Anvisa pede que PF, PGR e governo apurem novas ameaças a diretores

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) acionou órgãos de investigação e do governo federal neste domingo (19) para pedir apuração sobre novas ameaças de violência contra diretores da entidade.

Os ofícios foram enviados ao Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, ao Ministério da Justiça, à Procuradoria-Geral da República (PGR), à Polícia Federal e à superintendência da PF no Distrito Federal.

Os ataques, que já ocorrem desde novembro, se intensificaram após a reunião em que a entidade autorizou o uso de doses pediátricas da vacina da Pfizer em crianças de 5 a 11 anos. Poucas horas depois, o presidente Jair Bolsonaro fez discurso em tom intimidatório, em transmissão para apoiadores, para questionar a decisão da agência.

Nos ofícios, os diretores da Anvisa dizem que foram “surpreendidos com publicações nas mídias sociais na ‘internet’ de ameaças, intimidações e ofensas por conta da referida decisão técnica”.

“Esses fatos aumentaram a preocupação e o receio dos Diretores e servidores quanto à sua integridade física e de suas famílias e geraram evidente apreensão de que atos de violência possam ocorrer a qualquer momento”, diz o pedido de investigação.

Em comunicado, a Anvisa diz que reiterou os pedidos de proteção policial para os membros da agência – que já haviam sido feitos em resposta às ameaças de novembro.

“O crescimento das ameaças faz com que novas investigações sejam necessárias para identificar os autores e apurar responsabilidades. Mesmo diante de eventual e futuro acolhimento dos pleitos, a Agência manifesta grande preocupação em relação à segurança do seu corpo funcional, tendo em vista o grande número de servidores da Anvisa espalhados por todo o Brasil”, diz a nota divulgada neste domingo.

 

“Não é possível afastar neste momento que tais servidores sejam alvo de ações covardes e criminosas”, segue a agência.

“A Anvisa não publicará os anexos que materializam as ameaças recebidas para não expor os dados pessoais dos envolvidos, no entanto, todas as informações foram encaminhadas às autoridades responsáveis. A Anvisa segue em sua missão de proteger a saúde do cidadão”, conclui o informe.

Operação Rota do Fumo: Contrabando de cigarros em Pernambuco é alvo de operação da PF

A  Polícia Federal (PF) em Salgueiro, no Sertão Central, deflagrou na manhã de hoje (15) a operação ‘Rota do Fumo’, que visa a desarticular uma organização criminosa especializada no contrabando de cigarros em Pernambuco.

A investigação teve início no mês de outubro, com a prisão em flagrante de quatro pessoas na Zona Rural de Araripina, no Araripe, enquanto faziam o transbordo de carga de cigarros de uma carreta. Na ocasião foi apreendida uma carga com mais de 800 caixas de cigarros de origem paraguaia, avaliada em aproximadamente R$ 3 milhões.

LEIA MAIS

PF prende caminhoneiro com 167kg de cocaína entre Salgueiro e Juazeiro do Norte

Um caminhoneiro, de 44 anos, foi preso pela Polícia Federal, nesta terça-feira (30), por tráfico de drogas. O motorista estava transportando 167 kg de cocaína na divisa entre  Salgueiro, no Sertão de Pernambuco e Juazeiro do Norte, no Ceará.

Segundo a PF, a ação aconteceu a partir de investigação da Delegacia de Juazeiro do Norte e contou com apoio de policiais federais da Delegacia de Salgueiro  (PE).

Os policiais federais acompanharam o veículo suspeito  na abordagem encontraram a droga escondida num fundo falso do  caminhão.

LEIA MAIS

Bolsonaro diz que aceita depor presencialmente à PF

Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) nessa quarta-feira (6) que pretende depor presencialmente no inquérito que apura suposta interferência política na Polícia Federal. Até agora, Bolsonaro vinha pedindo permissão da Justiça para se manifestar por escrito.

A mudança de posicionamento foi informada ao Supremo pela Advocacia-Geral da União (AGU) e anunciada em plenário nesta quarta. Com isso, o STF adiou novamente o julgamento que definiria se Bolsonaro poderia, ou não, prestar depoimento por escrito nesse caso.

O presidente do STF, ministro Luiz Fux, chegou a colocar o tema em pauta. Logo em seguida, o atual relator do inquérito, ministro Alexandre de Moraes, informou a nova posição de Jair Bolsonaro. E informou que, com isso, terá de avaliar se o recurso da AGU contra o depoimento presencial ainda pode ser julgado.

LEIA MAIS

Polícia Federal deflagra Operação Boqueirão da Onça em Sento Sé

A Polícia Federal deflagrou a Operação Boqueirão da Onça, nesta terça-feira (05), referente a investigação de crime de dano à unidade de conservação, crime de extração ilegal de recursos minerais e crime de usurpação de bens da União na região do Parque Nacional Boqueirão da Onça, em Sento Sé, na Bahia.

Equipes com mais de 20 policiais federais estão no município cumprindo 03 (três) mandados de busca e apreensão autorizados pela Justiça Federal de Juazeiro (BA). Os crimes investigados possuem penas que podem chegar a 11 anos de prisão em caso de condenação.

PF prende Roberto Jefferson após determinação de Alexandre de Moraes

A Polícia Federal prendeu na manhã desde sexta (13) Roberto Jefferson, presidente nacional do PTB. A prisão foi solicitada pela PF na quarta-feira (04) pela delegada Denisse Ribeiro e autorizada por Alexandre de Moraes, do STF. Ele também autorizou o cumprimento de busca e apreensão.

A ação é no âmbito da investigação sobre suposta organização criminosa aberta por Moraes após o procurador-geral da República, Augusto Aras, pedir o arquivamento do inquéritos dos atos antidemocráticos.

PF prende suspeito de disseminar pornografia infantil em Jacobina

Um homem foi preso pela Polícia Federal (PF), nesta segunda-feira (26), por suspeita de praticar disseminação de pornografia infantil na internet. A prisão, somada a um mandado de busca e apreensão, aconteceu em Jacobina, na Bahia.
Segundo o Jacobina Notícias, as investigações se iniciaram em março, quando a Polícia Federal identificou um grupo criminoso que disseminava conteúdo de exploração sexual infantil na rede mundial de computadores.
Os investigados responderão por posse e compartilhamento de arquivos contendo pornografia infanto-juvenil e associação criminosa. O suspeito pode pegar até 13 anos de reclusão.

Caminhão roubado há quase sete anos em São Paulo é recuperado pela PRF em Petrolina

Um caminhão que havia sido roubado em novembro de 2013 no estado de São Paulo foi recuperado nessa terça-feira (29), na BR-407, em Petrolina (PE). O motorista do veículo, de 41 anos, foi detido em uma fiscalização da Polícia Rodoviária Federal (PRF).

O flagrante foi realizado durante a abordagem a um caminhão com placas do Piauí, no Km 129 da rodovia. Após um procedimento de identificação, foi constatado que o veículo era roubado e portava placas criadas de forma fraudulenta para entrar em circulação.

LEIA MAIS

Pernambuco: Operação Desumano investiga irregularidades na contratação de OSS

Empresário foi preso durante a ação (Foto: Reprodução/TV Globo)

A Polícia Federal voltou a analisar as contratações irregulares no combate a covid-19 no estado de Pernambuco. Desde a manhã dessa quarta-feira (16), equipes estão nas secretarias de Saúde do Recife e Jaboatão do Guararapes, na Região Metropolitana através da “Operação Desumano”.

Um mandado de prisão foi cumprido. O alvo é um empresário, cuja identidade ainda não foi divulgada. Outros 21 de busca e apreensão também foram feitos nos endereços de secretários e servidores no Recife, Olinda, Jaboatão e Paulista.

Contratos sem licitação

De acordo com a PF, a organização social de saúde (OSS), responsável por prestar serviços para as duas prefeituras, não teria estrutura operacional e financeira para fazer os serviços terceirizados. A hipótese da PF é a existência de pagamento indevido a agentes públicos.

Os contratos foram firmados com dispensa de licitação em ambos os casos. Os envolvidos podem responder por peculato, organização criminosa, falsidade ideológica e dispensa indevida de licitação. As prefeituras negam qualquer irregularidade.

PF mira desvios no DNIT através da Operação Circuito Fechado

Operação de hoje é desdobramento da “Gaveteiro” (Foto: Estadão/Reprodução)

Equipes da Polícia Federal estão cumprindo mandados de busca e apreensão e também de prisão na “Operação Circuito Fechado”. O foco da ação deflagrada nessa quinta-feira (3) é apurar supostos desvios de R$ 4.566.248 no Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (DNIT).

Segundo a PF, as fraudes aconteciam por meio de três contratos firmados entre 2012 e 2019. Nove mandados de prisão temporária e 44 de busca e apreensão estão sendo cumpridos nos estados de Goiás, Paraná, São Paulo e no Distrito Federal.

Bloqueios de bens

Em consequência da operação, a Justiça Federal determinou o bloqueio de cerca de R$ 40 milhões nas contas dos investigados e o sequestro de 11 veículos e seis imóveis. A Operação Circuito Fechado é a segunda fase da Operação Gaveteiro, deflagrada em fevereiro de 2020, cujo foco eram fraudes no Ministério dos Transportes.

Os investigados devem responder pelos crimes de peculato, organização criminosa, lavagem de dinheiro, fraude à licitação, falsificação de documento particular, corrupção ativa e passiva. Somando as penas, o tempo de reclusão pode ultrapassar 40 anos de prisão. (Com informações do G1).

Polícia Federal e PRF são os concursos mais aguardados para 2021

Segundo informações do Gran Cursos Online, empresa especializada na capacitação de candidatos para concursos públicos no Brasil, o Concurso da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal (PRF) são muito aguardados para o ano de 2021. Os salários são muito atrativos chegando até R$ 23.692,74.

O ano de 2021 ficou acometido pelo coronavírus, que atingiu o Brasil e o mundo. Consequentemente, os concursos públicos estão sendo postergados para o ano de 2021. Contudo, os da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal (PRF) geram enormes expectativas dos concurseiros.

LEIA MAIS

Assembleia Legislativa de Pernambuco foi alvo de Operação da Polícia Federal nesta quinta-feira (30); Alepe emite nota

(Foto: Divulgação/Polícia Federal)

A Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) foi alvo de buscas da Polícia Federal (PF) em Pernambuco nesta quinta-feira (30). A Operação Coffee Break apura a dispensa indevida feita por um servidor da Assembleia. De acordo com a investigação, empresas vêm sendo beneficiadas há tempos com contratações milionárias efetuadas pela Alepe, o valor chega, até agora, a R$ 40 milhões. Nenhum deputado estadual é alvo da investigação.

A operação cumpre dez mandados de busca e apreensão expedidos pela 13ª Vara Federal do Recife. Foram realizadas seis buscas em residencias de pessoas físicas e quatro na Alepe. De acordo com a Polícia Federal, o servidor João Pedro Ferreira Belo Daumas, que atuava na comissão de pregoeiros e no setor responsável pelos pagamentos da Alepe, estaria beneficiando internamente as empresas de Sebastião Figueiroa – investigadas na Operação Casa de Papel, deflagrada no mês passado. Para a PF, há indícios de “vínculo forte” do empresário com a Alepe.

LEIA MAIS

PF pede ao STF autorização para depoimento de Bolsonaro sobre denúncias feitas por Moro

A delegada da Polícia Federal Chistiane Correa Machado encaminhou ao ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), um ofício solicitando a determinação de depoimento do presidente Jair Bolsonaro sobre as denúncias feitas pelo ex-ministro Sérgio Moro. Ao pedir demissão da pasta, Moro acusou o presidente de tentar interferir nas ações da Polícia Federal.

Foi no âmbito do inquérito que investiga as menções do ex-ministro que o Celso de Mello autorizou a publicação do vídeo da reunião ministerial realizada no dia 22 de abril. O material foi apontado por Moro como prova.

No ofício, a delegada afirma que ‘as investigações se encontram em estágio avançado, razão pela qual nos próximos dias torna-se necessária a oitiva’ de Bolsonaro. O inquérito Moro X Bolsonaro pode levar à apresentação de uma denúncia contra o presidente da República e até mesmo ao seu afastamento, caso o Congresso dê aval ao prosseguimento de uma eventual acusação.

Polícia apreende fogos, celulares e cofre em chácara de grupos extremistas de apoio a Bolsonaro

(Foto: PCDF/Divulgação)

A Polícia Civil do Distrito Federal apreendeu, neste domingo (21), fogos de artifício, anotações com planejamento de ações e discursos, cartazes, celulares e um cofre em uma chácara usada por três grupos de extremistas que apoiam o presidente Jair Bolsonaro (sem partido). A propriedade fica na região de Arniqueira, a cerca de 20 quilômetros da Praça dos Três Poderes.

A operação foi coordenada pela divisão especial de Combate à Corrupção e ao Crime Organizado (Cecor). Segundo o delegado Leonardo Castro, responsável pelo cumprimento do mandado de busca e apreensão, a ação corre paralelamente ao inquérito do Supremo Tribunal Federal (STF), que apura atos antidemocráticos.

De acordo com o delegado, “existem crimes que são da Polícia Federal e da Justiça Federal, e outros crimes cometidos que devem ser apurados pela Polícia Civil do Distrito Federal”.

O policial explicou que “a Cecor está apurando os crimes cometidos relacionados a autoridades locais, a jornalistas, profissionais de saúde e pessoas que estavam próximas a manifestações e acabaram sofrendo agressões verbais e injúrias”.

O mandado de busca na chácara de Arniqueiras foi concedido na noite de sexta-feira (19) pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDF). Conforme Leonardo Castro, os integrantes dos grupos são investigados por milícia privada, ameaças e porte de armas. Ninguém foi preso.

Urgente: Alexandre de Moraes suspende nomeação do novo chefe da PF

Ramagem tomaria posse hoje, às 15h (Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado)

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, suspendeu nessa quarta-feira (29) a nomeação de Alexandre Ramagem ao posto de diretor-geral da Polícia Federal (PF). Ramagem deveria tomar posse às 15h de hoje.

A decisão de Moraes tem caráter liminar e atende a um pedido protocolado pelo PDT, partido de Ciro Gomes. Ramagem substituiria Maurício Valeixo, exonerado na última sexta-feira (24). A saída de Valeixo foi o estopim para a demissão de Sergio Moro, ex-ministro da Justiça.

Antes de sua saída, Moro criticou as frequentes interferências de Jair Bolsonaro (sem partido) na PF. Moro havia dito na semana passada que o presidente da República queria um chefe da PF que fosse próximo a ele. Ramagem tem carreira na própria PF, mas é próximo aos Bolsonaro e inclusive trabalhou na segurança pessoal do presidente durante a campanha de 2018.