
Desde 2012, pesquisadores têm observado o potencial do extrato da canabis para tratamentos neurológicos e psicológicos
Moradores do arquipélago de Fernando de Noronha que convivem com o Transtorno do Espectro Autista (TEA) e o Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) contam com uma iniciativa de suporte contínuo na ilha. O Projeto Noronha, desenvolvido pela Associação Brasileira de Estudos dos Canabinóides (Abecmed) em parceria com a Associação de Mães Atípicas de Fernando de Noronha (AMA-FN) e a Administração Distrital, viabiliza o acesso a tratamentos integrativos com o uso do canabidiol (CBD).
O programa atende a demandas como a da professora Rayane Dixie dos Santos, de 31 anos, que enfrentava dificuldades devido às crises de agitação do filho neurodivergente e acabou desenvolvendo ansiedade generalizada em decorrência da sobrecarga do cuidado solo. Há três meses, o menor iniciou o uso do CBD e apresentou melhora no comportamento.




















