Papa Leão XIV faz apelo contra violência às mulheres e cobra ação da sociedade

Pontífice ouviu o relato de uma jovem vítima da violência familiar e afirmou que o enfrentamento do problema é responsabilidade de toda a humanidade.

O papa Leão XIV fez um forte pronunciamento contra a violência doméstica e os feminicídios durante uma vigília de oração realizada no Estádio Olímpico de Barcelona, na Espanha. Diante de milhares de fiéis, o líder da Igreja Católica classificou como “dramática” a realidade enfrentada por mulheres vítimas de abusos e destacou que o combate a esse tipo de violência é um dever de toda a sociedade.

Em sua mensagem, o pontífice afirmou que a violência contra a mulher não pode ser encarada como uma fatalidade, mas como um problema que exige compromisso coletivo e mudanças culturais.

“Diante dessa realidade dramática, estamos todos convocados a enfrentá-la, seja pessoalmente, seja como sociedade”, afirmou.

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Seis anos após morte de Miguel, mãe cobra prisão de Sarí Corte Real e faz apelo por justiça

Mirtes Renata relembra a perda do filho e critica a demora no cumprimento da pena da ex-patroa, condenada por abandono de incapaz com resultado morte.

A morte do menino Miguel Otávio Santana da Silva completou seis anos nesta terça-feira (2). Nas redes sociais, a mãe da criança, Mirtes Renata, publicou uma emocionante mensagem em que relembra a ausência do filho e faz um apelo para que a luta por justiça não seja esquecida.

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Capacitação reforça rede de proteção a crianças e adolescentes em Petrolina

Encontro reuniu PM, Conselho Tutelar, CRAS e CREAS

Uma capacitação voltada ao fortalecimento da rede de proteção a crianças e adolescentes foi realizada na manhã desta terça-feira (05), na Escola Antônio Padilha, em Petrolina.

A ação foi promovida pela Polícia Militar de Pernambuco, por meio da Diretoria de Articulação Social e Direitos Humanos (DASDH), reunindo equipes da Patrulha Escolar, Patrulha Maria da Penha e PROERD do 5º BPM, além do Conselho Tutelar, CRAS, CREAS e integrantes da Patrulha Escolar da 7ª CIPM.

O objetivo do encontro foi integrar as instituições que atuam diretamente na proteção de crianças e adolescentes, especialmente em situações de violência, seja no ambiente escolar ou familiar.

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Câmara de Juazeiro aprova lei que obriga condomínios a denunciarem casos de violência

Medida determina que síndicos e administradores comuniquem casos suspeitos ou confirmados em até 48 horas, com penalidades que podem chegar a R$ 10 mil

A Câmara Municipal de Juazeiro aprovou um Projeto de Lei que torna obrigatória a comunicação de casos ou suspeitas de violência e discriminação em condomínios residenciais e comerciais da cidade. A proposta é de autoria do presidente da Casa, Emerson José da Silva.

De acordo com o texto, síndicos, administradores ou responsáveis legais terão até 48 horas para informar às autoridades competentes situações envolvendo violência doméstica contra mulheres, agressões a crianças, adolescentes, idosos e pessoas com deficiência, além de casos de racismo e discriminação por orientação sexual ou identidade de gênero.

Nos casos de flagrante ou risco iminente, a comunicação deverá ser imediata, sendo feita diretamente à Polícia Civil ou a órgãos de segurança pública, preferencialmente especializados no atendimento às vítimas.

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Serviço público uniformiza coleta de dados da população LGBTQIA+

Órgãos públicos federais deverão usar um formulário padrão para atendimento de pessoas LGBTQIA+, sigla que representa a comunidade de lésbicas, gays, bissexuais, trans (transgêneros e travestis), queer, intersexuais, assexuais e demais orientações sexuais e identidades de gênero. O documento foi disponibilizado pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) na sexta-feira (6).

De acordo com a Secretaria Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+, a uniformização da coleta de dados sobre este público tem os objetivos de combater a violência e garantir que o acesso às informações no espaço público ocorra de maneira ética e respeitosa.

A secretária Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+, Symmy Larrat, explica que o formulário orienta como deve ser a coleta de dados dessa população nos sistemas de cadastro do governo. “A uniformização dos questionamentos direcionados às pessoas LGBTQIA+ visa garantir o acesso às ações reparatórias e afirmativas da gestão pública e promover um atendimento qualificado e humanizado para essas pessoas”.

A inclusão de campos para identificação de gênero e orientação sexual em formulários e sistemas de informação é considerada fundamental para garantia de direitos a elaboração de políticas públicas mais adequadas à população LGBTQIA+, como prioriza a presidente da Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra), Bruna Benevides. “Saber quantas somos e quem somos é medida básica para a democracia e para o reconhecimento da cidadania de grupos minoritários”, diz.

Coleta de dados

O formulário padrão apresenta um conjunto de questões relativas à identidade de gênero, orientação sexual e características sexuais. O documento chama atenção ainda para direitos já conquistados pela população LGBTQIA+, como a obrigatoriedade do uso do nome social. O direito garante à pessoa ser reconhecida pelo nome com o qual ela se identifica, com respeito à sua identidade de gênero, independentemente do nome do registro civil de nascimento.

Assim, todas as publicações, chamadas orais, ou quaisquer outras atividades públicas realizadas e que incluam o nome das pessoas, devem adotar o nome social do cidadão e não do nome civil, conforme o Decreto nº 8.727, de 2016. Para a presidente da Antra, Bruna Benevides, o uso da linguagem inclusiva e livre de preconceitos ajuda a criar um ambiente mais acolhedor e respeitoso. “O nome social é uma política que assegura a dignidade das pessoas trans e precisa estar em todos os bancos de dados de forma simplificada precedendo o nome de registro”, ao falar sobre a demanda histórica do movimento LGBTQIA+.

Direitos

O tratamento respeitoso às pessoas LGBTQIA+ em órgãos públicos federais é um direito fundamental e uma obrigação legal. Entre as medidas que promovem a inclusão e a equidade nos serviços prestados estão o respeito à identidade de gênero e orientação sexual; o acesso igualitário aos serviços públicos, sem qualquer tipo de barreira ou discriminação a pessoas LGBTQIA+.

Os espaços de órgãos públicos devem ser seguros e acolhedores dentro dos órgãos públicos a pessoas LGBTQIA+. A realização de treinamentos de servidores públicos e campanhas de conscientização sobre a diversidade sexual e de gênero contribui para que os profissionais compreendam a importância do respeito e da inclusão.

Disque 100

O Disque Direitos Humanos, o Disque 100, recebe denúncias de violências. O serviço gratuito e anônimo do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania recebe, analisa e encaminha as denúncias de violações de direitos humanos. O serviço está disponível 24 horas por dia, todos os dias, incluindo sábados, domingos e feriados.

Agência Brasil

Conselho Nacional de Direitos Humanos investiga violações de direitos humanos em comunidades afetadas por energias renováveis no Nordeste

O Conselho Nacional de Direitos Humanos (CNDH) realizará, entre os dias 29 de agosto e 2 de setembro, uma operação de investigação nos estados de Pernambuco e Paraíba para analisar denúncias de violações de direitos humanos em comunidades impactadas por empreendimentos de energias renováveis.

A missão ocorreu na região sul, norte, sudeste e agora na etapa nordeste, encerrando em setembro no centro-oeste, no Mato Grosso. O objetivo dessas missões é avaliar os impactos que as populações têm sofrido em decorrência da emergência climática.

Em 2021, várias organizações e movimentos sociais, universidades e representantes políticos encaminharam denúncias ao Ministério Público Federal, à Defensoria Pública da União e às Defensorias Públicas Estaduais de Pernambuco e Paraíba, alertando para os graves impactos e violações dos direitos. Esse quadro tem se agravado pela omissão e conivência de gestores públicos justificada pelo pretexto da “transição energética”.

De acordo com o Conselho, desde a chegada das empresas de energia eólica e solar, foram constatadas diversas violações de direitos em comunidades que tradicionalmente ocupam esses territórios. Diante da situação, serão promovidas visitas a comunidades afetadas pela instalação de parques eólicos e solares, bem como uma audiência pública com autoridades, parlamentares e famílias atingidas. Organizações sociais e entidades integram a comitiva que irá visitar comunidades afetadas pelos empreendimentos de renováveis.

Agenda

29 de agosto: a comitiva visitará o povo Kapinawá, impactado por uma fazenda eólica no município de Buíque (PE).

30 de agosto: o destino será Caetés (PE), onde se reunirá com a comunidade de Sobradinho para discutir os impactos dos parques eólicos na localidade.

31 de agosto: dando continuidade na Paraíba, a visitação será na Usina Yayu para observar o complexo solar local, antes de seguir para o Quilombo da Pitombeira e o Quilombo Talhado Santa Luzia, ambos afetados por complexos híbridos de energia solar e eólica.

Na ocasião, também estarão presentes representantes do assentamento Novo Horizonte. A programação será concluída com uma audiência pública para discutir os resultados das visitas com a presença de representantes das comunidades impactadas, autoridades governamentais e parlamentares. A audiência ocorrerá na Defensoria Pública da União (DPU-PE), localizado no Edifício Empresarial Progresso, na Avenida Manoel Borba, 640, Boa Vista, no centro do Recife.

Sobre o Conselho Nacional de Direitos Humanos

Conselho Nacional de Direitos Humanos (CNDH) é um órgão colegiado paritário, criado para promover e defender os direitos humanos no Brasil. Suas ações incluem medidas preventivas, protetivas, reparadoras e sancionadoras em casos de ameaças ou violações de direitos, conforme estabelecido na Constituição Federal e em tratados internacionais ratificados pelo Brasil. Originalmente instituído pela Lei nº 4.319, de 16 de março de 1964, como Conselho de

Defesa dos Direitos da Pessoa Humana (CDDPH), o órgão foi transformado no atual CNDH pela Lei n° 12.986, de 2 de junho de 2014. O CNDH orienta-se pelos Princípios Relativos ao Status das Instituições Nacionais de Direitos Humanos (Princípios de Paris), definidos pela ONU em 1992, que destacam o pluralismo e a autonomia.

Diário de Pernambuco

Petrolina irá receber a Parada do Orgulho LGBTQIAPN+

Pelo quinto ano a cidade de Petrolina, Sertão do São Francisco, dá exemplo ao garantir no calendário de eventos, atividades que visam contribuir para a construção e consolidação da cidadania plena da população LGBTQIAPN+ (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis,Transexuais, Queer, Intersexo, Assexuais, Pansexuais, Não-Bináries e mais).

Com o tema: “Petrolina de Todas as Cores” a V Semana de Combate às LGBTQIAPNfobias e Parada do Orgulho LGBTQIAPN+, que acontece no período de 20 a 25 de novembro garante a programação com atividades diversificadas como: rodas de conversas, ações de advocacy, ações de arte e cultura, serviços de orientação e encaminhamento de denúncias de violação de direitos humanos LGBT+, dentre outros.

A atividade mais esperada é a V Parada do Orgulho LGBTQIAPN+ de Petrolina que será realizada no próximo dia 25 de novembro. A concentração será na Praça das Algarobas, às 17h e sairá com trio elétrico e apresentação de artistas LGBTQIAPN+, como os cantores Gean Mota, Leopoldo, Thierry, além de DJs e muitas participações especiais.

Todas as ações são realizadas pela ‘Cores em Movimento de Defesa da Cidadania e do Orgulho LGBT+ de Petrolina’ e contam com o apoio e a parceria do Governo de Pernambuco através da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos, Empetur e Fundarpe. Maiores informações com: Alzyr Brasileiro pelo telefone (87) 98812 8298 ou pelo e-mail:

Ascom

Conanda: governo e sociedade civil terão mesmo número de conselheiros

O Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescentes (Conanda) tem nova composição, de acordo com o Decreto nº 11.473, publicado no Diário Oficial da União na última quinta-feira (6). A nova legislação autoriza o maior número de conselheiros da história do colegiado e, ainda, determina a paridade na representação governamental e da sociedade civil.

O decreto amplia de 11 para 15 o número de titulares de representantes governamentais e fixa em 15 o número de entidades civis integrantes, além dos 30 suplentes respectivos.

Mudanças

A nova configuração do Conanda ocorreu também devido à criação de novos ministérios, como o dos Povos Indígenas e o da Igualdade Racial. Pelo decreto desta semana, a Secretaria Nacional de Juventude da Presidência da República também passa a compor o conselho.

O novo texto revoga o Decreto 10.003/2019. O secretário nacional dos Direitos da Criança do Adolescente do MDHC e presidente do Conanda, Ariel de Castro Alves, explica os prejuízos que devem ser superados. “O decreto anterior representou uma terrível intervenção autoritária do então governo no Conanda, gerando um enorme retrocesso nunca antes ocorrido, pois tirava a paridade e estabelecia 11 representantes do governo e 9 da sociedade civil”.

O decreto anterior estabelecia que o presidente do Conanda era sempre designado pelo presidente da República dentre os membros do órgão colegiado. Em 2023, o conselho volta a ter a atribuição de escolher o presidente do órgão colegiado de forma democrática, com a alternância anual entre presidentes e vices, do governo e da sociedade civil.

Ainda no decreto anterior, as assembleias do Conanda eram trimestrais e por videoconferência. Já o novo decreto estabelece assembleias mensais e presenciais.

O Conanda

Criado em 1991, o Conanda é comandado pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC). Os novos integrantes do conselho tomaram posse em fevereiro para o biênio 2023-2024, com o compromisso de elaborar normas gerais para a formulação e implementação da Política Nacional de Atendimento dos Direitos da Criança e do Adolescente.

A próxima assembleia está agendada para 19 e 20 de abril, quando serão tratadas regras de transição quanto ao preenchimento das vagas da representação da sociedade civil. A participação no Conanda, nas comissões permanentes e nos grupos temáticos, é considerada prestação de serviço público relevante, não remunerada.

Prefeitura de Petrolina anuncia nova secretária executiva da SEDESDH

Foi publicado no Diário Oficial de Petrolina desta terça-feira (02), a portaria nomeando Rosarinho Coelho, como nova secretária executiva de Juventude, Direitos Humanos, Mulher e Acessibilidade da Secretaria de Desenvolvimento Social de Direitos Humanos (SEDESDH). Com ampla experiência em gestão pública, Rosarinha vem com o objetivo de contribuir com o serviço social do município. A ex-secretária executiva da pasta, Bruna Ruana, assume o cargo de secretária executiva de Projetos Estratégicos.

Maria do Rosário Helena Macedo Coelho, mais conhecida como Rosarinha Coelho é natural de Dormentes, tem 40 anos de idade e é advogada. Possui graduação também em Secretariado Executivo, sendo ambas as graduações pela FACAPE. Especialista em Gestão Pública pela Universidade Federal do Vale do São Francisco (UNIVASF) e em Direito Civil e Direito Processual Civil pela Faculdade Legale de São Paulo/SP. Foi Auxiliar Parlamentar Intermediária no Senado Federal junto ao escritório de apoio do Senador Fernando Bezerra Coelho. Foi vereadora do município de Dormentes por três mandatos tendo sido presidente da Câmara Municipal em dois mandatos. Também foi presidente da Seção Mulher da União de Vereadores de Pernambuco (UVP), além de já ter ocupado o cargo de gerente de leitos no Hospital Dom Malan e ter sido chefe de gabinete do ex-prefeito Geomarco Coelho em Dormentes.

Paulo Câmara recebe os pais de Heloysa Gabrielle e representantes de entidades de direitos humanos 

O governador Paulo Câmara recebeu, na tarde desta quarta-feira (06), os pais e os tios da menina Heloysa Gabrielle, morta durante uma operação policial no último dia 30 de março, em Porto de Galinhas. Ele informou a família sobre o andamento das investigações instauradas no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa, na Corregedoria-Geral da Secretaria de Defesa Social e na Polícia Militar.

“Nos solidarizamos com os pais de Heloysa, escutamos o que eles tinham a dizer, assim como os representantes das entidades de direitos humanos que os acompanharam, e asseguramos que a investigação do caso será rigorosa e célere”, afirmou Paulo Câmara. Acompanharam a reunião os secretários estaduais Humberto Freire (Defesa Social), Eduardo Gomes Figueiredo (Justiça e Direitos Humanos) e Cloves Benevides (Políticas de Prevenção à Violência e às Drogas).

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População Trans de Petrolina adquire direito de usar nome social em documentos pessoais

(Foto: Jonas Santos/PMP)

A iniciativa partiu da prefeitura de Petrolina e é coordenada pela Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos (Sedesdh). O programa ‘Retifica Petrolina’ foi criado para levar dignidade a um dos públicos que mais sofre com violência e preconceito.

Lançado em junho deste ano, o programa iniciou nesta segunda-feira (26) a entrega das primeiras Certidões de Nascimento que possibilitam a mudança de nome de transsexuais, transgêneros e travestis, como Jhenyffer Lawanny Soares e  Renatha Fernandes que receberam o novo documento e concretizaram um sonho antigo.

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Detento da Penitenciária de Petrolina vai estudar na Univasf

Um detento da Penitenciária Doutor Edvaldo Gomes (PDEG), em Petrolina, no Sertão do Estado, já está matriculado para cursar o bacharelado em Ciências Biológicas na Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf). Marcondes David Sousa Campos, 25 anos, é um dos que alcançaram o sonho de concluir o ensino superior, mesmo cumprindo pena no regime fechado.

O universitário Marcondes está há três anos na penitenciária onde se dedicou aos estudos. “Minha rotina de estudos foi simples, consegui uns livros aqui [penitenciária] na biblioteca e quando eu não estava lendo, assistia as aulas na TV. Espero que eu possa ter uma profissão digna e crescer na vida”, contou. Solteiro e sem filhos, o reeducando iniciou sua vida universitária antes de entrar no sistema prisional, mas não concluiu. Ele concorreu à vaga pelo Exame Nacional de Ensino Médio (Enem/PPLs).

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Basta de violência: pelo direito à vida das mulheres de Campo Alegre de Lourdes

O Fórum de Entidades Populares de Campo Alegre de Lourdes, no norte do estado baiano, vem a público denunciar os crimes de violência contra a mulher, recorrentes no município. Infelizmente, têm sido constantes os relatos de violências – dos diversos tipos, inclusive físicas – sofridas pelas campo-alegrenses.

A maioria desses casos não chega a ser registrado, não entra para as estatísticas oficiais e não é resolvido. Alguns, no entanto, ganham visibilidade a partir da pior forma possível: o direito à vida ameaçado e o feminicídio.

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Prefeitura de Petrolina reforça fiscalização para combater trabalho infantil nas feiras livres

(Foto: Ascom/PMP)

O simples fato de fazer um carrego de uma feira com um carrinho de mão, configura-se trabalho infantil. Para os especialistas, o trabalho infantil impacta negativamente na vida de crianças e adolescentes e pode atrapalhar o desenvolvimento infantil, causar danos psicológicos, físicos e ocasionar acidentes de trabalho.

Para evitar que isso aconteça em Petrolina, a Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos (Sedesdh), intensificou as ações de combate ao trabalho infantil nas feiras livres da cidade. A fiscalização está feita em todo o município.

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Petrolina: jovens e mulheres podem se inscrever em curso para fortalecer rede de enfrentamento à violência

(Foto: Ascom/PMP)

As inscrições para o processo seletivo do projeto “Mulheres da Paz e Protejo” seguem abertas até a próxima terça-feira (29), em Petrolina. Podem participar jovens de 15 a 24 anos, os selecionados atuarão nas comunidades com o objetivo de fortalecer a rede de enfrentamento à violência.

Para se inscrever basta comparecer à sede da Secretaria Executiva de Juventude, Direitos Humanos, Mulher e Acessibilidade portando RG,CPF, comprovante de residência de algum dos seguintes bairros: Alto do Cocar, Cacheado, Cohab Massangano, Jardim Amazonas, Jardim São Paulo, Pedro Raimundo e Vale do Grande Rio.

Os pleiteantes devem ainda comprovar renda de até dois salários mínimos. Quem for aprovado deverá ter uma disponibilidade de 16 horas semanais para as atividades do curso. Serão selecionadas 50 mulheres e 75 jovens, com direito a bolsa auxílio de R$ 190 para elas e R$ 100 aos jovens.

Para mais informações é necessário entrar em contato com a Secretaria Executiva de Juventude, Direitos Humanos, Mulher e Acessibilidade, localizada na Av. Gilberto Freire, S/N, Vila Mocó, no período de 24 a 29 de outubro das 8h às 12h e 14h às 17h.

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