Bolsonaro recua após repercussão negativa e estuda opção para incentivos fiscais ao Nordeste

(Foto: Internet)

A reação negativa a respeito de um possível aumento de imposto fez o presidente Jair Bolsonaro (PSL) recuar. A elevação nos tributos. Na sexta-feira (4) o presidente afirmou à imprensa ter assinado um decreto autorizando o aumento do Imposto sobre Operações Financeiras para cobrir o rombo deixado pelo projeto que prorroga benefícios fiscais a empresas do Norte e Nordeste.

No entanto, após a fala ter sido mal recebida pelos agentes econômicos, equipes da Casa Civil se reuniram e o novo presidente assinou um decreto descartando a possibilidade de aumentar a carga tributária e dizendo que os novos contratos firmados em 2019 só terão impacto financeiro a partir do ano seguinte.

O ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, destacou que a Lei de Responsabilidade Fiscal exige concessão de benefício se tiver previsão orçamentária devida e, como em 2019 não vai haver novas concessões, isso cumpriria a lei.

“Para o ano de 2019 a previsão que tem de R$ 740 milhões, R$ 750 milhões é suficiente para atender aqueles projetos que foram aprovados ao longo do ano de 2017, 2018 e que estão em fruição. Colocamos isso no decreto e isso cumpre a LRF. Ponto final.”, afirmou.

Onyx armou que a possibilidade de aumentar imposto foi considerada “inaceitável” pelo ministro da economia, Paulo Guedes, e por parte da equipe por descumprir promessa feita na campanha de reduzir a car a tributária.”Colocamos toda a equipe que precisa ser elogiada, que encontrou uma solução“, afirmou.

Com informações de Band

Em busca de reeleição, Rodrigo Maia antecipa pagamento de auxílio-mudança a deputados

(Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)

O deputado federal e atual presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) está em ritmo de campanha para continuar no cargo. Depois de fechar aliança com o PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro, Maia antecipou o pagamento de auxílio-mudança aos colegas.

O benefício, segundo o jornal Estado de São Paulo é de R$ 33,7 mil, pago ao fim do mandato dos deputados, em 31 de janeiro. Maia, entretanto, autorizou o pagamento em 28 de dezembro. 505 deputados recebem o benefício, que gera R$ 17 milhões em despesas.

Segundo a assessoria da Câmara, quatro dos 513 parlamentares abriram mão: Major Olímpio (PSL-SP) que já se lançou como opositor a Maia, Mara Gabrilli (PSDB-SP), Bohn Gass (PT-RS) e Heitor Schuch (PSB-RS). A assessoria não soube informar o motivo de outros quatro também não terem recebido o valor.

Além do auxílio, deputados receberam em dezembro a segunda parcela do 13.º. Esse valor somado ao salário totaliza R$ 84,2 mil de remuneração aos políticos. Presidente da Casa desde 2016, Maia tenta se manter no cargo. Ele vai disputar a reeleição em 1º de fevereiro, quando a Câmara iniciará a nova legislatura.

Procurado por meio de assessoria, Maia não se pronunciou sobre o assunto. A Câmara informou, em nota, que a antecipação do pagamento do auxílio-mudança foi motivada pela disponibilidade financeira. Segundo o órgão, houve economia de recursos ao longo de 2018.

Com informações de O Estado de São Paulo

Fernando Bezerra confirma apoio a eleição de Renan Calheiros no Senado Federal

Senador é companheiro de partido e apoiará Renan (Foto: Blog Waldiney Passos)

O cenário político em 2019 no Brasil é de mudanças, não apenas na Presidência da República, mas também na Câmara dos Deputados e Senado Federal. Enquanto na Câmara o deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ) busca sua reeleição e tem o apoio de Jair Bolsonaro (PSL), Renan Calheiros (MDB-AL) é considerado “homem a ser batido” pelo PSL.

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No entanto, o nome de Renan é visto pelos colegas senadores como favorito e o alagoano terá o apoio de Fernando Bezerra Coelho (MDB) na votação de fevereiro. “Tô apoiando Renan, meu candidato é Renan, o candidato hoje que tem o maior número de apoios dentro do MDB. Mas eleição de Mesa Diretora do Senado e da Câmara ela só se resolve 48 horas antes“, disse em coletiva à imprensa de Petrolina.

Lóssio afirma não temer reprovação de contas na Câmara de Petrolina: “Eu não perco uma noite de sono com isso”

(Foto: Blog Waldiney Passos)

Julio Lóssio ainda não teve suas contas analisadas pela Câmara de Vereadores de Petrolina, apesar de a votação ter sido tema de conversas nos bastidores da política em 2018 na Casa Plínio Amorim. Em conversa com a imprensa local o ex-prefeito disse não temer a reprovação.

“Minhas contas como a de Fernando Bezerra, como a de Guilherme Coelho, como a de Odacy Amorim foram aprovadas com ressalvas. Aero [Cruz] é o braço político do grupo do prefeito. Eu não perco uma noite de sono com isso”, disse o ex-prefeito.

Aero Cruz (PSB), líder do governo na Câmara foi o relator e deu um parecer reprovando as contas, já o presidente da Comissão de Finanças, Ronaldo Silva (MDB) não divulgou seu posicionamento. Ainda segundo Lóssio, se houver uma reprovação na Casa Plínio Amorim é resultado de uma atitude política.

“Eu não tenho com nenhum vereador problemas pessoais, com qualquer um. Se houver uma reprovação é uma reprovação política, eu vou recorrer. Se não puder ser candidato, se não puder trabalhar com política não vai mudar minha vida”, finalizou.

Odacy Amorim confirma convite e assumirá presidência do IPA

Odacy tentou vaga como deputado federal, mas não conseguiu se eleger (Foto: ASCOM)

Odacy Amorim (PT) pôs fim as especulações e confirmou que assumirá nos próximos dias o comando do Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA). O nome do ex-prefeito de Petrolina já vinha sendo ventilado nos bastidores da política, para exercer uma função no Governo do Estado.

Odacy conversou com exclusividade com o Blog Waldiney Passos na manhã de hoje (4) e confirmou o convite feito pelo secretário de Desenvolvimento Agrário, Dilson Peixoto (PT). “A antiga secretaria de Agricultura agora é secretaria de Desenvolvimento Agrário e dentro dessa estrutura está o IPA é uma estrutura muito importante dentro do estado, foi feito esse convite com aval do governador e conversamos com o partido”, disse.

Ainda segundo Odacy apesar de seu mandato como deputado estadual terminar apenas em janeiro ele renunciará ao cargo para assumir o IPA o quanto antes. “Vou renunciar o mandato [como deputado estadual] imediatamente para assumir”, destacou.

Paulo Câmara (PSB) foi reeleito governador de Pernambuco em outubro, em uma aliança com o PT. Odacy disputou o pleito como deputado federal, mas não obteve êxito. No entanto conseguiu emplacar sua esposa, Dulcicleide Amorim (PT) na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe).

Bolsonaro diz que não vai declarar guerra a governadores de oposição e garante permanência do bolsa família

Bolsonaro garante manutenção do bolsa família. (Foto: Internet)

Na primeira entrevista concedida após a posse, o presidente Jair Bolsonaro afirmou nessa quinta-feira (3) que não pretende retomar a cobrança da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) nem aumentar alíquotas. Avisou ainda que, mesmo com, a oposição de alguns governadores, não pretende partir para o enfrentamento.

“Não posso fazer uma guerra com os governadores do Nordeste, atrapalhando as pessoas [da região]”, afirmou o presidente com exclusividade ao SBT. Ele aproveitou para brincar: “Espero que não venham pedir dinheiro”.

Impostos

Bolsonaro negou que pretende retomar a cobrança do imposto sobre cheques e elevar alíquotas para a contribuição previdenciária do funcionalismo público. Segundo ele, o que planeja é implementar a fusão de tributos, mas não detalhou como será feito.

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Paulo Câmara empossa secretários, 21 têm perfil técnico 

(Foto: Anderson Stevens/ Folha de Pernambuco)

Depois de tomar posse para seu segundo mandato a frente do Governo de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB) empossou o primeiro escalão do secretariado em uma cerimônia na quarta-feira (2). Dos 27 membros, 21 têm perfil técnico nas pastas que assumem.

Nessa nova gestão a administração terá 22 pastas, além da Procuradoria Geral do Estado e Casa Militar – que possuem status de secretaria, somando-se a três auxiliares diretos. “Esse time vai buscar se entrosar cada vez mais, rapidamente, para que a gente possa está potencializando as nossas políticas e fazendo cada vez mais aquilo que a gente aprendeu a fazer com Eduardo Campos, e que a gente repete, nos últimos quatro anos, e que a gente vai continuar a trabalhar fazendo cada vez mais com menos”, disse o governador.

O segundo escalação deve ser anunciado nos próximos dias. O primeiro escalão conta com os seguintes nomes:

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Osório reconhece dificuldades, mas espera concretizar obras na Câmara no biênio 2019/2020

(Foto: Wesley Lopes/Ascom CMP)

Osório Siqueira (PSB) fez história na Câmara de Vereadores de Petrolina ao tomar posse na terça-feira (1º) como presidente da Casa Plínio Amorim no biênio 2019/2020. Esse será seu quinto mandato no cargo mais importante do Poder Legislativo e ele disse esperar atender todas as demandas acumuladas nos últimos anos.

Último a discursar na cerimônia de posse da Mesa Diretora, o vereador reconheceu as dificuldades em comandar a Casa e agradeceu pela confiança dos colegas. “A gente procurou fazer com que as coisas dessem certo, é verdade que muitas coisas deixamos de fazer porque nos precipitamos. Encontramos barreiras e tivemos que fazer ajustes”, afirmou.

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Destacando a reforma administrativa e o enxugamento da folha da Câmara em 2018, Osório espera que nesse biênio consiga implementar as tão cobradas demandas dos vereadores, funcionários e imprensa.

“Tivemos essa reforma administrativa, tivemos planejamento e enxugamento de cargos e isso deixou a Câmara com uma estrutura para os gabinetes, um organograma bem distribuído e a gente vai, a partir de fevereiro, ter os setores organizados”, destacou Osório.

Lóssio não descarta retorno ao MDB

Lóssio pode retornar ao partido pelo qual foi eleito prefeito de Petrolina (Foto: Blog Waldiney Passos)

O futuro político de Julio Lóssio, ex-prefeito de Petrolina e candidato a governador de Pernambuco em 2018 é uma incógnita. Ele foi filiado na Rede Sustentabilidade, mas acabou expulso durante a campanha de outubro passado e agora deve deve retornar ao MDB.

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“Essa questão de partido pra mim é muito pouco relevante. Eu não conheço mais ninguém que votou em partido, você acha que alguém votou no PSL? Não, votou em Bolsonaro. Tenho recebido alguns convites, tenho conversado com algumas pessoas. Só vou começar a avançar nessas conversas a partir de janeiro, fevereiro“, disse.

O MDB em Petrolina pertence ao reduto político do ex-prefeito, cujo presidente da executiva municipal é de Paulo Valgueiro, aliado de Lóssio, o que facilitaria seu ingresso na sigla. “O MDB é nosso em Petrolina, [a diretoria] municipal é de Paulo Valgueiro, a executiva agora foi renovada”, destacou.

Dólar cai e bolsa bate recorde no primeiro dia do governo Bolsonaro

Bolsonaro durante cerimônia de posse. (Foto: Internet)

A cotação do dólar fechou em queda no primeiro dia do governo de Jair Bolsonaro. A moeda estadunidense ficou em R$ 3,8087, uma variação negativa de 1,69%.

Já a B3, bolsa de valores oficial do Brasil, iniciou o ano com alta de 3,56%, totalizando 91.012 pontos no fechamento dessa quarta-feira (02), atingindo valor recorde. O recorde anterior, de 89.820 pontos, havia sido registrado em 3 de dezembro de 2018.

No pregão de ontem, os papéis com melhor desempenho foram da Eletrobras (alta de 20,72%), Eletrobras PNB (alta de 14,52%) e a Sabesp (alta de 9,11%).

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Reeleito, Rui Costa toma posse como governador da Bahia

(Foto: Estadão Conteúdo/Reprodução)

Assim como aconteceu em Pernambuco, a Bahia teve a posse de um governador reeleito na tarde de terça-feira (1º). Rui Costa (PT) iniciou seu trabalho com discurso de esperança, afirmando trabalhar para manter o equilíbrio e a responsabilidade fiscal do estado.

Para Costa a educação, saúde e segurança serão o tripé fundamental desse novo mandato. A mobilização de pais e professores, a contratação de professores e coordenadores pedagógicos e a ampliação da educação profissional são algumas ações que ele quer empreender.

Sobre a posse de Jair Bolsonaro (PSL), Costa adotou o tom amistoso. “Como brasileiro que sou, eu sempre torço pelo Brasil, em qualquer situação. Então, pelo bem do povo brasileiro, vou torcer para o Brasil encontrar o seu caminho, para retomar a economia e as coisas darem certo”, destacou.

Com informações da Agência Brasil

Paulo Câmara toma posse e inicia segundo mandato como governador de Pernambuco

(Foto: Marlon Costa/Pernambuco Press)

Paulo Câmara (PSB) tomou posse para seu segundo mandato no cargo de governador de Pernambuco na tarde de ontem (1º) em cerimônia na Assembleia Legislativa do Estado (Alepe). Em seu discurso Câmara afirmou que os palanques devem ser desarmados e pediu diálogo.

Nesse mandato Câmara terá ao seu lado Luciana Santos (PC do B), a primeira vice-governadora mulher de Pernambuco. A cerimônia foi rápida, com menos de uma hora de duração. Estiveram presentes o prefeito de Recife, Geraldo Julio (PSB) e o senador reeleito, Humberto Costa (PT).

Paulo Câmara venceu a eleição em Pernambuco ainda no primeiro turno, com 1.918.219 votos, 50,7% dos votos válidos. Ele foi o candidato da Frente Popular de Pernambuco, coligação composta por 12 partidos é liderada pelo PSB.

Sobre a eleição de Jair Bolsonaro (PSL), o governador mandou um recado. “É urgente desmontar os palanques, desarmar os espíritos, buscar o mínimo de convergências que nos permitam preservar as conquistas democráticas e avançar. O processo eleitoral que nos elegeu para o Poder Executivo e elegeu os parlamentares para o Poder Legislativo é o mesmo que elegeu o presidente da República”, explicou.

Com informações do G1 Pernambuco

Bolsonaro toma posse como 38º presidente do Brasil

Bolsonaro ao lado da esposa após receber faixa de Michel Temer (Foto: Folhapress/Reprodução)

O presidente eleito em outubro passado tomou posse na tarde de terça-feira (1º). Jair Bolsonaro (PSL) deixou a Granja do Torto às 14h e seguiu para a cerimônia que começou na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. Em sessão solene Bolsonaro assumiu o compromisso de “manter, defender e cumprir a Constituição, observar as leis, promover o bem geral do povo brasileiro, sustentar a união, a integridade e a independência do Brasil”.

Em sua fala, Bolsonaro disse que irá trabalhar para aprovar as reformas estruturantes que, segundo ele, vão ajudar na retomada da economia brasileira. O novo presidente disse que irá respeitar regras, contratos e propriedades e defendeu a abertura do País ao comércio internacional, novamente sem “viés ideológico”.

No Palácio do Planalto o novo presidente recebeu a faixa presidencial do seu antecessor, Michel Temer (MDB). A primeira-dama, Michele Bolsonaro quebrou o protocolo e discursou na Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS). Jair Bolsonaro falou em seguida.

“Me coloco diante da Nação no dia em que o povo começou a se libertar do socialismo”, disse o presidente. “Guiados pela Constituição, com a ajuda de Deus, a mudança será possível”, disse. “Nossa bandeira jamais será vermelha. Só será se for preciso nosso sangue para mantê-la verde e amarela”, continuou.

Com informações da Band

Bolsonaro toma posse como presidente do Brasil

(Foto: Reprodução/Jornal do Commercio)

Nesta terça-feira, 01 de janeiro de 2019, em cerimônia no Congresso Nacional, Jair Bolsonaro (PSL), eleito em outubro de 2018, tomou posse como presidente do Brasil. Com um programa focado na luta contra a corrupção e criminalidade, o atual presidente se elegeu com 55, 13% dos votos (57.797.847).

Desde a proclamação da República, de 1889, Bolsonaro é o 38º presidente. Ele chegou ao local da posse ao lado da esposa, Michele, em um Rolls-Royce conversível. A escolta ficou por conta dos Dragões da Independência.

Aos 63 anos, capitão reformado do Exército, deputado federal desde 1991 e dono de uma extensa lista de declarações e atitudes polêmicas, Bolsonaro foi aclamado pela população, que mesmo distante por questões de segurança manifestou a satisfação em tê-lo como chefe do Poder Executivo.

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Fernando Filho afirma estar aberto ao diálogo com Bolsonaro sobre comando da Codevasf em Petrolina

(Foto: CODEVASF)

A posse de Jair Bolsonaro (PSL) é apenas na terça-feira (1º) e o novo governo pode refletir diretamente em Petrolina. Isso porque o comando da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) em Petrolina hoje é ligado ao senador Fernando Bezerra Coelho (MDB).

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Deputado federal reeleito, Fernando Filho (DEM) afirma que muita se especula sobre a Codevasf, mas não há nada concretizado até o momento. “Eu acho que ninguém sabe responder, tem um governo que está sendo montado de uma forma diferente dos outros governos no passado. Tem muita gente falando muita coisa, mas na verdade ninguém sabe para que lado essa banda vai tocar”, disse.

Ainda segundo o deputado federal, se Bolsonaro optar por entregar o comando da Codevasf a outro grupo a decisão será acatada. “No momento oportuno, quando o presidente quiser encaminhar esse assunto a gente vai estar pronto. Se for para uma conversa de construção, se também não for a gente vai respeitar porque essa decisão cabe a ele”, finalizou.