A empresa multinacional japonesa Yanmar, responsável pela fabricação de máquinas e soluções compactas, vai construir uma nova fábrica em Indaiatuba, no interior de São Paulo, com investimento de R$ 280 milhões. A nova unidade será construída em etapas até 2030, no Distrito Industrial da cidade. O objetivo da nova fábrica é aumentar a capacidade de produção, unificar operações e melhorar os processos. A gigante japonesa atua nos setores:
- Agrícola;
- Construção civil;
- Motores industriais;
- Marítimos;
- Sistemas de energia
- Especificações
A planta da nova fábrica terá 140.000 metros quadrados, cerca do triplo da área atual, e as obras deverão começar nos próximos meses, embora ainda sem data exata definida. Já a primeira fase do projeto, que terá aproximadamente 36.000 metros quadrados, terá operação prevista para 2027. Além disso, a nova fábrica terá uma linha de montagem automatizada com controle automático de torques, sistemas de inspeção e melhorias logísticas. Parte do investimento também será destinado à compra de novos equipamentos e a construção de docas
Emprego- Segundo a empresa, a nova unidade deve gerar cerca de 100 empregos diretos e indiretos até 2029. Após a conclusão da nova estrutura, a Yanmar aumentará sua produção de tratores de 5 mil para 7 mil unidades por ano.
Ações sustentáveis – O projeto incluirá ações sustentáveis, alinhadas ao plano de negócios global da companhia, como:aproveitamento de luz natural; automação da iluminação; uso de energia fotovoltaica. A empresa quer reduzir emissões e promover eficiência energética.
A Tarde



















“A empresa não tem nenhuma autonomia para fazer ou não a remoção. A autonomia para realizar a remoção do veículo é do agente de trânsito que lavrou a infração. A liberação do veículo deve ser feita pela AMMPLA, que funciona em horário restrito. O que precisa ser feito é um horário de plantão na AMMPLA”, defendeu.
A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) informou que discutirá a abertura de processos de caducidade das concessões e de cassação das autorizações do Grupo Oi. A medida foi proposta pelo coordenador do Núcleo de Ações, conselheiro Igor de Freitas, e será analisada pelo conselho diretor da Anatel.

