Exclusivo: Fernando Bezerra anuncia revitalização e ampliação do Centro de Convenções de Petrolina

Além de ser revitalizado, Centro de Convenções contará com o Teatro Municipal (Foto: Arquivo)

O senador Fernando Bezerra Coelho (MDB) foi entrevistado no programa Super Manhã com Waldiney Passos nessa sexta-feira (22) e antecipou mais uma obra em Petrolina. À Rádio Jornal, FBC revelou em primeira mão que o Centro de Convenções será revitalizado e ampliado.

“Conseguimos a autorização com o ministro do Turismo para que a gente possa revitalizar, modernizar o nosso Centro de Convenções e sobretudo ampliar com a construção do Teatro Municipal, para que Petrolina possa ter mais um espaço cultural importante”, anunciou o líder do governo no Senado Federal.

Segundo FBC, a documentação deve ser assinada com o Governo Federal no segundo semestre. A obra está orçada em R$ 35 milhões. “Nas nossas visitas ao presidente [Jair] Bolsonaro conseguimos novas conquistas para nossa cidade. Vamos fazer uma obra que passou do tempo de fazer em Petrolina, tendo em vista que a construção do Centro de Convenções foi em 1995, na época do nosso centenário“, finalizou.

Governadores se reúnem com Bolsonaro nessa quinta-feira

Paulo Câmara confirmou presença na reunião (Foto: Blog Waldiney Passos)

Uma reunião às 10h dessa quinta-feira (21) colocará governadores e o presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido) frente a frente, mas de forma virtual. Os políticos discutirão a ajuda federal aos estados e municípios durante a pandemia do coronavírus.

Outro ponto é a adoção de critérios científicos para a implementação de medidas de combate ao covid-19. O governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB) que testou positivo nessa semana confirmou presença. Ontem 25 dos 27 gestores se reuniram também de forma virtual para unificar as pautas do encontro.

De acordo com o Palácio do Planalto, além de Bolsonaro outros ministros estarão na reunião. São eles, Braga Netto, Ministro-Chefe da Casa Civil; Paulo Guedes, Ministro de Estado da Economia; Fernando Azevedo, Ministro de Estado da Defesa; Jorge Antonio de Oliveira, Ministro-Chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República; Luiz Eduardo Ramos, Ministro-Chefe da Secretaria de Governo da Presidência da República; e Augusto Heleno, Ministro-Chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República.

Regina Duarte deixa Secretaria de Cultura

Regina ficará na Cinemateca de São Paulo (Foto: Marcos Corrêa/PR)

Regina Duarte não é mais a secretária especial de Cultura do governo federal. Ela deixou a pasta, mas ficará em outro cargo na gestão de Jair Bolsonaro (sem partido). Os dois gravaram um vídeo divulgado no Twitter de Bolsonaro nessa quarta-feira (20) para anunciar as mudanças.

A atriz comandará a Cinemateca Brasileira, em São Paulo. “Acabo de ganhar um presente, que é o sonho de qualquer profissional de comunicação, de audiovisual, de cinema e de teatro, um convite para fazer cinemateca que é um braço da cultura em São Paulo. Ficar secretariando o governo na cultura dentro da cinemateca“, afirmou.

URGENTE: Ministro da Saúde, Nelson Teich pede exoneração do cargo

Nelson Teich não é mais ministro da Saúde do Brasil. Ele pediu exoneração nessa sexta-feira (15), antes mesmo de completar um mês na pasta. O Governo Federal confirmou a demissão em uma breve nota divulgada à imprensa e convocará uma coletiva ainda hoje.

“O ministro da Saúde, Nelson Teich, pediu exoneração nesta manhã. Uma coletiva de imprensa será marcada nesta tarde“, afirma a nota do Governo. Teich substituiu Luiz Henrique Mandetta, que já havia se desentendido publicamente com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) sobre as ações federais durante a pandemia da covid-19.

Nessa semana Teich foi pego de surpresa em uma coletiva ao saber que Bolsonaro autorizou a reabertura de academias sem consultar a pasta. Outro ponto de divergência foi o uso da cloroquina, que Teich recomendou calma, mas o presidente insiste ser a cura do coronavírus.

Cobrança de financiamento imobiliário deverá ser suspensa por 4 meses

Medida ainda será formalizada pela Caixa (Foto: Reprodução)

Jair Bolsonaro (sem partido) falou rapidamente com a imprensa na manhã dessa quinta-feira (14) e antecipou que a Caixa Econômica Federal prorrogará, de três para quatro meses, a suspensão das cobranças de financiamento da casa própria.

O presidente da República afirmou ter se reunido com o presidente da Caixa, Pedro Guimarães e chegaram ao acordo. Segundo Bolsonaro, cerca de 2,3 milhões de clientes do banco já pediram para pausar a cobrança do financiamento imobiliário.

“Porque não adianta apenas prorrogar, se o elemento que perdeu o emprego, teve o salário reduzido, não tem como pagar a prestação da casa própria. O que está sobrando de dinheiro para ele, está sendo pra comida“, disse Bolsonaro.

A Caixa anunciou a suspensão no dia 19 de março e depois em 26 do mesmo mês, ampliou a medida por três meses. A medida é um reflexo da pandemia do coronavírus e busca ajudar quem tem financiamento em vigência.

PF conclui pela 2ª vez que Adélio Bispo agiu sozinho no atentado contra Bolsonaro

Adélio Bispo tentou matar Bolsonaro durante a campanha eleitoral no ano passado.

Adélio Bispo agiu sozinho. Foi esse o entendimento da Polícia Federal (PF) no segundo inquérito que investiga o atentado contra Jair Bolsonaro (sem partido), na campanha eleitoral de 2018. A PF concluiu novamente que Adélio atuou por iniciativa própria, sendo o único responsável pelo planejamento da ação.

LEIA TAMBÉM

Relatório da PF conclui que Adelio Bispo agiu sozinho

O inquérito, entregue ontem (13) à Justiça Federal, foi presidido pelo delegado Rodrigo Morais. No entendimento de Morais, Adélio não contou com apoio de terceiros e tinha intenção de matar Bolsonaro. “O que a investigação comprovou foi que o perpetrador, de modo inédito, atentou contra a vida de um então candidato à Presidência da República, com o claro propósito de tirar-lhe a vida“, destaca o delegado.

LEIA MAIS

Bolsonaro critica governadores e diz que desrespeito a decreto de atividades essenciais ‘aflora autoritarismo’

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) criticou nesta terça-feira (12) governadores que declararam que não vão cumprir o decreto federal que incluiu como atividades essenciais academias, salões de beleza e barbearias.

A inserção desses setores no rol de negócios essenciais durante a pandemia do novo coronavírus -e que em tese estariam liberados para funcionar- foi publicada na segunda-feira (11).

“Os governadores que não concordam com o decreto podem ajuizar ações na Justiça ou, via congressista, entrar com projeto de decreto legislativo”, escreveu
Bolsonaro no Facebook.

“O afrontar o estado democrático de direito é o pior caminho, aflora o indesejável autoritarismo no Brasil. Nossa intenção é atender milhões de profissionais, a maioria humildes, que desejam voltar ao trabalho e levar saúde e renda à população”, concluiu.

Amparados por decisões do STF (Supremo Tribunal Federal), governadores disseram que vão ignorar o decreto presidencial. Entre os chefes de governo estadual que já anunciaram o não cumprimento do decreto, estão Camilo Santana (PT), do Ceará; Flávio Dino (PCdoB), do Maranhão; Helder Barbalho (MDB), do Pará, e Renato Casagrande (PSB), do Espírito Santo.

PT de Petrolina divulga nota de repúdio por agressões à profissionais da imprensa

O Partido dos Trabalhadores de Petrolina (PT) emitiu nota de repúdio em apoio aos profissionais da imprensa por agressões sofridas pelo Presidente da República, Jair Bolsonaro, nos últimos dias. Confira a nota na íntegra.

NOTA DE REPUDIO

O Partido dos Trabalhadores Diretório Municipal de Petrolina por meio da executiva municipal e de todo o Diretório, vem tornar público o seu repúdio às agressões cometidas pelo presidente da república para com os profissionais da imprensa que vem se repetindo constantemente em suas aparições públicas, chegando a tentar cercear a voz da imprensa no seu direito legitimo de trazer a informação para a sociedade, ao mandar um profissional a calar a boca, durante entrevista na manha desta terça-feira, mostrando total despreparo e desequilíbrio para conduzir o país.

Lembramos que a nossa democracia e a liberdade de expressão são temas caros à nossa sociedade e não podemos permitir que, principalmente, aquele que deveria ser o chefe maior da nação, eleito inclusive pelo voto democrático, açoite de volta aos porões escuros de um tempo não muito distante, essas conquistas em que muitos deram a vida para que as tenhamos hoje.

Queremos também nos solidarizar com os companheiros profissionais de saúde que, neste momento de crise sanitária colocam suas vidas em risco e se isolando, em muitos casos, de suas famílias, para atuar na linha de frente no combate à pandemia, ao reivindicarem respeito à vida, às normas internacionais de prevenção à disseminação do vírus por parte do governo federal e buscar melhores condições de trabalho para melhor atender a população, foram agredidos covardemente por fascistas apoiadores do presidente, durante ato pacifico organizado por estes profissionais na manhã deste domingo na capital do país.

Petrolina, 05 de maio de 2020.
Partido dos Trabalhadores.
DM Petrolina.

Urgente: Rolando Alexandre é o novo chefe da PF

Rolando Alexandre é o novo chefe da PF (Foto: Abin / Divulgação CP)

O Diário Oficial da União dessa segunda-feira (4) confirmou Rolando Alexandre como novo diretor-geral da Polícia Federal. Ele foi escolhido no lugar de Alexandre Ramagem, após o imbróglio judicial envolvendo o nome de Ramagem na semana passada.

LEIA TAMBÉM

Urgente: Alexandre de Moraes suspende nomeação do novo chefe da PF

Rolando exercia a função de secretário de Planejamento de Gestão da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), órgão chefiado pelo próprio Ramagem. De acordo com a CNN Brasil, Rolando foi bancado por Ramagem, que permanecerá na chefia da Abin.

O cargo de chefe da PF estava vago desde a exoneração de Maurício Valeixo há duas semanas, fato esse que culminou também na saída de Sergio Moro do governo de Jair Bolsonaro (sem partido).

Decreto de Bolsonaro amplia lista de serviços essenciais

(Foto: Carolina Antunes/PR)

Atividades do comércio e de serviços como de alimentação, atendimento bancário, serviços de reparo e mecânica automotiva, transporte e armazenamento de cargas fazem parte da nova lista de serviços essenciais publicada hoje (29) em novo decreto federal. Com isso, profissionais de vários segmentos devem voltar a circular. O isolamento social é a iniciativa que tem tido maior sucesso no combate à infecção em várias partes do mundo.

O presidente Jair Bolsonaro editou um novo decreto para ampliar a lista de serviços essenciais que podem funcionar durante o período de enfrentamento do novo coronavírus no País. Crítico das medidas de isolamento social adotadas por governadores e prefeitos, o presidente vem tentando reabrir setores produtivos para preservar a economia e os empregos.

O novo decreto está publicado no Diário Oficial da União (DOU) desta quarta-feira (29), um dia depois de o Brasil ter ultrapassado a marca de 5 mil mortes causadas pela doença, superando os números da China.

LEIA MAIS

Urgente: Alexandre de Moraes suspende nomeação do novo chefe da PF

Ramagem tomaria posse hoje, às 15h (Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado)

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, suspendeu nessa quarta-feira (29) a nomeação de Alexandre Ramagem ao posto de diretor-geral da Polícia Federal (PF). Ramagem deveria tomar posse às 15h de hoje.

A decisão de Moraes tem caráter liminar e atende a um pedido protocolado pelo PDT, partido de Ciro Gomes. Ramagem substituiria Maurício Valeixo, exonerado na última sexta-feira (24). A saída de Valeixo foi o estopim para a demissão de Sergio Moro, ex-ministro da Justiça.

Antes de sua saída, Moro criticou as frequentes interferências de Jair Bolsonaro (sem partido) na PF. Moro havia dito na semana passada que o presidente da República queria um chefe da PF que fosse próximo a ele. Ramagem tem carreira na própria PF, mas é próximo aos Bolsonaro e inclusive trabalhou na segurança pessoal do presidente durante a campanha de 2018.

Bolsonaro nomeia substituto de Moro e novo chefe da PF

André Mendonça assume ministério que era de Moro (Foto: José Cruz/Agência Brasil)

O Diário Oficial da União dessa terça-feira (28) traz a confirmação do que já era especulado desde a última sexta-feira (24). André Luiz de Almeida Mendonça e Alexandre Ramagem Rodrigues foram nomeados, respectivamente, ministro da Justiça e Segurança Pública e diretor-geral da Polícia Federal (PF).

LEIA TAMBÉM

Após pronunciamento de Bolsonaro, Moro divulga conversa negando ter pedido vaga no STF

Bolsonaro critica Moro: “Tem compromisso com o próprio ego”

Moro anuncia saída do governo Bolsonaro após demissão de chefe da PF

Eles substituem Sergio Moro e Maurício Valeixo que deixaram o Governo Federal na última semana. A saída resultou em uma nova crise política envolvendo o nome do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). O novo ministro é advogado da União desde 2000.

Já Ramagem atualmente exercia a função de diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e é delegado da Polícia Federal. A nomeação de Ramagem foi um dos elementos para a saída de Moro do ministério, já que além de não querer a troca de Valeixo, o novo chefe da PF é amigo da família Bolsonaro. Para o ex-juiz da Operação Lava-Jato, a troca significou interferência política.

Deputada federal critica Moro por vazar mensagens 

Deputada se disse magoada com Moro (Foto: Reprodução)

A deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP) criticou o ex-ministro Sergio Moro por vazar mensagens de WhatsApp trocadas entre os dois. Um dia após a demissão de Moro, Zambelli afirmou que o print mostrado pelo também ex-juiz da Lava Jato foi “tirado de contexto”.

LEIA TAMBÉM

Após pronunciamento de Bolsonaro, Moro divulga conversa negando ter pedido vaga no STF

No print é Zambelli que sugere a ida de Moro ao Supremo Tribunal Federal (STF), mas no pronunciamento feito na tarde de ontem (24), Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou ter sido o ex-ministro a cobrar sua indicação em troca da saída de Maurício Valeixo da Polícia Federal.

LEIA MAIS

Chefe da Abin é o nome mais forte para assumir PF

Ramagem deve ser o substituto de Valeixo (Foto: Carolina Antunes/PR)

Alexandre Ramagem, atual chefe da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) deve ser o substituto de Maurício Valeixo na Polícia Federal. Ele é delegado e tem 15 anos de atuação na própria PF. Ramagem conhece o presidente da República, Jair Bolsonaro desde 2018 e é alinhado politicamente com ele.

LEIA TAMBÉM

Após pronunciamento de Bolsonaro, Moro divulga conversa negando ter pedido vaga no STF

Moro anuncia saída do governo Bolsonaro após demissão de chefe da PF

A saída de Valeixo do posto de diretor-chefe da PF resultou também na demissão de Sergio Moro do Ministério da Justiça. Moro denunciou a constante interferência de Bolsonaro no órgão. Ramagem é o nome mais forte, por ter inclusive, atuado na segurança pessoal de Bolsonaro.

Outro nome ventilado, mas dessa vez para substituir Moro, é o atual Secretário de Segurança do Distrito Federal, Anderson Torres. Até o momento o Governo Federal não bateu o martelo sobre os substitutos. (Com informações do Correio Braziliense).

Após pronunciamento de Bolsonaro, Moro divulga conversa negando ter pedido vaga no STF

Moro expôs conversa no JN (Foto: Reprodução/TV Globo)

A sexta-feira (24) foi um dia quente na política brasileira. O ex-juiz federal Sergio Moro anunciou sua saída do Governo Federal e fez graves acusações ao presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido). No final da tarde, Bolsonaro rebateu as falas de Moro.

LEIA TAMBÉM

Bolsonaro critica Moro: “Tem compromisso com o próprio ego”

Moro anuncia saída do governo Bolsonaro após demissão de chefe da PF

À noite, Moro divulgou ao Jornal Nacional mensagens supostamente trocadas entre ele e Bolsonaro. Na conversa, o presidente indicava os motivos para a troca na Polícia Federal por apertar o cerco contra deputados bolsonaristas. O ex-ministro também desmentiu Bolsonaro em outro ponto.

Na mensagem divulgada, é a deputada federal Carla Zambelli que sugere a Moro uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF). Bolsonaro havia dito que Moro seria o autor do pedido, para que a saída de Maurício Valeixo da PF pudesse acontecer.

O Governo Federal ainda não oficializou, mas o nome de Alexandre Ramagem, atual chefe da Agência Brasileira de Informação (Abin) é o favorito para substituir Valeixo na chefia da PF. De acordo com o Correio Braziliense, ele tem alinhamento com Bolsonaro.