Central do Sistema Campo Limpo em Petrolina contribui para a reciclagem e a preservação do meio ambiente

Gerido pelo Instituto Nacional De Processamento De Embalagens Vazias (inpEV), o Sistema Campo Limpo atua na logística reversa de embalagens vazias de defensivos agrícolas. Referência mundial, o programa possui uma de suas centrais localizada em Petrolina, onde recebe as embalagens de grandes produtores da região, conhecida como o polo da fruticultura irrigada.

“O nosso instituto tem o objetivo de atender a sociedade e de ser ambientalmente responsável pelas embalagens vazias de produtos agroquímicos no Brasil. Então, a importância disso é você retirar do campo materiais que iriam contaminar e gerar valor com eles através do processo de reciclagem. Nós geramos emprego e renda para os trabalhadores, geramos menos consumo de água e energia elétrica na produção de embalagens e temos também um redução da emissão de gases de efeito estufa devido aos processos de reciclagem”, explica Marcelo Okamura, diretor-presidente do inpEV.

Além do trabalho realizado com grandes produtores, o Sistema Campo Limpo também atua no recebimento de materiais dos pequenos produtores que não têm como se deslocar até os postos de recebimento. A ação conta com a parceria da Associação do Comércio Agropecuário do Vale do São Francisco (Acavasf). “Temos duas centrais em Pernambuco, mas existem outros postos que atendem a região. Fora o recebimento itinerante, que é muito forte na região de Petrolina com vários pontos de recebimento organizados pelo pessoal da Acavasf”, destaca o gerente de operações inpEV, Antonio Carlos Amaral.

O trabalho realizado em Pernambuco, também conta com a central localizada em Carpina, na zona da mata, que junto com Petrolina, que existe desde o inicio da operação do sistema em 2002, destinaram mais de 367 toneladas de embalagens vazias de defensivos agrícolas de forma ambientalmente correta no último ano.

As embalagens recebidas nas centrais do Sistema Campo Limpo passam por um processo de vistoria que avalia se os materiais não estão contaminados com os resíduos dos produtos químicos. Após a triagem, as peças que estiverem dentro dos padrões recomendados são prensadas e enviadas para São Paulo, onde são recicladas.No processo de seleção, realizado ainda nas centrais, as embalagens que apresentarem algum tipo de contaminação, são separadas das demais e encaminhadas para incineração, como forma de oferecer um destino seguro e preservar o meio ambiente.

De acordo com Marcelo Okamura, as ações realizadas pelo Sistema Campo Limpo confirmam a ideia de que o agronegócio pode ser sustentável, preservar o meio ambiente e também oferecer qualidade de vida para a população, através da geração de emprego, renda e conscientização. “O agronegócio está levando um avanço na qualidade de vida das pessoas pela geração de emprego e renda para essas comunidades. O agronegócio é hoje o maior fator de geração de renda para o país e o maior fator de geração de superávit da balança comercial do país. Então, geração de emprego, renda e educação para as pessoas”.

G1 Petrolina

Brasil já perdeu 34 milhões dos 82,6 milhões de hectares da Caatinga

(Foto: Internet)

O Brasil já perdeu 34 milhões de hectares dos 82,6 milhões de hectares da Caatinga, alertou o presidente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Rodrigo Agostinho, durante a participação em um seminário técnico-científico sobre o bioma.

No encontro, que teve a participação da ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, ele apresentou os desafios para que a meta de desmatamento zero se estenda à vegetação nativa predominante no Nordeste brasileiro.

Agostinho destacou as características que apontam a necessidade de uma política pública específica para o bioma, como o alto grau de espécies exclusivas que já passaram por transformações pela atividade humana.

LEIA MAIS

Prefeitura lança o Projeto Escola Amiga da Árvore em escolas de Petrolina

A Prefeitura de Petrolina, através da Agência Municipal de Meio Ambiente (AMMA), continua seguindo firme com o compromisso de aumentar, ainda mais, a arborização do município.

Desta forma, a gestão municipal tem intensificando as ações do Programa Bora Arborizar. E, nesta terça-feira (9), a partir de uma parceria com a Secretaria de Educação, Cultura e Esporte, a AMMA lançou o Projeto Escola Amiga da Árvore, na Escola Municipal João Batista dos Santos.

LEIA MAIS

Operação combate degradação do Rio São Francisco no norte baiano

A Operação denominada FPI – Fiscalização Preventiva Integrada, em sua 48ª edição, foi realizada entre os dias 5 e 17 de novembro e as equipes estiveram em dez cidades do norte da Bahia. Vários crimes e irregularidades foram flagrados durante a operação que contou com a participação de 40 órgãos federais, estaduais e municipais, bem como entidades da área do meio ambiente.

LEIA MAIS

Após últimas análises de amostras de água, SAAE retoma abastecimento na região de Itamotinga

A Prefeitura Municipal de Juazeiro informa que, após as últimas análises das coletas de água da região de Itamotinga demonstrarem que o líquido se encontra dentro dos critérios de potabilidade e alcance dos padrões do Ministério da Saúde, o fornecimento nas comunidades foi retomado e está apto para consumo humano.

O abastecimento por carro-pipa terá continuidade até que o fornecimento, que é realizado de forma gradativa, seja normalizado.

Desde o ocorrido no último domingo (5), a Prefeitura de Juazeiro realizou inspeção e levantamento de dados e encaminhou aos órgãos competentes para a adoção das medidas cabíveis.

Defesa Civil de Juazeiro faz solicitação de emergência à Defesa Civil da Bahia para ajuda comunitária

A Defesa Civil, da Prefeitura de Juazeiro, vem realizando, em trabalho integrado com o Serviço de Água e Saneamento Ambiental (SAAE), uma força-tarefa de assistência à população das localidades de Guanhães, Pontal, Itamotinga e Maniçoba.

A assistência acontece desde o último domingo (5), quando surgiram centenas de peixes mortos por causa ainda desconhecida.  Para reforçar a assistência, a Defesa Civil do município emitiu um ofício à Superintendência de Proteção e Defesa Civil da Bahia, solicitando ajuda comunitária de água mineral para os distritos afetados.

LEIA MAIS

Análise de água realizada pelo SAAE na região de Itamotinga ainda contraindica consumo humano

O Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE) comunica que, desde o incidente de mortalidade de peixes na área de Itamotinga no último domingo (5), tem coletado amostras da água e conduzido análises. Com base nas condições físico-químicas, a avaliação mais recente divulgada nesta quarta-feira (8) indica que a água ainda não está própria para consumo humano, mantendo-se a recomendação de evitar o uso.

O SAAE, em colaboração com a Defesa Civil, está em operação contínua para fornecer água às comunidades de Itamotinga, Maniçoba, Juremal e Carnaíba por meio de carros-pipa. A Prefeitura de Juazeiro está empenhada em uma ação conjunta para minimizar os impactos na população.

LEIA MAIS

Contaminação no Rio São Francisco mata mais de mil peixes em Juazeiro; 200 técnicos estão na cidade para investigar o caso

Mais de mil peixes apareceram mortos no Rio São Francisco, na região de Juazeiro, no norte da Bahia. Nesta terça-feira (7), 200 técnicos de diversos órgãos estão na cidade para identificar o que causou a contaminação das águas, já que uma análise inicial identificou que não se trata um de fenômeno natural.

O fornecimento de água nas comunidades ribeirinhas e rurais foi suspenso, e o abastecimento está sendo feito por carros-pipa, para evitar problemas aos consumidores. A orientação da Secretaria Municipal de Saúde é que as pessoas procurem uma unidade de saúde, caso tenham bebido a água contaminada.

LEIA MAIS

Instituto federal cria gerador que usa partículas quase invisíveis para recuperar área degradada do Rio São Francisco

Quase metade do esgoto no Brasil ainda é despejado sem nenhum tratamento na natureza. Por isso, chama a atenção uma tecnologia que está sendo usada em Pernambuco. Ela usa bolhas quase invisíveis para descontaminar a água.

A degradação transformou a área. Onde o rio passava há quatro anos, hoje o rastro de destruição se revela no assoreamento, flora reduzida e mau cheiro. A União dos Ribeirinhos e do Instituto Federal de Tecnologia vem semeando esperanças no Velho Chico. O instituto desenvolveu um gerador de nanobolhas, que usa o ozônio para despoluir as águas. A pesquisa custou R$ 100 mil.

LEIA MAIS

Carros-pipas abastecem comunidades onde surgiram peixes mortos

O Serviço de Água e Saneamento Ambiental (SAAE), juntamente com a Defesa Civil, têm buscado atender as comunidades afetadas através com carro-pipa, já que o abastecimento precisou ser interrompido.

Desde a segunda-feira (6), as comunidades de Guanhães, Itamotinga, Juremal, Carnaíba e Maniçoba recebem carros-pipa para consumo humano. Outras localidades da região também deverão receber água nesta quarta-feira (8).

LEIA MAIS

Juazeiro segue monitorando água nas localidades em que surgiram peixes mortos

Uma equipe técnica do Serviço de Água e Saneamento Ambiental (SAAE), da Prefeitura de Juazeiro, esteve na manhã de terça-feira (7) na comunidade de Guanhães, em Itamotinga, colhendo mais amostras de água para análises.

O monitoramento tem sido realizado diariamente desde que foi identificada a morte de peixes no trecho do Rio São Francisco na localidade. As amostras colhidas nesta terça-feira serão enviadas para exames mais detalhados com a finalidade de descobrir quais toxinas podem ter causado o problema.

LEIA MAIS

Pernambuco está entre líderes de despejo de esgoto na natureza

O estado de Pernambuco despeja o equivalente a 208 piscinas olímpicas de esgoto sem tratamento na natureza todos os dias, ficando somente atrás da Bahia, com 317 piscinas. A informação foi divulgada pelo Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS). O balanço também levou em conta os outros estados da região Nordeste.

De acordo com informações do sistema, em 2021, apenas 30,7% da população nordestina é atendida com coleta de esgoto, ou seja, mais de 39 milhões de moradores sofrem com a ausência desse serviço.  Além disso, somente 35,5% do esgoto é tratado, o que significa que cerca de 1.315 piscinas olímpicas de esgoto sem tratamento são jogadas no meio ambiente todos os dias.

Em relação ao acesso à água potável, mais de 14 milhões de nordestinos não são abastecidos com água limpa. Já 46,2% da água produzida nos sistemas de distribuição é perdida, ou seja, todo esse volume não chega de forma oficial para os habitantes.

A ausência de saneamento implica qualidade de vida da população. Dados do DATASUS 2021, presentes no Painel Saneamento Brasil, mostram que ocorreram  ais de 59 mil internações por doenças veiculação hídrica e cerca de 583 pessoas foram a óbito devido a essas doenças. Ao total, a região teve despesas de mais de R$ 23 milhões com hospitalização por doenças associadas à falta de saneamento.

Veja quantas piscinas olímpicas seriam preenchidas com as águas dos esgotos jogadas na natureza:

Alagoas 81
Bahia 317
Ceará 193
Maranhão 194
Paraíba 65
Pernambuco 208
Piauí 112
Rio Grande do Norte 85
Sergipe 60

Diário de Pernambuco

Juazeiro: Prefeitura realiza ação de ordenamento e conscientização ambiental na ilha do Rodeadouro

A Secretaria de Meio Ambiente e Ordenamento Urbano (Semaurb), realizou uma ação de ordenamento na Ilha do Rodeadouro nesta sexta-feira (22) com objetivo de organização das mesas e cadeiras para garantir um espaçamento adequado e preservar o ambiente natural. Uma ação de educação ambiental foi conduzida para conscientizar comerciantes e frequentadores da ilha sobre a importância de manter o local limpo e preservar o meio ambiente.

“Estamos trabalhando para proporcionar uma experiência melhor aos visitantes, garantindo um espaçamento mínimo de cerca de 5 metros entre a margem do Rio São Francisco e a disposição das mesas. Isso não apenas permitirá um fluxo mais fluído de pessoas, mas também ajudará a manter o material consumido afastado do rio, contribuindo para a conservação ambiental”, destacou o secretário Islédio Bandeira.

A iniciativa faz parte de um esforço maior para promover o ordenamento urbano e a valorização dos espaços públicos em Juazeiro. A Semaurb continuará monitorando e implementando medidas para assegurar que a Ilha do Rodeadouro continue sendo um destino turístico de excelência, ao mesmo tempo em que se protege o meio ambiente e se promove o bem-estar de todos.

Gabriel Filliph/Ascom

Presidente do Ibama frisa impunidade e defende leis ambientais duras

O presidente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama), Rodrigo Agostinho, defendeu, neste sábado (5), a aprovação de punições mais duras diante do alto grau de impunidade em relação aos crimes ambientais, sejam contra a fauna ou contra a flora.

“Quando as pessoas são condenadas, são condenadas com penas alternativas muito inadequadas ou muito brandas”, avaliou Agostinho, que é advogado e assumiu o Ibama em fevereiro. “Ela é muito bonita, a nossa legislação ambiental, as pessoas falam que é a melhor mundo, mas eu não penso dessa forma. A nossa legislação leva muito para a impunidade”, afirmou.

Rodrigo Agostinho citou o exemplo de uma pessoa que é flagrada com centenas de animais selvagens em um veículo, mas acaba sendo processado somente pelo Artigo 29 da Lei de Crimes Ambientais, cujas penas vão de seis meses a um ano de detenção, mais multa. “O traficante que é pego todo mês com o carro cheio de bichos nunca vai preso”, afirmou o presidente do Ibama.

Da mesma maneira, no caso de crimes contra a flora, a pessoa que acaba sendo processada, na maioria das vezes, é um laranja, que leva a culpa no lugar de grandes organizações criminosas que sequer estão na Amazônia, frisou. “Quantas pessoas estão presas por desmatamento no país nos dias de hoje?”, indagou Agostinho.

As declarações foram dadas em um dos painéis da 1ª Cúpula Judicial da Amazônia, que começou sexta-feira (4), em Belém. Para uma plateia formada sobretudo pela comunidade jurídica, incluindo procuradores e magistrados, Agostinho reclamou também de decisões judiciais que passam por cima do Ibama.

Ele mencionou números segundo os quais o Ibama aplicou mais de 4 mil autos de infração somente na Amazônia Legal desde o início do ano. “A gente tá vendo uma reação do outro”, disse Agostinho, destacando em seguida como os alvos dos processos conseguem decisões judiciais anulando os autos sem consulta ao Ibama, ou determinando a devolução de material apreendido, por exemplo.

Entre as iniciativas legislativas, o governo tem focado esforços na regulamentação da Lei de Pagamentos por Serviços Ambientais, que pode viabilizar o mercado de crédito de carbono, por exemplo.

Concurso
O presidente do principal órgão de fiscalização ambiental do país ressaltou ainda a precariedade de recursos do Ibama. Segundo Agostinho, o instituto, que já teve 6 mil servidores, hoje tem apenas 2.700, dos quais 500 estão em idade de se aposentar. “Hoje não consigo colocar mais de 120 fiscais na rua ao mesmo tempo”, disse. “Trabalhamos com a perspectiva de concurso neste ano ou no início do ano que vem, a depender de questões orçamentárias.”

Para cobrir a região amazônica, por exemplo, o órgão conta com apenas três helicópteros, todos alugados. Diante da falta de recursos, Agostinho disse ter concentrado a atuação nos 17 municípios que são responsáveis por mais da metade do desmatamento na Amazônia. “Nesses municípios, as pessoas estão vendo o fiscal do Ibama na padaria logo cedo”, brincou.

A 1ª Cúpula Judicial da Amazônia continua hoje com a participação de ministras de Estado e da presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Rosa Weber.

Agência Brasil

Conhecimentos tradicionais podem salvar planeta, diz líder quilombola

As soluções que estão sendo debatidas durante o Diálogos Amazônicos “têm potencial para salvar o mundo”. Mas, para tanto, é fundamental a colaboração efetiva de todos os países participantes da Cúpula da Amazônia, pondera o coordenador Executivo de Articulação da Malungu, Hilário Moraes.

Ele se refere às propostas que estão sendo elaboradas durante o evento iniciado nesta sexta-feira (4) em Belém (PA). A Malungu é uma organização das comunidades quilombolas que, apesar de centrada no Pará, atua indiretamente junto a cerca de 600 comunidades não afiliadas localizadas em outras partes do país.

Segundo ele, a grande expectativa com o encontro – que prepara propostas a serem apresentadas aos chefes de Estado durante a Cúpula da Amazônia nos dias 8 e 9 de agosto – é a de se construir, de forma conjunta, com a participação de autoridades e povos da Amazônia, uma salvaguarda que realmente proteja os territórios quilombolas, indígenas, bem como outras comunidades tradicionais e povos da Amazônia.

“Sem essa salvaguarda, o planeta passa, hoje, por um processo muito duro das mudanças climáticas. Os povos que destruíram suas florestas investem agora pesado na Amazônia, para que se possa deixar a floresta em pé e para que o planeta possa sobreviver”.

“Nós podemos salvar”
Ele lembra que, historicamente, são os povos da região os que dominam conhecimentos tradicionais que garantem uma relação sustentável com a floresta, e que isso precisa ser levado em conta pelas autoridades.

“Nós podemos salvar o planeta, mas a gente precisa ter essa cooperação dos países que estão na Amazônia Legal. Que eles realmente escutem e leiam o que ficará visível na carta-síntese que vai ser construída, falando de toda problemática e de toda emblemática que existe dentro da Amazônia”, acrescentou.

O Diálogos Amazônicos reúne, até dia 6 de agosto, representantes de entidades, movimentos sociais, academia, centros de pesquisa e agências governamentais do Brasil e demais países amazônicos, com o objetivo de formular sugestões para a reconstrução de políticas públicas sustentáveis para a região.

Durante o evento preparatório para a Cúpula, serão organizadas cinco plenárias-síntese, que debaterão temas como participação social, erradicação do trabalho escravo, saúde, soberania, segurança alimentar e nutricional, ciência e tecnologia, transição energética, mudança do clima e a proteção aos povos indígenas e tradicionais da região.

Estão previstas também plenárias transversais para debater situações de públicos específicos, como mulheres, jovens e negros na região amazônica. Os resultados servirão de base para a produção de cinco relatórios a serem entregues aos presidentes dos países amazônicos durante a cúpula.

“Nossa expectativa é a de que realmente possamos ser escutados. Nós estamos dentro das florestas, dos rios, dos igarapés e dos campos. E tudo isso nos está sendo retirado. Estão tirando nosso sono, nossa vida e a floresta que é uma herança e um patrimônio que está sendo destruído diante dos nossos olhos”, acrescentou, referindo-se a empreendimentos como os do agronegócio e as “obras faraônicas” construídas em território amazônico.

Agência Brasil

123