Professor Gilmar e Rosa Amorim lançam pré-candidaturas em Petrolina unindo forças do campo e da cidade

O vereador Professor Gilmar Santos (PT) e a deputada estadual Rosa Amorim (PT) lançam, na próxima segunda-feira (30), às 19h30, no Hotel do Grande Rio, em Petrolina, suas pré-candidaturas a Deputado Estadual e Deputada Federal. O ato marca a construção de uma dobradinha política que busca fortalecer a representação das lutas populares no Sertão de Pernambuco, conectando pautas do campo e da cidade.

Em seu terceiro mandato na Câmara Municipal, Professor Gilmar Santos tem se consolidado como uma das principais vozes das periferias de Petrolina. Com trajetória construída junto aos movimentos sociais e às bases populares, o parlamentar atua na defesa de direitos como saúde, educação, moradia, juventude e direitos humanos, além de exercer papel ativo de fiscalização e defesa da democracia no município.

Ao mesmo tempo, sua atuação se estende ao campo, com presença em ocupações e assentamentos rurais, onde defende os direitos dos trabalhadores e trabalhadoras sem terra, a reforma agrária e o fortalecimento da agricultura familiar. Professor de História e ex-feirante, Gilmar construiu sua trajetória a partir das lutas populares e pastorais sociais, consolidando sua identidade como representante “do campo e da cidade”. Entre suas iniciativas, está a criação do Estatuto da Igualdade Racial de Petrolina, tornando o município o primeiro de Pernambuco a instituir uma legislação específica de combate ao racismo e promoção da igualdade.

A pré-candidatura de Rosa Amorim fortalece esse projeto político em nível federal. Deputada estadual em primeiro mandato, ela tem origem no Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e integra a primeira geração de assentados da reforma agrária no estado. Nascida e criada no Assentamento Normandia, em Caruaru, construiu sua trajetória na militância social e no movimento estudantil.

Mesmo não sendo de Petrolina, Rosa tem ampliado sua atuação no Sertão, especialmente na defesa das famílias do campo. Um dos marcos recentes dessa atuação foi a intermediação para a criação do Assentamento Soberania Popular, na zona rural do município, oficializado em 2025. A área, antes ociosa e pertencente à CODEVASF, concedida à Embrapa, foi destinada à reforma agrária após dois anos de ocupação e hoje beneficia cerca de 100 famílias em uma área de 600 hectares .

A parlamentar também tem atuado em articulações para o fortalecimento do INCRA, da regularização fundiária e de políticas voltadas à agricultura familiar, além de pautas como combate à fome, igualdade racial, cultura, juventude e direitos das populações historicamente vulnerabilizadas, a exemplo da população LGBTQIAPN+..

A construção conjunta das pré-candidaturas aponta para uma estratégia de ampliação da presença política das pautas populares em Pernambuco. Ao unir a atuação nas periferias urbanas com as lutas do campo, Professor Gilmar Santos e Rosa Amorim buscam consolidar um projeto que represente, de forma mais ampla, trabalhadores e trabalhadoras do Sertão, aliados ao Presidente Lula.

O evento desta segunda-feira marca o início dessa articulação, que deve ganhar força ao longo do período eleitoral.

Ascom

Em alta, Flávio Bolsonaro ultrapassa Lula em cenário de 2º turno, indica AtlasIntel

Levantamento da AtlasIntel em parceria com a Bloomberg, divulgado nesta quarta-feira (25), indica mudança no cenário da disputa presidencial de 2026. Pela primeira vez na série recente, o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece numericamente à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um eventual segundo turno.

Na simulação direta, Flávio registra 47,6% das intenções de voto, contra 46,6% de Lula. A diferença está dentro da margem de erro, estimada em um ponto percentual, caracterizando empate técnico.

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Pesquisa mostra Lula à frente no primeiro turno e empate técnico com Flávio Bolsonaro no segundo

Levantamento do instituto Meio/Ideia divulgado nesta quarta-feira (11) aponta que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera as intenções de voto no primeiro turno da disputa presidencial.

No entanto, em uma eventual simulação de segundo turno contra o senador Flávio Bolsonaro, os dois aparecem em empate técnico.

No cenário principal de primeiro turno, Lula registra 40% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro aparece com 34,7%. Em seguida, surge o governador do Paraná, Ratinho Júnior, com 9%, seguido por Romeu Zema, que tem 4,5%.

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Miguel Coelho reafirma pré-candidatura ao Senado e nega recuo do União Brasil em Pernambuco

O ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, divulgou um vídeo gravado em Brasília no qual reafirma sua pré-candidatura ao Senado por Pernambuco.

A manifestação ocorre em meio a movimentações políticas relacionadas à possível formação da federação denominada “União Progressista”, que envolve o União Brasil e o Progressistas (PP).

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Pesquisa aponta Flávio Bolsonaro à frente de Lula em intenções de voto em São Paulo

Levantamento divulgado nesta segunda-feira (9) pelo instituto Real Time Big Data indica que o senador Flávio Bolsonaro aparece à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em intenções de voto no estado de São Paulo.

No primeiro cenário apresentado, Flávio Bolsonaro tem 38% das intenções de voto, enquanto Lula aparece com 34%. Em seguida estão Ratinho Junior com 9%, Romeu Zema com 4%, Aldo Rebelo com 2% e Renan Santos também com 2%. Brancos e nulos somam 5%, enquanto 6% disseram não saber ou preferiram não responder.

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Datafolha: Em nova pesquisa, Flávio Bolsonaro empata tecnicamente com Lula no segundo turno

Pesquisa divulgada neste sábado (7) pelo Datafolha indica um cenário de empate técnico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) em uma eventual disputa de segundo turno pela Presidência da República.

Segundo o levantamento, Lula aparece com 46% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro registra 43%. Considerando a margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, os dois estariam tecnicamente empatados.

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Prazo para renúncia de autoridades que pretendem disputar eleições termina em 4 de abril

Ministros, governadores e prefeitos que pretendem disputar outros cargos nas eleições deste ano têm até o dia 4 de abril para renunciar aos atuais mandatos. O prazo faz parte do período de desincompatibilização eleitoral, previsto nas regras do Tribunal Superior Eleitoral.

A medida determina que determinados ocupantes de cargos públicos se afastem de suas funções até seis meses antes do primeiro turno das eleições, marcado para 4 de outubro. Caso o afastamento não seja realizado dentro do prazo, o possível candidato pode se tornar inelegível.

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TSE aprova regras sobre uso de inteligência artificial nas Eleições 2026

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou nesta segunda-feira (2) as normas que regulamentam o uso de inteligência artificial (IA) durante as eleições gerais de outubro. As regras valem para candidatos e partidos.

Por unanimidade, a Corte decidiu proibir, no período de 72 horas antes do pleito e 24 horas após a votação, a publicação nas redes sociais de conteúdos modificados com uso de imagem ou voz de candidatos e de pessoas públicas. O primeiro turno está marcado para 4 de outubro.

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TSE aprova calendário das Eleições 2026; primeiro turno será em 4 de outubro

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou, por unanimidade, em sessão administrativa realizada na noite desta segunda-feira (2), a resolução que define o calendário oficial das Eleições 2026.

O primeiro turno está marcado para o dia 4 de outubro, quando os eleitores irão escolher presidente da República, governadores, senadores, deputados federais, estaduais e distritais. Caso necessário, o segundo turno ocorrerá em 25 de outubro.

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Bolsonaro pede que Michelle só se envolva na política após março e prega união da direita

O ex-presidente Jair Bolsonaro divulgou uma carta manuscrita, neste domingo (01/03), em que sai em defesa da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. Bolsonaro afirma ter pedido a sua mulher que só envolva nas articulações políticas após março de 2026. No texto, tornado público por aliados do ex-presidente, ele também critica ataques vindos de setores da própria direita e faz um apelo por unidade entre aliados.

“Dirijo-me a todos que comungam conosco dos mesmos valores — Deus, pátria, família e liberdade — para dizer que lamento as críticas da própria direita dirigidas a alguns colegas e à minha esposa”, escreveu Bolsonaro. A menção ocorre em meio a disputas internas no campo conservador sobre a condução das estratégias eleitorais e a ocupação de espaços políticos, incluindo vagas ao Senado.

Na carta, o ex-presidente explica que a ex-primeira-dama estaria “por demais ocupada no atendimento da nossa filha Laura, recém-operada, bem como nos cuidados à minha pessoa”. A referência introduz um elemento pessoal no debate político, ao associar a decisão a questões familiares e de saúde. Bolsonaro também aborda o cenário eleitoral. “Numa campanha majoritária, bem como as cobiçadas vagas para o Senado, os apoios devem vir pelo diálogo e convencimento, nunca por pressões ou ataques entre aliados”, registrou. A declaração sugere incômodo com críticas públicas dentro do próprio campo político e sinaliza defesa de uma estratégia baseada na negociação interna.

Michelle Bolsonaro tem sido citada por aliados como possível candidata ao Senado pelo Distrito Federal em 2026, cenário que ganhou força após a inelegibilidade de Jair Bolsonaro. Dentro do PL e do campo conservador, a definição das candidaturas ao Senado é estratégica e envolve disputa por espaço político e capital eleitoral. O texto termina com um agradecimento “pelo carinho e consideração” e com a frase: “Da nossa união o futuro do Brasil”. Ao reforçar a ideia de coesão, Bolsonaro procura reposicionar o debate no interior da direita, em um momento de rearranjos e disputas antecipadas para 2026, ao mesmo tempo em que preserva a imagem de Michelle como figura a ser mantida fora das tensões partidárias imediatas.

A manifestação ocorre num contexto de intensa especulação sobre a sucessão presidencial na direita brasileira a pouco mais de seis meses das eleições gerais de outubro de 2026. Com a condenação e prisão de Bolsonaro barrando a sua participação, o nome de Michelle tem sido tema de debate público e midiático como uma possível figura política relevante, tanto dentro do seu partido, o Partido Liberal (PL), quanto no conjunto da direita conservadora.Analistas destacam que a ex-primeira-dama consolidou nos últimos meses perfil de liderança entre certos setores — especialmente eleitores evangélicos e feminino — e foi cogitada como potencial candidata em pesquisas e cenários eleitorais, ainda que nem sempre com entusiasmo unânime no próprio PL.

Agência O Globo

Presidente do PT faz críticas e pede ofensiva contra Flávio Bolsonaro

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência pelo PL, foi alvo de duras críticas por parte de Edinho Silva, presidente nacional do PT. Em uma reunião com membros da ala majoritária do partido, nesta sexta-feira, 27, Edinho defendeu uma “ofensiva” dos petistas contra o filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

As declarações ocorreram um dia depois da divulgação dos resultados da pesquisa Atlas/Bloomberg, que apontam um empate técnico entre Flávio Bolsonaro e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um eventual segundo turno nas eleições deste ano.Segundo Edinho, Flávio Bolsonaro tem apresentado uma “ofensiva jurídica e de rede social” que o PT jamais enfrentou. Ele afirmou ainda que aliados do senador têm divulgado conteúdos para torná-lo mais “palatável”.

“A campanha das redes é a campanha do ‘Meu amigo Flávio’. Se nós ficarmos inertes, ele será o ‘amigo Flávio’”, disse Edinho, que caracterizou o senador como a “essência da ultradireita fascista”. A reeleição de Lula é tratada como pauta prioritária dentro do PT, que tem trabalhado para fortalecer os palanques do petista nos estados.

“Nós já vivenciamos isso em outros momentos da nossa história. Nós temos que ir para ofensiva. Nós temos que mobilizar a nossa militância. Nós temos que mobilizar o nosso partido em cada estado”, afirmou.“Nós temos que ter ofensiva, sim, de redes sociais, porque eles estão com uma estrutura profissionalizada. Mas nenhuma estrutura profissionalizada, nenhum robô, debate mais que um militante estimulado. Nenhum robô debate mais que um militante convencido. E nós temos que entender que nós vamos ganhar essas eleições na política”, acrescentou o presidente da sigla.

A Tarde

Fernando Haddad cede à pressão e vai disputar eleição em São Paulo

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), será o candidato do presidente Lula (PT) na disputa ao Governo de São Paulo. Após meses afirmando que ficaria nos bastidores atuando principalmente na campanha à reeleição do petista, ele cedeu à pressão e mudou de ideia.
A decisão foi tomada após um jantar entre Haddad e Lula no Palácio do Planalto, na quinta-feira, 26. Conforme o Estadão, o titular da Fazenda afirmou a aliados que nunca poderia negar um pedido de Lula.

Sucessão de Lula – Oficialmente, Haddad não assume a candidatura, mas deixará o governo no fim deste mês ou no início de abril para disputar o Bandeirantes. Ele é considerado o sucessor natural de Lula no PT, a partir de 2030, e sua entrada no páreo dará essa sinalização. Em 2022, o petista perdeu a disputa ao Palácio dos Bandeirantes para Tarcísio de Freitas (Republicanos). Mas, de acordo com cálculos sempre lembrados pelo PT, Lula só ganhou a eleição do então presidente Jair Bolsonaro, naquele ano, porque conseguiu obter mais votos na capital paulista. E esse crédito é atribuído a Haddad.

Palanque em Minas Gerais – Além de São Paulo, Lula também vai conseguir montar o palanque eleitoral à sua forma em Minas Gerais. O petista deve se reunir mais uma vez com o senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) e espera acertar com ele os detalhes finais para sua candidatura. Com os dois cenários ajustados, a tendência é a de que o vice de Lula (PT) siga sendo Geraldo Alckmin (PSB), ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio.

A Tarde

Paraná Pesquisas: Flávio tem 44,4% e Lula, 43,8% no 2º turno

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) empatariam tecnicamente no primeiro e no segundo turnos se as eleições fossem hoje, diz pesquisa divulgada pelo Instituto Paraná Pesquisas nesta sexta-feira (27). Pela 1ª vez, Flávio aparece numericamente à frente de Lula no 2º turno. De acordo com o levantamento, em um eventual segundo turno entre o atual presidente e o senador, Flávio leva vantagem numérica com 44,4% e Lula teria 43,8%.

No comparativo entre os dois pré-candidatos, Lula apresentou queda de um ponto percentual nas intenções de voto no comparativo com levantamento divulgado pelo mesmo instituto em janeiro de 2026. O petista caiu de 44,8% para 43,8%. Já o senador Flávio Bolsonaro cresceu e passou de 42,2% para 44,4% na mesma comparação.

Para o levantamento, foram entrevistados 2.080 eleitores entre os dias 22 e 25 de fevereiro, por meio de entrevistas pessoais e domiciliares. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

Metrópoles

Saída de Haddad do governo ainda depende de reuniçao entre Trumo e Lula

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que a data de sua saída do governo está dependendo da possível viagem do presidente Lula aos Estados Unidos para reunião com o presidente americano, Donald Trump.

Em entrevista a jornalistas, Haddad disse que pretende se reunir com Lula nesta quinta (26) para definir se integrará a comitiva presidencial. A expectativa é de que o encontro bilateral ocorra entre os dias 15 e 20 de março, embora ainda não haja confirmação oficial.“Se eu for [viajar], a data de saída é uma, se eu não for, a data é outra”, declarou o ministro na portaria do Ministério da Fazenda, após retornar da Índia e da Coreia do Sul, onde acompanhou o presidente Lula.

Desde o fim de 2025, Haddad indica a intenção de deixar a pasta para colaborar com a campanha de reeleição de Lula. Inicialmente, ele cogitou deixar o cargo ainda em fevereiro, mas a mudança deve ficar para meados de março. Antes de sair, o ministro pretende concluir estudos sobre alternativas de financiamento para a proposta de tarifa zero no transporte público, que devem ser apresentados até abril, e a regulamentação sobre a tributação de criptoativos.

Sucessão
O nome mais cotado para assumir o comando da Fazenda é o do atual secretário-executivo da pasta, Dario Durigan. Caso a mudança se confirme, o secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron, assumirá a secretaria-executiva. Apesar de descartar publicamente candidatura nas eleições deste ano, Haddad enfrenta pressão dentro do PT para disputar o governo de São Paulo ou uma das duas vagas para o Senado no estado. O ministro, no entanto, continua a dar declarações de que não quer disputar as próximas eleições.

A Tarde

Carlos Bolsonaro reclama de ‘silêncio’ do PL sobre candidatura de Flávio à Presidência

O ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL) reclamou publicamente da falta de engajamento do Partido Liberal com a candidatura de seu irmão, Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República. Em manifestação nas redes sociais nesta terça-feira (24), Carlos pediu que “páginas, redes sociais locais e suas subdivisões do Partido Liberal” trabalhassem para “mostrar o pré-candidato a presidente indicado por Jair Bolsonaro (PL) em suas timelines”.

Para Carlos, os membros do partido estão deixando a desejar na comunicação política nas redes sociais. “Não é acusação. É constatação empírica. E constatação pede alinhamento, não silêncio”, disse. O ex-vereador pede a união do partido na campanha de Flávio à Presidência. “Sendo redundante mas é preciso: não estamos falando de pessoas, mas de estrutura partidária! Vamos lá pessoal, união em torno do projeto da direita!”, escreveu.

Na tarde da segunda-feira (23), Flávio Bolsonaro se manifestou em rede social sobre as recentes trocas de indiretas entre o ex-deputado Eduardo Bolsonaro, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG). O filho do ex-presidente fez um pedido para que os agentes políticos do campo conservador priorizassem a disputa eleitoral, e não conflitos internos.

“Tá todo mundo querendo vencer a discussão. Mas o que precisamos é ganhar a eleição!”, escreveu Flávio. Em seguida, ironizou o uso de linguagem neutra: “Gostaria de contar com todas, todos, todes, todys e todXs!”. O presidente da sigla, Valdemar Costa Neto (PL), negou nesta segunda-feira que o partido esteja dividido já que a ex-primeira-dama “não tem tempo de fazer nada”.

“Não, nunca existiu um racha. Porque existe o seguinte: a Michelle Bolsonaro não tem tempo de fazer nada. Ela faz a comida para o Bolsonaro de manhã e vai levar na hora do almoço. Ninguém quer ver o marido nem o pai na situação que o Bolsonaro está. Esse é o grande problema”, afirmou o presidente do PL em entrevista a jornalistas depois do evento do Grupo Esfera, em São Paulo.

Estadão Conteúdo

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