estado também foi tema comentado pelo parlamentar. De acordo com o líder do PL no Senado, o ex-presidente estava “desnorteado fisicamente no seu caminhar, cambaleando”, e “engasgou durante vários momentos da conversa”.

Correio Braziliense

Michelle revela estado de saúde de Bolsonaro após mal-estar na Papudinha

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) informou que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) apresentou um pico de pressão arterial na tarde de segunda-feira (16), após passar mal enquanto fazia caminhada.

Segundo Michelle, Bolsonaro sentiu tontura e foi atendido pelo médico plantonista. “Foi atendido pelo médico plantonista. Conseguiu tomar o seu caldo e já está fazendo fisioterapia. Dias difíceis, mas venceremos”, escreveu nas redes sociais.No dia anterior, o ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL) já havia relatado que o ex-presidente não estava bem.

Bolsonaro está preso desde 15 de janeiro no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, no Complexo Penitenciário da Papuda. Em razão da condição de saúde e por já ter exercido o cargo de presidente da República, ele ocupa uma Sala de Estado Maior com 38,5 metros quadrados.

A Tarde

Bolsonaro passa mal e recebe atendimento médico na Papudinha

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) passou mal nesta segunda-feira (16), e precisou de atendimento médico. A informação foi divulgada pelo ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL), na rede social X.

“Fui informado há pouco que o presidente Jair Bolsonaro passou mal novamente hoje à tarde e segue sendo monitorado após o ocorrido. Infelizmente não tenho mais informações! Sem palavras!”, escreveu.O ex-vereador não informou detalhes sobre o que teria levado Bolsonaro a passar mal, nem se ele foi levado ao hospital para realizar exames.

Atualmente, Bolsonaro cumpre pena na Papudinha, em sala de Estado-Maior no 19º Batalhão da Polícia Militar. O ex-presidente foi condenado no fim de 2025 pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado e outros crimes. Ainda preso, Bolsonaro recebe medicamentos e está autorizado a contar com assistência médica durante o período de detenção.

A Tarde

MP Militar pede ao STM a perda de patente de Bolsonaro e mais 4

O Superior Tribunal Militar (STM) recebeu, nesta terça-feira (3/2), representação na qual o Ministério Público Militar (MPM) pede a perda de patente do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e dos outros quatro militares condenados por trama golpista. O documento foi protocolado pelo MPM e, logo em seguida, o nome do relator do processo será sorteado. A distribuição será eletrônica.

A ministra-presidente do STM, Maria Elizabeth Rocha, concede entrevista coletiva à imprensa sobre as representações do MPM relativas à Ação Penal 2.668.

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Moraes nega habeas corpus apresentado por estudante de Direito em favor de Bolsonaro

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitou um habeas corpus apresentado por um estudante de Direito em favor do ex-presidente Jair Bolsonaro. Para o ministro, o pedido não reunia elementos suficientes para ser analisado, o que levou ao encerramento do processo sem julgamento do mérito. A decisão foi assinada na última quarta-feira (28) e publicada na quinta (29).

A solicitação foi protocolada por Francisco Ricardo Alves Machado, que não integra a equipe de advogados de Bolsonaro. De acordo com seu perfil no LinkedIn, ele é estudante de Direito. No pedido encaminhado ao Supremo, o estudante afirmou que o ex-presidente estaria sofrendo restrições ilegais à liberdade e pediu a anulação dos processos em curso. O argumento central era o de que o magistrado responsável pelos casos deveria ser considerado suspeito.

Na petição, Machado sustentou que um juiz não pode atuar em processos quando há, por exemplo, interesse pessoal, relação direta com as partes ou qualquer situação que comprometa sua imparcialidade. O habeas corpus também menciona tratados internacionais de direitos humanos, como o Pacto de San José da Costa Rica e o Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos, para defender o direito à liberdade e à vida do ex-presidente.

Além disso, o autor alegou que os fatos atribuídos a Bolsonaro não poderiam resultar em condenação, por considerar que não haveria possibilidade real de consumação do crime. Com base nessa tese, pediu o encerramento da ação penal. Ao final, solicitou uma decisão urgente para garantir a libertação imediata do ex-presidente e, posteriormente, o reconhecimento de que não haveria crime a ser punido.

Na decisão, Alexandre de Moraes afirmou que o pedido não apresentava informações mínimas que permitissem a análise do caso pelo Supremo. Segundo ele, o texto não indicava de forma clara qual seria o ato ilegal praticado nem apontava quem teria sido responsável por essa suposta violação. O ministro destacou que o habeas corpus se limitou a argumentos genéricos e à reprodução de dispositivos legais, sem apresentar fatos concretos que justificassem a atuação da Corte. “Não há, na petição inicial, individualização mínima de fatos aptos a embasar o pedido formulado, circunstância que compromete a admissibilidade da impetração”, escreveu Moraes ao rejeitar a solicitação.

Estadão Conteúdo

Gilmar Mendes nega pedido de prisão domiciliar a Bolsonaro

O ministro Gilmar Mendes, decano do Supremo Tribunal Federal (STF), negou, na manhã deste sábado (17), o habeas corpus que pedia a concessão de prisão domiciliar ao ex-presidente Jair Bolsonaro. O pedido foi protocolado por um advogado que não faz parte da equipe que representa Bolsonaro legalmente. O ministro alegou não ser possível analisar pedido feito por advogado sem relação com a defesa do condenado.

O habeas corpus (HC 267.425) foi impetrado neste sexta-feira (16/1) por Paulo Emendabili Souza Barros de Carvalhosa, que não integra a defesa constituída de Bolsonaro, e apontava Moraes como autoridade coatora. No pedido, o advogado alegava supostas violações a direitos fundamentais e solicitava que o ex-presidente pudesse cumprir eventual pena em regime domiciliar, sob o argumento de necessidade de acompanhamento médico e de prioridade processual em razão da idade.

Por que Gilmar decidiu, e não Moraes?

Embora Alexandre de Moraes seja o relator do caso em que Bolsonaro foi julgado a 27 anos de prisão, o caso foi inicialmente distribuído à ministra Cármen Lúcia por prevenção, em 13 de janeiro de 2026, conforme as regras do Regimento Interno do STF. No entanto, como o pedido foi apresentado durante o recesso, período em que a Presidência e a Vice-Presidência da Corte analisam apenas matérias urgentes, a tramitação seguiu um rito específico.

Como o próprio Alexandre de Moraes exercia, naquele momento, atribuições relacionadas às urgências do recesso, e era também apontado como autoridade coatora no habeas corpus, ficou configurado um impedimento regimental para que ele apreciasse o pedido. Diante disso, com base no artigo 13, inciso VIII, e no artigo 37 do Regimento Interno do STF, os autos foram remetidos ao decano da Corte, Gilmar Mendes, que passou a atuar como relator excepcional do caso.

Na decisão, Gilmar Mendes afirmou que existem óbices jurídicos claros para o conhecimento do habeas corpus. O principal deles é a impossibilidade de o STF analisar habeas corpus impetrado contra atos de ministros da própria Corte, entendimento já consolidado na jurisprudência do tribunal, com aplicação analógica da Súmula 606 do STF.

O ministro destacou ainda que o pedido não foi apresentado pela defesa técnica de Bolsonaro, que segue atuante nos processos. Gilmar também apontou que não havia qualquer indício de omissão ou inércia da defesa que justificasse a atuação de um terceiro. Além disso, Segundo Gilmar Mendes, a admissão do habeas corpus poderia provocar subversão da lógica recursal e violar o princípio do juiz natural.

Gilmar Mendes também ressaltou que sua atuação ocorreu de forma temporária e excepcional, exclusivamente em razão do recesso, e que o reconhecimento do pedido implicaria indevida substituição da competência do relator natural do caso. Com esses fundamentos, o ministro decidiu não conhecer do habeas corpus, encerrando a análise do pedido de prisão domiciliar. Determinou ainda que fosse dada ciência da decisão aos ministros Alexandre de Moraes e Cármen Lúcia.

Diario de Pernambuco

Moraes se declara impedido e Gilmar vai julgar habeas corpus de Bolsonaro

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), repassou ao ministro Gilmar Mendes, nesta sexta-feira (16) os autos de um habeas corpus apresentado em favor da prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Na decisão, Moraes se declara impedido de apreciar pedido devido a uma questão regimental. As informações são do portal Metrópoles.

“Uma vez que a autoridade apontada como coatora no presente habeas corpus é o próprio ministro responsável pela análise das urgências no período, inviável a apreciação dos pedidos formulados por esta vice-presidência”, escreveu o ministro na decisão.

Moraes exerce interinamente a presidência da Corte durante o recesso do Judiciário, iniciado nesta segunda, 12, e que se estende até o dia 31 deste mês, período em que responde pelas questões urgentes, por isso não pode julgar a urgência de um caso em que está envolvido.

O habeas corpus foi pedido pelo advogado Paulo Souza Barros de Carvalhosa. Ele não faz parte da defesa de Bolsonaro. O ex-presidente foi preso em 22 de novembro do ano passado, por decisão de Moraes. Bolsonaro ficou detido na superintendência da Polícia Federal em Brasília, até quinta-feira, 15, quando foi transferido para a Papudinha, também na capital federal.

Estadão Conteúdo

Após decisão de Moraes, Bolsonaro é transferido para a Papudinha

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu, nesta quinta-feira (15/1), transferir Jair Bolsonaro (PL) para a Sala de Estado Maior no 19º Batalhão da Polícia Militar, a chamada Papudinha. Até então, o ex-presidente cumpria pena na Superintendência da Polícia Federal em Brasília.

A determinação de Moraes é para que Bolsonaro cumpra pena privativa de liberdade de 27 anos e 3 meses por trama golpista no novo local, onde estão presos o ex-ministro da Justiça de Bolsonaro, Anderson Torres, e o ex-chefe da Polícia Rodoviária Federal (PRF) Silvinei Vasques. Bolsonaro, no entanto, ficará em cela separada.

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Moraes autoriza visitas de filhos e enteada a Bolsonaro

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, permitiu, de forma permanente, que o ex-presidente Jair Bolsonaro receba visitas na prisão da Superintendência da Polícia Federal (PF), em Brasília, dos filhos dele que residem no Brasil: Flávio, Carlos, Jair Renan e Laura. A enteada Letícia Firmo também poderá visita-lo. Jair Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e 3 três meses, em regime inicial fechado, por coordenar a trama de tentativa de golpe de Estado,  na Superintendênciada PF.

O ministro Moraes ressaltou que permanece válida a autorização de visitação permanente, dada em dezembro, à ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. Fica de fora da decisão o filho Eduardo Bolsonaro, que reside no Estados Unidos desde março de 2025. Em dezembro, Eduardo perdeu o mandato de deputado federal por não comparecer às sessões deliberativas da Câmara Federal.

Data e hora- De acordo com o magistrado, as visitas ocorrerão às terças e quintas-feiras, das 9 horas às 11 horas, com duração de 30 minutos, com limitação de dois familiares por dia. Cada familiar deverá  visitar o preso separadamente.

Alta hospitalar – As autorizações permanentes de visitação dos quatro filhos e da enteada foram concedidas um dia após o ex-presidente receber alta do Hospital DF Star, em Brasília, para a realização de exames e procedimentos cirúrgicos. Nesta quinta-feira (1°), o ministro Alexandre de Moraes negou o pedido da defesa do ex-presidente para mudança para prisão domiciliar.

Agência Brasil

PF diz que Bolsonaro tem até 40 soluços por minuto

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) tem entre 30 e 40 episódios de soluço por minutos, segundo o relatório da Polícia Federal. O político está preso desde novembro, cumprindo pena por liderar a trama golpista articulada pós-eleições de 2022. O documento tem a assinatura de quatro médicos peritos da PF. O mesmo laudo foi usado pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), ao autorizar a cirurgia do ex-presidente da República.

“Notou-se que os episódios de soluços permaneceram durante todo o exame sem qualquer remissão ou melhora, com frequência de aproximadamente 30 a 40 episódios por minuto”, diz trecho do documento assinado pelos médicos, e divulgado pelo Portal A TARDE.

Recomendação de cirurgia
Diagnosticado com hérnia inguinal bilateral, Bolsonaro terá que passar por um procedimento cirúrgico. De acordo com o relatório, apesar de existir a alternativa de um tratamento, a intervenção é o caminho mais recomendado para casos como o do ex-presidente da República.

“Apesar de existir uma possibilidade segura de tratamento não operatório(conservador/“espera vigilante”), a maioria dos cirurgiões recomenda a intervenção cirúrgica quando da descoberta de uma hérnia inguinal, pois sua história natural é de aumento progressivo e enfraquecimento da parede circundante – com potencial complicação de encarceramento e estrangulamento –, além da morbidade e mortalidade pós-operatória ser baixa”, destacam os médicos no laudo.

Prisão domiciliar negada
Alexandre de Moraes negou o pedido para prisão domiciliar solicitado pela defesa de Jair Bolsonaro, em decisão desta sexta-feira, 19. Apesar da negativa, o ministro do STF autorizou a realização do procedimento ciúrgico.Bolsonaro cumpre 27 anos de três meses de prisão por tentativa de golpe de Estado, na sede da Superintendência da Polícia Federal.

A Tarde

Câmara aprova PL da Dosimetria, que reduz pena de Bolsonaro e aliados

Presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB)

O plenário da Câmara dos Deputados aprovou, na madrugada desta quarta-feira (10/12), o PL da Dosimetria, que recalcula e reduz as penas dos condenados por crimes da trama golpista e dos atos de 8 de janeiro de 2023. O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) também será beneficiado.

A votação foi aberta às 1h38 da madrugada. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), anunciou o resultado da votação às 2h25: 291 votos a favor e 148 contrários.

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Bolsonaro passará por audiência de custódia neste domingo (23)

Depois de ser preso em forma preventiva, neste sábado (22), por tentar violar a tornozeleira eletrônica, o ex-presidente Jair Bolsonaro passará por audiência de custódia no domingo (23). Bolsonaro fez exames médicos neste sábado e agora aguarda audiência.

Enquanto estiver na Superintendência da Polícia Federal (PF), em Brasília, Jair Bolsonaro ficará numa cela de cerca de 12 metros quadrados (m²) que foi reformada recentemente. O espaço tem paredes brancas, uma cama de solteiro, armários, mesa de apoio, televisão, frigobar, ar condicionado e uma janela, além de banheiro privativo. Ele não terá contato com outros presos e poderá sair para o banho de sol.

Ele foi preso por volta de 6h por decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes porque, ainda de madrugada, tentou violar a tornozeleira eletrônica. O relatório da Secretaria de Administração Penitenciária do governo do Distrito Federal afirmou que Jair Bolsonaro admitiu ter usado “ferro de solda” para romper a tornozeleira eletrônica e apontou que o equipamento tinha queimaduras em toda sua circunferência.

O documento diz que uma violação na tornozeleira foi detectada às 00h07 deste sábado. O sistema de monitoramento da tornozeleira acionou imediatamente a equipe de policiais penais que faziam a escolta da residência do ex-presidente. Ao analisar a tornozeleira, a policial penal Rita Gaio, diretora adjunta do centro de monitoramento e a responsável pelo relatório, verificou a existência de queimaduras no dispositivo. “O equipamento possuía sinais claros e importantes de avaria. Havia marcas de queimadura em toda sua circunferência, no local de encaixe/fechamento do case”, diz o documento.

A equipe, então, questionou Bolsonaro sobre o rompimento do dispositivo. A resposta foi registrada no relatório. “Em resposta, informou que fez uso de ferro de solda para tentar abrir o equipamento”, diz o documento. Com informações da Agência Brasil e do Estadão Conteúdo.

Diario de Pernambuco

“Meti ferro quente aí”, admite Bolsonaro sobre tornozeleira eletrônica danificada

O relatório da Secretaria de Administração Penitenciária do governo do Distrito Federal afirmou que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) admitiu ter usado “ferro de solda” para romper a tornozeleira eletrônica e apontou que o equipamento tinha queimaduras em toda sua circunferência.

O documento diz que uma violação na tornozeleira foi detectada às 00h07 deste sábado (22). O sistema de monitoramento da tornozeleira acionou imediatamente a equipe de policiais penais que fazia a escolta da residência do ex-presidente.

“A informação inicial recebida pelos escoltantes era que o monitorado havia batido o dispositivo na escada. No momento em que esta policial chegou ao local, o acesso foi rapidamente viabilizado pelo próprio réu. Após autorizada a entrada no recinto, buscamos um espaço com boa iluminação e energia elétrica disponível já na sala principal da edificação. Diferente do que havia sido informado inicialmente, a tornozeleira não apresentava sinais de choque em escada”, diz o relatório subscrito pela policial penal Rita Gaio, diretora adjunta do centro de monitoramento.

Em seguida, ao analisar a tornozeleira, ela verificou a existência de queimaduras no dispositivo. “O equipamento possuía sinais claros e importantes de avaria. Havia marcas de queimadura em toda sua circunferência, no local de encaixe/fechamento do case”, diz o documento.

A equipe, então, questionou Bolsonaro sobre o rompimento do dispositivo. A resposta foi registrada no relatório. “Em resposta, informou que fez uso de ferro de solda para tentar abrir o equipamento”, diz o documento. A equipe também gravou um vídeo da avaria e da resposta do ex-presidente. Depois disso, a tornozeleira danificada foi substituída por um novo equipamento. O objeto será periciado.

Estadão Conteúdo

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