
Sari foi condenada a sete anos de prisão em regime inicialmente fechado. (Foto: Reprodução/Redes sociais)
Sari pediu na Justiça o reconhecimento de que preenche os requisitos para receber financiamento integral pelo Fies
Sari Corte Real, condenada pela morte do menino Miguel Otávio, teve negado pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) pedido para receber crédito estudantil integral pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). A ex-primeira-dama de Tamandaré, na Mata Sul, alegou que cumpria os requisitos previstos na lei e nas regulamentações do programa, como renda familiar bruta per capita inferior a três salários mínimos e desempenho acadêmico mínimo exigido pelo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
O acórdão, que de forma unânime negou pedido de Sari para acessar o financiamento, foi assinado no último dia 25 de junho.
Em 2023, ela foi aprovada em uma faculdade privada de medicina em Jaboatão dos Guararapes, no Grande Recife. A mulher teve o pedido de financiamento do Fies negado sob alegação de não ter alcançado nota mínima no Enem. O programa do Governo Federal financia a graduação de estudantes matriculados em cursos não gratuitos e com avaliação positiva.
Após a negativa, Sari ajuizou o caso no TRF1, que atua em 12 estados mais o Distrito Federal – Pernambuco está na área de atuação do TRF da 5ª Região.













