Genial/Quaest: 49% acham que Flávio leva candidatura até o fim e 38% veem via para negociação

Pesquisa do instituto Genial/Quaest divulgada neste domingo (21), mostra que 49% dos brasileiros acreditam que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) vai levar a candidatura dele à Presidência até o dia do pleito. Outros 38% acham que ele está utilizando a pré-campanha para negociar interesses do clã liderado pelo pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Outros 13% não sabem, ou não responderam.

Entre eleitores identificados com o bolsonarismo, 81% acreditam que Flávio irá até o fim da campanha e 12% apostam que ele busca negociar. Outros 7% não sabem ou não responderam. Já entre os lulistas, 57% apostam que Flávio irá negociar a partir da candidatura e 32% cravam que ele será candidato à Presidência em 2026. Outros 11% não sabem ou não responderam.

Entre os eleitores que se denominam independentes, há uma divisão. Os que acham que o senador será candidato somam 46%, enquanto 37% acham que ele usa a candidatura para negociar. Os que não sabem, ou não responderam correspondem a 17% dos entrevistados. O instituto Genial/Quaest ouviu 2.004 eleitores entre os dias 11 a 14 de dezembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais e o índice de confiabilidade é de 95%.

Estadão Conteúdo

Flávio Bolsonaro diz que pode desistir da candidatura: “existe um preço”

O senador Flávio Bolsonaro (PL) revelou, na manhã deste domingo (07), que pode não levar sua candidatura à presidência da República “até o fim”, e que a desistência tem um “preço”. O filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) se lançou pré-candidato na última quinta-feira (4), com o aval de seu pai, que está preso e inelegível.

“Olha, tem uma possibilidade de eu não ir até o fim. Eu tenho preço para não ir até o fim. Vou negociar”, declarou o senador a jornalistas após participar de um culto em Brasília. Flávio foi questionado se o “preço” estaria relacionado com a aprovação da anistia aos condenados por atos golpistas no Congresso Nacional. “Está quente”, respondeu.

O senador afirmou que deve se reunir em breve com líderes políticos da direita e do centrão para debater a anistia, à exemplo de Valdemar Costa Neto (PL), Antônio Rueda (União Brasil) e Marcos Pereira (Republicanos). Ele também reforçou que foi escolhido como sucessor de Jair Bolsonaro após conversar com o ex-presidente, mas que já vinha sendo sondado “há bastante tempo”.

Diario de Pernambuco

Pesquisa mostra que Flávio Bolsonaro tem pior desempenho contra Lula entre nomes de direita

]Flávio Bolsonaro (PL-RJ) é o nome cotado da direita com pior desempenho em um eventual segundo turno contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 2026, mostrou a pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (06). Caso disputasse a Presidência contra o rival, o filho de Jair Bolsonaro (PL) ficaria 15 pontos atrás do petista. O senador soma 38% de reprovação do eleitorado brasileiro.

Em um possível segundo turno, Flávio marcaria 36% dos votos, enquanto Lula teria 51%. Os votos brancos e nulos somariam 12%. A margem de erro é de 2 pontos para mais ou para menos. Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) e Ratinho Jr. (PSD-PR) também perderiam de Lula, mas com menor desvantagem. Em um eventual segundo turno, Tarcísio teria 42% dos votos e Ratinho, 41%, contra 47% do petista nos dois cenários.

O desempenho de Flávio seria semelhante ao de outros membros da família Bolsonaro. Conforme a pesquisa, Eduardo Bolsonaro (PL) teria 35% das intenções de voto em um segundo turno contra o atual presidente, enquanto Michelle Bolsonaro (PL) teria 39%. Os três estão praticamente empatados na margem de erro também em relação à rejeição do eleitorado: 37% dizem que não votariam de jeito nenhum em Eduardo, enquanto 35% afirmam o mesmo sobre Michelle.

Lula soma 44% de rejeição dos eleitores brasileiros. Caso pudesse disputar as eleições do próximo ano, Jair Bolsonaro seria o candidato com o maior índice de reprovação, 45%. Atualmente, o ex-presidente está inelegível por uma condenação de tentativa de golpe durante as eleições de 2022.

Flávio anunciou sua pré-candidatura à Presidência com o apoio do pai nesta sexta, 5. A pesquisa Datafolha ouviu 2.002 pessoas, com 16 anos ou mais, em 113 municípios de terça, 2, a quinta, 4, um dia antes do anúncio.

]Estadão Conteúdo

Ala do centrão vê possibilidade de Flávio Bolsonaro desistir de candidatura

Dirigentes e líderes de partidos do centrão veem a possibilidade do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) desistir de disputar a presidência da República em 2026. Na se sexta-feira, 5, ele anunciou que o seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o escolheu como sucessor para as eleições do ano que vem. Parte dos políticos reagiu com ceticismo à escolha do senador, classificando o anúncio como estratégia para manter a relevância política e a militância coesa agora que Bolsonaro cumpre pena em regime fechado por tentativa de golpe de Estado, além de estar inelegível desde 2023.

Segundo essa leitura, Flávio não manteria sua candidatura até o fim. O mandato do senador acaba em 2026. Além disso, a escolha a mais de seis meses do período de registro dos candidatos em 2026 poderia contribuir para a exposição do senador, suscetível a ataques dos adversários. A informação é da Folha de S. Paulo.

Preferência por Tarcísio
Mesmo após o anúncio, o centrão mantêm a preferência por Tarcísio de Freitas (Republicanos) como candidato à Presidência. Para eles, o governador de São Paulo teria mais chance de ganhar a corrida ao Palácio do Planalto. A avaliação de políticos consultados pela Folha é a de que eventual candidatura de Tarcísio poderia unir PL, PP, Republicanos, União Brasil e PSD na disputa contra a reeleição de Lula (PT), enquanto Flávio não deve conseguir costura semelhante.

Caso o filho mais velho de Bolsonaro concorra ao Palácio do Planalto, o cenário desenhado pelo centrão é de pulverização de candidatos na direita —hoje são mencionados como pré-candidatos os governadores Ronaldo Caiado (União Brasil-GO), Romeu Zema (Novo-MG) e Ratinho Júnior (PSD-PR).

Aliados do governador dizem que ele resiste a concorrer ao Planalto num cenário de competitividade de Lula e de brigas no campo bolsonarista, principalmente no clã do ex-presidente. Ele só toparia a disputa, dizem, se houvesse uma unidade.

A Tarde

Membros do governo Lula avaliam que anúncio de Flávio é estratégia para 2030

Integrantes do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e políticos de partidos de centro avaliam que a decisão de Jair Bolsonaro de lançar seu filho Flávio como candidato à Presidência da República representa uma estratégia voltada para 2030 e para a manutenção do espólio político da família. Ouvidos pelo Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado, sob reserva, os políticos consideram que o anúncio confronta diretamente os planos do Centrão para lançar Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo, como candidato à Presidência com o apoio de Bolsonaro – em troca de um indulto em caso de vitória em 2026.

Apesar de manter discurso público de que buscaria a reeleição em São Paulo, o governador dava sinais, nos bastidores, do desejo de ser candidato ao Planalto. O anúncio de que Flávio Bolsonaro será o candidato representante do bolsonarismo nas eleições de 2026 pegou o mundo político de surpresa – mais pelo timing do que pela informação em si. Integrantes do governo Lula mantinham ceticismo quanto à possibilidade de Tarcísio de Freitas abdicar de uma reeleição em São Paulo para disputar a Presidência por Bolsonaro. O momento de anunciar esse apoio, no entanto, foi inesperado.

Apesar de alguns ministros do governo verem o anúncio como um “balão de ensaio” – jargão jornalístico que se refere à prática de atores políticos vazarem informações para testarem a repercussão antes de confirmarem -, há elementos que apontam na direção oposta. Primeiro porque Flávio e o PL confirmaram a informação. Segundo porque, mesmo após a péssima repercussão junto ao mercado financeiro (o Ibovespa caía quase 4% às 16h30 desta sexta-feira), não houve nenhum recuo.

Desde que Bolsonaro foi preso, em 24 de novembro, Flávio se tornou seu principal interlocutor com o mundo externo, algo parecido com o papel que Fernando Haddad representou para Lula em 2018, quando o petista ficou preso na Polícia Federal em Curitiba. Afastado das articulações políticas e do contato diário com aliados, Bolsonaro passou a receber informações sobretudo por meio do filho. Integrantes do governo ouvidos pela reportagem veem na decisão de lançar Flávio como candidato uma estratégia para manter o eleitorado de direita de olho nas eleições de 2030, cientes de que o pleito de 2026 será mais difícil por se tratar de uma campanha contra o atual presidente.

Lula não tem os melhores índices de aprovação, mas ainda assim dispõe da máquina pública, de programas sociais que serão lançados no ano que vem, do capital político pela isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil mensais e de uma estrutura de publicidade estatal robusta.

A ameaça para Bolsonaro, nessa perspectiva, não estaria na esquerda, mas no campo da centro-direita. O presidente do PP, Ciro Nogueira, chegou a expor insatisfação com o que chamou de “falta de bom senso e estratégia no centro e na direita” e defendeu que o foco da união formada com o União Brasil fosse nas “eleições estaduais e nas nossas bancadas”. A publicação foi feita no X em 19 de novembro. Jair Bolsonaro já estava em prisão domiciliar, e não na sede da Polícia Federal.

O apoio a Tarcísio de Freitas, apesar de garantir uma chance maior de vitória contra Lula em 2026 e, consequentemente, de um indulto a Bolsonaro, escantearia a família politicamente: em caso de vitória, pelo motivo óbvio de que o principal nome da direita passaria a ser o governador de São Paulo; em caso de derrota, porque o nome testado nas urnas e com “recall” seria o de Tarcísio.

Estadão Conteúdo

Michelle diz que Bolsonaro é a única opção da direita para presidência

A ex-primeira dama Michelle Bolsonaro (PL) afirmou, neste sábado (8), que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) é a “única opção da direita” para disputar a Presidência da República em 2026. O ex-mandatário está inelegível até 2060 em função da condenação na ação penal da trama golpista.

“Aqui eu quero dizer: não há outra opção para a Presidência da República [em 2026]. A única opção para presidente da República da direita chama-se Jair Messias Bolsonaro. Se não acontecer, não existe democracia no Brasil. Se não acontecer, esse é o verdadeiro golpe que o Judiciário está dando no povo de bem, no povo brasileiro”, disse Michelle.

A declaração foi dada durante um encontro do PL Mulher em Londrina (PR), onde a ex-primeira-dama discursou por quase 40 minutos. Em discurso, Michelle teceu críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF) e ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Metrópoles

Haddad crava candidatura de Lula em 2026

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), cravou a candidatura à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 2026. A declaração do integrante do governo ocorreu durante participação em um podcast, neste sábado (27) Haddad, que também é cotado para concorrer ao Planalto, na ausência do petista, frisou que Lula será candidato ao quarto mandato no próximo ano. “Ele é candidato a presidente, sim”, afirmou o ministro.

Candidato em 2030?
Haddad ainda foi questionado no podcast Três Irmãos sobre uma possível candidatura em 2030, como provável sucessor de Lula, caso o atual presidente seja reeleito em 2026. O titular da Fazenda despistou e pontuou que a decisão “não pode ser um projeto de uma única pessoa”.

“Candidatura à Presidência não pode ser um projeto de uma única pessoa. ‘Eu vou ser’. Não faz sentido isso”, disparou o ministro da Fazenda.

A Tarde

PT elege nova executiva com foco na reeleição de Lula, Trump na mira

O Partido dos Trabalhadores (PT) anunciou neste sábado (23) a sua nova comissão executiva nacional com alas da principal corrente interna, a Construindo um Novo Brasil (CNB), ocupando os principais cargos, foco em reeleger o presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva, e o presidente norte-americano, Donald Trump, na mira.

Presidido pelo ex-prefeito de Araraquara, Edinho Silva, o diretório nacional se reuniu mais cedo para definir os novos nomes da executiva e aprovar as diretrizes da composição para o futuro próximo. A lista de eleitos reflete os acordos que o novo presidente teve de fazer para chegar à cadeira. Gleide Andrade, aliada da ex-presidente e hoje ministra da Secretaria de Relações Institucionais (SRI) Gleisi Hoffmann, foi mantida na Secretaria de Finanças e Planejamento – inicialmente a contragosto de Edinho.

Entre os 26 nomes da executiva fora a presidência (11 secretários, 10 vogais e cinco vice-presidentes), 14 são da CNB. O restante pertence a correntes menores. Todos novos cinco vice-presidentes são homens: Jilmar Tatto, Joaquim Soariano, José Guimarães, Rubens Junior e Washington Quaquá. Os líderes das bancadas da Câmara, Lindbergh Farias, e do Senado, Rogério Carvalho, também.

Há cinco mulheres entre os outros principais cargos: Lucinha (Movimentos Populares e Política Setorial), Maria de Jesus, a Claudinha (Nucleação), Vitória Fortuna (Articulação de Políticas Públicas) e Tassia Rabelo (Formação), além de Gleide. A proporção vai de encontro à defesa da igualdade de gênero manifesta na resolução aprovada no mesmo dia.

As secretarias restantes serão ocupadas por: Eden Valadares (Comunicação), Henrique Fontava (Secretaria-Geral), Humberto Costa (Relações Internacionais), Laércio Ribeiro (Organização), Luiz Felipe, o Hadesh (Mobilização), e Romenio Pereira (Assuntos Institucionais).

Resolução política do diretório coloca Trump na mira

O PT também aprovou a nova resolução durante o encontro do diretório nacional. O texto, composto de 29 itens, é aberto com críticas a Trump, cuja política é descrita como “imperialista e de extrema-direita, característica do pensamento fascista”.

“Ninguém tem dúvida de que o governo Trump se inspira no fascismo. A forma com que ele deporta imigrantes, como ele obriga a prefeita de Washington a apagar das ruas a frase ‘Vidas pretas importam’, portanto se manifesta de forma racista, a forma com que tem deportado imigrantes venezuelanos para El Salvador. Se o mundo civilizado não levantar a voz, corre o risco de El Salvador se tornar o campo de concentração do século 21. A forma como ele apoia as forças nazistas na Europa. Quando eu caracterizo o Trump como o maior líder fascista do século 21, eu não estou bravateando”, declarou Edinho em coletiva de imprensa após a eleição da executiva.

Para o PT, os movimentos de Trump demonstram que sua ofensiva contra a soberania nacional, com o tarifaço de 50% sobre produtos brasileiros, deve ir além das medidas tomadas até agora. O partido diz estar diante de uma “disputa contra o fascismo, de caráter prolongado, que tende a se desdobrar em diferentes dimensões políticas, institucionais e econômicas”. A avaliação interna é que Trump quer derrotar Lula nas eleições do ano que vem.

O PT planeja uma ampla mobilização para o 7 de Setembro, cujo mote deve ser a defesa da democracia e da soberania. A ideia é aproveitar o clima de hostilidade com o governo Trump, em meio das investigações contra a família Bolsonaro e o avanço do julgamento do ex-]presidente no Supremo Tribunal Federal (STF). Lideranças petistas querem organizar uma espécie de plebiscito popular por um leque de pautas econômicas que deve embalar a campanha do partido no ano que vem: o fim da escala 6×1, a taxação dos super-ricos e isenção do Imposto de Renda para quem ganha até 5 mil reais por mês.

Na resolução política do diretório, o PT também critica a possibilidade de uma anistia para os bolsonaristas envolvidos no 8 de Janeiro, a reconstrução do fórum permanente do PT da Amazônia Legal durante a COP30 e a regulação das plataformas digitais, que está prestes a avançar na esfera federal.

Estadão Conteúdo

Lula lidera pesquisa para eleições de 2026 em todos os cenários, aponta Datafolha

Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (05), mostra que o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), sairia na frente numa disputa com a presença do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) se as eleições presidenciais de 2026 fossem hoje. Bolsonaro está inelegível após condenação pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Nos cinco cenários de primeiro turno testados pelo Datafolha, Lula aparece na vantagem.

Numa disputa com Lula e Bolsonaro, o primeiro teria 36% e o ex-presidente, 30%. Ciro Gomes (PDT) teria 12%, Pablo Marçal (PRTB), 7%, o governador do Rio Grande do Sul Eduardo Leite (PSDB), 5%, e 9% votariam em branco/nulo ou nenhum, além de 2% afirmarem não saber.

Sem Bolsonaro e com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos) na disputa, Lula teria 35%, contra 15% do ex-ministro de Bolsonaro, 11% de Ciro, 11% de Marçal, 5% de Ratinho Junior (PSD), que é governador do Paraná, 3% de Leite, 3% do governador mineiro, Romeu Zema (Novo), 2% de Ronaldo Caiado (União Brasil), que comanda Goiás, 11% em branco/nulo/nenhum e 3% que não saberiam.

Com Eduardo Bolsonaro (PL) na corrida, Lula também teria 35%, e em segundo lugar ficaria Ciro Gomes, com 12%. Já o filho de Bolsonaro teria 11% na terceira posição. Depois viriam Marçal (10%), Ratinho (6%), Zema (4%), Leite (4%) e Caiado (3%).

Se Michelle Bolsonaro, ex-primeira dama, entrasse na eleição, ficaria em segundo lugar com 15%, e Lula na vantagem, com 35%. Nesse cenário o Datafolha ainda colocou Ciro Gomes (12%), Pablo Marçal (10%), Ratinho Junior (5%), Romeu Zema (4%), Leite (3%) e Caiado (3%). Por fim, num cenário apenas com Lula, Tarcísio e Marçal, o petista teria 43%, o governador de SP, 24%, e Marçal, 15%.

Sem Lula ou Bolsonaro

O Datafolha também simulou cenário sem Bolsonaro nem Lula, mas com nomes como de Ciro, Tarcísio, Marçal e Fernando Haddad, ministro da Fazenda de Lula. Nesse eventual pleito, Haddad teria 15%, em terceiro lugar, contra 16% de Tarcísio na segunda posição e 19% de Ciro Gomes, na liderança.

Num cenário sem Lula mas com Bolsonaro, Ciro, Haddad, Marçal e Leite, o ex-presidente lideraria com 32%, seguido por Ciro com 20% e Haddad com 17%. Segundo o jornal Folha de S.Paulo, a pesquisa foi realizada com 3.054 pessoas de 16 anos ou mais em 172 municípios pelo Brasil nos dias 1º a 3 de abril. A margem de erro é de 2 pontos porcentuais, para mais ou para menos.

Estadão

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