Fraudes no Pronaf em Ouricuri desviaram R$ 1,9 milhão, aponta Justiça Federal

Esquema utilizava documentos falsos para liberar financiamentos rurais

A Justiça Federal condenou integrantes de um esquema de fraudes em financiamentos do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) que provocou prejuízo superior a R$ 1,9 milhão aos cofres públicos. As irregularidades ocorreram entre os anos de 2010 e 2012 na agência do Banco do Nordeste (BNB) de Ouricuri, no Sertão do Araripe pernambucano.

A sentença foi proferida no último dia 26 de maio pelo juiz federal substituto Bruno Rodolfo de Oliveira Melo, da 27ª Vara Federal de Pernambuco.

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Justiça Federal concede liberdade a MC Ryan SP, MC Poze do Rodo e dono da “Choquei”

A Justiça Federal determinou, nesta quarta-feira (13), a soltura do cantor MC Poze do Rodo. De acordo com informações apuradas pelo portal UOL, a defesa do artista obteve na segunda instância a extensão do benefício jurídico que já havia contemplado outros investigados no âmbito da Operação Narcofluxo.

Embora a liberdade tenha sido concedida, o artista aguarda a expedição do alvará de soltura pela 5ª Vara Federal de Santos, o que deve ser finalizado até a manhã de quinta-feira (14).

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Justiça Federal autoriza produção de medicamentos à base de cannabis por associação em Pernambuco

A associação de pacientes Aliança Medicinal obteve, na Justiça Federal, a autorização para o cultivo da planta Cannabis sativa para a produção de medicamentos destinados aos seus associados. A sentença foi assinada pela juíza federal Amanda Torres de Lucena Diniz Araujo, da 7ª Vara Federal em Pernambuco. A decisão determina que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) não aplique à associação as exigências previstas nas resoluções RDC nº 327/2019 e RDC nº 658/2022, que são direcionadas à indústria farmacêutica. A sentença foi emitida na sexta-feira (20).

Segundo a entidade, a medida garante segurança jurídica para suas atividades, que desde 2023 vinham sendo realizadas com base em liminar concedida pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF-5), que havia autorizado a produção própria dos medicamentos diante da demanda dos pacientes. O diretor executivo da associação, Ricardo Hazin Asfora, afirmou que a decisão fortalece a continuidade do fornecimento de medicamentos para os associados e amplia o respaldo legal das atividades da entidade.

A decisão também foi interpretada pela associação como um avanço no direito à saúde e no acesso ao tratamento com cannabis medicinal. De acordo com a defesa da entidade, a magistrada considerou a ausência de registros de intercorrências no atendimento aos pacientes, além de reconhecer esforços para garantir controle de qualidade e organização dos processos.

A sentença determina ainda que a Anvisa continue monitorando as atividades da associação, mantendo a fiscalização sanitária sobre a produção dos medicamentos. A presidente da Aliança Medicinal, Hélida Lacerda, afirmou que a decisão representa o reconhecimento do uso terapêutico da cannabis com prescrição médica e assegura a continuidade do fornecimento do óleo medicinal aos pacientes.

Regulamentação – A decisão ocorre em um contexto de mudanças na regulamentação da cannabis medicinal no país. A Diretoria Colegiada da Anvisa aprovou, em janeiro, normas que regulamentam etapas de produção da substância para fins medicinais, em consonância com entendimento do Superior Tribunal de Justiça (STJ) sobre a proteção ao direito à saúde.

As regras criaram um modelo experimental conhecido como “sandbox regulatório”, que permite a aplicação provisória e ajustável das normas sanitárias para associações de pacientes e instituições de pesquisa. Segundo representantes da entidade, o modelo busca adaptar a regulação à realidade dessas organizações, mantendo padrões de qualidade e controle sanitário.

Sobre a associação – Fundada em Olinda, a Aliança Medicinal é uma associação civil sem fins lucrativos que atende pacientes com prescrição médica para tratamento com medicamentos à base de cannabis. O vínculo associativo é gratuito e permite o acesso aos produtos fabricados pela entidade, sob supervisão técnica e controle sanitário.

Diario de Pernambuco

Justiça federal proíbe interdição de BRs em Petrolina

Foto: Google Street/Divulgação

A Justiça Federal de Pernambuco, através da titular da 17ª Vara, determinou que os manifestantes que estão organizando protestos nas rodovias federais BRs 407 e 428, em Petrolina, não poderão interditar as vias na cidade.

A titular da vara, a juíza Danielli Farias Rabelo foi favorável à União em sua decisão liminar, visando garantir o fluxo do trânsito no local. Os manifestantes estavam organizando um novo protesto hoje (16), cobrando as obras nas PEs dos núcleos irrigados.

Juazeiro: Justiça decreta prisão temporária de investigados na Operação Simulatum

Foto: PF/Divulgação

A 2ª Vara Federal Criminal da Justiça Federal, na Bahia, converteu as prisões preventivas dos investigados na Operação Simulatum em prisões temporárias. A informação foi confirmada pela Polícia Federal. O pedido foi apresentado pela Delegacia da PF em Juazeiro, onde foram cumpridos os mandados, no dia 14 de setembro.

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Operação mira grupo que fraudava benefícios sociais na Bahia e Pernambuco

Na semana passada a PF conseguiu apreender material “robusto e consistente”, comprovando as ações do grupo. Os investigados fraudavam benefícios sociais, utilizando de documentos como CNH e RG para sacar valores pertencentes a outras pessoas.

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Justiça Federal dá 72 horas para governo explicar perdão a Silveira

Advogados de Brasília afirmam que decreto do presidente Jair Bolsonaro desvia a finalidade ao perdoar a pena do parlamentar

A Justiça Federal do Rio de Janeiro estabeleceu um prazo de 72 horas para que a União explique o motivo de o presidente Jair Bolsonaro ter perdoado a pena de oito anos e nove meses imposta ao deputado Daniel Silveira pelo STF (Supremo Tribunal Federal).

A decisão de que a União deve se explicar é do juiz Carlos Ferreira de Aguiar, da 12ª Vara Federal do Rio. Ele atendeu a pedido dos advogados André Luiz Cardoso e Rodolfo Prado, do Distrito Federal, que querem a suspensão do decreto. Os juristas argumentam que a decisão do presidente desvia a finalidade desse tipo de instrumento.

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Gaturiano Cigano tem prisão relaxada por ausência de participação nos fatos apurados na Operação Errantes, afirma defesa

Sobre a matéria exclusiva do nosso blog, informando em primeira mão que o vereador Gaturiano Cigano teria deixado o presídio Doutor Edvaldo Gomes nesta quarta-feira (13), onde estava recluso desde o dia 23 de fevereiro, a defesa do edil esclarece que a prisão foi relaxada pela Justiça Federal por ausência de demonstração da participação do vereador nos fatos apurados na Operação Errantes, da Polícia Federal (PF).

Confira a íntegra da nota da defesa do vereador:

Após concluídas as investigações da operação denominada “Errantes”, fora o inquérito remetido ao Ministério Público Federal, o qual ofereceu denúncia ao Juízo da 8ª Vara Federal de Petrolina. Contudo, ante a ausência de demonstração preambular de participação do vereador Gaturiano Pires nos fatos apurados na referida operação, assim como, a fragilização dos elementos  indiciários que determinaram anteriormente o decreto da sua prisão, em acertada decisão, na data de hoje (13/04/2022), o juízo federal revogou/relaxou a prisão.

O Sr. Gaturiano Pires continua à disposição da justiça pública, na qual jamais deixou de acreditar, até o desfecho definitivo do processo e o esclarecimento de todos os fatos que determinaram a sua instauração.

Petrolina: Justiça Federal decreta prisão preventiva de vereador alvo da ‘Operação Errantes’

A Justiça Federal decretou, na quarta-feira (23), a prisão preventiva do vereador de Petrolina, Gaturiano Pires da Silva, o Gaturiano Cigano (União Brasil). A decisão da Justiça veio após pedidos apresentados pelo Ministério Público Federal (MPF) e da Polícia Federal (PF), no âmbito da Operação Errantes.

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Em discurso na Tribuna Livre, Gaturiano Cigano afirma que “não vai se calar”

Segundo o MPF, a prisão foi realizada na tarde de ontem. A Operação Errantes foi deflagrada na semana passada e investiga crimes contra a Previdência Social cometidos por organização criminosa que atua no município em Petrolina, Tabira (PE) e Filadélfia (BA).

Confira a seguir a nota oficial do MPF:

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MPF pede afastamento da presidente do Iphan, após fala de Bolsonaro sobre interferência para beneficiar empresário dono da Havan

Poucos dias após o presidente da República, Jair Bolsonaro (PL) afirmar que interferiu no Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), o Ministério Público Federal (MPF) pediu o afastamento da presidente do órgão.

A solicitação foi apresentada à Justiça Federal. No pedido protocolado na quinta-feira (16), o procurador Sergio Gardenghi Suiama entendeu que a medida é necessária devido ao “surgimento de nova confissão” de Bolsonaro demonstrando “vício de finalidade”.

Para o MPF, com isso, não há dúvida sobre “o desvio de finalidade na nomeação e posse da atual presidente do Iphan” MPF afirma que “não há oposição de dúvida razoável sobre o desvio de finalidade na nomeação”. Larissa Rodrigues Peixoto Dutra assumiu ao cargo mesmo sem ter formação na área e já ter sido considerada “sem qualificação” para tal posto.

A fala de Bolsonaro foi dada na última quarta-feira (15), quando ele citou a interferência do Iphan para atender interesses de Luciano Hang, dono da Havan. Confira:

Justiça Federal manda Estado e União destinarem vacinas contra covid à índios Pankararu, em Petrolândia

(Foto: Associação dos Índios)

A Justiça Federal determinou, que Pernambuco e a União garantam a prioridade na vacinação contra a Covid-19 do povo indígena Pankararu da Aldeia Angico, em Petrolândia, no Sertão do Estado. A decisão vem após a não inclusão do grupo no Plano Nacional de Imunização (PNI).

A decisão da Justiça, proferida na segunda-feira (10), estipula o prazo de 20 dias para fornecimento das vacinas, sob pena de multa diária de R$ 50 mil em caso de descumprimento. Em nota, a Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) informou que aguarda a chegada de novas remessas, para vacinar os indígenas. “Desta forma, a Secretaria Estadual de Saúde informa que já repassou ao DSEI de Pernambuco as doses da vacina contra a Covid-19 destinadas a todo o grupo de aldeados“, diz a pasta em nota enviada à Folha de Pernambuco.

Comunidade tradicional

A Justiça havia intimado o Ministério Público Federal (MPF) a apresentar manifestação no âmbito de uma ação movida contra a União pela não inclusão do povo indíginea no PNI. Na justificativa, o procurador da República André Estima informou que, embora a região ocupada pela aldeia Angico não seja terra indígena ou área de reserva demarcada, a comunidade existe e vive de modo tradicional.

Confira a seguir a nota da SES-PE:

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Funcionários do matadouro de Petrolina fazem manifestação e pedem abertura do local

Funcionários cobram reabertura do aparelho (Foto: ASCOM)

O matadouro de Petrolina segue fechado há quase 10 meses. Diante da situação, funcionários fizeram uma manifestação nesta segunda-feira (10), pedindo a reabertura para que possam trabalhar. O administrador da empresa Equipe Abate, Diego Cabral, conversou com Waldiney Passos no Programa Super Manhã e disse não entender o motivo de não poder operar o aparelho público.

“A gente está passando por uma dificuldade grande. A empresa tem todas as licenças possíveis, a gente assinou o contrato de concessão de 20 anos com a Prefeitura, a Prefeitura não se opõe, o CPRH nos concedeu a licença de operação. E por um detalhe, um capricho da Justiça Federal, ela expediu uma liminar pedindo que fosse parado o funcionamento do matadouro. A gente fica sem entender e já recorremos”, afirmou à Rádio Jornal Petrolina.

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Juiz federal determina prisão de Viviane Chicourel, investigada na Operação Metástase

(Foto: Reprodução/Instagram)

A ex-diretora da Rede Própria Sob Gestão Indireta (DIRP-GI), da Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab), Viviane Chicourel foi presa pela Polícia Federal na sexta-feira (18).

Ela foi detida em casa, na capital Salvador, após uma decisão preventiva do juiz federal Pablo Baldivieso, substituto na comarca de Juazeiro.

Chicourel é investigada na Operação Metástase, que apura esquema de desvio de recursos da Sesab, destinados ao combate à Covid e fraude em licitação no Hospital Regional de Juazeiro.

Em outra decisão, o juiz federal determinou o afastamento de Matheus Rocha Luz e Jessé Alexandre Silva de Figueiredo das suas respectivas funções no HJ. As informações são do Bahia Notícias.

Justiça aceita pedido de prisão domiciliar de envolvidos em esquema de desvios no HRJ

(Foto: ASCOM)

A Justiça Federal acatou dois pedidos de prisão domiciliar de envolvidos no esquema de desvios de verbas destinadas aos Hospital Regional de Juazeiro (BA). De acordo com o Bahia Notícias, Alex Oliveira e Victor Calixto são alvos de investigações na Polícia Federal e do Ministério Público Federal.

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Após Operação Metástase, Sesab troca administração do Hospital Regional de Juazeiro

Sesab afirma que vai “garantir o fiel cumprimento da decisão judicial” na Operação Metástase

PF investiga desvios de recursos destinados ao Hospital Regional de Juazeiro

Segundo o jornal, Alex era conhecido como “chefe” e “patrão no esquema”. Já Victor seria responsável pela “controladoria” da Associação de Proteção à Maternidade e à Infância (APMI). Victor ainda é apontado como elo entre Alex e Hucilene Simões Santos, diretora-geral do HRJ, que também é alvo da operação.

As investigações são decorrência da Operação Metástase, deflagrada em novembro. A ação policial resultou no cumprimento de mandados de busca e apreensão na Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab), que decidiu romper o contrato com a Apmi.

Justiça Federal determina suspensão de contrato com Apmi, gestora do Hospital Regional de Juazeiro

Apmi é suspeita de desviar recursos destinados ao HRJ (Foto: Ascom)

Após a Operação Metástase, que investiga supostos desvios de recursos públicos destinados ao Hospital Regional de Juazeiro (BA), a Justiça Federal determinou a suspensão imediata do contrato firmado entre o Governo da Bahia e a Associação de Proteção à Maternidade e à Infância Castro Alves (Apmi), gestora da unidade.

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A decisão da Justiça Federal saiu na terça-feira (1°), após pedidos dos Ministérios Públicos da Bahia (MP-BA) e Federal (MPF). Ambos os órgãos reivindicavam uma intervenção judicial do hospital, após a Polícia Federal apontar fraudes em licitações e desvio de recursos públicos no HRJ.

Conforme a decisão da Justiça Federal, o Governo do Estado ficará responsável pela gestão, operacionalização e execução dos serviços de saúde do hospital em Juazeiro. O Estado tem até 72 horas para cumprir a medida ou então estará sujeita a multa diária de R$ 100 mil.

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