Bancada de Pernambuco vota para derrubar veto de Lula sobre repasses em ano eleitoral

Parlamentares defenderam necessidade de garantir recursos para municípios brasileiros.

A bancada de Pernambuco no Congresso Nacional votou majoritariamente a favor da derrubada do veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva que proibia, em período eleitoral, a emissão de notas de empenho, transferências voluntárias de recursos e assinatura de instrumentos para doação de bens, materiais e insumos a municípios com até 65 mil habitantes.

Entre os deputados federais pernambucanos, apenas Mendonça Filho, Renildo Calheiros e Silvio Costa Filho não constaram na lista de votação. Os demais parlamentares da bancada votaram favoravelmente à derrubada do veto presidencial.

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LDO expõe fragilidade fiscal e projeta rombo de R$ 60 bilhões nas contas públicas

(Foto: Internet)

O governo federal apresentou nesta quarta-feira (15) o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), que estabelece as bases para o Orçamento de 2027. No entanto, mais do que as previsões otimistas, o documento acendeu um sinal de alerta ao evidenciar a fragilidade das contas públicas e a expectativa de um rombo de R$ 60 bilhões em 2026, considerando despesas fora da meta fiscal.

Embora o Executivo projete um superávit primário de 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2027 — equivalente a R$ 73 bilhões —, especialistas avaliam que os números refletem um cenário distante da realidade. Isso porque parte significativa dos gastos, como precatórios e investimentos em defesa, permanece fora do cálculo oficial da meta, o que, na prática, reduz a transparência do resultado fiscal.

Outro ponto que chama a atenção é a previsão de aumento do salário mínimo para R$ 1.717, um reajuste de 5,92% em relação ao valor atual de R$ 1.621. Embora represente um alívio para trabalhadores e beneficiários da Previdência Social, o impacto nas despesas públicas amplia a pressão sobre o equilíbrio das contas.

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Prefeitura de Petrolina promove debate público sobre orçamento para 2026

A Prefeitura de Petrolina, por meio da Secretaria de Planejamento, Gestão e Finanças, realizou nessa terça-feira (19), na Câmara de Vereadores, uma audiência pública para apresentar e discutir o Projeto de Lei nº 036/2025, que dispõe sobre a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) referente ao exercício de 2026.

A apresentação foi conduzida pelo diretor de Orçamento, Maurício Alex Moura, que detalhou a estimativa de receitas e despesas para o próximo ano, projetadas em aproximadamente R$ 2,3 bilhões. O documento orienta a elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA), definindo prioridades e metas da administração municipal em áreas essenciais como saúde, educação, infraestrutura, assistência social, entre outros.

O encontro reuniu vereadores, representantes da sociedade civil e a equipe técnica do município. A proposta segue agora para apreciação do legislativo municipal e, posteriormente, sanção do prefeito. A realização da audiência pública reforça o compromisso da gestão municipal com a transparência, responsabilidade fiscal e participação popular, pilares que têm garantido o equilíbrio das contas públicas e possibilitado a continuidade de investimentos em serviços essenciais para a população.

Ascom

Câmara de Petrolina realiza audiência pública da LDO 2026 nesta terça (19), às 10h

A Câmara Municipal de Petrolina promove, nesta terça-feira (19), a partir das 10h, audiência pública para discutir o Projeto de Lei nº 036/2025, do Poder Executivo, que estabelece as Diretrizes para a Elaboração e Execução da Lei Orçamentária de 2026 (LDO 2026). A atividade foi solicitada por meio do Ofício nº 1.491/2025, datado de 22 de julho de 2025, enviado pela Secretaria de Governo, e autorizada pelo presidente da Casa, vereador Osório Siqueira.

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Lula sanciona com vetos a Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2025

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sancionou a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2025 e vetou alguns dispositivos, conforme texto publicado no Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira, 31. O projeto de lei, agora transformado na Lei 15.080, e seus anexos, tem 867 páginas no DOU desta terça (31) e estabelece as diretrizes para a elaboração e a execução da Lei Orçamentária de 2025.

Com relação às metas de resultado primário, o PLDO 2025 confirma a meta de déficit primário, em proporção ao PIB, de zero para 2025; superávit primário de 0,25% do PIB em 2026; de 0,50% do PIB em 2027; e de 1,00% do PIB em 2028.

Aprovado em 18 de dezembro pelo Congresso Nacional, o projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2025 manteve o ajuste defendido pelo governo federal, de zerar o déficit das contas públicas em 2025, com uma tolerância de 0,25% do PIB para mais ou para menos, apesar de o parecer do relator Confúcio Moura (MDB_RO) chegar a propor um dispositivo que obrigaria o governo a mirar somente no centro da meta fiscal até outubro de 2025.

Conforme o Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) informou, a LDO foi aprovada pelo Congresso sem esse dispositivo. Apesar de o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, ter afirmado na segunda-feira, 30, que da parte da sua Pasta, não deveria haver vetos ao projeto da LDO de 2025, a Lei foi sancionada com vários vetos. Um dos vetos foi feito ao parágrafo quarto do artigo 28 do projeto de lei que tratava das dotações do Fundo Especial de Assistência Financeira aos Partidos Políticos.

Segundo a justificativa ao veto, a proposta “majora o montante do Fundo Partidário e comprime o valor das demais despesas da Justiça Eleitoral, tendo em vista que tais despesas estão sujeitas ao limite estabelecido pelo art. 3º da Lei Complementar nº 200, de 30 de agosto de 2023”.

“A proposição legislativa não é condizente com o regime fiscal sustentável, que tem em sua gênese a adoção de parâmetros para o controle do crescimento anual da despesa, com base no comportamento da inflação e do crescimento real da receita do período imediatamente antecedente. A aprovação da proposição, que vincula o montante de despesas do Fundo Partidário ao crescimento real da receita de exercícios anteriores, resultaria no crescimento das despesas correspondentes em patamar superior ao crescimento dos limites de despesas primárias, previstos na Lei Complementar nº 200, de 2023, o que contraria o disposto no art. 138 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias”, diz a mensagem.

Outro dispositivo vetado foi o parágrafo único do artigo 26, que dizia que a execução das medidas previstas no projeto de lei seria monitorada por meio de relatórios trimestrais disponibilizados ao Congresso e à sociedade.

“Não obstante a boa intenção do legislador, a proposição legislativa contraria o interesse público, pois a criação de novo relatório de acompanhamento das medidas de ajuste fiscal previstas nos art. 6º e art. 8º da Lei Complementar nº 200, de 30 de agosto de 2023, poderia onerar a administração pública federal, e seu conteúdo corresponderia apenas à declaração de que os atos correspondentes não foram praticados. Destaca-se também a existência de inúmeros relatórios de transparência orçamentária e fiscal com periodicidade distinta da proposta no dispositivo ora vetado, o que resultaria sobreposição e descasamento dos relatórios, os quais já demandam elevado esforço operacional das equipes envolvidas, com prejuízo à tempestividade e à qualidade da informação”, diz a razão do veto.

Há vários outros vetos e as justificativas para eles estão publicadas no Diário Oficial da União desta terça em mensagem presidencial encaminhada ao Congresso Nacional.

Estadão Conteúdo

Câmara de Petrolina aprova projeto da LDO

Aprovação da LDO foi unânime (Foto: Nilzete Brito/Ascom CMP)

A Câmara de Vereadores de Petrolina aprovou na sessão desta terça-feira (29) o projeto de Lei das Diretrizes Orçamentárias (LDO), de autoria do Poder Executivo, referente ao período de 2024. A proposta foi analisada em duas votações, sendo aprovada por 20×0.

A LDO determina as prioridades e metas da administração, bem como organiza o orçamento e dispõe, entre outros segmentos, sobre a legislação tributária, estipulando ações em segmentos como bem-estar, infraestrutura e gestão eficaz.

LDO entra em pauta na Câmara de Vereadores de Petrolina nesta terça-feira

Foto: Nilzete Brito/Ascom CMP

As diretrizes do orçamento de 2024 de Petrolina serão analisadas pela Câmara de Vereadores nesta terça-feira (29). A pauta de autoria do Poder Executivo determina as prioridades e metas da administração, bem como organiza o orçamento e dispõe, entre outros segmentos, sobre a legislação tributária.

O documento estipula o orçamento de 2024 nas seguintes perspectivas:

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Governo envia LDO de 2024 com previsão de salário mínimo de R$ 1.389 em 2024

O governo enviou na sexta-feira (14) o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2014. O texto traz a previsão de um salário mínimo de R$ 1.389,00 para 2024, com a correção pelo INPC do valor de R$ 1.320, que deve vigorar a partir de maio.

A expectativa é que o governo federal anuncie em breve as novas regras, o que deve elevar o valor previsto para o mínimo. A LDO de 2024 traz um equilíbrio para o próximo ano, com receitas iguais às despesas, entretanto, está condicionada ao novo arcabouço fiscal debatido pelo governo.

O novo arcabouço deve prever que as despesas podem crescer em até 70% da receita líquida verificada em 12 meses passados.

Após queixas de Gilmar sobre LDO, secretária executiva de Orçamento de Petrolina afirma: “O projeto de lei está completo”

A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) foi aprovada na Câmara de Vereadores de Petrolina na sessão de terça-feira (30). A matéria é de autoria do Poder Executivo, neste caso a Prefeitura de Petrolina, e precisa ser analisada pela Comissão de Finanças e Orçamentos antes de ir à votação.

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O projeto teve 18 votos a favor e um contra, de Gilmar Santos (PT). O edil se mostrou descontente com a matéria e criticou a postura do Poder Legislativo de barrar emendas, bem como não justificação da Comissão no Plenário. Em entrevista à Rádio Jornal Petrolina nesta quarta-feira (31), a secretária executiva de Orçamento, Girleide Custódio comentou sobre a matéria.

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Vereadores debatem LDO

Os vereadores de Petrolina analisam na manhã desta terça-feira (30), o projeto n° 12/2022, que trata da Lei das Diretrizes Orçamentárias (LDO). Diferentemente do que manda o rito, a Comissão de Finanças e Orçamentos declinou do tempo de fala, para discutir a matéria, o que gerou críticas de Gilmar Santos (PT).

O parlamentar questionou o fato de os colegas receberem muito e trabalharem pouco. “Todas as nossas emendas foram rejeitadas, é incrível”, destacou. Ele também teceu críticas ao rito, já que também não foram realizadas audiências com a população.

A Lei de Diretrizes Orçamentárias está sendo votada hoje no faz de contas. Não houve divulgação para a imprensa, não houve divulgação para a população, o povo não soube, não sabe e eles fazem questão que o povo não saiba”, pontuou.

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Prefeitura de Petrolina discute Lei de Diretrizes Orçamentárias durante audiência pública

A Prefeitura de Petrolina, através da Secretaria de Fazenda e Planejamento, realizou nesta quinta-feira (11), uma audiência pública para debater a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para o exercício financeiro de 2023.

A audiência aconteceu no plenário da Câmara Municipal e foi transmitida ao vivo pelo canal oficial da Casa Plínio Amorim no Youtube. Os vereadores e a comunidade em geral puderam conhecer o planejamento e as diretrizes propostas pela gestão municipal para o próximo ano.

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Audiência Pública irá debater a Lei de Diretrizes Orçamentárias de Petrolina nesta quinta

Nesta quinta-feira (11), a partir das 11h, a Prefeitura de Petrolina, através da Secretaria da Fazenda e Planejamento, irá conduzir uma audiência pública sobre a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2023 no plenário da Câmara Municipal.

A LDO é um importante instrumento de gestão dos municípios, uma vez que estabelece as diretrizes que serão adotadas na elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA) e no Plano Plurianual (PPA).

A realização da audiência pública tem por objetivo assegurar a transparência administrativa no processo de elaboração e discussão das diretrizes orçamentárias do município. A ideia é que a população também possa participar opinando e dando sugestões sobre as prioridades a serem adotadas na Administração Municipal.

Prefeitura de Petrolina envia Lei de Diretrizes Orçamentárias para a Câmara Municipal

A Prefeitura de Petrolina enviou, nessa quinta-feira (28), o projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) do exercício 2023 para a Câmara Municipal. A Secretaria da Fazenda e Planejamento será a responsável pela condução deste processo.

A LDO é um importante instrumento de gestão dos municípios, uma vez que estabelece as diretrizes que serão adotadas na elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA) e no Plano Plurianual (PPA).

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Com nova LDO, trabalhador que recebe um salário mínimo e meio deverá declarar Imposto de Renda

A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) foi aprovada na noite de terça-feira (12) e prevê um salário mínimo de R$ 1.294 para o ano que vem. E se sancionada, a LDO impactará o trabalhador que recebe um salário mínimo e meio (no valor de R$ 1.947 conforme a lei).

Esse grupo será obrigado a pagar o Imposto de Renda de Pessoa Física (IRPF). O fato se deve à falta de correção na tabela do IRPF. A última atualização do quadro foi feita em 2015, quando foi definido o limite de isenção da tabela do imposto em R$ 1.903.

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Orçamento de 2022 entra na pauta da Câmara de Petrolina nesta quinta-feira

Foto: Ascom CMP

Em clima de final de ano, os vereadores de Petrolina se reúnem nesta manhã de quinta-feira (2) para votar o Orçamento de 2022. Na pauta da sessão de hoje constam apenas três matérias do Poder Executivo, que tratam dessa temática.

A expectativa é que todos passem com tranquilidade, já que a bancada da Situação é a maior. O primeiro projeto de lei em discussão é o de n° 1456/2021, que trata da Lei Orçamentária de 2022 (LDO). Há ainda a Lei Orçamentária Anual (LOA) que será apreciada juntamente com 315 emendas modificativas.

Por fim, os edis vão apreciar o Plano Plurianual (PPA), que teve 315 emendas apresentadas pelos edis. Haverá um momento para as Comissões competentes justificaram os votos e a defesa das emendas que foram derrubadas ainda nas Comissões.

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