Taxa das blusinhas: Senado analisa proposta nesta terça-feira

O plenário do Senado apreciará, nesta terça-feira, o Projeto de Lei (PL) 914/2024, que institui o Programa Mobilidade Verde e Inovação (Mover). O projeto inclui uma polêmica emenda, conhecida como “jabuti”, para taxar compras internacionais de até US$ 50.

Os senadores votarão um requerimento de urgência para que o texto seja analisado diretamente pelo plenário, sem passar por comissão. Caso a urgência seja aprovada, o PL pode ser votado ainda nesta terça-feira, conforme confirmado pelo presidente do Congresso, Rodrigo Pacheco (PSD-MG).

Haverá um debate no plenário do Senado, nós sabemos a urgência desse projeto, especialmente em face da caducidade da medida provisória que versava sobre o mesmo tema. Então, pautamos para amanhã (esta terça-feira) no plenário do Senado. Há um requerimento de urgência que nós vamos votar e, no segundo momento, os senadores vão poder debater amplamente esse tema”, ressaltou Pacheco.

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Suzana Ramos é avaliada como “péssima” por 47,50% dos eleitores e fica atrás de Isaac Carvalho nas pesquisas

A prefeita de Juazeiro (BA), Suzana Ramos (PSDB), teve seu mandato avaliado como “péssimo” por 47,50% dos eleitores, segundo levantamento realizado pela empresa Séculus Análise e Pesquisa, contratado pelo Bahia Notícias.

A pesquisa revela ainda que Suzana está em segundo lugar nas intenções de voto para as próximas eleições municipais, atrás do ex-prefeito Isaac Carvalho (PT).

Em relação à avaliação da gestão de Suzana Ramos, apenas 4,67% dos eleitores a classificaram como “ótima” e 8,33% como “boa”. Outros 19,67% consideraram a administração “regular” e 16,83% a avaliaram como “ruim”.

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Luciano Duque critica Marília Arraes por falta de apoio à sua pré-candidatura à prefeitura de Serra Talhada

Luciano Duque (Solidariedade) criticou a postura da vice-presidente da Regional Nordeste do seu partido, Marília Arraes, por não manifestar apoio à sua pré-candidatura à Prefeitura de Serra Talhada, no Sertão do Pajeú.

O parlamentar, que já foi prefeito do município por dois mandatos consecutivos (2013-2020), havia anunciado a sua intenção de disputar as eleições municipais. O deputado disse ter sido surpreendido no último fim de semana com a decisão de Marília de apoiar a reeleição da atual prefeita da cidade, Márcia Conrado (PT).

“Saí do PT, partido em que construí longa trajetória, para dar suporte ao seu projeto ao Governo do Estado de Marília, e, para minha surpresa, ela estará com o grupo que a rejeitou, humilhou e caluniou”, destacou.

Segundo Duque, a postura da integrante do Solidariedade teria a ver com o fato de, na Alepe, o parlamentar ter votado favorável a projetos da gestão Raquel Lyra. “Para mim, isso é violência política. Aqui, tenho outras responsabilidades. Fui eleito para a Alepe para representar o interesse do povo pernambucano”, argumentou.

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PEC das drogas será pauta da Câmara nesta semana

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 45/2023 que criminaliza a posse ou o porte de qualquer quantidade de droga será analisada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados na próxima terça-feira (4). A proposta foi aprovada no Senado no dia 16 de abril como uma reação do Congresso ao julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF) que prevê a descriminalização do porte de maconha.

A PEC acrescenta um inciso ao art. 5º da Constituição para considerar crime a posse e o porte de qualquer quantidade de drogas sem autorização ou em desacordo com a lei. Segundo a proposta que vem do Senado, deve ser observada a distinção entre o traficante e o usuário pelas circunstâncias fáticas do caso concreto, aplicando aos usuários penas alternativas à prisão, além de tratamento contra a dependência.

Na CCJ da Câmara, o relator é o deputado federal Ricardo Salles (PL-SP). A expectativa é que o parlamentar apresente seu parecer sobre o tema na terça. Em seguida, é possível que qualquer deputado peça vista, o que deve adiar a votação do tema por, no mínimo, duas sessões do plenário da Câmara. Se aprovada na CCJ, a PEC segue para análise do plenário.

O autor da PEC é o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), que apresentou a proposta em setembro de 2023, quando o placar a favor da descriminalização do porte de maconha estava 5 a 1 no STF. No plenário do Senado, a medida foi aprovada por 53 votos favoráveis e apenas nove contrários.

O relator no Senado, Efraim Filho (União-PB), defendeu que a descriminalização da maconha poderia agravar os problemas do país. “A simples descriminalização das drogas, sem uma estrutura de políticas públicas já implementada e preparada para acolher o usuário e mitigar a dependência, fatalmente agravaria nossos já insustentáveis problemas de saúde pública, de segurança e de proteção à infância e juventude”, disse.

A proposta sofre resistência de parte dos parlamentares, de especialistas e movimentos sociais. Para a organização Human Rights Watch (HRW), a medida é um retrocesso na política de drogas do país. “Em vez de cimentar uma política fracassada na Constituição, os parlamentares deveriam seguir o exemplo de muitos outros países, descriminalizando a posse de drogas para uso pessoal e desenvolvendo estratégias de saúde eficazes para prevenir e responder ao uso problemático de entorpecentes”, disse a pesquisadora da HRW, Andrea Carvalho.

Entenda
A chamada PEC das drogas foi uma reação do Congresso Nacional ao julgamento que ocorre no STF desde 2015. O Supremo analisa a constitucionalidade do Artigo 28 da Lei das Drogas (Lei 11.343/2006), que cria a figura do usuário, diferenciado do traficante, que é alvo de penas mais brandas. Para diferenciar usuários e traficantes, a norma prevê penas alternativas de prestação de serviços à comunidade, advertência sobre os efeitos das drogas e comparecimento obrigatório a curso educativo para quem adquirir, transportar ou portar drogas para consumo pessoal.

A lei deixou de prever a pena de prisão, mas manteve a criminalização. Dessa forma, usuários de drogas ainda são alvos de inquérito policial e processos judiciais que buscam o cumprimento das penas alternativas. No caso concreto que motivou o julgamento, a defesa de um condenado pede que o porte de maconha para uso próprio deixe de ser considerado crime. O acusado foi detido com três gramas de maconha.

Agência Brasil

Senador Jaques Wagner garante que federação já se decidiu por Isaac

O lançamento da pré-candidatura a prefeito de Juazeiro de Isaac Carvalho reuniu uma multidão na manhã deste sábado (1º), na quadra do Colégio Dr. Edson Ribeiro, no Centro de Juazeiro. Na solenidade o senador Jaques Wagner, uma das principais lideranças do Partido dos Trabalhadores, afirmou que a Federação Nacional PT/PCdoB e PV já escolheu Isaac como o pré-candidato que representa o grupo do presidente Lula e do governador Jerônimo Rodrigues.

Wagner lembrou que exerce o papel de liderança e que tem condições de orientar sobre os rumos do grupo na Bahia. “Eu sou o técnico e digo, é por aqui!”, afirmou o senador sobre a escolha pelo nome de Isaac e completou “a cidade está com saudade do dinamismo e da capacidade de trabalho de Isaac”.

O presidente do PT da Bahia, Éden Valadares, disse que “Isaac, será novamente prefeito de Juazeiro. Eu estou aqui em nome do PT da Bahia, da nossa Federação, em nome da nossa presidente Gleisi Hoffmann, pra dizer que a gente sabe da nossa responsabilidade com Juazeiro e a saudade que a cidade de Juazeiro tem do tempo do trabalho, do tempo da gestão competente”, destacou.

Representando o PV, integrante da Federação, o deputado estadual Roberto Carlos pregou união do grupo. “Somos uma federação de três partidos e estamos irmanados no propósito de retomar o governo de Juazeiro”, assegurou o deputado.

Encerrado o evento, Isaac agradeceu por todo o apoio que vem recebendo tanto dentro de Juazeiro, quanto de outros municípios da região. O pré-candidato ainda afirmou que está pronto para o desafio de voltar a ser prefeito de Juazeiro. “Eu estou aqui em nome de um grupo político, em nome de Juazeiro. Eu não posso me acovardar e deixar de dar minha contribuição”, discursou Carvalho.

Todos os partidos aliados Avante, a federação Rede /PSOL, PSB e PSD enviaram representantes à solenidade. Também prestigiaram o evento o deputado federal Josias Gomes, o deputado estadual Euclides Fernandes, o secretário de Agricultura da Bahia, Tum e a secretária de Mulheres da Bahia, Elisângela Araújo.

Ascom
Fotos: Carlos Miguel e Junior Barbosa

Governo Lula chega aos 500 dias com crise no RS e embates no Congresso

Com a chegada do mês de junho, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ultrapassa um terço do novo governo. Nesses mais de 500 dias, o chefe do Executivo se propôs a melhorar áreas de meio ambiente, relações internacionais e economia, enquanto travou batalhas com o Congresso e enfrentou crises sanitárias e climáticas no país.

O marco de tempo do mandato foi citado por Lula em um discurso no dia 8 de maio, ao falar com otimismo sobre o rumo do Brasil: “Escrevam isso, porque nós estamos apenas com 15 meses de governo, menos de um terço do mandato. Portanto, vamos fazer três vezes mais do que fizemos até agora para atingir o ápice das coisas boas nesse país”.

Na virada de junho, Lula completa 17 meses, ou seja, 517 dias à frente da Presidência. Nesse período, o presidente conseguiu avançar em agendas no campo da economia, como a aprovação da Reforma Tributária, meio ambiente e retomada das relações exteriores.

Metrópoles

Haddad vai ao papa defender a sua proposta de taxação dos super ricos

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, desembarca, na próxima terça-feira, no Vaticano, em busca da bênção do papa Francisco para sua proposta de taxação dos super-ricos no âmbito internacional. Na audiência com o pontífice, Haddad pretende também “coordenar posições” em vista da Cúpula do G7, que ocorrerá na cidade de Fasano entre os dias 13 e 15 de junho.

A taxação de grandes fortunas, um dos temas prioritários da trilha financeira do G20, é apresentada pelo Brasil como uma medida essencial para reduzir a desigualdade econômica global. Para alcançar êxito em sua proposta, Haddad tem buscado apoio internacional, até a realização, em novembro, no Rio de Janeiro, da Cúpula de Líderes do G20, que este ano é presidido pelo Brasil.Antes disso, em julho, os ministros de finanças do fórum das 20 economias mais desenvolvidas, sentarão à mesa na tentativa de elaborar um documento final para a chamada trilha financeira. “A construção desse tema no âmbito do G20 ou no âmbito da política financeira internacional. é um processo. A visita ao Vaticano é mais um passo nesse processo de construção de consensos”, explica  Antônio Freitas, subsecretário de Finanças Internacionais e Cooperação Econômica do Ministério da Fazenda.

Ele conta que Haddad quer conversar com o papa sobre o “princípio” da sua ideia de que “os mais ricos devem pagar, proporcionalmente, a sua riqueza na tributação, a partir do conceito de uma tributação mais justa e progressiva”, que já é debatido em diversos países. A proposta preliminar que vem sendo debatida no âmbito dos ministros de finanças é a tributação em 2% das grandes fortunas. “Os bilionários são menos de três mil pessoas no planeta. Uma tributação de 2% deles geraria estimativa em torno de US$ 250 bilhões anuais. Mas essas propostas têm um tempo de maturação”, comenta Freitas.

Embora considere a proposta “desafiadora”, o subsecretário aponta que ela “foi muito bem recebida” na comunidade internacional. Ele cita a França, cujo presidente Emmanuel Macron afirmou considerar que “é um bom imposto global e devemos levar adiante”, em entrevista recente a uma emissora de TV nos Estados Unidos. A secretária do Tesouro dos Estados Unidos, Janet Yellen, por sua vez, é contrária à tributação internacional.

Nova economia

Desde o início de seu pontificado, Francisco vem demonstrando o seu incômodo com o modo como funciona a economia e o sistema capitalista no mundo. Em seu primeiro documento, a Exortação Apostólica Evangelii Gaudium, ou A Alegria do Evangelho, considerado o “programa” do seu pontificado, o papa apela para a urgência de se combater as causas estruturais da pobreza com uma “nova economia”. O tema é aprofundado na carta encíclica Laudato Si’ — o cuidado com a casa comum, na qual ele fala em uma economia humana e ecológica.

O economista Guilherme Costa Delgado, autor do livro Rumo ao mundo de Francisco: economia, humanismo e ecologia em tempos de crise, percorre o itinerário econômico chefe da Santa Sé desde o início do papado. Ele explica a economia de Francisco como “um enigma que precisa ser decifrado”, pois não está academicamente definida, mas exposta em uma série de mensagens que se encontram em documentos, discursos e atitudes.

O papa Francisco escreveu seis documentos oficiais e registrou, em inúmeras falas, a sua preocupação com a crescente sobreposição dos sistemas econômico e financeiro aos princípios éticos e que devem balizar as relações humanas. O documento Considerações éticas para o discernimento sobre alguns aspectos do atual sistema financeiro, publicado em maio de 2018, traz duras críticas ao capitalismo e preconiza a melhor distribuição de renda e a justiça tributária. O Vaticano defende, entre outras coisas, a taxação das empresas offshores e o fim dos paraísos fiscais, um problema que afeta, inclusive, o próprio Vaticano.

O documento chama atenção, especialmente, para dois tipos de crimes que ocorrem nos paraísos fiscais. Primeiro, a lavagem de dinheiro, por onde passam recursos oriundos do contrabando, da corrupção, do terrorismo, do tráfico de drogas e até do tráfico de seres humanos, por exemplo. O outro, é a elisão fiscal, com fortes prejuízos a países, especialmente aqueles menos desenvolvidos, pois gera desigualdade tributária e crises econômicas. “Exatamente de tal desígnio especulativo nutre-se o mundo das finanças offshore, que, mesmo oferecendo também outros serviços lícitos, mediante muitos e difusos canais de elisão fiscal, quando não de evasão e de lavagem de dinheiro, fruto do crime, constitui um ulterior empobrecimento do normal sistema de produção e distribuição de bens e de serviços”, diz um trecho do documento.

Constantemente, Francisco fala em “realmar” a economia, e trata com dureza o mau uso do dinheiro. “A riqueza desonesta é o dinheiro, também chamado ‘esterco do diabo’, e em geral os bens materiais. A riqueza pode levá-lo a erguer muros, criar divisões e discriminação”, disse ele em um encontro com empresários, em 2019.

Divida pública

Haddad também vai a Roma, participar da conferência sobre o endividamento dos países do Sul Global após a pandemia de covid 19, co-organizada pela Universidade de Columbia e pela Pontifícia Academia das Ciências Sociais. “A covid levou  (a dívida dos países) a um patamar  muito maior e muito mais forte”, comenta Freitas. “Discutir esse tema é também uma questão de ética e de justiça”, completa.

O Fundo Monetário Internacional (FMI) estima que, em 29 de Fevereiro, dos 68 países de baixo rendimento para os quais o Fundo realiza análises de sustentabilidade da dívida, nove estavam em situação de sobreendividamento e 51 estavam em risco elevado ou moderado de sobreendividamento. No caso do Brasil, a projeção do fundo é que o país encerrará o ano de 2024 com a dívida em 86,7% do Produto Interno Bruto (PIB).

O Vaticano busca promover um papel de coordenação mais forte entre os países devedores, assim como existe entre os credores. O evento também vai discutir a possibilidade de criação de linhas de financiamento global, com custos menores, onde seja possível prevê a suspensão da dívida em alguns casos, como em catástrofes, como a que ocorreu na pandemia.

Correio Brasiliense

Deputados bolsonaristas serão ouvidos pelo STF em ação envolvendo Carla Zambelli

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes marcou para o mês de junho cinco depoimentos de deputados bolsonaristas em uma ação em que a deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) é ré por porte ilegal de arma de fogo.

As oitivas ocorrerão entre 18 e 26 de junho, e incluem depoimentos dos deputados Gustavo Gayer, Marcos Pollon, Paulo Bilynskyj, Sóstenes Cavalcante e Marco Feliciano, todos do PL, mesmo partido do ex-presidente Jair Bolsonaro. A informação foi adiantada pela coluna Radar, da Veja, e confirmada pelo Globo. O inquérito corre em segredo de Justiça.

O ministro Gilmar Mendes é relator do inquérito relacionado ao episódio em que, no fim de outubro de 2022, Zambelli sacou uma arma nas ruas de São Paulo e perseguiu um homem após uma discussão. O caso, na época, revoltou seguidores de Bolsonaro. Eles criticaram a parlamentar por ter prejudicado Jair Bolsonaro na reta final da campanha contra Lula.

Em agosto do ano passado, por nove votos a dois, o STF tornou ré a deputada federal. Oito ministros seguiram o relator, Gilmar Mendes, e votaram pelo recebimento da denúncia. Em seu voto, Gilmar afirmou que, “ainda que a arguida tenha porte de arma, o uso fora dos limites da defesa pessoal, em contexto público e ostensivo, ainda mais às vésperas das eleições, em tese, pode significar responsabilidade penal”.

A divergência ficou a cargo dos ministros André Mendonça, que considerou que o caso não devia ser analisado no STF, e Nunes Marques. Mendonça apontou que o episódio não tem relação com o mandato de Zambelli — requisito para ser julgado no STF — e não chegou a analisar o mérito da acusação.

“A discussão pode até ter se iniciado em razão de divergências ideológicas, ou em razão de torcida quanto à eleição presidencial que se aproximava, mas esses aspectos não chegam a configurar relação verdadeira e direta com o desempenho da atividade funcional da parlamentar”, avaliou.

A defesa de Zambelli tem afirmado que confia na inocência da parlamentar.

Agência O Globo

Miguel Coelho fala sobre decisão de Mendonça Filho em apoiar pré-candidato do PSD

O ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho (UB), disse nesta sexta-feira (31)compreender a decisão do deputado federal, Mendonça Filho (UB), em apoiar a pré-candidatura de Daniel Coelho (PSD) à prefeitura do Recife, enquanto o União Brasil decidiu apoiar a reeleição de João Campos (PSB). As declarações do político foram realizadas em entrevista à Rádio Folha.

“Compreendo a decisão do deputado federal Mendonça Filho de se licenciar, até por uma questão de coerência, de história de posicionamento que ele sempre teve ao longo de uma vida. Tanto eu como João comungamos de valores e princípios da política muito similares, que a política é a arte do diálogo, a esperança é a última que morre, então sempre tentei trazer Mendonça para enxergar essa perspectiva de projeto para 2024, mas a gente respeita a decisão dele, isso faz parte do jogo”, disse Coelho.

Os anúncios ocorreram na quarta-feira (29). Mendonça Filho, além de declarar apoio ao pré-candidato da governadora Raquel Lyra, anunciou uma dissidência e solicitou licenciamento da direção municipal do União Brasil.

JC

Zelensky diz que Lula priorizou aliança com agressor

Durante um encontro com jornalistas latino-americanos em Kiev, na Ucrânia, o presidente do país, Volodymyr Zelensky, voltou a mostrar uma posição crítica sobre a relação entre Rússia e Brasil. E questiona os posicionamentos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva diante da gestão de Vladimir Putin.

“Como se pode priorizar a aliança com um agressor?”, perguntou, retoricamente.O ucraniano segue tentando apoio internacional diante da invasão russa ao país. E sabe que ter o Brasil a seu lado teria um peso enorme.

Diário de Pernambuco

Críticas ao governo Lula dominam reunião plenária na Alepe

Na reunião plenária da quarta-feira (29), os parlamentares expressaram fortes críticas ao governo do presidente Lula, focando em questões de segurança pública, educação e política econômica. O destaque foi dado à avaliação de vetos presidenciais na sessão conjunta da Câmara e do Senado ocorrida na última terça-feira (28).

O Coronel Alberto Feitosa comemorou a derrubada do veto presidencial ao projeto que impõe restrições às saídas temporárias de presos, popularmente conhecidas como “saidinhas”.

Segundo Feitosa, a manutenção do veto do ex-presidente Jair Bolsonaro aos crimes previstos na Lei de Defesa do Estado Democrático de Direito, que inclui a divulgação de notícias falsas em campanhas eleitorais, foi uma vitória. Ele argumentou que essa decisão protege a liberdade de imprensa e a atuação dos políticos.

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Câmara aprova imposto para compras internacionais de até US$ 50

A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (28) a cobrança de taxa para produtos que custam até US$ 50 comprados em sites internacionais. Esses produtos são bastante comuns em sites como Shein e Aliexpress.

A  medida foi incluída dentro do Projeto de Lei 914/24, que institui o Programa Mobilidade Verde e Inovação (Mover), destinado ao desenvolvimento de tecnologias para produção de veículos que emitam menos gases de efeito estufa.

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Audiência pública na Alepe discute problemas nos projetos de irrigação do Sistema Itaparica

A Comissão de Agricultura da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) promoveu uma audiência pública nesta terça-feira (28) para abordar os desafios enfrentados por 25 mil famílias que vivem e trabalham nos projetos públicos de irrigação do Sistema Itaparica.

Esses projetos estão localizados no Sertão de Itaparica e no Sertão do São Francisco, em Pernambuco, bem como no estado da Bahia.

As famílias foram deslocadas para a construção da Hidrelétrica Luiz Gonzaga, inaugurada pela Chesf em 1988, que inundou mais de 83 mil hectares de terra.

Reassentadas em uma faixa de 150 quilômetros entre Pernambuco e Bahia, ao longo do lago Itaparica, elas enfrentam precarização da assistência prestada pela Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) e cortes de energia que prejudicam a produção agrícola e o abastecimento de água.

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Congresso derruba vetos de Lula e volta a proibir ‘saidinha’ de presos, inclusive para visitar a família

Na terça-feira (28), o Congresso Nacional derrubou os vetos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à proposta que elimina a “saidinha” de presos em feriados e datas comemorativas, como Dia das Mães e Natal.

A decisão dos parlamentares restringe ainda mais as saídas temporárias, proibindo que os detentos deixem os presídios para visitar a família ou praticar atividades de reintegração social.

Com a nova regulamentação, o benefício será concedido apenas para estudos, incluindo ensino médio, superior, supletivo ou cursos profissionalizantes. Os detentos poderão solicitar até cinco saídas de sete dias por ano ou conforme a duração do curso.

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Eduardo Bolsonaro afirma que Jair Bolsonaro é o único plano para a presidência em 2026

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) garantiu, nesta segunda-feira (27), que não há plano B para a disputa pela Presidência da República em 2026, além de seu pai, Jair Bolsonaro (PL).

A expectativa, segundo ele, é que a futura composição do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), sem a presença do ministro Alexandre de Moraes, possa favorecer um julgamento justo para Jair Bolsonaro.

Eduardo Bolsonaro esteve no Recife para participar de um ato político em prol do pré-candidato a prefeito pelo PL, Gilson Machado.

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