Justiça Federal concede liberdade a MC Ryan SP, MC Poze do Rodo e dono da “Choquei”

A Justiça Federal determinou, nesta quarta-feira (13), a soltura do cantor MC Poze do Rodo. De acordo com informações apuradas pelo portal UOL, a defesa do artista obteve na segunda instância a extensão do benefício jurídico que já havia contemplado outros investigados no âmbito da Operação Narcofluxo.

Embora a liberdade tenha sido concedida, o artista aguarda a expedição do alvará de soltura pela 5ª Vara Federal de Santos, o que deve ser finalizado até a manhã de quinta-feira (14).

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Justiça Federal decreta prisão preventiva de MC Ryan SP, MC Poze e dono da Choquei

A Justiça Federal aceitou, na tarde desta quinta-feira (23), o pedido da Polícia Federal e decretou a prisão preventiva dos funkeiros MC Ryan SP e MC Poze do Rodo, além do criador da página Choquei, Raphael Sousa Oliveira, e outros investigados por envolvimento em um suposto esquema de lavagem de dinheiro que movimentou mais de R$ 1,6 bilhão.

A decisão ocorre após o Superior Tribunal de Justiça (STJ) conceder habeas corpus aos investigados. Com o avanço das apurações e a análise de provas apreendidas, a Polícia Federal avaliou que existem elementos suficientes para a conversão das prisões temporárias em preventivas.

Segundo os investigadores, a medida visa garantir a continuidade das investigações e evitar possíveis interferências no processo. O caso segue em andamento e ainda não há detalhes sobre novos desdobramentos ou posicionamentos das defesas dos citados.

Dono da ‘Choquei’ é preso pela Polícia Federal em operação contra lavagem de R$ 1,6 bilhão

Raphael Sousa foi detido em Goiânia durante a Operação Narco Fluxo; investigação aponta movimentações bilionárias e uso de criptoativos para ocultar dinheiro.

O empresário e influenciador Raphael Sousa Oliveira, criador da página Choquei, foi preso pela Polícia Federal na manhã desta quarta-feira (15). A prisão ocorreu em Goiânia, como parte da Operação Narco Fluxo, que mira uma organização criminosa suspeita de movimentar ilegalmente mais de R$ 1,6 bilhão.

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