Indiciamento de Bolsonaro repercute em imprensa internacional

A imprensa internacional repercutiu o indiciamento do ex-presidente Jair Bolsonaro e seu filho, o deputado federal Eduardo Bolsonaro pela Polícia Federal, nesta quarta-feira (20). Os veículos de comunicação americanos fizeram posts sobre a decisão, que foi tomada após a atuação do parlamentar nos Estados Unidos. O jornal americano The Washington Post colocou o posicionamento do ex-mandatário como destaque. Já o britânico The Independent cita o pastor Silas Malafaia como outro alvo das investigações e reforça que as mensagens encontradas no telefone de Bolsonaro exibem uma possível fuga dele para a Argentina.

O jornal argentino Lá Nación também destacou o suposto pedido de asilo político de Bolsonaro endereçado a Javier Milei, presidente da Argentina. O também argentino Clarín ressaltou as citações religiosas presentes no arquivo divulgado pela polícia, citando o mesmo pedido.

A Polícia Federal indiciou o ex-presidente Jair Bolsonaro e seu filho, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), no âmbito da obstrução das investigações da trama golpista que previa um golpe de estado no Brasil após o resultado das eleições de 2024. O relatório final do órgão foi enviado ao Supremo Tribunal Federal na última sexta (15), e imputa a ambos os indiciados os crimes de coação no curso do processo e tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito.

A PF investigava Eduardo por conta da sua atuação nos Estados Unidos, onde está desde março alegando “perseguição”, onde articula pedidos de sanção contra o governo e autoridades brasileiras, a exemplo do Tarifaço e da execução da Lei Magnitsky contra o ministro Alexandre de Moraes. O pastor Silas Malafaia, aliado de Bolsonaro, também foi alvo de medidas como busca e apreensão em sua residência e a retenção de seu passaporte.

O julgamento de Jair Bolsonaro, e de mais sete aliados, no âmbito da trama golpista começa no dia 2 de setembro. A ação penal que trata do caso se refere ao núcleo crucial da trama e será julgada pela Primeira Turma da Corte. O colegiado é responsável pela análise do caso porque o ministro Alexandre de Moraes, relator do processo, pertence à Primeira Turma.

Todos os réus respondem no Supremo pelos crimes de: organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça e deterioração de patrimônio tombado.

Ainda de acordo com o relatório, Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar por determinação de Moraes, teria discutido com aliados a possibilidade de pedir asilo político ao presidente da Argentina, Javier Milei. Um documento sem data e assinatura, e no qual consta um pedido de asilo político em regime de urgência para Bolsonaro, foi encontrado no smartphone do ex-presidente e revela que Bolsonaro já planejava deixar o país desde fevereiro de 2024.

E ainda ontem (20) o ministro Alexandre de Moraes determinou que o ex-presidente Jair Bolsonaro se manifeste em até 48 horas sobre o descumprimento das medidas cautelares impostas a ele. Segundo o ministro, “os elementos de prova obtidos pela Polícia Federal indicam que Jair Messias Bolsonaro tinha posse de documento destinado a possibilitar sua evasão do território nacional, após a imposição das medidas cautelares”.

A Tarde

Moraes diz que não recuará um milímetro em julgamento de Bolsonaro

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), disse não se intimidar depois que o governo Donald Trump impor tarifas de 50% sobre produtos brasileiros, revogar o seu visto de entrada no país e incluí-lo no rol de sancionados pela Lei Magnitsky.  Em entrevista ao jornal norte-americano, The Washington Post, ele afirmou que não pretende recuar em suas decisões sobre o caso do ex-presidente Jair Bolsonaro. “Não existe a menor possibilidade de recuar nem milímetro sequer”, afirmou o magistrado.

“Faremos o que é certo: receberemos a acusação, analisaremos as provas, e quem deve ser condenado será condenado, e quem deve ser absolvido será absolvido”, disse à publicação.  No dia 2 de setembro será o primeiro dia de julgamento que pode condenar o ex-presidente Jair Bolsonaro e mais sete aliados pela trama golpista ocorrida para tentar reverter o resultado das eleições de 2022. A sessão será aberta às 9h pelo presidente da Primeira Turma, ministro Cristiano Zanin.

Moraes foi chamado pelo jornal norte-americano de “xerife da democracia”. O The Washington Post também afirmou que os “decretos expansivos” do ministro reverberaram no mundo inteiro, em menção às sanções impostas a redes sociais, como o X, de Elon Musk. “Entendo que, para uma cultura americana, seja mais difícil compreender a fragilidade da democracia porque nunca houve um golpe lá”, disse Moraes ao jornal.

“Mas o Brasil teve anos de ditadura sob o [presidente Getúlio] Vargas, outros 20 anos de ditadura militar e inúmeras tentativas de golpe. Quando você é muito mais atacado por uma doença, forma anticorpos mais fortes e busca uma vacina preventiva”, prosseguiu o ministro.
Sobre as críticas dos apoiadores do ex-presidente em relação à ação penal que tramita contra ele e aliados na Corte, Moraes disse que se tratam de “narrativas falsas”, que atrapalham o relacionamento entre o Brasil e os Estados Unidos, aliados históricos.

“Essas narrativas falsas acabaram envenenando o relacionamento – narrativas falsas sustentadas pela desinformação disseminada por essas pessoas nas redes sociais”, afirmou Moraes na entrevista. “Então, o que precisamos fazer, e o que o Brasil está fazendo, é esclarecer as coisas.” O ministro também foi questionado sobre as sanções norte-americanas e as restrições impostas a ele, além das críticas e ameaças. “É agradável passar por isso? Claro que não é agradável”. Mas é preciso defender a democracia, segundo ele. “Enquanto houver necessidade, a investigação continuará”.

A Tarde

Pesquisa Datafolha: 35% culpam Lula por tarifaço e 22%, Bolsonaro

Uma pesquisa do Instituto Datafolha divulgada neste sábado (16) revela que 35% dos entrevistados atribuem a responsabilidade pelo tarifaço ao presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Outros 22% associam a questão ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e 17%, ao deputado federal licenciado Eduardo Bolsoanro (PL-SP).

O outro nome que aparece como possível responsável pelas tarifas impostas ao Brasil pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, é o do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, com 15%. Os que não atribuem o problema a nenhuma das figuras são 3%, os que responsabilizam todos equivalem a 1% e os que não sabem somam 7%.

A pesquisa Datafolha ouviu 2.002 pessoas de 113 municípios brasileiros nos dias 11 e 12 de agosto. A margem de erro considerada é de 2 pontos porcentuais para mais ou para menos. O nível de confiança divulgado equivale a 95%.

Metrópoles

Jair Bolsonaro deixa Solar de Brasília e chega a hospital para exames

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) deixou sua casa, no Condomínio Solar de Brasília, na manhã deste sábado (16), e chegou pouco antes das 9h ao Hospital DF Star. Bolsonaro está em prisão domiciliar desde o dia 4 de agosto por ordem de Moraes, e esta é a primeira vez que ele deixa sua casa para exames externos.

O quadro de saúde do ex-presidente se agravou três dias após a prisão, e os advogados pediram visitas frequentes de médicos.

Diario de Pernambuco

No Dia dos Pais, grupo pede anistia em frente ao condomínio de Bolsonaro

Cinco apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foram à porta do Condomínio Solar de Brasília, no Jardim Botânico, na manhã deste domingo (10). Bolsonaro cumpre prisão domiciliar no residencial.

Com camisetas da Seleção Brasileira e bandeiras do Brasil e de Israel, os cidadãos gritavam o nome de Bolsonaro e pediam por anistia aos presos pelo 8 de Janeiro.

Também neste domingo, Bolsonaro recebeu um presente de Dia dos Pais. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) levou para o marido um bolo com fotos de familiares.

Diario de Pernambuco

Moraes autoriza Bolsonaro a receber familiares no Dia dos Pais

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou oito familiares do ex-presidente Jair Bolsonaro a visitá-lo neste domingo, 10, quando será comemorado o Dia dos Pais. Na segunda-feira (04), Moraes decretou a prisão domiciliar do ex-presidente e restringiu visitas à casa onde Bolsonaro mora em Brasília.

O ministro atendeu ao pedido feito pela defesa do ex-presidente para incluir novos parentes na lista de visitantes. Moraes já tinha decidido que filhos e netos não precisam de autorização prévia para as visitas. Foram autorizados a visitar Bolsonaro o sogro Vicente de Paulo Reinaldo; a sogra Maisa Torres Antunes; a nora Fernanda Antunes; uma neta do ex-presidente, além de dois sobrinhos e um irmão de criação da ex-primeira dama Michele Bolsonaro.

Conforme determinação de Moraes, as pessoas que forem autorizadas a visitar o ex-presidente não poderão usar celular para tirar fotos ou gravar imagens. As medidas foram decretadas após o ministro entender que Bolsonaro usou as redes sociais de seus filhos para burlar a proibição, inclusive por intermédio de terceiros.

No domingo (3), Carlos, Flávio e Eduardo, filhos do ex-presidente, publicaram em suas redes sociais postagens de agradecimento de Bolsonaro aos apoiadores que compareceram aos atos realizados em diversas cidades do país. As medidas cautelares foram determinadas no inquérito no qual o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), filho do ex-presidente, é investigado pela sua atuação junto ao governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para promover medidas de retaliação contra o governo brasileiro e ministros do Supremo.

Em março deste ano, Eduardo pediu licença do mandato parlamentar e foi morar nos Estados Unidos, sob a alegação de perseguição política.Nesse processo, o ex-presidente é investigado por mandar recursos, via Pix, para bancar a estadia de seu filho no exterior. Jair Bolsonaro também é réu na ação penal da trama golpista no Supremo. O julgamento deve ocorrer em setembro.Nesse processo, o ex-presidente é investigado por mandar recursos, via Pix, para bancar a estadia de seu filho no exterior. Jair Bolsonaro também é réu na ação penal da trama golpista no Supremo. O julgamento deve ocorrer em setembro.

A Tarde

Michelle assume viagens e agendas de Bolsonaro após restrições impostas ao ex-presidente

A ex-primeira-dama emerge como peça-chave no xadrez bolsonarista, impulsionada pelas restrições judiciais que hoje limitam a atuação de seu marido. Impedido de deixar Brasília por ordem do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), Bolsonaro vê a mulher ganhar protagonismo ao intensificar conversas de bastidores para fortalecer seu grupo político. Sem alarde, ela passou a ocupar espaços, discursar em nome do ex-presidente e comandar a interlocução com lideranças partidárias, religiosas e conservadoras. Procurada, Michelle não comentou.Na sexta-feira, por exemplo, enquanto Bolsonaro se mantinha recluso em casa para evitar descumprir as ordens de Moraes, Michelle esteve na Paraíba.

“Todos nós, sob a liderança do presidente Bolsonaro, que está parcialmente impedido de exercer sua liderança em toda sua plenitude, iremos nos guiar por Michelle Bolsonaro, que é uma figura excepcional”, disse o ex-ministro Marcelo Queiroga, presidente estadual do PL. Desde que Bolsonaro foi proibido de deixar Brasília, Michelle passou a assumir viagens que seriam dele, como a prevista para Rondônia em agosto, e intensificou postagens nas redes sociais em nome do casal. O resultado foi imediato: após a operação da Polícia Federal na sede do PL e na casa de Bolsonaro, em 18 de julho, ela ganhou 138 mil seguidores no Instagram.

Engajamento
Além da exposição pública, Michelle reforçou a segurança ao redor do ex-presidente. Seu irmão de criação, Eduardo Torres, tem acompanhado Bolsonaro em todas as saídas. Interlocutores próximos dizem que a escolha tem como motivação manter uma pessoa de confiança por perto. Embora evite citar seu futuro político em discursos públicos, Michelle tem adotado um tom messiânico nos bastidores. Em reuniões fechadas com aliados, ela se coloca como “voz profética” de um novo tempo. Afirma que “a batalha é contra o sistema” e que “Deus a levantou para essa hora”.

A atuação ativa dos últimos meses contrasta com a postura que a ex-primeira-dama teve até então. Na campanha de 2018, exerceu um papel discreto, focado em pautas como inclusão de pessoas com deficiência e doenças raras. Mesmo no governo, mantinha-se fora do foco, limitando suas aparições a eventos religiosos e institucionais. O ponto de virada veio em julho de 2022, quando discursou na convenção do PL no Rio de Janeiro. A performance empolgou a militância e fez acender, dentro da legenda, a percepção de que ali havia um ativo eleitoral em potencial.

Após a derrota de Bolsonaro em 2022, esse capital político foi aproveitado. Na presidência do PL Mulher, Michelle percorreu o país e ajudou a sigla a ampliar sua base, especialmente entre candidatas evangélicas.

Ao mesmo tempo, intensificou a articulação com pastores, cantoras gospel e influenciadoras cristãs. Na semana passada, esteve em reunião reservada com Valdemar Costa Neto na sede do PL, um gesto que, para aliados, simboliza sua ascensão à cúpula partidária. “Eu vou conversar com ela. A gente não vinha discutindo política por aí, mas é uma pessoa séria e de confiança”, declarou Bolsonaro recentemente, ao ser questionado sobre o protagonismo da esposa.

Resistências em casa
Embora esteja consolidando apoio interno no partido, Michelle ainda enfrenta resistências dentro da própria casa. A relação com dois dos quatro filhos do ex-presidente – Carlos Bolsonaro e Jair Renan – sempre foi marcada por tensão. Por anos, Carlos a chamava de Xuxa, em tom pejorativo, nos bastidores, insinuando que ela buscava os holofotes.

Segundo aliados, no entanto, o distanciamento entre os dois começou a diminuir neste ano, durante uma internação de Bolsonaro. Michelle assumiu os cuidados do marido, o que teria comovido Carlos. Ainda assim, há incômodo no clã sobre o espaço que ela vem conquistando. O pastor Silas Malafaia, aliado histórico da família, vocaliza parte dessa resistência: ” Tem várias vozes que falam por ele, mas não uma única pessoa. Ele não está preso, não está mudo. Uma pessoa só vai representar o quê?”.

Para integrantes do PL, contudo, Michelle é hoje o elo mais eficaz com dois pilares centrais do bolsonarismo: o eleitorado evangélico e o público feminino conservador. Nos bastidores, cresce a avaliação que, caso Bolsonaro permaneça inelegível, ela deva ser considerada para integrar uma chapa majoritária em 2026. ” Jair Bolsonaro é único. Ninguém vai substituí-lo, mas com as restrições a ele, a possibilidade de lançar Michelle vai amadurecendo mais e mais”, resume o líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (PL-RJ).

Agência O Globo

Apoiadores de Bolsonaro ocupam Paulista com símbolos de Israel e Trump

Apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) começam a ocupar na manhã deste domingo (29) a Avenida Paulista, no centro de São Paulo, para mais uma demonstração de apoio popular frente ao avanço do julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a trama golpista que ele teria liderado. Esta é a 6ª vez que Bolsonaro convoca apoiadores para a ruas desde que deixou a Presidência da República.

O Metrópoles transmite, ao vivo, a movimentação e o ato a partir das 13h deste domingo, no canal do portal no YouTube. O slogan do encontro deste domingo é “Justiça Já” e as críticas devem se concentrar no andamento do julgamento de Bolsonaro no Supremo.

O ato está marcado para as 14h deste domingo, mas os bolsonaristas já se aglomeram na avenida com bandeiras dispostas lado a lado do Brasil, de Israel e dos Estados Unidos (EUA), além de cartazes destinados ao presidente norte-americano Donald Trump. Em um deles, os apoiadores prestam apoio ao deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL), que atualmente reside nos EUA, enquanto agradecem Trump em inglês. Mensagens a favor da anistia aos crimes cometidos no 8 de Janeiro também se destacam.

Metropoles

Bolsonaro prepara agenda especial na Bahia entre agosto e setembro

O ex-presidente Jair Bolsonaro terá uma agenda especial na Bahia entre os meses de agosto e setembro. A confirmação foi feita pelo presidente estadual do PL e ex-ministro da Cidadania, João Roma, neste sábado, 21, em entrevista para a Rádio Interativa FM de Itabuna.

Roma destacou o fortalecimento do PL no Sul e no Extremo Sul da Bahia com o prefeito de Porto Seguro, Jânio Natal, a liderança do Coronel França, em Teixeira de Freitas e de Chico França, em Itabuna, e a aproximação de Kaká Resolve, em Eunápolis. “Muitas lideranças políticas do Sul e do Extremo Sul da Bahia estão se aproximando do PL. Então, o presidente Bolsonaro deve estar aqui entre os meses de agosto e setembro. Só falta a gente definir a data”, afirmou.

Roma lembrou que, apesar dos problemas de saúde em consequência da facada que levou na eleição de 2018, Bolsonaro irá participar do Ato pela Democracia, Liberdade e Justiça convocado para o dia 29 de junho, na Avenida Paulista. “O presidente Bolsonaro é o principal líder da Direita no Brasil. Ele não só está à frente das pesquisas como é a pessoa que tem capacidade de mobilizar a população. Ele tem buscado, incansavelmente, despertar no povo brasileiro o sentimento de patriotismo e, cada vez fica mais claro para a população, que não se justifica em um país democrático ter a exclusão do nome de Bolsonaro na próxima disputa eleitoral”, defendeu.

Cenário na Bahia
Na ocasião, Roma reafirmou sua pré-candidatura ao Governo da Bahia, mas disse trabalhar pela união das forças de oposição ao PT. “Acredito que o futuro da Bahia é uma causa muito maior do que os projetos pessoais dos líderes políticos A, B ou C. Por isso, tenho dialogado com o ex-prefeito ACM Neto (União Brasil), com o Republicanos, com o PSDB e todas as forças de oposição ao PT na Bahia”, defendeu.

A Tarde

Exames indicam que Bolsonaro teve quadro de pneumonia viral, diz médico

Exames realizados pelo ex-presidente Jair Bolsonaro em um hospital de Brasília, na manhã deste sábado, indicaram um provável quadro de pneumonia viral, segundo afirmou o médico Cláudio Birolon em entrevista. O ex-presidente cancelou compromissos em Goiás na sexta-feira após ter uma indisposição. “Foi feito exame de sangue e tomografia que constatou que ele provavelmente teve um quadro de pneumonia viral. Agora o que ele vai tomar antibióticos para resolver essa questão do pulmão”, disse o médico.

Neste sábado, o ex presidente coletou sangue e fez uma tomografia após relatar indisposição estomacal e enjoo. Segundo pessoas próximas, ele estava com um quadro de soluços prolongados. O episódio ocorre cerca de dois meses após ele passar por uma nova cirurgia no abdômen.

“Uma coisa rara, ninguém consegue diagnosticar, anos atrás já tivesse mesmo problema, anos atrás já tive os mesmos episódios, as vezes 24h sem soluço”, disse Bolsonaro a jornalistas ao deixar o hospital neste sábado. “É em um função da facada, é consequência dele e a última cirurgia meu sentimento como paciente é que foi mt bem executada”, completou o ex-presidente, referindo-se ao atentado sofrido em Juiz de Fora (MG) durante a campanha eleitoral de 2018.

Em razão do mal-estar, ele interrompeu o evento em Goiás, cancelou compromissos e retornou a Brasília na sexta-feira. O ex-presidente chegou a ter um pico de pressão arterial, chegando a 14 por 9, mas passou o restante do dia em repouso.

Na quinta-feira, durante outras agendas públicas em Goiás, Bolsonaro já havia se queixado de problemas de saúde. Em uma cerimônia onde recebeu o título de cidadão goianiense, ele afirmou estar enfrentando fortes sintomas gástricos. “Desculpa, estou muito mal. Vomito dez vezes por dia”, disse ele, enquanto soluçava durante o discurso.

O episódio ocorre cerca de dois meses após Bolsonaro ter sido submetido a mais uma cirurgia abdominal. Desde que foi esfaqueado durante a campanha eleitoral de 2018, o ex-presidente enfrenta complicações recorrentes e já passou por sete procedimentos cirúrgicos.

Agência O Globo

Bolsonaro passa por bateria de exames em Brasília após mal-estar durante agenda em Goiás

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) passará, na manhã deste sábado, por uma bateria de exames no hospital particular DF Star, em Brasília. O seu médico pessoal, Claudio Birolini, acompanha o ex-mandatário, que pode deixar o hospital ainda hoje, a depender dos resultados. O procedimento de segurança ocorre após Bolsonaro ter passado mal em agenda na manhã de sexta-feira e ter relatado indisposição estomacal e enjoo.

Em razão do mal-estar, ele interrompeu o evento em Goiás, cancelou compromissos e retornou a Brasília. O ex-presidente chegou a ter um pico de pressão arterial, chegando a 14 por 9, mas passou o restante do dia em repouso.

Na quinta-feira, durante outras agendas públicas em Goiás, Bolsonaro já havia se queixado de problemas de saúde. Em uma cerimônia onde recebeu o título de cidadão goianiense, ele afirmou estar enfrentando fortes sintomas gástricos. “Desculpa, estou muito mal. Vomito dez vezes por dia”, disse ele, enquanto soluçava durante o discurso.

O episódio ocorre cerca de dois meses após Bolsonaro ter sido submetido a mais uma cirurgia abdominal. Desde que foi esfaqueado durante a campanha eleitoral de 2018, o ex-presidente enfrenta complicações recorrentes e já passou por sete procedimentos cirúrgicos.

Bolsonaro estava em Goiás desde quinta-feira (19), quando se reuniu com o governador Ronaldo Caiado (União Brasil), no Palácio das Esmeraldas, sede do governo estadual. Também participou de encontros com aliados do PL e lideranças locais. Foi a primeira visita de Bolsonaro ao estado após as eleições municipais de 2024, ocasião em que ele e Caiado estiveram em campos opostos e trocaram críticas públicas.

Embora Bolsonaro esteja inelegível por decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a movimentação política em torno de seu nome ainda influencia o xadrez da direita nacional. Já Caiado busca consolidar-se como uma das opções do campo conservador para a disputa presidencial de 2026. Segundo interlocutores, no entanto, o encontro entre os dois teve um tom mais regional, sem discussões sobre o cenário nacional. A prioridade de ambos, ao menos por ora, seria a reorganização das forças políticas em Goiás.

Agência O Globo

Bolsonaro recebe alta de hospital após 3 semanas de internação

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) recebeu alta médica, na manhã deste domingo (4), após três semanas internado no Hospital DF Star, em Brasília, por onde passou por uma cirurgia no intestino. Bolsonaro estava internado desde 13 de abril e vem se recuperando do procedimento desde então. O hospital ainda não publicou boletim médico sobre a alta.

Na quarta-feira, 30, Bolsonaro saiu da Unidade de Terapia Intensiva (UTI), mas permaneceu com o tratamento no quarto. No total, o ex-presidente passou 18 dias nos cuidados intensivos, e só voltou a se alimentar pela via oral um dia antes, na terça, 29.

Bolsonaro ficou na UTI desde o dia 13 de abril, quando foi submetido a uma cirurgia que durou 12 horas, envolvendo a retirada de aderências no intestino e a reconstrução da parede abdominal. O procedimento foi motivado por um mal-estar sofrido dois dias antes, durante uma agenda no interior do Rio Grande do Norte.

O ex-presidente foi internado inicialmente em Santa Cruz, no interior do Rio Grande do Norte, após sentir fortes dores abdominais durante um evento político. Após avaliação médica, foi transferido para Natal e, posteriormente, para Brasília, onde passou pela cirurgia.

Estadão Conteúdos

Bolsonaro tem previsão de alta para os próximos dias, diz novo boletim médico

Internado há 20 dias, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) segue no Hospital DF Star, em Brasília (DF), mas agora tem previsão de alta “para os próximos dias”.

De acordo com o boletim médico divulgado neste sábado (3/5), o ex-mandatário “mantém-se estável clinicamente, sem dor ou febre e com pressão arterial controlada. Seguiu com boa aceitação da dieta pastosa, mantendo a programação de progressão de dieta por via oral, com suspensão da nutrição parenteral (endovenosa)”.

Ainda segundo o documento, Bolsonaro “segue intensificando diariamente a fisioterapia motora e recebendo as medidas de prevenção de trombose venosa. Permanece a orientação de restrição de visitas, com previsão de alta hospitalar nos próximos dias.”

Diario de Pernambuco

Bolsonaro completa uma semana internado e compartilha foto de pontos no abdômen

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) completa neste Domingo de Páscoa (20) uma semana de internação na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital DF Star, em Brasília, onde passou por uma cirurgia de 12 horas para tratar uma obstrução intestinal.

O procedimento foi feito para remover aderências intestinais e reconstruir a parede abdominal, complicações que, de acordo com os médicos, são decorrentes da facada sofrida pelo ex-presidente em 2018, durante a campanha eleitoral. Neste domingo, Bolsonaro postou em suas redes sociais uma foto do tórax sem curativo, deixando expostos os pontos da operação. Veja:

“Ainda em fase de recuperação após mais um procedimento cirúrgico. Tenho me mantido estável, com a pressão controlada e uma resposta clínica considerada positiva pelos médicos”, escreveu Bolsonaro.

Diario e Pernambuco

Bolsonaro tem alteração na pressão arterial

O ex-presidente Jair Bolsonaro segue internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital DF Star, em Brasília, após passar por uma cirurgia no último domingo (13), para tratar de uma obstrução intestinal. Segundo boletim médico apresentado neste sábado (19), o ex-presidente apresentou uma alteração na pressão arterial que já foi normalizado.

“Devido a ainda não apresentar movimentos intestinais efetivos, segue em jejum oral e com nutrição parenteral exclusiva. Hoje, a programação é de intensificar fisioterapia motora e medidas de reabilitação. Persiste a recomendação de não receber visitas e não há previsão de alta da UTI”, diz o boletim.

Como foi o procedimento?
Durando cerca de 12 horas, o procedimento visou remover aderências intestinais, conhecidas como bridas, e reconstruir parte da parede abdominal. Tais alterações são comuns em pacientes que já precisaram fazer cirurgias abdominais, podendo causar dores, obstruções e outros sintomas.

O que é uma obstrução intestinal?
Obstrução intestinal é um bloqueio, seja parcial ou completo, da passagem dos alimentos digeridos pelo intestino, podendo ser provocada por vários motivos, como tumores, hérnias, inflamações, intoxicações ou bridas intestinais.

Seus principais sintomas são inchaço abdominal, prisão de ventre, dificuldade de eliminar gases, náuseas, vômitos e dor em forma de cólica. No quadro de Bolsonaro, esse problema é oriundo das cirurgias feitas após o atentado sofrido em 2018.

A Tarde

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