Motorista embriagada bate carro em cerca da residência de Geraldo Alckmin

Uma motorista embriagada bateu o carro na cerca que protege o Palácio do Jaburu, residência oficial do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), em Brasília. O veículo, um SUV da montadora Volkswagen, atingiu a cerca por volta das 00h30 deste sábado, 8.

De acordo com a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), a mulher foi detida e levada para a 5° Delegacia de Polícia, que atende a região central de Brasília. Ela foi autuada pelo delito de embriaguez ao volante e condução inabilitada de veículo automotor. Além de ter consumido bebida alcoólica, a mulher, que não teve a identidade revelada, estava sem a posse de carteira de habilitação. Ela teve que pagar uma fiança de R$ 15 mil que, segundo a PCDF, foi paga por familiares.

Essa não é a primeira vez que há um acidente nas proximidades do Jaburu. Em junho de 2022, um homem de 37 anos e uma mulher de 22 anos capotaram um Porsche na rampa que dá acesso à residência oficial do vice-presidente que, naquela época, era o atual senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS).O Estadão procurou a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) e a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) mas não obteve retorno.

Estadão Conteúdo

Transporte Escolar: Prefeitura de Juazeiro capacita profissionais e recebe dois novos ônibus para a frota escolar

A segurança dos estudantes e a garantia do acesso à escola são prioridades para a Prefeitura de Juazeiro. Pensando nisso, a Secretaria de Educação (Seduc) iniciou um processo de formação com condutores e monitores do transporte escolar, com o objetivo de qualificar o serviço oferecido aos estudantes da rede municipal de ensino.

Ontem (07), o auditório da Seduc recebeu os monitores em uma palestra sobre segurança e hoje (08) foi a vez dos condutores do transporte escolar, que participaram da atividade sobre direção defensiva. A ação é resultado de uma parceria firmada entre a Prefeitura de Juazeiro e o Sest/Senat.

De acordo com o técnico de formação do Sest/Senat, George Alves, que ministrou as palestras, a atividade é só o início da formação. “Nesse primeiro momento, discutimos direção defensiva e segurança no transporte escolar, mas eles irão participar de um curso que irá habitá-los para transportar essas pessoas com segurança, mediante as normas. Além disso, também irão fazer uma capacitação chamada Lei Lucas, sobre primeiros socorros”, contou George.

Para o condutor José Maurício de Oliveira, que trabalha com o transporte escolar há mais de 20 anos, a formação é um reforço para a segurança de todos. “Esse curso é importante para garantir a nossa segurança e das crianças que a gente vai transportar. Então, se nós queremos trabalhar, precisamos trabalhar com legalidade”.

Compromisso com o futuro de Juazeiro

A oferta de um transporte escolar seguro e de qualidade para as crianças é um compromisso com o futuro de Juazeiro. “Estamos trabalhando para melhorar o transporte escolar e evitar os problemas dos últimos quatro anos. Mas o nosso compromisso depende também dos nossos condutores. Os motoristas carregam o futuro da nossa cidade, então, o que pedimos a eles é que cuidem das nossas crianças e adolescentes”, pontuou a secretária de Educação, Maéve Melo, sobre a necessidade da formação.

Ampliação da frota escolar

Após o encontro com os condutores, que contou com a participação do prefeito Andrei Gonçalves, do vice-prefeito Tiano Felix, e dos vereadores Mitu, Bené Marques e Ziel Almeida, condutores e autoridades seguiram para o Paço Municipal, onde aconteceu a entrega de dois Ônibus Rurais Escolares (ORE). Os veículos ORE 1 e ORE 2, do Programa Caminho da Escola, foram garantidos através de emenda dos deputados estaduais Zó e Roberto Carlos.

Os dois novos ônibus irão atender 103 estudantes da zona rural. “Estamos entregando dois ônibus com acessibilidade, dois ônibus que irão levar as nossas crianças à escola em locais de difícil acesso, na região do Salitre e em Abóbora, com segurança e conduzidas por profissionais capacitados”, frisou o prefeito Andrei Gonçalves.

Ascom/Seduc

Fotos: Gilson Pereira

Inscrições para concurso do MPU estão abertas até 27 de fevereiro

As inscrições para o concurso público do Ministério Público da União (MPU) estão abertas até as 16h de 27 de fevereiro, no horário de Brasília. Ao todo, são 172 vagas para os cargos de técnico e analista, observado o prazo de validade de 2 anos do certame.

A remuneração inicial para o cargo de técnico é R$ 8.529,65 e a de analista, R$ 13.994,78. A jornada de trabalho é de 40 horas semanais para ambos os cargos. Do total de vagas, 10% serão reservadas para candidatos indígenas, quilombolas, ciganos e de povos/comunidades tradicionais. E para os candidatos autodeclarados negros (pretos e pardos) serão reservadas 20% das vagas do processo seletivo.

A Fundação Getulio Vargas (FGV) será a banca organizadora do certame.

Inscrições

Para fazer a inscrição, o interessado deverá acessar o endereço eletrônico da FGV. A taxa de inscrição para o cargo de analista é de R$ 120 e de técnico é de R$ 95.

Os interessados devem preencher o requerimento de inscrição com o número de Cadastro de Pessoa Física (CPF), em seguida selecionar a unidade da federação onde deseja concorrer à vaga e onde, necessariamente, também será aplicada a prova na capital ou no Distrito Federal.

 A Guia de Recolhimento da União (GRU) relativa à taxa de inscrição será gerada automaticamente após o envio do requerimento de inscrição. E deverá ser paga em qualquer banco ou por meio eletrônico até 28 de fevereiro.

Somente podem pedir a isenção da taxa de inscrição os candidatos inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal (CadÚnico), e os doadores de medula óssea, com a apresentação do cartão de doador voluntário de medula óssea (Redome). O candidato que tiver seu pedido de isenção indeferido, precisa fazer o pagamento da taxa de inscrição no prazo estabelecido em edital para confirmar a participação no concurso.

Provas

 As provas objetiva e discursiva para todos os cargos de analista e técnico serão realizadas em 4 de maio. Os candidatos às vagas de analista farão as provas de 8h às 12h30, de acordo com o horário oficial de Brasília. Para os cargos/especialidades de técnico, os candidatos farão as provas de 15h às 19h30.

Os procedimentos de identificação da etnia/raça de candidato que disputa uma vaga das cotas raciais, realizado pelas bancas de heteroidentificação, e as perícias médicas para comprovar a condição de candidatos com deficiência, serão feitas na mesma cidade de aplicação das provas objetiva e discursiva. Os locais das provas objetiva e discursiva serão divulgados no site da FGV.

Agência Brasil

Brasil recebeu 194.331 migrantes em 2024

O Brasil registrou a chegada de 194.331 migrantes em 2024. Os venezuelanos lideram a lista de abrigados, com 94.726 pessoas recebidas pela Operação Acolhida. Os dados são da 8ª edição do Boletim da Migração, divulgado pela Secretaria Nacional de Justiça (Senajus), do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP).

Segundo a pasta, a reunião familiar foi o principal motivo para as solicitações de abrigo no país, com 16.567 justificativas. Na sequência, vêm trabalho e investimentos, com 14.507 justificativas, e estudo, com 8.725. Os pedidos para cumprir missão religiosa foram 2,3 mil; para fixar residência em fronteiras somaram 1.966 e receber acolhida humanitária 4.317.

Os dados mostram ainda que, no ano passado, foram pedidas 68.159 solicitações de reconhecimento da condição de refugiado, dos quais, 13.632 já foram concedidos; 24.887 foram extintos, 28.890 arquivados e 318 indeferidos. “A Venezuela segue como principal nacionalidade entre refugiados reconhecidos (12.726), seguida por Afeganistão (283) e Colômbia (121)”, informa o boletim.

Venezuelanos
Em dezembro do ano passado entraram no país 5.837 venezuelanos. O principal ponto de entrada é Pacaraima, em Roraima. Na cidade e em Boa Vista, são ofertados atendimentos da Operação Acolhida, resposta humanitária que oferece suporte ao deslocamento voluntário, seguro e organizado de populações refugiadas e migrantes.

Segundo dados da operação, os venezuelanos que entraram no Brasil vivem, atualmente, em 1.026 municípios de todas as regiões do país. As cidades de Curitiba e Manaus são as que somam maior número de migrantes recepcionados pela operação.

No final de janeiro deste ano, as ações da operação chegaram a ser suspensas após a Organização Internacional para as Migrações (OIM), braço da Organização das Nações Unidas (ONU) para atendimento de migrantes e refugiados, informar o bloqueio do repasse de verbas por 90 dias determinado pelo presidente norte-americano, Donald Trump, no dia 26.

No dia seguinte, o governo federal se reuniu com representantes da organização para discutir o impacto da suspensão das atividades realizadas pela entidade no âmbito da Operação Acolhida. Na ocasião, foi definido que o governo executaria as ações da OIM.

“As autoridades brasileiras estão mobilizadas e seguem em tratativas para reduzir os impactos da ausência das equipes da OIM na operação logística e na gestão de abrigos. Entre as ações emergenciais estão a realocação de servidores das áreas de saúde, assistência social, da Polícia Federal e Defesa para manterem, em caráter emergencial, as atividades essenciais”, disse o MJSP em nota.

Segundo o ministério, o grande volume de pessoas migrando da Venezuela indica a necessidade de o “governo federal prosseguir com políticas voltadas à crise humanitária daquele país”.

Brasileiros no exterior

Em relação aos brasileiros no exterior, os dados mostram que, até 2023, 4.996.951 cidadãos brasileiros viviam fora do país. “As principais regiões de destino são a América do Norte (2,26 milhões) e a Europa (1,67 milhão). Os Estados Unidos seguem como o país com o maior número de brasileiros residentes (2,08 milhões), seguido por Portugal (513 mil)”, informou o ministério.

Agência Brasil

Feira do Produtor Empreendedor movimenta Baraúna neste domingo em Petrolina

Neste domingo (9), das 8h às 13h, será realizada a Feira do Produtor Empreendedor na comunidade de Baraúna, no distrito de Rajada, Petrolina, no Sertão de Pernambuco. A ação acontece através do programa “Meu Bairro Empreendedor”, idealizado pela prefeitura, através da Agência Municipal do Empreendedor (AGE). O objetivo da iniciativa é fomentar o empreendedorismo nos bairros e comunidades da zona rural do município.

A Feira que será realizada pela Associação dos Produtores Rurais de Baraúna (ASPRORB), em parceria com a AGE, vai reunir pequenos empreendedores, formais e informais, que residem ou têm estabelecimentos comerciais na localidade.

Os expositores terão a oportunidade de comercializarem os seus diversos produtos da agricultura familiar, e caprinos e ovinos. A feira ainda contará com a participação musical do cantor e sanfoneiro Manoel da Paixão.O programa “Meu Bairro Empreendedor” disponibiliza recursos financeiros num valor total de R$ 10 mil, a cada 24 meses, para as associações de moradores e comunidades do município. Essa iniciativa visa assegurar a efetivação e o bom funcionamento de feiras e exposições, contribuindo para o desenvolvimento econômico local.

Os recursos transferidos às Associações destinam-se para cobertura de despesas de custeio e/ou capital, execução, manutenção e investimentos, exclusivamente para as feiras de fomento aos pequenos empreendedores dos bairros e comunidades.

A AGE Petrolina funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 13h, e está localizada na Avenida Fernando Menezes de Góes, n⁰ 1009, Centro, próximo a Biblioteca Municipal. Os microempreendedores interessados em conhecer serviços da Agência, podem ligar ou enviar mensagem para o Alô AGE (87) 3983-7121 e agendar a sua visita.

G1 Petrolina

Mulher encontra bala de fuzil em pão de forma no Rio de Janeiro

Uma moradora encontrou uma munição de arma de fogo no pão de forma nesta sexta-feira (7), no Rio de Janeiro. A mulher, que mora no bairro do Flamengo, zona sul da capital fluminense, preparava café da manhã para o filho e chegou a passar manteiga na fatia de pão quando se deparou com a bala.

A embalagem do pão também apresentava um furo compatível com o tamanho do projétil. Especialistas consultados pela TV Globo afirmam que o pacote foi atingido por um tiro de fuzil calibre 7.62.

A mulher, que preferiu não se identificar, relatou que comprou o pão em um supermercado no bairro onde mora. A região não teve registros de tiroteios nos últimos dias. A fábrica dos pães, no entanto, fica em Inhaúma, bairro na zona norte próximo ao Complexo do Alemão.

“Como não havia nenhum sinal de tiro na nossa casa e não moramos numa área de risco, imagino que a bala tenha chegado até o pão na fábrica que fica próxima ao Complexo do Alemão, onde houve operação nas semanas anteriores”, afirmou a mulher. Ela acredita ainda que o produto pode ter sido atingido no trajeto entre a fábrica e o mercado.

Em nota à Globo, a empresa responsável alegou que “nenhuma ocorrência foi registrada nas dependências da fábrica e todos os lotes são submetidos a um criterioso processo produtivo que contempla, inclusive, um detector de metais, garantindo a segurança e a qualidade dos alimentos”.

Alvo de constantes operações policiais contra o tráfico de drogas, o Complexo do Alemão é uma área de risco por confrontos e tiroteios.

Folha PE

Mega-Sena sorteia prêmio de R$ 39 milhões neste sábado (8)

A Mega-Sena sorteia neste sábado (8) prêmio acumulado em R$ 39 milhões. As seis dezenas do concurso serão sorteadas a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço da Sorte, em São Paulo.

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet.

O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 5.

 Folha PE

STF dá 10 dias para governo Lula explicar aumento de casos de malária no território Yanomami

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, deu 10 dias para o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) explicar o aumento de casos notificados de malária na Terra Indígena Yanomami, em Roraima. A decisão foi proferida na quinta-feira, 6, e o prazo termina no próximo dia 16.

O Estadão procurou o Ministério da Saúde e a Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom), mas não obteve retorno.

Barroso cobrou respostas do governo após a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) apontar, em uma manifestação enviada ao STF no último dia 24, que os casos de malária aumentaram em 27% entre os anos de 2023 e 2024, de acordo com dados disponibilizados pelo Ministério da Saúde. Além disso, a Apib relatou que as ocorrências de desnutrição e infecção respiratórias agudas também estão em “constante crescimento”.

“Embora o boletim indique que o aumento de casos notificados esteja relacionado ao aumento da cobertura de serviços de saúde, é estarrecedor que, após pelo menos dois anos de conhecimento público sobre a situação, sejam registrados, em um período de seis meses, 18.310 casos (dezoito mil trezentos e dez casos) em um conjunto populacional de 32.012 (trinta e dois mil e doze) indígenas, o que representa mais da metade da população possivelmente contaminada”, disse a Apib na manifestação.

A entidade também acusa a pasta chefiada por Nísia Trindade de falta de transparência sobre a emergência. Segundo a Apib, os informes de saúde sobre o território Yanomami tinham periodicidade semanal até setembro de 2023 e, após isso, passaram a ser mensais e finalmente semestrais a partir de agosto do ano passado.

 Em julho, o Estadão mostrou que o Ministério da Saúde parou de divulgar boletins com dados sobre número de mortes e incidência de doenças e desnutrição na Terra Indígena Yanomami. O governo também deixou de responder os pedidos sobre a situação na região apresentados via Lei de Acesso à Informação (LAI).

 “É primeiro necessário observar a falha do Ministério da Saúde em prover transparência adequada às ações empregadas para combater a emergência de saúde na Terra Indígena Yanomami, uma vez que a ausência de periodicidade nas informações públicas, bem como o longo período no qual são elaboradas, denota uma ausência de compromisso com o repasse de informações adequadas para que se possa realizar um balanço das informações apresentadas”, disse a Apib.

Um dos primeiros gestos do mandato de Lula foi decretar, em janeiro de 2023, estado de emergência na Terra Indígena Yanomami após altos índices de morte, justamente por malária e desnutrição. O Executivo realizou operações para a retirada de garimpeiros e reabriu seis dos sete polos-base existentes no território. Mesmo assim, no início do ano passado, o Planalto reconheceu que as ações não deram conta de sanar a crise.

 Em março do ano passado, o governo liberou R$ 1 bilhão em crédito extraordinário para as ações contra o garimpo ilegal e o provimento de atendimento médico. Na manifestação enviada ao STF a Apib afirma que, apesar do valor significativo enviado pelo Executivo, as verbas não foram suficiente para reverter os quadros de óbitos.

Estadão Conteúdo

Equipe da Secretaria de Educação de Juazeiro visita Escola de Idiomas e discute programação para o início das aulas

Em visita à Escola de Idiomas de Juazeiro, nesta sexta-feira (07), além de conhecer a equipe de professores e as dependências da unidade, a secretária de Educação, Maéve Melo, e a gestora de Políticas Públicas, Mary Adriana Evangelista dos Santos, aproveitaram a oportunidade para discutir a programação da escola para o início das aulas.

Durante a visita, as gestoras se reuniram com o coordenador da escola, George Cabral, para ouvir as principais demandas do espaço e discutir, entre outros temas, o início das aulas, previsto para os dias 18 e 19 de fevereiro, estratégias que possam potencializar o equipamento e os projetos pensados para a unidade, como a possibilidade de um intercâmbio para os estudantes, por exemplo.

A secretária Maéve Melo destacou a importância da Escola de Idiomas e a necessidade de alcançar mais estudantes da rede municipal de ensino. “Os nossos estudantes precisam saber que eles têm acesso à Escola e que eles podem fazer o curso de inglês, de espanhol ou de Língua Brasileira de Sinais (Libras), de forma gratuita, com excelentes profissionais”, pontuou Maéve.

Matrículas

Os interessados em ter acesso a um dos cursos podem se inscrever, gratuitamente, entre os dias 13 e 18 de fevereiro, das 9h às 19h, no prédio da Escola de Idiomas, na Praça Imaculada Conceição (Pça da Catedral), nº 16. A Escola ofertará 120 novas vagas, para o semestre 2025.1, em três turnos: manhã, tarde e noite. Podem se matricular estudantes que estejam cursando entre o 4º e 8º ano do Ensino Fundamental, em escolas da rede municipal de ensino, e servidores municipais.

No momento da matrícula, os alunos devem apresentar os seguintes documentos (originais e cópias): Certidão de Nascimento ou RG com foto, RG e CPF da mãe ou responsável legal, declaração ou comprovante de matrícula, comprovante de residência, 2 fotos 3×4 e documento comprobatório para Atendimento Educacional Especializado (AEE), para alunos com deficiência. Os servidores municipais devem apresentar os documentos pessoais e o contracheque atualizado.

Ascom Seduc/PMJ

Países bálticos se desligam da rede elétrica da Rússia para integrar sistema elétrico europeu

O fluxo de eletricidade entre a Rússia e os países bálticos da Estônia, Letônia e Lituânia foi oficialmente cortado na manhã deste sábado, 8, após os oficiais desligarem as linhas de transmissão da rede da era soviética e se prepararem para se juntar ao restante da Europa amanhã.

“O sistema energético do Báltico finalmente está em nossas mãos, estamos em total controle”, disse o ministro da Energia da Lituânia, Žygimantas Vaiciunas, a repórteres.

O Sistema de Energia Báltico passa a operar independentemente, após 24 horas desligado da rede da era soviética. Se tudo ocorrer conforme planejado, o sistema de energia se fundirá com as redes de energia europeias na tarde de domingo por meio de várias conexões com Finlândia, Suécia e Polônia.

É esperada a presença da presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, bem como dos presidentes da Polônia e dos países bálticos, em uma cerimônia na Lituânia no domingo à noite, juntamente com outros dignitários. /Associated Press.

Estadão Conteúdo

Homem é assassinado e dois ficam feridos após ataque a tiros em Petrolina

Em mais uma cena de violência em Petrolina, na noite desta sexta-feeira (07), um homem foi assassinado e outros dois ficaram feridos após serem baleados dentro de um carro em frente ao Presídio Doutor Edvaldo Gomes, no bairro Henrique Leite, em Petrolina.

De acordo com a Polícia Civil (PC), o homem que morreu tinha 47 anos. Ele chegou a ser socorrido para um hospital, mas não resistiu aos ferimentos. Os dois feridos têm 24 e 26 anos, foram socorridos e prestaram esclarecimentos sobre o fato.

Ainda de acordo com a PC,a autoria do crime é desconhecida. O caso, que foi registrado como homicídio e duas tentativas de homicídio, está sendo investigado.

IA deve eliminar empregos, mas impacto pode ser atenuado com abordagem inclusiva

Enquanto avança rapidamente em múltiplos setores da economia, a inteligência artificial deixa um rastro de incerteza sobre o impacto no mercado de trabalho. A tecnologia eliminará vagas de emprego? A resposta é complexa e provavelmente afirmativa, mas economistas e líderes políticos propõem evoluir o debate a uma nova fase, que busque soluções para garantir que os benefícios sejam distribuídos de maneira equânime entre toda a cadeia social.

Nos corredores da Global Labor Market Conference (GLMC), que aconteceu na semana passada em Riad, na Arábia Saudita, termos como “upskilling” e “reskilling” se sobrepuseram à discussão sobre quais postos de trabalho desaparecerão no futuro (leia abaixo). A ideia central é a de que governos e o setor privado devem trabalhar juntos para investir no treinamento das habilidades que serão mais demandadas nesta nova revolução digital.

O glossário do novo mercado de trabalho:

Termo Explicação – Upskilling Aperfeiçoamento de habilidades já desenvolvidas na função atual do trabalhador, sem a necessidade de uma guinada brusca na carreira.

Reskilling – Treinamento em novas habilidades para substituir aquelas já existentes. O objetivo é capacitar o trabalhador para funções novas que serão demandas no futuro.

Foreverskilling – Termo introduzido durante a Global Labor Market Conference, refere-se à ideia de desenvolver um treinamento adaptável que prepare o trabalhador para qualquer tipo de demanda que eventualmente surja no futuro do mercado de trabalho

“Não acho que haja uma receita clara para isso, mas precisamos começar uma conversa sobre como tornar a IA amigável ao trabalhador, como tornar as pessoas mais produtivas, ao invés desse foco obsessivo em substituir as pessoas por máquinas”, defendeu o professor James Robinson, da Universidade de Chicago, vencedor do Nobel de Economia do ano passado com um trabalho sobre a prosperidade das nações, em conjunto com os professores Simon Johnson e Daron Acemoglu, ambos da Massachusetts Institute of Technology (MIT).

Na palestra mais disputada do evento, o economista e cientista político projetou que a IA transformará a economia ainda mais rapidamente do que a Revolução Industrial do século XVII. A cada nova evolução tecnológica, a disseminação ocorre de forma mais veloz que os estágios anteriores. O Twitter (hoje X) demorou quase 2 anos para alcançar a marca de 1 milhão de usuários. “Já o ChatGPT demorou alguns dias”, compara Robinson.

O ritmo das transformações é a principal fonte de angústia de trabalhadores no mundo todo, conforme mostrou pesquisa conduzida pelos organizadores da conferência e amplamente discutida na ocasião. Entre os 14 mil participantes da força de trabalho consultados pelo estudo, as mudanças tecnológicas foram citadas como fator mais importante para definir estratégias de qualificação profissional.

Desafios antigos

A pesquisa, porém, mostrou que a nova era tecnológica esbarra em problemas econômicos antigos. Boa parte dos participantes citaram limitações financeiras como obstáculos para obter a formação tecnológica necessária, principalmente no Brasil, Jordânia, Nigéria, África do Sul e Vietnã. A disparidade reflete, em parte, a renda disponível menor nessas economias que em locais como Estados Unidos e União Europeia, onde a questão do acesso financeiro apareceu com menor relevância no estudo.

Para contornar esses desafios, será necessário adotar uma estratégia robusta que envolverá diferentes entes da sociedade, disse ao Broadcast o ex-ministro do Trabalho da Itália Enrico Giovannini. “A única maneira de tentar reduzir não apenas o desemprego, mas também as desigualdades é a partir de políticas sociais e econômicas que não deixem nenhum grupo para trás, com base na Agenda 2030 da ONU”, defendeu, em conversa às margens da conferência em Riad.

Professor na Universidade de Roma, Giovannini argumenta que as autoridades deveriam pensar em programas que redirecionem a força de trabalho para as necessidades do futuro. Iniciativas podem, por exemplo, preparar trabalhadores para adaptar as cidades à realidade das mudanças climáticas. Mas o ex-ministro também acredita que será preciso avaliar o cenário com base em novas métricas, para além de indicadores econômicos clássicos. “Senão, estaremos olhando apenas para a aceleração do carro sem observar o aumento da temperatura do motor e outras coisas”, afirmou.

Na mesma linha, o Diretor do Instituto de Pesquisa de Emprego da Universidade de Warwick, Christopher Warhurst, ressaltou que, sozinha, a IA não será capaz de produzir os ganhos de produtividade esperado. Será necessário, sobretudo, engajamento humano. “Para que novas tecnologias entreguem os ganhos de produtividade, elas precisam ser adequadamente geridas, com trabalhadores envolvidos na introdução, uso e distribuição”, defendeu, também durante a GLMC.

Estadão Conteúdo

Apenas dez países entregaram metas climáticas; prazo termina segunda

A nove meses da realização da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), em Belém, o prazo estabelecido no Acordo de Paris para entrega da terceira geração de Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs, na sigla em inglês) terminará na segunda-feira (10). Dos 197 países que fazem parte do tratado, apenas dez atualizaram suas ambições para redução de gases do efeito estufa.

Este ano, o Acordo de Paris, o maior tratado global firmado por líderes para evitar a piora dos impactos climáticos e limitar o aquecimento global em 1,5 grau Celsius (ºC), completa dez anos, mas as nações têm falhado nessa ambição. Até 2035, para estabilizar os termômetros nesse nível, acima da temperatura pré-industrial, será necessário reduzir as emissões de gases do efeito estufa em 57%, aponta o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma).

Em janeiro, ao apresentar as prioridades das Nações Unidas para o ano de 2025, o secretário-geral da ONU, António Guterres, afirmou que os países devem centrar esforços para criar planos capazes de reduzir as emissões de gases do efeito estufa em 60% até 2035, com claras metas de diminuição da produção e consumo de combustíveis fósseis. Ele destacou ainda o trabalho para impulsionar as ações, “em estreita colaboração com o anfitrião da Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática, COP30, o presidente Lula do Brasil.”

Compromissos
O Brasil responde atualmente por 2,45% das emissões globais, de acordo com o relatório de 2024 do Banco de Dados de Emissões para Pesquisa Atmosférica Global (Edgar, na sigla em inglês) e foi o segundo país a atualizar a NDC, depois apenas dos Emirados Árabes Unidos.

Na nova ambição, estabeleceu uma faixa de redução das emissões entre 59% a 67%, para 2035, na comparação com 2005. O corte levará o país a uma emissão líquida anual de 850 milhões de toneladas a 1,05 bilhão de toneladas de gás carbônico equivalente (CO2e), unidade utilizada para medir as emissões de gases do efeito estufa em relação ao seu potencial de aquecimento do planeta.

No caso dos Emirados Árabes Unidos, que representam atualmente 0,51% (Edgar) das emissões globais, a redução foi menos ambiciosa, com uma meta de corte em 47% para 2035, em comparação com 2019, o que levaria o país a um volume anual de o 103,5 milhões de toneladas de CO2e.

O terceiro país a entregar a NDC foi os Estados Unidos, ainda em 2024, antes mesmo de anunciar a saída do Acordo de Paris. A contribuição apresentada foi coerente com o segundo maior emissor de gases do efeito estufa do planeta, que hoje representa 11,25% (Edgar) das emissões globais. A ambição é pela redução na faixa de 61% a 66% para 2035, em comparação com as medições de 2005.

O Uruguai, que representa apenas 0,08% das emissões globais, encerrou as entregas de NDCs no ano de 2024, com o compromisso de limitar as emissões de gases do efeito estufa a partir de medição dos níveis absolutos de dióxido carbônico (CO2), metano (CH4) e óxido nitroso (N2O), que representam 99,3% das emissões no país.

Para 2035, o país estabeleceu os limites de emissões de CO2 em até 9,6 milhões de toneladas, de CH4 em 818 mil toneladas e de N2O em até 32 mil toneladas; além de limitar em 30% o consumo de hidrofluorcarbonetos – gases sintéticos presentes em aerossóis e usados em sistemas de refrigeração, na comparação com níveis de 2022.

O país também apontou o avanço adicional que é possível ser alcançado com a disponibilidade de condições que vão além do que o Uruguai dispõe, como financiamento internacional. Nesse caso, as metas condicionadas acresceriam aos limites reduções de CO2 em mais 960 mil toneladas, de CH4 em mais 61 mil toneladas e de N2O em mais 2 mil toneladas; a limitação do consumo de hidrofluorcarbonetos chegaria a 35%.

2025
Nos dois primeiros meses deste ano, mais seis países apresentaram suas metas: Suíça, Reino Unido, Nova Zelândia, Andorra, Equador e Santa Lúcia , que respondem juntos por apenas 1,1% das emissões globais. Enquanto a Suíça, com 0,08% das emissões globais, apontou para uma redução de 65%, o Reino Unido – que responde por 0,72% – foi além e assumiu o compromisso de mitigar 81% das emissões, até 2035. Ambos usam como parâmetro comparativo as emissões em 1990.

A Nova Zelândia, responsável por 0,16% dos gases na atmosfera, apontou para uma faixa entre 51% e 55% de redução das emissões, para 2035, na comparação com 2005. Diferente dos demais países que já chegaram à terceira geração de NDC, essa foi a segunda atualização de ambição tanto para o país da Oceania, quanto para a Suíça, que haviam apresentado suas primeiras versões respectivamente em 2021 e 2017.

Andorra entregou a terceira geração da NDC também dentro do prazo e, apesar de ser um local com baixíssimas emissões que nem chegam a representar um percentual (370 mil toneladas de CO2e em 2005), pretende reduzir suas emissões a 137 mil toneladas de CO2e, em 2035, o que representa um compromisso de mitigar 63%.Assim como em Andorra, os gases de efeito estufa gerados em Santa Lúcia não chegam a representar um percentual nas emissões globais, mas o país insular também atualizou a NDC em sua terceira versão ampliando a ambição de 14,7% para 22% para os setores energético e de transporte, até 2035, tendo como base as medições de 2010.O país também estabeleceu uma meta condicionada que poderia elevar esse percentual a 32%, caso haja disponibilidade de recursos para geração de energia geotérmica.

O país qualificou ainda sua NDC com a ampliação de sua capacidade de captação dos gases do efeito estufa, que deverá atingir 251 mil toneladas de CO2e por ano, até 2035, permitindo a retirada de mais 10% dos gases já emitidos para a atmosfera.

O Equador usou o ano de 2010 como referência para apontar uma redução de 7% para as emissões em 2035, o que equivale a 8,8 milhões de toneladas de CO2e. O país, que atualmente representa 0,14% das emissões globais, adicionou ainda uma meta condicionada de alcançar até 8%, o que equivaleria a 10,6 milhões de toneladas de CO2e.

Os dez países, que juntos representam 15,3% das emissões globais, reafirmaram o compromisso net zero para 2050, o que significaria alcançar a neutralidade entre as emissões e a remoção de gases da atmosfera, por meio de medidas de compensação como restauração de vegetação nativa e o próprio mercado de carbono.

Agência Brasil

 

A defesa de Bruno Aiub sustenta que o inquérito aberto contra o influenciador é ilegal por tratar a suposta conduta de divulgar fake news como crime. Para os advogados, a conduta de desinformação ou fake news tem natureza cível e não autoriza a decretação das graves medidas contra o influenciador. Atualmente, Monark vive nos Estados Unidos.

Após derrota no Critics Choice Awards, o longa ‘Ainda Estou Aqui’ segue na disputa por mais dois prêmios importantes neste fim de semana. A produção dirigida por Walter Salles concorre ao Goya 2025, principal premiação do cinema espanhol, e ao ICS Award, concedido pela Sociedade Internacional de Cinéfilos.

A partir das 18h (horário de Brasília) deste sábado, 10, a Academia de Cinema da Espanha anuncia os vencedores do Goya, na premiação, o filme brasileiro está disputando na categoria de Melhor Filme Ibero-Americano.

Já no ICS Awards, os resultados serão revelados no dia 9 de fevereiro, com Fernanda Torres concorrendo como Melhor Atriz e Heitor Lorega e Murilo Hauser indicados a Melhor Roteiro Adaptado.

‘Ainda Estou Aqui’ narra a história de Eunice Paiva, que lidera a família após o desaparecimento do marido, o deputado cassado Rubens Paiva, no início da década de 1970. Durante a ditadura militar, o ex-político foi levado por militares para prestar um depoimento e nunca mais foi visto. Seu óbito foi reconhecido somente em 1996.

Veja a lista de prêmios que o longa ainda pode conquistar:

• GOYA: Indicado a Melhor Filme Ibero-americano. A premiação é considerada a maior do cinema espanhol e está marcada para acontecer no dia 8/2;

• ICS Award: Indicado a Melhor Roteiro Adaptado e Melhor Atriz. O prêmio é concedido pela Sociedade Internacional de Cinéfilos (ICS) e os vencedores serão anunciados no dia 9/2.

• BAFTA: Indicado a Melhor Filme de Língua Não-Inglesa. Marcada para 16/2, a premiação é considerada o Oscar britânico;

• Latino Entertainment Film Awards: Indicado nas categorias Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Atriz, Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Filme em Língua Não Inglesa, Melhor Fotografia e Melhor Montagem. Anúncio dos vencedores da premiação concedida pela Associação de Jornalistas Latinos de Entretenimento será no dia 17/2;

• OFTA Film Awards: Indicado nas categorias Melhor Filme Estrangeiro e Melhor Atriz. Os vencedores serão revelados no dia 23/2;

• Oscar: Indicado nas categorias Melhor Atriz, Melhor Filme Internacional e Melhor Filme (indicação inédita para o Brasil). A cerimônia acontece em 2/3.

Confira os prêmios internacionais que o longa já conquistou:

• Melhor Roteiro no Festival de Veneza, na Itália, onde o filme teve seu lançamento mundial;

• Melhor Filme do Júri Popular no Festival Internacional de Cinema de Vancouver, no Canadá;

• Melhor Filme do Júri Popular no Festival de Cinema de Mill Valley, nos Estados Unidos;

• Melhor Filme do Júri Popular no Festival de Cinema de Miami, nos Estados Unidos;

• Melhor Filme do Júri Popular no Festival de Pessac, na França, onde também recebeu o Prêmio Danielle Le Roy, dado pelo júri jovem;

• Melhor Filme Estrangeiro no New Mexico Critics Awards;

• Melhor Filme em Língua Estrangeira no North Carolina Film Critics Association Awards;

• Melhor Filme Internacional pelo júri do Festival de Cinema de Palm Springs, nos Estados Unidos;

• Melhor Filme Internacional pela Associação de Críticos de Porto Rico.

• Melhor atriz de drama para Fernanda Torres no Globo de Ouro;

• Melhor atriz em filme de drama para Fernanda Torres no Satellite Awards.

A Tarde

Moraes desbloqueia redes sociais do influenciador Monark

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta sexta-feira (7) o desbloqueio das redes sociais do influenciador digital Bruno Monteiro Aiub, conhecido como Monark. Ele é alvo de um inquérito no Supremo pela acusação de espalhar “notícias fraudulentas” sobre as eleições.

 Apesar de liberar as redes sociais, Moraes determinou a aplicação de multa de R$ 20 mil em caso de reiteração e a retirada de postagens consideradas ilegais.  Os bloqueios foram autorizados após Moraes receber um relatório no qual o setor de combate à desinformação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE),  que foi presidido pelo próprio ministro, constatar que Monark continuava postando vídeos em novas contas após a primeira decisão que determinou o bloqueio.

Além do bloqueio das redes sociais, Monark também teve as contas bancárias bloqueadas, e a monetização de seus canais foi suspensa. A defesa de Bruno Aiub sustenta que o inquérito aberto contra o influenciador é ilegal por tratar a suposta conduta de divulgar fake news como crime. Para os advogados, a conduta de desinformação ou fake news tem natureza cível e não autoriza a decretação das graves medidas contra o influenciador. Atualmente, Monark vive nos Estados Unidos.

Agência Brasil