Anvisa determina recolhimento de lote da água mineral Cristal sem gás

Marcelo Camargo/Agência Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou nesta quarta-feira (3) a Resolução 2.247/2026, na qual comunica o recolhimento voluntário do lote LZ1 VAL200127 3 P 200126 da Água Mineral Natural sem Gás da marca Crystal.

O produto é fabricado pela Mineração Bom Jesus Ltda (CNPJ: 07.245.544/0001-62), localizada em Luziânia, em Goiás. A própria empresa determinou o recolhimento após laudo laboratorial constatar contaminação pela bactéria Pseudomonas.

O lote é composto por 374,4 mil garrafas de 500 ml e foi distribuído no Distrito Federal (230.443), em cidades vizinhas de Goiás (66.768), em Tocantins (1.439) e no interior de São Paulo (75.750). Ainda segundo a Mineração Bom Jesus, até o momento não há registro de reclamações de consumidores relacionadas a esse lote nos canais oficiais de atendimento.

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Anvisa libera fábrica da Ypê e produtos feitos a partir de 1º de abril

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou nesta sexta-feira (29) a retomada da produção na fábrica da Ypê, em Amparo, no interior de São Paulo, após concluir que a empresa corrigiu parte das falhas sanitárias identificadas em inspeções anteriores. A decisão permite que a Química Amparo, fabricante da marca, volte a operar imediatamente. A liberação ocorreu após uma nova fiscalização realizada em conjunto pela Anvisa, pelo Centro de Vigilância Sanitária de São Paulo, pelo Grupo de Vigilância Sanitária de Campinas e pela Vigilância Sanitária de Ampar

O que mudou– Segundo a Anvisa, a empresa apresentou um plano para atender 76 exigências sanitárias apontadas durante uma inspeção feita em abril deste ano. Entre as medidas cobradas estavam melhorias nos processos de fabricação, rastreamento dos produtos, controle de qualidade e monitoramento de possíveis riscos sanitários. “Verificamos que esta fábrica da Ypê já reúne as condições necessárias para operar com segurança e disponibilizar produtos sem risco sanitário para a população brasileira”, afirmou em nota o presidente da agência, Leandro Safatle. A agência informou ainda que continuará acompanhando as ações corretivas implementadas pela empresa.

Produtos liberados – Com a decisão, produtos da Ypê fabricados a partir de 1º de abril de 2026 poderão voltar a ser comercializados e utilizados normalmente. A liberação vale para itens como lava-roupas líquidos, detergentes lava-louças líquidos e desinfetantes produzidos após essa data.

Produtos suspensos – Apesar da retomada da fábrica, parte dos produtos da marca continua proibida para venda e uso. A restrição permanece para todos os detergentes, sabões líquidos para roupas e desinfetantes com lotes terminados em “1”. Segundo a Anvisa, “esses produtos devem permanecer armazenados em local seguro e não serem descartados. Sua liberação ocorrerá à medida em que a empresa apresentar laudos de laboratórios autorizados pela Anvisa”.

Entenda o caso – A crise começou no dia 7 de maio, quando a Anvisa determinou a suspensão de mais de 100 lotes de produtos da Ypê após identificar falhas consideradas graves nos processos de fabricação da unidade de Amparo. A fiscalização encontrou 76 irregularidades sanitárias e apontou risco de contaminação microbiológica nos produtos fabricados na planta industrial. O caso ganhou ainda mais atenção porque a empresa já havia registrado, em novembro de 2025, um episódio de contaminação microbiológica envolvendo a bactéria Pseudomonas aeruginosa em produtos da linha lava-roupas.

O que é bactéria – A Pseudomonas aeruginosa é uma bactéria comum no ambiente e pode ser encontrada na água, no solo e em locais úmidos. Em pessoas saudáveis, normalmente não causa problemas graves. No entanto, ela pode provocar infecções em pessoas com imunidade baixa, como pacientes em tratamento contra câncer, transplantados, idosos e pessoas com doenças que afetam o sistema imunológico. Por isso, a Anvisa classificou as medidas adotadas como preventivas para evitar riscos à saúde da população.

Fiscalização contínua – Mesmo com a liberação da fábrica, a Anvisa informou que continuará monitorando a empresa para verificar se todas as medidas exigidas serão mantidas de forma permanente. A agência também destacou que os produtos ainda suspensos só poderão voltar ao mercado após apresentação de novos testes laboratoriais autorizados pelo órgão.

Agência Brasil

Ministério manda recolher lote de azeite impróprio para o consumo

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) identificou irregularidades no lote 260289 do azeite de oliva extravirgem da marca San Paolo, considerado desclassificado e impróprio para consumo humano.

As análise das amostras coletadas confirmou a presença de mistura de outros óleos vegetais na composição do produto, caracterizando fraude. Com base no resultado laboratorial, a fiscalização determinou o recolhimento imediato do lote irregular.

Também foram identificadas irregularidades relacionadas à empresa responsável pela importação e comercialização do produto. O endereço e o Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) informados nos rótulos e nos documentos fiscais não foram localizados ou confirmados.

A empresa foi notificada pela Superintendência Federal de Agricultura em São Paulo, mas não apresentou manifestação dentro do prazo e será autuada administrativamente.

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Anvisa aprova primeira caneta de semaglutida sintética do Brasil

Novo medicamento será usado no tratamento do diabetes tipo 2

A Anvisa aprovou, nesta terça-feira (26), o registro do Ozivy, primeira caneta de semaglutida sintética autorizada para comercialização no Brasil. O medicamento utiliza o mesmo princípio ativo do Ozempic, amplamente conhecido pelo tratamento do diabetes tipo 2 e também pelo uso associado ao emagrecimento.

O pedido de registro foi apresentado pelo laboratório EMS ainda em 2023 e passou por avaliação técnica da Anvisa, que analisou critérios de eficácia, segurança e qualidade do produto.

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Corticoide e remédio de colesterol têm lotes recolhidos; veja quais

Lotes de remédio para colesterol (atorvastatina cálcica) e de corticoide (fosfato de dexametasona) são recolhidos

Medicamentos das empresas Cimed Industria S.A. e Hypofarma – Instituto de Hypodermia e Farmácia LTDA passam por recolhimento voluntário.

Os medicamentos atorvastatina cálcica e rosuvastatina cálcica, produzidos pela empresa Cimed Industria S.A., passam por processo de recolhimento voluntário iniciado pela empresa.

A medida é referente ao lote 2424299 de atorvastatina cálcica 40 mg e ao mesmo lote (2424299) de rosuvastatina cálcica 20 mg.

Além disso, o medicamento Fosfato Dissodico De Dexametasona 4 mg/ml solução injetável (caixa com 50) passa por processo de recolhimento voluntário iniciado pela empresa Hypofarma – Instituto de Hypodermia e Farmácia LTDA. A medida é referente ao lote 25091566.

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Ypê começa a reembolsar clientes que compraram lotes afetados

Consumidores já começaram a receber de volta os valores pagos em produtos Ypê afetados pela suspensão da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), com base em testes feitos pela reportagem.

Para solicitar o reembolso, é necessário preencher o formulário do ype.ind.br/comunicado-consumidores com nome completo, CPF, telefone, email, chave Pix, endereço e dados do produto. Fotos da nota fiscal e do lote contaminado são opcionais.

Na sequência, o cliente receberá um email para confirmar a chave Pix que receberá o pagamento e o tipo de produto. No teste da reportagem, a restituição veio um dia útil após o email de confirmação, em nome da fabricante Química Amparo, dona da marca, via Pix.

Procurada, a Ypê não comenta se todos os consumidores conseguirão reembolso, nem se a empresa fará o recolhimento dos lotes nas casas. A orientação da Anvisa e de especialistas em saúde é não jogar fora os produtos, sob risco de contaminação.

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Ypê recorre e suspende efeitos de decisão da Anvisa

A decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que havia suspendido a fabricação e comercialização de produtos da marca Ypê, está suspensa após a fabricante apresentar recurso administrativo ao órgão.

Mesmo assim, a Anvisa mantém o alerta de risco sanitário e orienta os consumidores a não usar os 23 itens com lotes de final 1 afetados pela decisão.

Segundo a empresa, o protocolo do recurso suspende automaticamente os efeitos da medida até novo posicionamento da agência reguladora, com base artigo 17 da Resolução da Diretoria Colegiada da Anvisa 266/2019.

Em nota, a Ypê afirmou que o recurso foi apresentado para reforçar os compromissos assumidos no plano de ação e conformidade da empresa, além de fornecer novos esclarecimentos técnicos à Anvisa.

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Anvisa determina recolhimento de produtos da Ypê por risco de contaminação

Medida da Anvisa atinge detergentes, lava-roupas líquidos e desinfetantes de lotes terminados em número 1

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária determinou nesta quinta-feira (7) o recolhimento, suspensão da fabricação, comercialização, distribuição e uso de diversos produtos de limpeza da marca Ypê.

Segundo a Anvisa, a decisão foi tomada após avaliação técnica realizada em parceria com o Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS), que identificou risco sanitário de contaminação microbiológica em determinados produtos.

De acordo com a agência, o problema envolve a presença indesejada de microrganismos patogênicos, o que pode comprometer a segurança dos consumidores.

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Anvisa determina recolhimento de produtos da marca Ypê e suspende fabricação dos itens

Anvisa suspende lotes de produtos Ypê por ‘risco de contaminação microbiológica’

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou o recolhimento de produtos lava-louças (detergente), sabão líquido para roupas e desinfetante da marca Ypê, de todos os lotes com numeração final 1. A medida inclui ainda a suspensão da fabricação, a comercialização, a distribuição e o uso dos produtos.

Os itens foram fabricados pela empresa Química Amparo (CNPJ 43.461.789/0001-90), na unidade localizada na cidade de Amparo (SP).

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Anvisa autoriza produção nacional de vacina contra chikungunya pelo Instituto Butantan

Imunizante, que já integra estratégia piloto do SUS, será formulado e envasado no Brasil, reduzindo custos de aquisição.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou, nesta segunda-feira (4), o Instituto Butantan a fabricar em território nacional a vacina contra a chikungunya, denominada Butantan-Chik. Com a decisão, o instituto passa a ser oficialmente um centro de fabricação do imunizante, o que viabiliza sua oferta em larga escala pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

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Anvisa atualiza regras para suplementos que contêm cúrcuma

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) atualizou a Instrução Normativa  28/2018 para incluir novos limites e detalhar alterações nos rótulos de suplementos alimentares que contenham cúrcuma (também conhecida como açafrão) em sua composição. A Instrução normativa 438/2026 foi publicada nesta quarta-feira (22) no Diário Oficial da União (DOU).

A atualização foi motivada pela identificação, no cenário do monitoramento pós-mercado, de possível risco de danos ao fígado associado ao uso de suplementos e medicamentos com cúrcuma (Curcuma longa) ou curcuminoides.

Em março, a Anvisa publicou alerta de farmacovigilância para advertir pessoas que fazem uso dos produtos a respeito dos riscos.

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Anvisa aprova uso de Mounjaro para crianças e adolescentes; veja quem pode usar

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária aprovou, nesta quarta-feira (22), a ampliação do uso do medicamento Mounjaro para o tratamento de diabetes tipo 2 em crianças e adolescentes a partir de 10 anos de idade. Até então, a indicação do fármaco no Brasil era restrita apenas ao público adulto. Em nota oficial, a autarquia reforçou que as demais finalidades do medicamento permanecem inalteradas, concentrando a mudança exclusivamente na expansão da população-alvo pediátrica para o controle glicêmico.

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Anvisa aprova novos medicamentos para diabetes tipo 1, câncer de mama e angioedema hereditário

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária aprovou o registro de novos medicamentos destinados ao tratamento de diferentes doenças. As decisões foram publicadas no Diário Oficial da União na última segunda-feira (9).

Entre os produtos autorizados está o Tzield® (teplizumabe), indicado para retardar o início do diabetes tipo 1 em estágio 3. O medicamento pode ser utilizado por pacientes adultos e crianças a partir de 8 anos que estejam no estágio 2 da doença. O diabetes tipo 1 é uma condição autoimune crônica que geralmente se manifesta na infância e pode provocar complicações como problemas cardíacos, renais e oculares.

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Anvisa determina apreensão de medicamentos e suspende atividades de farmácias de manipulação

Fachada do edifício sede da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária publicou uma nova determinação no Diário Oficial da União (DOU) adotando medidas fiscais contra quatro farmácias de manipulação no Brasil.

Segundo a agência, a decisão tem como objetivo proteger a saúde da população e garantir que medicamentos manipulados sigam as normas de segurança e qualidade.

Entre as medidas, a Anvisa determinou a apreensão de todos os lotes do medicamento tirzepatida manipulados pela Octalab Farmácia de Manipulação. Além disso, foram suspensas a comercialização, manipulação, divulgação e uso do produto.

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Alerta máximo: Anvisa proíbe uso de “caneta emagrecedora”

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária proibiu nesta semana a importação, venda e uso de mais um medicamento para emagrecimento fabricado no Paraguai. O alvo da vez é o Tirzec, produto que contém tirzepatida como princípio ativo. Segundo a agência, o medicamento não possui registro no Brasil e a fabricante, a Quimfa S/A, não tem autorização para produzir lotes destinados ao mercado brasileiro.

A decisão foi oficializada no Diário Oficial da União por meio da Resolução-RE nº 641, de 18 de fevereiro de 2026.Além da comercialização, ficam proibidos armazenamento, transporte, propaganda e distribuição do produto. A medida também alcança pessoas físicas, empresas e até veículos de comunicação que promovam o medicamento.

Outras marcas também estão na lista – Junto ao Tirzec, seguem com circulação impedida no Brasil os emagrecedores Lipoless Esticos, Tirzapep, Royal Pharmaceuticals e TG Indufar. Mesmo vetados, os produtos continuam sendo facilmente encontrados no Paraguai. A combinação entre alta demanda e preços elevados impulsionou o contrabando, especialmente na região de Foz do Iguaçu.Apreensões quase dobram em 2026

As interceptações cresceram de forma expressiva neste início de ano. Em 2025, equipes de fiscalização apreenderam 7.479 unidades de medicamentos voltados ao tratamento da obesidade na fronteira. Já nos primeiros 40 dias de 2026, foram recolhidas 13.321 unidades — aumento de 78%. As abordagens ocorrem principalmente na aduana da Ponte Internacional da Amizade, com reforço da Receita Federal, além de operações da Polícia Federal no aeroporto da região.

O que é permitido trazer do Paraguai? – De acordo com a Receita Federal, apenas duas marcas de canetas emagrecedoras têm importação autorizada pela Anvisa: Lipoland e Gluconex. A compra é permitida para uso pessoal, desde que o consumidor apresente receita médica e respeite o limite máximo de três meses de tratamento. Quando há transporte de grandes quantidades sem comprovação ou armazenamento adequado, o caso pode ser enquadrado como contrabando, descaminho e até crime contra a saúde pública.

Onda de furtos e mercado ilegal – O aumento da procura também provocou reflexos no país vizinho. Em Ciudad del Este, farmácias e depósitos de medicamentos passaram a ser alvo de furtos nas últimas semanas. Dois suspeitos foram presos em operação da Polícia Nacional paraguaia.

Especialistas alertam para riscos – O uso de medicamentos para emagrecimento exige acompanhamento médico, preferencialmente de um endocrinologista. Produtos armazenados de forma inadequada ou aplicados em dosagens incorretas podem causar infecções, reações alérgicas e até quadros anafiláticos. Mesmo quando utilizados corretamente, medicamentos da classe dos GLP-1 podem provocar refluxo, náuseas, alterações intestinais e possíveis impactos no fígado. Embora apresentem eficácia na perda de peso, a indicação adequada deve ser feita por profissional habilitado, reduzindo riscos e efeitos adversos.  O cerco regulatório se intensifica em meio ao avanço do mercado ilegal — e o alerta das autoridades é claro: além de crime, o uso irregular pode trazer sérias consequências à saúde.

A Tarde

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